Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
26 de Março de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

oportocool Dia Nacional dos Centros Históricos, 28 Mar 2015 url q=https%3A%2F%2Foportocool...

Desde 2008 que o Porto aderiu à iniciativa Dia Nacional dos Centros Históricos, e várias entidades abrem as suas portas e promovem um conjunto concertado de atividades. Sábado, dia 28 de Março será assim um dia dedicado ao Centro Histórico do Porto, classificado em 1996 como Património Cultural da Humanidade. Das 9 horas até à meia-noite, haverá mais de 60 atividades, muitas delas gratuitas: visitas guiadas a monumentos, circuitos pelas ruas históricas, passeios de barco no rio Douro, feiras, exposições, workshops, filmes para os mais novos, oficinas pedagógicas, mercados de rua, etc. Consulte o programa completo aqui

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Porto Cultura Apresentação programação trimestre Teatro Municipal do Porto - entrada livre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

abertura de novo museu na casa do infante - inauguração. url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

Estreia do Teatro Experimental do Porto de regresso à cidade, no TM Campo Alegre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

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Casa da Música - Porto Em Abril, festeja-se os 10 anos da Casa da Música.

Dia 11 Orquestra Barroca Casa da Música Dia 11 NOS Club Dia 12 Banda Sinfónica e Mário Laginha Dia 12 Orquestra Jazz de Matosinhos com Kurt Rosenwinkel

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COLISEU DO PORTo Agenda para esta

RITA GUERRA27.03.2015 > 21.30 h TANGO PASÍON28.03.2015 > 21.30 h

Dia 9 de Abril - Eugene Onegin Piotr Ilitch Tchaikovsky "Eugene Onegin" estreia-se no Coliseu do Porto . Trata-se de uma ópera em três actos e seis cenas, com música de Piotr Ilitch Tchaikovsky com arranjo e orquestração de Kurt-Heinz Stolze, e libretto de John Cranko, baseado noromance em verso de Alexander Pushkin "Eugene Onegin". Uma produção que seguirá para o Teatro Principal de Palma.

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Páscoa nas Bibliotecas Municipais do Porto url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port...

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Porto Editora Convite: Porto de Encontro, 28 de março | À conversa com Lídia Jorge A Porto Editora e o jornalista Sérgio Almeida, com a colaboração da Câmara Municipal do Porto, têm o prazer de convidar para a XXXIV edição de PORTO DE ENCONTRO - À CONVERSA COM ESCRITORES, com Lídia Jorge, no dia 28 de março, às 17:00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto. Esta edição contará ainda com a participação especial de Maria João Reynaud e as leituras ficarão a cargo de Ana Celeste Ferreira.

Entrada livre.

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E aqui está uma notícia que vale a pena passar os olhos com atenção.

De quantos amigos precisa? http://observador.pt/2015/03/23/quantos-amigos-precisa/

"Poucos mas bons" é o que muita gente responde à pergunta sobre o número de amigos que tem. Mas haverá um número ideal? A revista Time dá a resposta.

Durante anos, foram vários os estudos que incidiram sobre os benefícios da amizade. O que foi publicado na PLOS One chegou à conclusão que os amigos protegem a nossa saúde tanto quanto deixar de fumar e muito mais do que fazer exercício. Outros estudos mostraram que as pessoas solitárias têm duas vezes mais probabilidades de virem a morrer de doenças coronárias do que as que têm um círculo de amigos consistente. Para Debra Umberson, socióloga da Universidade do Texas, "as relações sociais fortes são um apoio à saúde mental, e isso leva a um melhor sistema imunitário, menos stress e menos ativação cardiovascular". A socióloga salienta que o apoio emocional é apenas uma das formas, de entre dezenas, com que os amigos podem proteger a sua saúde e aumentar a sua esperança de vida. Infelizmente, ao que parece, nem todos nós temos tantos amigos quanto devíamos. De acordo com dados da General Society Survey, o número de americanos que admite não ter nenhum amigo próximo triplicou nas últimas décadas, sendo que a resposta mais frequente à pergunta "quantos confidentes tem" foi zero. De entre os questionados, os homens adultos são os que têm mais dificuldade em fazer e manter novas amizades. Numa era em que quase toda a gente tem centenas de amigos no Facebook e no Twitter, e outros tantos seguidores no Instagram, as pessoas parecem mais sozinhas do que nunca. A verdade é que essas "amizades" não valem de nada no que diz respeito à sua saúde e felicidade. Ou seja, o facto de ter mais amigos nas redes sociais do que a maioria das pessoas não lhe dará uma saúde de ferro, nem o tornará mais feliz -- até porque muitas pessoas adicionam "amigos" que nem conhecem. Abraçar os amigos é um antídoto contra o stress, a ansiedade, a depressão e até a gripe. As amizades vitais -- aquelas pessoas com quem pode rir, chorar, contar a sua vida e abraçar -- são as que têm um maior impacto tanto na saúde como na felicidade. Segundo Robin Dunbar, um psicólogo evolucionista da Universidade de Oxford, cada pessoa precisa de três a cinco destas amizades para melhorar o seu bem-estar. O psicólogo tem dedicado grande parte da sua carreira a estudar a amizade, e desde que começou a investigar o cérebro e os círculos sociais dos primatas, apercebeu-se de que a dimensão do grupo de amigos de um ser humano pode ser limitada pelo tamanho do seu neocórtex (todas as áreas mais desenvolvidas do córtex). Dunbar chegou ao número que define o limite cognitivo de pessoas com as quais um indivíduo pode manter relações sociais estáveis, que ficou conhecido como o "número de Dunbar". Esse número -- geralmente citado como 150, mas que pode variar entre os 100 e os 200 -- é o tamanho aproximado de um círculo de amigos, que pode incluir família. No fundo, estas pessoas são aquelas que convidaria para uma grande festa em casa, e com as quais estaria à vontade e se sentiria bem. De acordo com as pesquisas de Dunbar, o seu cérebro não é capaz de manter uma conexão com mais de 150 amigos. E dentro desse número, as suas amizades mas próximas, de entre família e amigos, são as mais cruciais para a saúde mental e física. No entanto, Dunbar acredita que um irmão ou irmã não oferecem os mesmos benefícios do que um amigo próximo. Os irmãos mais depressa estarão lá para si sempre que precisar de ajuda, mas os bons amigos têm o dom de "incendiar" o seu sistema nervoso, libertando as afamadas endorfinas, conhecidas por hormonas da felicidade e que também estão presentes no chocolate. Ou seja: se estiver de dieta, aposte nas amizades verdadeiras. Apesar de todos os benefícios para a saúde, evite olhar para os seus amigos como um medicamento. Mark Vernon, filósofo e autor do livro The Meaning of Friendship, faz um aviso: não torne os seus amigos em "prestadores de serviços" porque essa não é a essência da amizade. Qual é, ou como se cultiva? Vernon acredita que Ralph Waldo Emerson deu o melhor conselho no que diz respeito a fazer e manter amizades próximas quando disse que "a única maneira de ter um amigo é sendo um". Matemáticas à parte, a conclusão é clara: cultive as amizades próximas, até porque é sabido que são cada vez mais raras.

Refundar a escola http://www.publico.pt/sociedade/noticia/refundar-a-escola-1689648

Refundar a escola é uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento. Volto àquela crítica que tão frequentemente se faz à Educação: empreender demasiadas reformas. Diz-se até que algumas destas reformas acabam por ser "reformadas" antes que tenham tempo de reformar o que quer que seja. Existiram reformas que, a meio da sua implementação foram julgadas inadequadas. É certo que sim. Mas estes casos pontuais - a maioria das vezes relacionados com programas curriculares - não podem justificar uma empedernida resistência a que algo se mude na Educação em nome da "estabilidade". Às vozes que clamam "Deem tempo à Educação para sedimentar os seus procedimentos" devemos perguntar: "Sedimentar o quê? Práticas e modelos que já provaram que estão desajustados aos alunos de hoje?" Recentemente vieram a público dois movimentos reformistas de sistemas de educação e de ensino de grande impacto. O primeiro foi desenvolvido pelas escolas jesuíticas da Catalunha. Em três colégios foi posta em prática uma ambiciosa reforma chamada "Educació 2020" que implicou uma alteração radical na forma como as escolas se organizam. Foram abolidas as disciplinas, os exames e os horários e a aprendizagem dos alunos desenrola-se inteiramente em grupos com a supervisão de professores. Segundo um dos responsáveis desta reforma: "A escola é o local onde mais se fala de trabalho de grupo e aquele onde menos se pratica." Trata-se, segundo o mesmo responsável "de procurar desenvolver todo o potencial dos alunos tornando-os protagonistas e levando-os a descobrir o seu projeto de vida e ensiná-los a refletir, porque eles vão viver numa época que os vai surpreender". Os resultados na motivação dos alunos são evidentes e eles participam empenhadamente nos projetos que delinearam e pelos quais se tornaram responsáveis. Esta reforma não pode deixar de atribuir notas, mas, para lá chegar, analisa primeiro quais as competências que o aluno adquiriu e logo, mediante um algoritmo, transforma as competências adquiridas nas notas que são legalmente requeridas. Uma outra reforma é aquela que o Ministério da Educação francês acaba de propor para entrar em vigor no ensino secundário já em 2016. O ponto de partida enunciado pela ministra de Educação francesa, Najat Vallaud-Belkacem, é o de que o ensino secundário é antes de mais profundamente inigualitário, que não é significativo para um grande número de alunos que se aborrecem, se desmotivam e precocemente têm insucesso e abandonam a escola. Esta reforma assenta em três pilares: flexibilidade, autonomia e interdisciplinaridade. A reforma do Governo francês sustenta que as escolas devem alterar a sua forma de ensinar, dando mais importância aos trabalhos de projeto, aos trabalhos de grupo e proporcionando aos alunos oportunidades de procurar relacionar a sua aprendizagem com aspetos práticos do quotidiano, tornando as suas aprendizagens úteis, coerentes e significativas. Este programa implica a criação de módulos transversais e interdisciplinares como, por exemplo, "Desenvolvimento sustentável" ou "O mundo económico e profissional". Um quinto do horário global da escola é deixado à responsabilidade dos professores para desenvolver "novas formas de ensino", trabalho em pequenos grupos, acompanhamento personalizado e o aprofundamento disciplinar. Estes dois exemplos mostram que ser avesso a reformas estruturais da Educação é, no tempo presente, uma posição não só conservadora mas irresponsável face à responsabilidade de prepararmos os nossos jovens para participar e serem úteis nas sociedades do futuro. A perspetiva do back to basics, isto é, regressar aos currículos, às metodologias, aos valores e à organização da escola na qual os mais velhos foram educados, é um sonho de alguns que, se for cumprido, se tornará para os nossos alunos um verdadeiro pesadelo. O Ministério da Educação francês não hesita em intitular a sua reforma como uma "refundação da escola". Refundar a escola significa que é necessário e urgente que a escola volte a ser pensada, porque a forma como ela foi pensada no século XIX - e que não sofreu mudanças essenciais desde então - não é adequada aos tempos que vivemos. Não se adequa, porque a escola "antiga" foi pensada para ensinar só alguns e não todos, foi pensada para ser frequentada por alunos evidentemente motivados e identificados com a linguagem e ambientes que nela se produziam, foi pensada para que não se pensasse, só se transmitisse e reproduzisse mais tarde o que foi transmitido. Refundar a escola é pois uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento, a fraternidade da relação e o sonho da descoberta. Professor universitário, presidente da Pró-Inclusão/Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

Há cem anos o terramoto Orpheu virou do avesso a literatura portuguesa http://blogtailors.com/ha-cem-anos-o-terramoto-orpheu-virou-do-7825387 via Byline

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"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

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Desde 2008 que o Porto aderiu à iniciativa Dia Nacional dos Centros Históricos, e várias entidades abrem as suas portas e promovem um conjunto concertado de atividades. Sábado, dia 28 de Março será assim um dia dedicado ao Centro Histórico do Porto, classificado em 1996 como Património Cultural da Humanidade. Das 9 horas até à meia-noite, haverá mais de 60 atividades, muitas delas gratuitas: visitas guiadas a monumentos, circuitos pelas ruas históricas, passeios de barco no rio Douro, feiras, exposições, workshops, filmes para os mais novos, oficinas pedagógicas, mercados de rua, etc. Consulte o programa completo aqui

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Porto Cultura Apresentação programação trimestre Teatro Municipal do Porto - entrada livre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

abertura de novo museu na casa do infante - inauguração. url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

Estreia do Teatro Experimental do Porto de regresso à cidade, no TM Campo Alegre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

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Casa da Música - Porto Em Abril, festeja-se os 10 anos da Casa da Música.

Dia 11 Orquestra Barroca Casa da Música Dia 11 NOS Club Dia 12 Banda Sinfónica e Mário Laginha Dia 12 Orquestra Jazz de Matosinhos com Kurt Rosenwinkel

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COLISEU DO PORTo Agenda para esta

RITA GUERRA27.03.2015 > 21.30 h TANGO PASÍON28.03.2015 > 21.30 h

Dia 9 de Abril - Eugene Onegin Piotr Ilitch Tchaikovsky "Eugene Onegin" estreia-se no Coliseu do Porto . Trata-se de uma ópera em três actos e seis cenas, com música de Piotr Ilitch Tchaikovsky com arranjo e orquestração de Kurt-Heinz Stolze, e libretto de John Cranko, baseado noromance em verso de Alexander Pushkin "Eugene Onegin". Uma produção que seguirá para o Teatro Principal de Palma.

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Páscoa nas Bibliotecas Municipais do Porto url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port...

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Porto Editora Convite: Porto de Encontro, 28 de março | À conversa com Lídia Jorge A Porto Editora e o jornalista Sérgio Almeida, com a colaboração da Câmara Municipal do Porto, têm o prazer de convidar para a XXXIV edição de PORTO DE ENCONTRO - À CONVERSA COM ESCRITORES, com Lídia Jorge, no dia 28 de março, às 17:00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto. Esta edição contará ainda com a participação especial de Maria João Reynaud e as leituras ficarão a cargo de Ana Celeste Ferreira.

Entrada livre.

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E aqui está uma notícia que vale a pena passar os olhos com atenção.

De quantos amigos precisa? http://observador.pt/2015/03/23/quantos-amigos-precisa/

"Poucos mas bons" é o que muita gente responde à pergunta sobre o número de amigos que tem. Mas haverá um número ideal? A revista Time dá a resposta.

Durante anos, foram vários os estudos que incidiram sobre os benefícios da amizade. O que foi publicado na PLOS One chegou à conclusão que os amigos protegem a nossa saúde tanto quanto deixar de fumar e muito mais do que fazer exercício. Outros estudos mostraram que as pessoas solitárias têm duas vezes mais probabilidades de virem a morrer de doenças coronárias do que as que têm um círculo de amigos consistente. Para Debra Umberson, socióloga da Universidade do Texas, "as relações sociais fortes são um apoio à saúde mental, e isso leva a um melhor sistema imunitário, menos stress e menos ativação cardiovascular". A socióloga salienta que o apoio emocional é apenas uma das formas, de entre dezenas, com que os amigos podem proteger a sua saúde e aumentar a sua esperança de vida. Infelizmente, ao que parece, nem todos nós temos tantos amigos quanto devíamos. De acordo com dados da General Society Survey, o número de americanos que admite não ter nenhum amigo próximo triplicou nas últimas décadas, sendo que a resposta mais frequente à pergunta "quantos confidentes tem" foi zero. De entre os questionados, os homens adultos são os que têm mais dificuldade em fazer e manter novas amizades. Numa era em que quase toda a gente tem centenas de amigos no Facebook e no Twitter, e outros tantos seguidores no Instagram, as pessoas parecem mais sozinhas do que nunca. A verdade é que essas "amizades" não valem de nada no que diz respeito à sua saúde e felicidade. Ou seja, o facto de ter mais amigos nas redes sociais do que a maioria das pessoas não lhe dará uma saúde de ferro, nem o tornará mais feliz -- até porque muitas pessoas adicionam "amigos" que nem conhecem. Abraçar os amigos é um antídoto contra o stress, a ansiedade, a depressão e até a gripe. As amizades vitais -- aquelas pessoas com quem pode rir, chorar, contar a sua vida e abraçar -- são as que têm um maior impacto tanto na saúde como na felicidade. Segundo Robin Dunbar, um psicólogo evolucionista da Universidade de Oxford, cada pessoa precisa de três a cinco destas amizades para melhorar o seu bem-estar. O psicólogo tem dedicado grande parte da sua carreira a estudar a amizade, e desde que começou a investigar o cérebro e os círculos sociais dos primatas, apercebeu-se de que a dimensão do grupo de amigos de um ser humano pode ser limitada pelo tamanho do seu neocórtex (todas as áreas mais desenvolvidas do córtex). Dunbar chegou ao número que define o limite cognitivo de pessoas com as quais um indivíduo pode manter relações sociais estáveis, que ficou conhecido como o "número de Dunbar". Esse número -- geralmente citado como 150, mas que pode variar entre os 100 e os 200 -- é o tamanho aproximado de um círculo de amigos, que pode incluir família. No fundo, estas pessoas são aquelas que convidaria para uma grande festa em casa, e com as quais estaria à vontade e se sentiria bem. De acordo com as pesquisas de Dunbar, o seu cérebro não é capaz de manter uma conexão com mais de 150 amigos. E dentro desse número, as suas amizades mas próximas, de entre família e amigos, são as mais cruciais para a saúde mental e física. No entanto, Dunbar acredita que um irmão ou irmã não oferecem os mesmos benefícios do que um amigo próximo. Os irmãos mais depressa estarão lá para si sempre que precisar de ajuda, mas os bons amigos têm o dom de "incendiar" o seu sistema nervoso, libertando as afamadas endorfinas, conhecidas por hormonas da felicidade e que também estão presentes no chocolate. Ou seja: se estiver de dieta, aposte nas amizades verdadeiras. Apesar de todos os benefícios para a saúde, evite olhar para os seus amigos como um medicamento. Mark Vernon, filósofo e autor do livro The Meaning of Friendship, faz um aviso: não torne os seus amigos em "prestadores de serviços" porque essa não é a essência da amizade. Qual é, ou como se cultiva? Vernon acredita que Ralph Waldo Emerson deu o melhor conselho no que diz respeito a fazer e manter amizades próximas quando disse que "a única maneira de ter um amigo é sendo um". Matemáticas à parte, a conclusão é clara: cultive as amizades próximas, até porque é sabido que são cada vez mais raras.

Refundar a escola http://www.publico.pt/sociedade/noticia/refundar-a-escola-1689648

Refundar a escola é uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento. Volto àquela crítica que tão frequentemente se faz à Educação: empreender demasiadas reformas. Diz-se até que algumas destas reformas acabam por ser "reformadas" antes que tenham tempo de reformar o que quer que seja. Existiram reformas que, a meio da sua implementação foram julgadas inadequadas. É certo que sim. Mas estes casos pontuais - a maioria das vezes relacionados com programas curriculares - não podem justificar uma empedernida resistência a que algo se mude na Educação em nome da "estabilidade". Às vozes que clamam "Deem tempo à Educação para sedimentar os seus procedimentos" devemos perguntar: "Sedimentar o quê? Práticas e modelos que já provaram que estão desajustados aos alunos de hoje?" Recentemente vieram a público dois movimentos reformistas de sistemas de educação e de ensino de grande impacto. O primeiro foi desenvolvido pelas escolas jesuíticas da Catalunha. Em três colégios foi posta em prática uma ambiciosa reforma chamada "Educació 2020" que implicou uma alteração radical na forma como as escolas se organizam. Foram abolidas as disciplinas, os exames e os horários e a aprendizagem dos alunos desenrola-se inteiramente em grupos com a supervisão de professores. Segundo um dos responsáveis desta reforma: "A escola é o local onde mais se fala de trabalho de grupo e aquele onde menos se pratica." Trata-se, segundo o mesmo responsável "de procurar desenvolver todo o potencial dos alunos tornando-os protagonistas e levando-os a descobrir o seu projeto de vida e ensiná-los a refletir, porque eles vão viver numa época que os vai surpreender". Os resultados na motivação dos alunos são evidentes e eles participam empenhadamente nos projetos que delinearam e pelos quais se tornaram responsáveis. Esta reforma não pode deixar de atribuir notas, mas, para lá chegar, analisa primeiro quais as competências que o aluno adquiriu e logo, mediante um algoritmo, transforma as competências adquiridas nas notas que são legalmente requeridas. Uma outra reforma é aquela que o Ministério da Educação francês acaba de propor para entrar em vigor no ensino secundário já em 2016. O ponto de partida enunciado pela ministra de Educação francesa, Najat Vallaud-Belkacem, é o de que o ensino secundário é antes de mais profundamente inigualitário, que não é significativo para um grande número de alunos que se aborrecem, se desmotivam e precocemente têm insucesso e abandonam a escola. Esta reforma assenta em três pilares: flexibilidade, autonomia e interdisciplinaridade. A reforma do Governo francês sustenta que as escolas devem alterar a sua forma de ensinar, dando mais importância aos trabalhos de projeto, aos trabalhos de grupo e proporcionando aos alunos oportunidades de procurar relacionar a sua aprendizagem com aspetos práticos do quotidiano, tornando as suas aprendizagens úteis, coerentes e significativas. Este programa implica a criação de módulos transversais e interdisciplinares como, por exemplo, "Desenvolvimento sustentável" ou "O mundo económico e profissional". Um quinto do horário global da escola é deixado à responsabilidade dos professores para desenvolver "novas formas de ensino", trabalho em pequenos grupos, acompanhamento personalizado e o aprofundamento disciplinar. Estes dois exemplos mostram que ser avesso a reformas estruturais da Educação é, no tempo presente, uma posição não só conservadora mas irresponsável face à responsabilidade de prepararmos os nossos jovens para participar e serem úteis nas sociedades do futuro. A perspetiva do back to basics, isto é, regressar aos currículos, às metodologias, aos valores e à organização da escola na qual os mais velhos foram educados, é um sonho de alguns que, se for cumprido, se tornará para os nossos alunos um verdadeiro pesadelo. O Ministério da Educação francês não hesita em intitular a sua reforma como uma "refundação da escola". Refundar a escola significa que é necessário e urgente que a escola volte a ser pensada, porque a forma como ela foi pensada no século XIX - e que não sofreu mudanças essenciais desde então - não é adequada aos tempos que vivemos. Não se adequa, porque a escola "antiga" foi pensada para ensinar só alguns e não todos, foi pensada para ser frequentada por alunos evidentemente motivados e identificados com a linguagem e ambientes que nela se produziam, foi pensada para que não se pensasse, só se transmitisse e reproduzisse mais tarde o que foi transmitido. Refundar a escola é pois uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento, a fraternidade da relação e o sonho da descoberta. Professor universitário, presidente da Pró-Inclusão/Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

Há cem anos o terramoto Orpheu virou do avesso a literatura portuguesa http://blogtailors.com/ha-cem-anos-o-terramoto-orpheu-virou-do-7825387 via Byline

<<Decorrido um século, o centenário do lançamento do primeiro número de Orpheu, que terá saído da gráfica a 24 de Março de 1915, vai ser evocado por estes dias em colóquios, exposições, lançamentos, leituras públicas e outras iniciativas. Tudo somado, não é de mais, já que Orpheu não foi apenas um terramoto que deixou irreconhecível a paisagem literária portuguesa da época, foi também, enquanto gesto fundador do nosso modernismo, o início de uma aventura criativa que atravessou todo o século XX e que só agora começa a dar sinais de esgotamento.>>.

Sophia, Cesário e Pessoa homenageados no Dia Mundial da Poesia http://blogtailors.com/sophia-cesario-e-pessoa-homenageados-no-7823624 via Byline

<<Os poetas Fernando Pessoa, Cesário Verde e Sophia de Mello Breyner Andresen vão ser homenageados nas comemorações do Dia Mundial da Poesia, que vão decorrer no próximo sábado, no Porto e em Lisboa. O Teatro Nacional D.ª Maria II, em Lisboa, organiza, na data, 21 de março, uma declamação de poemas de Fernando Pessoa, Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, três dos fundadores e principais autores da Orpheu, revista do modernismo português, que completa cem anos. [...] No Porto, Pessoa e os seus heterónimos também protagonizam a proposta do Teatro Sá da Bandeira, mas no dia 23, com o espetáculo A Minha Pátria é a Língua Portuguesa. A Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, organiza uma feira do livro, que vai até domingo, 22 de março, nas suas instalações e no Jardim da Parada, em Campo de Ourique. No mesmo bairro, os grupos CampOvivo e Oficina de Teatro da Universidade Sénior vão declamar, nos cafés, à hora de almoço e ao lanche, poemas de Fernando Pessoa, Cesário Verde, Alexandre O`Neill e Sophia de Mello Breyner Andresen. A poetisa vai ser homenageada no Porto, sábado, Dia Mundial da Poesia, com o programa Poesia em Sophia, que se realiza nos jardins do Palácio de Cristal, e com um espetáculo no auditório da Biblioteca Almeida Garrett, que recupera a sua obra para crianças e vai contar com a participação da comunidade escolar. [...] Em Lisboa, o Centro Cultural de Belém (CCB) abre o Dia Mundial da Poesia com uma palestra do investigador Fernando Cabral Martins, sobre a vida e obra do poeta português Cesário Verde. Os poemas de Cesário serão declamados por diversos convidados, numa maratona de leitura. O CCB realiza ainda uma feira do livro, particularmente dedicada à poesia, e o espetáculo musical De Lisboa para o Mundo, pela Lisbon Poetry Orchestra. [...] Da parceria com a Casa da América Latina, o CCB acolhe, na sala Almeida Negreiros, a 4.ª Festa da Poesia Latino-Americana, com a evocação de obras dos poetas Pablo Neruda, Vinicius de Moraes, Manoel de Barros, Octávio Paz e Ernesto Cardenal, entre outros.>> Ler na RTP.

As 7 maravilhas desaparecidas do Porto http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=4463390

Ainda se recorda dos jardins dos Aliados ou do Estádio das Antas? A página "Porto Desaparecido" está, através de uma votação online, a eleger as "As 7 maravilhas desaparecidas do Porto". ALVÃO; PHOTOGRAPHIA PORTUENSE Inaugurado em 1865 no campo da Torre da Marca, o palácio foi projetado pelo arquiteto inglês Thomas Dillen Jones, tendo o Crystal Palace londrino por modelo. "Em Portugal não se aprende história local nas escolas. Os alunos ficam a conhecer a história do país e do mundo, mas pouco ou nada sabem da rua onde vivem ou do monumento pelo qual passam todos os dias. Através desta página pretendemos dar um pequeno contributo para que pontes, palácios, capelas, igrejas, mosteiros, fontes, teatros, hotéis, cafés e outros monumentos do Grande Porto que se foram perdendo sejam conhecidos por todos", diz Dinis Fonseca, do "Porto Desaparecido", ao JN. LEIA TAMBÉM Escolha as sete maravilhas desaparecidas do Porto Veja as fotos Assim, durante este mês, os utilizadores do Facebook têm a possibilidade de votar nos monumentos que recordam com mais saudade e que apenas se mantêm na memória dos portuenses. Os sete mais votados serão "As 7 maravilhas desaparecidas do Porto". O "Porto Desaparecido" é constituído por uma pequena equipa formada por pessoas de diversas áreas que em comum nutre um carinho especial pelo Porto. O projeto, sem fins lucrativos, já valeu o reconhecimento da Câmara Municipal do Porto, através da atribuição da Medalha de Mérito.

Quer ajudar a fazer um guia fotográfico do Porto e Norte? É agora http://www.publico.pt/local/noticia/quer-ajudar-a-fazer-um-guia-fotografico-do-porto-e-norte-e-agora-1690329

Concurso decorre até Maio e leva os participantes a diferentes atractivos turísticos da região. De Melgaço a Vila Nova de Foz Côa: A viagem é de quem a apanha Montesinho é a primeira aldeia do Norte com iluminação pública LED Eles invadem espaços abandonados e resgatam história com máquinas fotográficas Portugal dos namorados O Porto, os turistas e a fotografia no dia mundial dela Os cinco notáveis jardins portugueses O desafio já começou, mas se perdeu a primeira etapa, não pense em desistir, porque até Maio ainda há muitos locais à espera de serem descobertos e fotografados, no Porto e Norte de Portugal. O objectivo é aliciante para os amantes da fotografia: editar um guia fotográfico com as melhores imagens de todos os que queiram participar nesta espécie de concurso que a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal está a promover. Próxima paragem, Parque Natural de Montesinho, já neste fim-de-semana. Chama-se Porto Challenge e começou, precisamente, no Grande Porto, mas há ainda doze outros destinos à espera dos participantes. A inscrição é gratuita e pode ser feita apenas para um dos destinos, para um grupo de dois ou para todos eles. Há, contudo, custos associados ao alojamento e alimentação, que variam consoante o percurso. Para participar, é obrigatório que tenha mais de 18 anos (16 se estiver acompanhado de uma autorização do representante legal) e que se inscreva até 24 horas antes do próximo percurso. O que quer dizer que se pretende aceitar ainda o desafio de fotografar, como ninguém, Bragança e o Parque Natural de Montesinho terá de se inscrever até esta quinta-feira (em www.photochallenge.pt) e até às 15h, por questões administrativas, uma vez que a saída do Porto está agendada para as 21h de sexta-feira. A dormida nessa noite já será feita em Bragança, para que no sábado logo de manhã os participantes partam para o Parque Natural de Montesinho, onde, de acordo com a organização, acompanhados "por guias especializados, farão trilhos em locais de difícil acesso ao público geral". A ideia, aqui, é "fotografar a natureza selvagem do parque" e encontrar as imagens que "melhor representam" o local. Depois do almoço, o desafio muda-se para Bragança, com "o património e a história" como mote para as fotografias, que serão tiradas em vários locais previamente definidos e com tempos cronometrados pela organização. O custo do alojamento, pequeno-almoço e almoço, para esta viagem é de 50 euros. O transporte, bem como o colete de participação e um "kit de sobrevivência" são oferecidos pela organização. O primeiro desafio andou pelo Porto, Vila Nova de Gaia, Gondomar e Matosinhos e contou com 28 participantes (o limite, por desafio, é 100) que tiraram mais de 500 fotografias. As regras do concurso dizem que, no final de cada percurso fotográfico, os participantes devem disponibilizar à organização até cinco fotografias para cada um dos temas propostos - arquitectura, património, gastronomia, espaços naturais e gentes. É do conjunto de todas essas imagens que serão seleccionadas aquelas que, posteriormente, darão origem ao guia. As próximas edições do Porto Challenge vão levar os participantes, ainda este fim-de-semana ao Parque Natural do Douro Internacional (28 e 29 de Março); às cidades de Braga e Guimarães (11 de Abril); ao Douro Vinhateiro (12 de Abril); ao Douro (18 de Abril); ao Parque Natural Litoral Norte (19 de Abril); ao Parque Natural do Alvão (25 de Abril); ao Geoparque de Arouca (26 de Abril); ao Geoparque Terras de Cavaleiros (2 de Maio); ao Parque Nacional Peneda/Gerês (2 e 3 de Maio); ao Alto Minho/Peneda I (9 de Maio); e ao Alto Minho/Peneda II (10 de Maio). O programa foi desenhado para abarcar cinco grandes temáticas - capitais de distrito, rota do romântico, património da Humanidade, parques naturais e geoparques. Com a promoção turística da região como pano de fundo, o desafio conta com financiamento europeu e tem a participação da Lufthansa - LGPS, da Olhares e, para a produção do livro, da Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto. Há prémios para cada desafio, que serão anunciados no final de cada viagem fotográfica.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 15:16 link do post
19 de Março de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Porto Cultura Inauguração de exposição com jovens artistas visuais e designers portugueses. http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/14032015_mupi%20Y.jpg

Exposição Museu Romântico Quinta da Macieirinha http://www.cm-porto.pt/

Reflexões sobre os idiomas femininos http://www.cm-porto.pt/

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PORTO COOL Monstra 2015 @ Casa das Artes , 26-28 Março https://oportocool.wordpress.com/author/oportocool/

No ano em que festeja o 15.º aniversário, o Festival de Cinema de Animação de Lisboa “Monstra” vai andar à solta na Casa das Artes do Porto, entre 26 e 28 de março. O Festival de Animação de Lisboa nasceu no ano 2000 com o objetivo de celebrar a transversalidade artística, fazer encontrar pessoas de diferentes artes, transmitir novos olhares artísticos, usando como base a linguagem mais pluridisciplinar que conhecemos, o Cinema de Animação. Este ano decorre em Lisboa entre 12 e 22 de Março. O Monstra apresenta secções que abrangem diferentes géneros e formatos do cinema de animação, desde competições de curtas e longas metragens, filmes para crianças, documentários, exposições, encontros com artistas a workshops. O tema do festival este ano é a América Latina, com filmes da Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, Cuba, Equador, México, Perú, Venezuela, entre outros. Destacam-se ainda os clássicos da animação e a estreia da longa-metragem “A Ovelha Choné”. MONSTRA - Festival de Cinema de Animação de Lisboa 26, 27 e 28 de Março no Porto – Casa das Artes Bilhetes: 4 euros para os adultos e 1 euro para as crianças Fonte: Monstra

Inaugurações Simultâneas @ quarteirão Miguel Bombarda, 21 Mar ’15 https://oportocool.wordpress.com/author/oportocool/

Sábado, 21 de março de 2015, a partir das 16 horas, está de volta a uma das zonas mais cool da cidade a festa da arte contemporânea, com a inauguração simultânea de exposições nas Galerias de Arte e, paralelamente, com a apresentação de novidades nas diversas lojas de moda, design, decoração e música. As ruas enchem-se de pessoas e animação com a participação ativa dos espaços de restauração e as diversas intervenções artísticas, performances, concertos, e outras atividades originais e criativas. O quarteirão de Miguel Bombarda, aka Porto’s Art District, engloba as ruas de Miguel Bombarda, do Rosário, do Breyner, D. Manuel II e Adolfo Casais Monteiro.

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Biblioteca Municipal Almeida Garrett Debate da Acesso Cultura | Biblioteca Municipal Almeida Garrett | 19 março,18h30 | PÚBLICOS PARA O CINEMA: o que se faz em Portugal? http://bmp.cm-porto.pt/DB_Debates_Acesso_Cultura_sobre_acessibilidade_2015

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Vistas as sugestões culturais, passemos às notícias desta semana. Blog “Musikes” Já Tem Mail Exclusivo Mail: musikes@aescas.net

Antes um exclusivo do agrupamento de escolas de Águas Santas – Maia, agora uma janela aberta para o mundo. Presentemente, o Musikes comunica-se através do seu próprio endereço de correio.

Foi ontem o arranque da disponibilização do endereço de email do blog Musikes, o qual tem tido total apoio da direcção e da administração do portal http://www.aescas.net. Trata-se de um modesto projecto idealizado e dinamizado pelo professor Pedro Ferreira Braga, docente da área disciplinar de Educação Musical do 2º ciclo, colocado neste estabelecimento de ensino. O blog tem como objectivo primordial disponibilizar para audição outras músicas pouco acessíveis à grande maioria da comunidade educativa do agrupamento. Para tal, emprega as tecnologias de informação e comunicação, que proporcionam um excelente veículo de partilha de experiências, saberes e conhecimentos Culturais que fazem parte da História de todos.

Comentários, sugestões, propostas, entre outros assuntos, todos os mails recebidos terão a devida atenção, cuja resposta será enviada tão breve quanto possível. Façam favor! Escrevam que o Musikes cá espera pelos vossos contactos! 

Acordo Ortográfico de 1990: o regresso das falácias convenientes http://www.publico.pt/sociedade/noticia/acordo-ortografico-de-1990-o-regresso-das-falacias-convenientes-1689106

…é confundir a arca do dilúvio com uma pipa apocalíptica GNR, O Paciente (Psicopátria, 1986) Em debate na TVI moderado por Fátima Lopes – e com António Chagas Baptista a atacar de forma muito competente o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) –, João Malaca Casteleiro apresentou três “razões essenciais” para justificar a pertinência do instrumento em apreço: razão histórica, razão linguística e razão política. São razões facilmente rebatidas em meia dúzia de linhas: do ponto de vista histórico, a demanda do Preste João ou andar aos gambozinos (citando J. M. Casteleiro: “conseguir chegar a uma ortografia comum”) nunca significou que o reino do Preste ou os gambozinos existissem e, do ponto de vista político, está por provar o benefício para a língua portuguesa da criação em Portugal da palavra 'perspetiva' (sic), substituta da 'perspectiva' mantida no Brasil. J. M. Casteleiro considera que agora existe uma “ortografia comum”. Em Outubro do ano passado, introduzi no conversor Lince do ILTEC os programas políticos dos três candidatos à presidência do Brasil e obtive, entre outros, os seguintes resultados: “aspecto convertido para aspeto”; “concepção convertido para conceção”; “confecções convertido para confeções”; “excepcionais convertido para excecionais”; “facções convertido para fações”; “infecciosas convertido para infeciosas”; “percepção convertido para perceção”; “perspectiva convertido para perspetiva”; “recepção convertido para receção”; “receptiva convertido para recetiva”; “receptividade convertido para recetividade"; “receptor convertido para recetor”; “respectivamente convertido para respetivamente”; “respectivas convertido para respetivas”; “ruptura convertido para rutura”. Ou seja, se quiser escrever 'aspecto', 'concepção', 'confecções', 'excepcionais', 'facções', 'infecciosas', 'percepção', 'perspectiva', 'recepção', 'receptiva', 'receptividade', 'receptor', 'respectivamente' ou 'ruptura', o AO90 não me permite tais veleidades, porque sou falante e escrevente de português europeu, mas um falante e escrevente de português do Brasil pode continuar a fazê-lo. Um dos resultados tangíveis da “ortografia comum” anunciada por J. M. Casteleiro encontra-se patente em dois textos publicados recentemente e com inegável importância política. No prefácio do livro Roteiros IX, Cavaco Silva escreve “perspetiva de ligação”, “aspetos essenciais” e “respetivos líderes políticos”. Contudo, na Mensagem ao Congresso Nacional (o documento que inaugura oficialmente o ano legislativo no Brasil), podemos ler “perspectiva de redução de custos”, “diversos aspectos da previdência complementar” e “respectivos sistemas estaduais de cultura”. Efectivamente, os próprios poderes públicos que estão na génese do AO90 demonstram a falácia da “ortografia comum”. Interpelado por Chagas Baptista acerca da incongruência Egito (sic)/egípcio, J. M. Casteleiro retorquiu com um “já nós tínhamos antes, por exemplo (…), cativo sem pê, captor e captura com pê, apocalítico [sic] sem pê, apocalipse com pê”. Apocalíptico sem pê? Apocalítico (sic)? Não, não tínhamos. Como é sabido, pelo menos desde a epígrafe deste artigo, apocalítico (sic) não é um “tínhamos antes”, é um claro “temos agora, mas dispensamos”. Quanto ao 'cativo'/'captor' e 'captura' (como 'assunção' e 'assumptivo'; 'assunto' e 'assumpto', 'dicionário' e 'dicção'; 'vitória' e 'victrice'), no texto de 1945, estas grafias são consagradas, remetendo-se para a divergência “nas condições em que entraram e se fixaram no português”. Por seu turno, a Nota Explicativa do AO90 diz que a “justificação da grafia com base na pronúncia é tão nobre como aquela razão”. Não é. Aquilo que a NE do AO90 refere como “a pronúncia” não é critério de espécie alguma (quando muito, seria “a pronunciação”). Além disso, é sabido há muitos anos que as ortografias de base alfabética não pretendem captar o nível fonético da língua: aquilo que se pretende é a criação de uma abstracção útil e geral. Caso J. M. Casteleiro esteja interessado nas referências, poderei facultá-las.

Aprenda a deitar-se com Ingmar Bergman e Beethoven http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4455961

Acordar cedo e cedo erguer, dá saúde e ... ajuda a tirar maior proveito do dia. No entanto esta máxima não se aplica apenas aos hábitos matutinos. O que faz antes de se deitar, como ler ou refletir o seu dia, podem contribuir para que a manhã seguinte seja mais produtiva. Alguns escritores, autores, psicoterapeutas e compositores (como é o caso de Ludwig Van Beethoven) admitem acordar cedo para que possam tirar um maior proveito dos seus dias. Mas não só. A rotina diurna é importante e decisiva quando conjugada com a noturna e com os hábitos tidos antes da hora de adormecer. Contas feitas, são sinónimos de um dia produtivo. Sete personalidades de vastas áreas, selecionados pelo site Fast Company, revelam os seus hábitos matinais, bem como as atividades que praticam antes da hora de dormir.

Observar o eclipse sem filtro solar adequado pode cegar http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=4454032

Por si só, o eclipse solar não traz riscos para a saúde, mas desperta curiosidade e a observação do Sol, sem a proteção adequada, pode trazer danos irreversíveis para a visão. "Olhar para o Sol é sempre perigoso, queima as células da retina e provoca lesões oftalmológicas graves", avisa Maria João Quadrado, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, que está particularmente preocupada com as crianças. "Este eclipse coincide com o último dia de aulas antes das férias da Páscoa e acontece de manhã. Espero que as crianças não vão para o recreio olhar para o Sol porque é muito perigoso", alerta a especialista. O nível de proteção da retina das crianças é menor do que a dos adultos, pelo que estão ainda mais suscetíveis a lesões oculares. E como a queimadura provocada pela radiação não causa qualquer ardor ou sintoma no momento "as pessoas não se apercebem do que está a acontecer". A perda de visão, acrescenta Maria João Quadrado, pode surgir passado algumas horas ou mesmo dias". E é irreversível. Filtros solares Para uma observação em segurança do eclipse parcial do Sol, a Direção-Geral da Saúde, a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia e o Observatório Astronómico de Lisboa emitiram um comunicado com recomendações. "Só se pode olhar para o Sol com filtros solares adequados que se vendem nas farmácias e nas lojas especializadas. Não se devem usar óculos de sol, vidros fumados, radiografias, negativos fotográficos, películas, folhas de alumínio. As lentes adequadas para se olhar para o Sol têm um filtro muito específico (devem conter a marca CE obrigatória, cumprindo a Norma Europeia EN 169/1992 e a Diretiva Europeia CEE 89/686)", explica a presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. Olhar apenas 20 segundos.

João Malva. “Está por provar que somos mais inteligentes do que os animais" http://www.ionline.pt/artigos/portugal-iciencia/joao-malva-esta-provar-somos-mais-inteligentes-os-animais

Cientista avisa que há predisposições genéticas, mas a educação e as vivências determinam muito mais as nossas capacidades cerebrais No arranque da Semana Internacional do Cérebro, o neurocientista João Malva, da Universidade de Coimbra, partilha conhecimentos e aspirações sobre o órgão mais misterioso do corpo humano. Com apartes que dão que pensar: acha que somos a espécie mais inteligente? O investigador não tem a mesma certeza. Que truque para tirar melhor partido do cérebro devíamos interiorizar? A educação é a principal ferramenta para moldar o cérebro. É através da educação que o cérebro se organiza, que são optimizados recursos, que se formam ligações de neurónios, que se garante a sobrevivência de alguns tipos destas células ou até maior complexidade das suas ligações. Mas à partida há pessoas que nascem mais inteligentes do que outras? O conceito de inteligência é subjectivo. Podemos pensar que há pessoas melhores em determinadas capacidades mas isso nunca é unicamente genético. Há uma componente hereditária e genética forte mas hoje sabemos que existe uma componente comportamental muito mais forte. Pode-se nascer predeterminado para desempenhar um tipo de tarefa, por exemplo tocar piano, mas depois o treino é vital. Mas pode-se ser um exímio tocador de piano sem essa predeterminação? Isso não creio. Mas aqueles que nascem com esse potencial só atingem esse nível com um ensino muito bem dirigido e um treino super-intensivo, uma optimização de recursos vai quase à exaustão. Como os atletas de alta competição têm de treinar intensamente. Quão intensivo? Costuma-se dizer que são 10 mil horas de repetição e treino até que se optimize as ligações cerebrais que são importantes para a uma dada actividade. Claro que isto não é universal e vai depender de muitos factores. O desempenho físico ou a música têm uma maior componente genética e por exemplo a altura em que se começa a trabalhar essas capacidades faz a diferença. E qual é a altura ideal? Na maior parte dos casos a janela ideal será entre os dois anos e os dez anos. O cérebro está em construção, há possibilidade de afinar ligações entre neurónios e áreas do cérebro. Voltando à predeterminação, existem diferenças que fazem com que uns vão para letras e outros para engenharia?

Para José Gil pensar voltou a ser uma questão de vida ou de morte http://www.ionline.pt/artigos/portugal/jose-gil-pensar-voltou-ser-uma-questao-vida-ou-morte

O que o país precisa é de acção, mas isso não está na prática e no estar dos portugueses, avisa o ensaísta Não o via há alguns anos. Encontrámo- -nos, também por isso, na Gulbenkian. Há lugares que não mudam, lugares previsíveis de encontro que nos poupam a introduções que nos matam tempo. Não perdemos muitos minutos. Entrámos logo numa conversa em que o ponto de partida era a constatação, minha e dele, de que pensar voltou a ser uma questão de vida ou de morte. Fomos, foi, por campos difíceis, arriscados. Pela política e o amor. Pela felicidade e o mal. Pelo pensamento e a morte. Pelos poderes que temos e os perigos que corremos. Uma conversa que me ficará para sempre, uma entrevista para memória futura. Um dia disse que pensar não era um tema, pensar era uma questão de vida ou de morte. Disse-o na minha juventude, em Paris. A urgência de pensar… Não chegámos a um tempo em que essa urgência voltou a ser de vida ou de morte? Ah, sim. E não só para nós portugueses, para todos, europeus em particular. Temos de pensar numa nova teoria do poder, uma nova organização que repense a democracia. Matar a democracia? Substituí-la por um outro nome? Não sei, isso decorre do próprio pensamento porque é este que encontra a expressão do conceito. Um pensamento sobre as forças – hoje, tudo é uma questão de forças, de poderes, de guerras, violência, crime. Tudo é força e não há teorização das forças em nenhum plano disciplinar na filosofia. São difíceis de conceptualizar, estamos como o antropólogo diante das sociedades primitivas. É dos conceitos mais utilizados pelas sociedades primitivas. As forças, também sobrenaturais, exercem o poder. Isso. Falamos da teoria da representação, da imagem, mas do conceito de força não temos nada. Pouco ou quase nada, talvez Espinoza, Nietzsche, Foucault, Deleuze e pouco mais. Não é por acaso, porque os filósofos que o fizeram subverteram o que existia, viraram o pensamento académico de pantanas, foram ou tornaram-se inqualificáveis. Há qualquer coisa ligada a este conceito de forças que é ferozmente subversivo. Uma pulsão do mal em nós? Não necessariamente. O mal tem uma história muito complicada, a sua dinâmica vem de trás, não apareceu do nada, apareceu de pensamentos e acções que, muitas e muitas vezes, tinham uma boa intenção.

A arquitetura moderna explicada às crianças http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4452252

Num pequeno livro ilustrado, o francês Didier Cornille apresenta onze casas marcantes na história da arquitetura. A edição portuguesa inclui um capítulo sobre Álvaro Siza Vieira. Quando era miúdo, na escola, Didier Cornille passava a maior parte do tempo a desenhar nas margens dos livros e dos cadernos. "Conseguia fazer várias coisas ao mesmo tempo: escutar os professores, participar nas aulas e desenhar." Foi assim que se habituou a fazer desenhos muito pequenos, cada vez mais pormenorizados, ainda que mantendo uma simplicidade desarmante. Hoje, o francês de 64 anos é designer industrial e professor de design na escola de Belas Artes de Tourcoing, no norte de França. E é também autor de pequenos livros para crianças, nos quais lhes tenta transmitir a sua paixão pelo design, pela arquitetura e pelo urbanismo. Tem, por exemplo, um livro sobre arranha-céus, outro só dedicado a pontes, outro sobre Frank Gehry e está neste momento a fazer um sobre as cidades. A Mini Orfeu acaba de editar em Portugal Mãos à Obra: Cada Casa a Seu Dono, que é uma espécie de mini-história da arquitetura centrada nas casas concebidas por grandes arquitetos, como o francês Le Corbusier, o alemão naturalizado norte-americano Mies Van Der Rohe, o holandês Rem Koolhas e outros. A edição portuguesa tem um capítulo dedicado a Álvaro Siza Vieira.

"Homem de Ferro" oferece prótese a menino sem braço http://www.jn.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=4453381

Assumindo o personagem Tony Stark, que no filme dá corpo ao "Homem de Ferro", o ator, de 49 anos, surpreendeu Alex, de 7 anos, que nasceu com o braço direito parcialmente desenvolvido. Na sua posse tinha duas malas de metal com a marca das "Indústrias Stark" que no interior guardavam dois braços do "Homem de Ferro", um de menor dimensão para Alex. Flash start Flash end Na sua página do Facebook, o ator confessou ter sido um privilégio fazer parte desta iniciativa e divulgou um vídeo do momento da entrega. Alex conversa com o seu ídolo do grande ecrã, com alguma timidez, mas identifica claramente o ator como sendo Robert Downey Jr. Tanto o ator como o menino experimentaram os braços robóticos e brincaram. "Acho que o teu é melhor do que o meu", diz Robert Downey Jr. A prótese foi desenhada pelo estudante de engenharia Albert Manero e impresso numa impressora 3D, no âmbito do projeto Collective, que é financiado pela Microsoft.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:36 link do post
17 de Março de 2015

"O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz." Aristóteles

GRANDES MÚSICAS... GRANDES ÉPOCAS!...

MÚSICA CLÁSSICA (1750-1810)

"Mozart, que trabalhou um período da vida em um Estado papal, Salzburgo, tendo como patrão um Príncipe-Arcebispo, escreveu um bom número de peças destinadas à liturgia católica. O Requiem, sua última obra, é a maior representante do gênero. Ele impressiona pela nobreza, pela beleza dos temas e pela densidade. É companheira digna da Paixão Segundo São Mateus, de Bach, e da Missa Solene, de Beethoven, pela grandiosidade e pelas profundas reflexões que provoca no ouvinte. Mozart escreveu também duas importantes missas: a Grande Missa em Dó Menor (que ficou inacabada) e a Missa da Coroação. Ave Verum, obra coral de pequena proporção, porém de grande beleza, também se destaca entre a produção sacra mozartiana.

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Introitus Requiem Aeternam http://videos.sapo.pt/rneCUlBgqc7qWnzC7MuW

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Kyrie Eleison http://videos.sapo.pt/6Bk5U8LKkdcEKzdJ1BGw

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sequentia Dies Irae http://videos.sapo.pt/d543vjw11NNdDPzjkYhu

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sequentia Tuba Mirum http://videos.sapo.pt/22s12F9zBjGlBaUAj2DV

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sequentia Rex Tremendae Majestatis http://videos.sapo.pt/ybNzBGtqtJfiDl8KgmyL

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sequentia Recordare, Jesu Pie http://videos.sapo.pt/4pO0imCWm77Rk2Mj58Vp

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sequentia Confutatis Maledictis http://videos.sapo.pt/da7IpvjYwboqKZw7ZOp0

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sequentia Lacrimosa Dies Illa http://videos.sapo.pt/TaqwpJP06ytsQiQdZqv9

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Offertorium Domine Jesu Christe http://videos.sapo.pt/NkFwkKfMraGARH9zJUSA

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Offertorium Hostias Et Preces http://videos.sapo.pt/eBAZfDZiERzoE9uA74wS

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Sanctus http://videos.sapo.pt/2BLAakKAhtY3cW1ALkqY

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Benedictus http://videos.sapo.pt/iIpMaT0YoHndoWuYtt00

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Agnus Dei http://videos.sapo.pt/Nlfp41THwzyBkSi1tB6k

Mozart Requiem In D Minor, K 626 - Communio Lux Aeterna http://videos.sapo.pt/jTr4a4NDvm8LwZKdVQ0t

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 1. Kyrie http://videos.sapo.pt/ZFtIUQR9vlOnQ7UTswfK

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 2. Gloria: Gloria In Excelsis http://videos.sapo.pt/MzpFtNeziD3fA778dPjf

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 3. Gloria: Laudamus Te http://videos.sapo.pt/z20jQbZ0VWT7NgP6A67o

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 4. Gloria: Gratias Agimus Tibi http://videos.sapo.pt/UcyTZfovakOSCjr5L81Q

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 5. Gloria: Domine Deus http://videos.sapo.pt/WY4jd7zppG2h0uMrioR6

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 6. Gloria: Qui Tollis http://videos.sapo.pt/2aH7wbNlaGRw2zdGfIBV

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 7. Gloria: Quoniam Tu Solus http://videos.sapo.pt/1PGheCbstDprzq9cLB9g

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 8. Gloria: Jesu Christe http://videos.sapo.pt/wpm3LCdqKO5TiDlKbJew

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 9. Gloria: Cum Sancto Spiritu http://videos.sapo.pt/pEnw34IqanZ2hBQ71yC3

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 10. Credo: Credo In Unum Deum http://videos.sapo.pt/nf55Y9zlGZ5jZ23v7RsE

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 11. Credo: Et Incarnatus Est http://videos.sapo.pt/lyjaIcbEpGemGTn9iRq8

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 12. Sanctus http://videos.sapo.pt/IKv1kwvJF5tKhQil6iPd

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 13. Hosanna http://videos.sapo.pt/WGYz4aqTeUIHnijVEQUn

Mozart: Mass In C Minor, K 427, "Great" - 14. Benedictus http://videos.sapo.pt/kSmQeZI2ZvHKroG7m7p9

E estamos já a caminho de dar por terminado esta peregrinação a tão grandiosa obra instrumental, vocal e instrumental de Wolfgang Amadeos Mozart.

"Por isso!... Não percas o próximo post... porque nós... também não!!!"
publicado por Musikes às 10:07 link do post
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