Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
30 de Abril de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Biblioteca Municipal Almeida Garrett Workshop de escrita criativa por Ana Luísa Amaral | Biblioteca Municipal Almeida Garrett | maio e junho 2015 - 2.ª edição url q=http%3A%2F%2Fbiblio.cm-p…

You Love Me You Love Me Not | Visitas Guiadas na Galeria Municipal do Porto | 3 e 10 de maio | 17h00 url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port…

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Porto Cultura Estreia Mundial de filme de Manoel de Oliveira http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F30042015_Manoel%2520de%2520Oliveira.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGb96573q6pSxMhmBhOyXwdG--xTg

Prelo de Madeira do Século XVIII - Um Objeto e seus Discursos por Semana http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F28042015_webflyer_06a.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNE3Ml6U2LjJfQwVeU3n_0YgOvr2ZQ

Os Dias da Dança - Raimund Hoghe - TM Rivoli http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F26042015_ABR2015_A3_DIASDADANCA_01.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNFe12iEtBDq7warqWYgWVzQBmLeQQ

Percursos Culturais http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F25041015_PercursosCulturais_Facebook_2%C2%BATrimestre.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGwXsc2UluNIFAHD-9KsRv704BhcA

Conheça e guarde as propostas que apresentamos para maio e junho utilizando esta ligação. http://issuu.com/pelouroculturacmp/docs/percursos_culturais_final_issuu?hc_location=ufi

Dança e música para famílias no TM Campo Alegre http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F23042015_ABR2015_WEBFLYER_ARRASTAO_03.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGD9VBbkFYALoi8qxWU0l-4_B_KfA

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Casa da Música Em Maio na Casa da Música...

Em Destaque Spring on 05 Mai O estado da nação Bebé Grigri Orquestra Sinfónica 03 Maio Danças Ocultas e Orquestra Filarmónica das Beiras Eliane Elias O Rito da Primavera Orquestra Sinfónica 08 Maio Greg Lamy e Dan Costa Project 08 Maio Auditive Connection e João Paulo Rosado Quinteto 09 Maio url q=http%3A%2F%2Fmkt.casadam… Pequenos Piratas 10 Maio Orquestra Sinfónica 10 Maio Cortex e Big Band da Nazaré 10 Maio

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Interessantes as sugestões culturais? Estou certo que sim!  Ora, vamos lá a folhear as notícias da semana. Fique atento… ;)

Bibliotrónica Portuguesa https://www.google.com/url?q=https%3A%2F%2Flerebooks.wordpress.com%2F2015%2F04%2F29%2Fbibliotronica-portuguesa%2F&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNEvQAf7ZLawFkvLiPtwNDn54XmPCw Ler ebooks https://www.google.com/url?q=https%3A%2F%2Flerebooks.wordpress.com%2F2015%2F04%2F29%2Fbibliotronica-portuguesa%2F&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNEvQAf7ZLawFkvLiPtwNDn54XmPCw

A internet em português ganhou recentemente mais um sítio onde é possível encontrar centenas de ebooks de acesso livre e gratuito. Trata-se da Bibliotrónica Portuguesa, um site que dá acesso gratuito ebooks em português europeu, tanto reedições de livros anteriormente publicados em papel mas que são já de difícil acesso como originais inéditos e ebooks disponíveis noutros sites, através de um bastante exaustivo índice. Nas reedições, encontram-se encontram-se algumas raridades bibliográficas, como obras de Ana Castro Osório e Raul Brandão. O site é da responsabilidade de alunos da disciplina de Edição de Textos, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, aceitando também voluntários com experiência em edição de texto.

As mulheres e a música clássica, ou uma história reescrita muito recentemente http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4532656

Germaine Tailleferre integrou o famoso “Grupo dos Seis” de compositores (“fabricado” por Jean Cocteau) Durante muitos séculos desviadas da criação musical, as mulheres ocupam hoje lugar de direito na história da música erudita. O DN destaca aqui os nomes de cinco eminentes compositoras. Ficaram muito tempo na sombra. Tempo de mais. Porque a ideologia dominante era masculina e as sociedades, patriarcais. Chegou até a circular como verdade "científica" que as mulheres eram desprovidas do pensamento abstrato indispensável à criação musical. E gerações delas foram educadas nessa crença. Mesmo assim, houve algumas que romperam esse "cerco" até o século XX trazer enfim a "libertação". Nestes cinco retratos estão mil anos de contribuição feminina para a música erudita ocidental. Hildegard von Bingen É a adição mais recente à lista de compositoras. E depressa se tornou das mais populares. E, depois, Hildegard é uma verdadeira personagem. Musicalmente, beneficiou da boa aceitação que vem tendo o canto gregoriano, acrescido da "curiosidade" de ser mulher. Mas tratemo-la com respeito: Abadessa Hildegarda, que era esse o seu estatuto (e desde 2012 Doutora da Igreja). Contemporânea (um pouco mais velha) do nosso Afonso Henriques, ela foi uma figura preponderante na região renana alemã, num tempo em que os dignitários eclesiásticos eram não apenas os depositários da cultura, como amiúde de poder temporal/secular. Mais que isso, ela adquiriria voz própria e respeitada no espectro mais alargado do Sacro Império. Compositora, mística, poeta, Hildegarda fundiu as três esferas nas suas criações. A sua música está hoje já bem documentada em CD e no Youtube.

Há um hotel português entre os favoritos pelos amantes da música http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4537498

A lista é compilada pela Trivago com base nos comentários dos utilizadores do motor comparativo de hotéis Há um hotel português entre os favoritos pelos amantes da música Trivago escolheu os melhores hotéis temáticos de música Há um hotel português favorito entre os amantes da música: é o Hotel da Música, no Porto. Localizado no Mercado do Bom Sucesso, no coração do Porto, o hotel de design de quatro estrelas conta com 85 quartos dedicados ao tema da música, fazendo parte da cadeia Hoti Hotéis, tendo colhido uma boa avaliação junto dos utilizadores da Trivago, motor comparativo de hotéis. Dos dez hotéis temáticos listados pela Trivago, o hotel português ocupa a 6ª posição, tendo reunido uma avaliação de 83 pontos em 100. O espaço está próximo da Casa da Música e está integrado no projeto de requalificação do Mercado do Bom Sucesso, mas foi a proximidade ao espaço de espetáculos que deu o mote para a temática do hotel: a música. O edifício do mercado, desenhado em 1949 pelos arquitetos Fortunato Leal, Cunha Leão e Morais Soares, teve interiores renovados por Rosário Rodrigues de Almeida, do atelier FA Arquitectos. Instrumentos e pautas musicais, salas dedicadas as artistas são alguns dos apontamentos introduzidos. A lista da Trivago reúne hotéis temáticos dedicados à música de países como Portugal, Alemanha, Estados Unidos da América, Irlanda e República Checa.

Estreia mundial de filme inédito de Manoel de Oliveira http://boasnoticias.pt/noticias_estreia-mundial-de-filme-inedito-de-manoel-de-oliveira_23189.html

O filme inédito de Manoel de Oliveira, denominado “Visita ou memórias e confissões” terá a sua estreia mundial no dia 4 de Maio no Porto. O filme, rodado em 1982, estreia às 18.30h, no Teatro Municipal Rivoli, na cidade natal do realizador português. O filme tem a duração de 68 minutos e foi rodado para ser exibido apenas após a morte do realizador. As vozes são as de Diogo Dória e Teresa Madruga, apresentando um guião de Agustina Bessa-Luís, escritora muito admirada por Manoel de Oliveira. Para além deste filme, o realizador transpôs para a sétima arte outras obras da escritora: Francisca (1981) ou Vale Abraão (1993), são exemplo de filmes que seguem esse padrão. A exibição tem entrada gratuita, limitada aos lugares existentes, e é promovida pela Câmara Municipal do Porto, a pedido da família do cineasta. Os bilhetes (máximo dois por pessoa) poderão ser levantados a partir das 17h30, do dia 4 de maio, na bilheteira do Teatro Municipal do Rivoli.

Para pensar sobre… No “Pergaminho” do “Gotinhas”.

A mentira da criatividade http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/a-mentira-da-criatividade-1693493

Osentido da palavra criatividade banalizou-se. Hoje não existe anúncio de emprego para empresas ou instituições que não tenha um item a proclamar que se privilegiam pessoas criativas, com capacidade inovadora e ideias fora da caixa. E se o mercado quer é sintomático que surjam cada vez mais pessoas apresentando-se com esse perfil. É natural que assim seja. Não existe político ou empresário que nos últimos anos não debite com aparente convicção que inovar é necessário. Ontem um letreiro avisava-me que tinha acabado de entrar numa ‘pastelaria criativa’. Ainda olhei para o meu palmier simples a ver se tinha linhas complexas desenhadas por um designer ou se o sabor era exótico, mas não, era apenas um simples, honesto e saboroso palmier. E suspirei de alívio. Não me interpretem mal. Ser criativo, inovador e ter ideias fora da caixa, é óptimo. Mas não existem muitas pessoas com esse perfil. E tenho sérias dúvidas que as empresas as desejem. O que temos hoje em dia é a romantização dessas noções e sua apropriação superficial, através da retórica que as envolve. Por um lado vemos cada vez mais difundido o desígnio de que todos podemos triunfar com uma boa ideia. Na verdade celebramos aqueles que consideramos serem criativos, mas apenas a partir do resultado que produziram. A realidade é esta: a maior parte das pessoas, empresas ou instituições tem dificuldade em lidar com indivíduos realmente criativos. Há excepções? Há, como em tudo. Mas não passam disso. E isso pressente-se logo na escola, pouco preparada para enquadrar a diferença e lidar com a criatividade – que é algo que todos podemos alcançar, mas que necessita de ser trabalhada, activada ou desbloqueada, como quisermos. Depois existe essa fantasia de que as estruturas desejam pessoas criativas no seu seio. Na teoria, talvez. Mas se estas o forem realmente é quase certo que irão gerar incertezas. Não serão muito fáceis de enquadrar. Terão um espírito independente e critico. E necessitarão de tempo. São pessoas que para providenciarem novas soluções terão de se colocar em causa também a si próprias. E se estiverem também ao serviço da comunidade providenciarão soluções inclusivas. Não espanta que muitas delas sejam uma tormenta para quem precisa de se reafirmar a partir dos pequenos poderes e tem de fazer pela vidinha – isto é, quase todos nós. Nas escolas, nas instituições ou no mundo do trabalho, são as soluções já ensaiadas, ou o conforto da norma, que são aceites maioritariamente. Em parte, é por isso, que não há por aí tanta gente criativa como nos querem fazer crer. Não é fácil lidar com a rejeição, a frustração, ou a solidão, de não se ser aceite. E também não é simples laborar com a pressão de resultados imediatos, sabendo-se da duração que é necessário para experimentar por vezes. As ideias verdadeiramente produtivas podem levar tempo. É preciso disciplina e resiliência. Coisas com pouco ‘glamour’ e que exigem enorme persistência. No início da crise financeira muito se ouviu em Portugal que esta iria constituir uma oportunidade para as pessoas criativas. Talvez na Islândia, mas aqui? Um país onde as universidades são vistas como meras fábricas de empregos? Onde o conhecimento é pouco partilhado? Onde os artistas são desprezados? Onde a cultura é sempre encarada como problema e nunca como fazendo parte do leque de soluções? Mais uma vez, não me interpretem mal. As pessoas criativas são-no em que situação for. Não é isso. A questão é que a crise fez despoletar ainda mais as forças do medo e da insegurança, da burocracia e da tecnocracia, a que se agarram os que receiam a mudança e tudo o que lhes foge do controlo. Talvez seja por isso que existem cada vez mais empresas e organizações a solicitar criativos, forma de os domesticar e de nos serem devolvidos em forma de cartão postal, gente imaculada com muita pinta, que se diz criativa, mas que nunca experimentou sair verdadeiramente do conforto da caixa.

Conímbriga resiste há três mil anos. E está preparada para outros tantos http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4533943

As ruínas romanas mais famosas do País estão na lista dos 10 melhores e mais desconhecidos sítios do mundo. O DN foi até lá para perceber como se têm conservado. Se não lhe bastar o poder a imaginação, acredite no de uma moeda de 50 cêntimos: com ela, é possível "dar vida" ao ex-líbris monumental de uma cidade romana única no mundo. A moeda faz vibrar os jogos de água ajardinados no centro da Casa dos Repuxos, nas ruínas de Conímbriga. Os edifícios em volta desta sumptuosa casa aristocrática do século II d.C. completam uma viagem no tempo que seduz 100 mil visitantes por ano e, agora, entra nos roteiros arqueológicos da imprensa internacional.

Voltando a página, dou-lhe conta de utras novidades. Ora leia.

Saúde: Conheça 5 benefícios dos abraços http://boasnoticias.pt/noticias_saude-conheca-5-beneficios-dos-abracos_23194.html

Ninguém duvida que trocar gestos carinhosos faz bem. Mas um abraço prolongado, com alguém de quem gostamos, tem um efeito mais positivo, no corpo e na mente, do que se poderá pensar.

Aqui fica uma lista dos 7 benefícios mais importantes (e surpreendentes) de abraçar entes queridos - a cara metade, os filhos, os pais, os melhores amigos.

Se ultimamente não tem encontrado ninguém a jeito para abraçar, saiba que pode obter efeitos semelhantes através de uma massagem ou de técnicas de relaxamento como o yoga e a meditação.

Abraçar reforça o sistema imunitário

De acordo com um estudo conduzido pela universidade de Carnegie Mellon (EUA), abraçar, especialmente no caso de pessoas que sofrem de altos níveis de stress, ajuda a tornar as pessoas mais resistentes a infeções.

Alivia o stress

Uma investigação publicada no jornal Psychological Science defende que receber um abraço de uma pessoa de quem gostamos é uma maneira eficaz de reduzir o stress.

Reduz a tensão arterial

Quando abraçamos alguém, a nossa ‘hormona do amor’ dispara, indica uma investigação da Universidade da Carolina do Norte. Esta hormona, conhecida como oxitocina, desempenha um papel fundamental na redução de cortisol o que faz descer a pressão arterial.

Causa sensação de bem-estar Um abraço sincero também liberta dopamina, ‘hormona do prazer’, que estimula as mesmas áreas do cérebro aliadas à sensação de bem-estar e aumenta a auto-estima. Relaxa os músculos Ao promover a libertação de "hormonas boas" e reduzindo a tensão arterial, o abraço ajuda também a descontrair os músculos.

O cinema mais perto de sua casa vai ter bilhetes a 2,5 euros http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4539530

Todas as salas de cinema, cinematecas e auditórios em Portugal participam. São 499 cinemas, quase 94 mil lugares, durante três dias. Fixe a data: 11, 12 e 13 de maio. 499 salas, três dias, bilhetes a 2,5 euros. A primeira Festa do Cinema a realizar-se em Portugal vai ter lugar nos dias 11, 12 e 13 de maio, e quer levar mais pessoas às salas do cinema. Todos os cinemas, cinematecas e auditórios do país se associaram à Festa, e vão cobrar apenas 2,5 euros pelos bilhetes durante esses dias. Participam no festival todos os cinemas da Nos Lusomundo, da UCI, do grupo Medeia, Orient Cinemas, Cinemax, Socorama - Castello Lopes, Cinema City e Vivacine. A estes somam-se 26 cineclubes, do Ao Norte em Viana do Castelo ao Cineclube de Faro, mais 10 salas independentes, assim como auditórios municipais de Monção a Lagoa. Os bilhetes custarão 2,50 euros, exceto para os filmes Imax, 3D e salas VIP.

Como libertar (muito) espaço no seu disco http://pplware.sapo.pt/software/como-libertar-muito-espaco-no-seu-disco/

Já reparou que a instalação do Windows ocupa mais espaço com o passar do tempo? Porque será? A resposta óbvia são as actualizações e/ou correcções periódicas que a Microsoft instala nos nossos PCs, mas nada justifica o tamanho exorbitante da pasta que aloja os instaladores e que pode chegar às dezenas de gigabytes! Neste artigo apresentamos uma forma rápida e simples de libertar muito espaço no Windows e que vai muito mais além daquela que o Windows traz consigo, prometendo apagar apenas aquilo que realmente não faz falta. Eu consegui ganhar mais 14GB, e vocês?

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:57 link do post
23 de Abril de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Música http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/05/03-maio-2015-orquestra-sinfonica-do-porto-casa-da-musica/39353?lang=pt via Byline

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música - [03/05/2015 - domingo | 18:00 | Sala Suggia] - Clássica - Agrupamentos residentes A Sinfonia nº 64 de Haydn é uma das poucas sinfonias cujo título foi atribuído pelo próprio compositor. Reza a história que Haydn escreveu nas partituras dos músicos que tocavam na Orquestra de Esterházy o início de um provérbio em latim, “Tempora mutantur, et”. Na sua continuação o texto diz: “O tempo muda, e nós mudamos com ele. Como? O passar do tempo faz o Homem pior.” Eternizada na banda sonora do filme Morte em Veneza através do seu famoso Adagietto, a Quinta Sinfonia permanece como a composição mais famosa de Mahler.
Justamente populares, as duas sinfonias representam expoentes máximos da música austríaca e são dirigidas pelo aclamado maestro alemão Michael Sanderling, titular da Filarmónica de Dresden.

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Porto Cultura

Teatro Municipal do Porto | Newsletter > 21-25 abr > Foco Rock url q=http%3A%2F%2Fteatromunic…

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25 de abril Cultura em Expansão com Miguel Guedes http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/21042015_web%20flyer%2025%20de%20abril%20Cultura%20em%20Expans%C3%A3o%20com%20miguel%20guedes.jpg

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Bibliotecas Municipais do Porto TROQUE 2015 | 23 a 30 de abril | bibliotecas municipais do porto url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port… Para mais informações consulte:http://bmp.cm.porto.pt

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Planetário do Porto celebra 25 anos do Telescópio Espacial Hubble « Notícias UP http://noticias.up.pt/europa-celebra-25-anos-do-telescopio-espacial-hubble/

Planetário do Porto celebra 25 anos do Telescópio Espacial Hubble A revelação do painel de 3 m x 2,25 m, com a imagem comemorativa do 25º aniversário,ocorre em 60 centros de ciência espalhados por toda a Europa. A revelação do painel de 3 m x 2,25 m, com a imagem comemorativa do 25º aniversário, ocorre em 60 centros de ciência espalhados por toda a Europa. (…) No dia de hoje, 23 de abril, a Agência Espacial Europeia (ESA), em parceria com centros de ciência por toda a Europa, comemora 25 anos de sucessos do Telescópio Espacial Hubble (ESA/NASA). Em Portugal, o Planetário do Porto – Centro Ciência Viva será um dos palcos deste evento europeu, e além da revelação de um painel (com 6,75 metros quadrados), com uma imagem inédita, que marca um quarto de século do Hubble, vai promover várias atividades complementares desenvolvidas por investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA). No Planetário do Porto, onde recentemente foi instalado um novo sistema de projeção digital fulldome, o programa começa às 14h00, com a sessão “Hubble – 25 anos de descobertas”, uma produção imersiva original da equipa de divulgação do Centro de Astrofísica da U.Porto (CAUP), associação que gere o maior planetário digital do país. Neste espaço da Universidade do Porto, os visitantes poderão ainda visitar as exposições “Da Terra aos confins do Universo” e “Astro Homus”. Para os mais novos estarão ainda disponíveis algumas experiências práticas. Par além do Planetário do Porto, também o Planetário Calouste Gulbenkian, em Lisboa, se vai associar às comemorações dos 25 anos do Hubble. A partir das 21h30, terá ali lugar um conjunto de pequenas palestras sobre as contribuições do Hubble, apresentadas por investigadores do IA e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). Ismael Tereno estará “À procura dos faróis do Universo”, David Sobral fala d’ “O rei das galáxias distantes”, e Pedro Machado mostra “Uma janela para os sistemas planetários”. Uma hora depois, a Sessão de planetário “Hubble Vision” antecede a revelação da imagem comemorativa, que será acompanhada de um pequeno espetáculo de música e efeitos visuais na cúpula do planetário.

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Brigada Victor Jara: da canção de intervenção ao sucesso nas redes sociais http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4520374

O grupo de Coimbra assinala os 40 anos de carreira com a reedição da discografia completa. Uma edição especial só possível graças a uma campanha de Quando Catarina Moura nasceu, em 1975, já a Brigada Victor Jara andava por aí a cantar músicas de intervenção do Chile e da Espanha, participando nas campanhas de dinamização cultural do MFA na zona de Coimbra. Catarina Moura lembra-se de em criança ouvir a música da Brigada na rádio do carro dos pais. "O meu tema preferido era Ao Romper da Bela Aurora", recorda. E, depois, quando foi estudar para Coimbra, não tardou muito a entrar para o GEFAC - Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, e pouco depois já estava a cantar com a Brigada Victor Jara, quem havia de dizer? É a única mulher no grupo de nove elementos, é a mais nova e foi a última a entrar, há 15 anos, mas na verdade é como se estivesse lá desde sempre porque a Brigada tem estado presente ao longo de toda a sua vida. Neste ano, Catarina Moura e a Brigada Victor Jara celebram os seus 40 anos. Para assinalar a data o grupo põe hoje no mercado uma caixa com a reedição dos seus dez discos - de Eito Fora, lançado em 1977, a Ceia Louca, de 2006. A caixa chama-se Ó Brigada! e só foi possível graças a uma estrondosa campanha de crowdfunding levada a cabo pelo grupo nas redes sociais com a qual angariaram 23 mil euros - muito mais do que os 7500 euros que inicialmente queriam. Além da discografia completa do grupo, inclui ainda um pequeno livro com depoimentos e memórias e um CD extra com três temas inéditos gravados neste ano e mais três temas que foram editados noutros contextos, nos anos 90.

Há três bailarinos portugueses entre os melhores do mundo http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4525311

Portugal "conseguiu um feito que quase ninguém consegue". Diogo tem 16 anos, Frederico tem 14 e António 11 anos. Mesmo sem tradição no ballet, Portugal "conseguiu um feito que quase ninguém consegue", colocando três jovens bailarinos entre milhares no top dos melhores do mundo, no âmbito de um concurso que decorreu em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Diogo de Oliveira, de 16, Frederico Loureiro, de 14, ambos alunos da Escola Domus Dança, no Porto, e António Casalinho, de 11 anos, da Anarella Academia de Ballet e Dança, em Leiria, deram cartas ao longo de uma semana na 16.ª edição do Youth America Grand Prix (YAGP), chegando agora a casa com prémios e/ou bolsas de ensino e formação. "É um salto de gigante", classificou à Lusa Diogo de Oliveira, que vai a partir de setembro finalizar os seus estudos na prestigiada escola da Ópera de Paris, depois de ter sido convidado a ingressar naquela companhia de dança pela "própria diretora". E apesar de ter recebido também nesta competição, considerada a maior de escolas a nível mundial, uma bolsa/convite da Dutch National Ballet (companhia Junior), em Amesterdão, e uma bolsa para escola do English Nacional Ballet, a sua decisão já foi tomada e a sua ideia passa por "ficar" pela Opera de Paris. "Não é muito comum" a Opera de Paris atribuir assim bolsas para a finalização dos estudos, porque "nesta escola é muito difícil entrar", afirmou o jovem, que se classificou no top seis de solistas do escalão Sénior.

Passemos pelo “pergaminho” desta semana desdobrado em duas notícias.

Maravilhas da fonética http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/maravilhas-da-fonetica-1692635

Há uns dias, por velhos impulsos e novas necessidades, encheu-se o anfiteatro 1 da Faculdade de Letras de Lisboa para discutir a malfadada questão do chamado acordo ortográfico. Mas esta crónica vai, como se verá, para além dele. É que, a dada altura, embora toda a gente falasse de ortografia, na verdade falávamos (porque lá estive, como convidado) essencialmente de fonética. Os episódios mais bizarros ali relatados acabavam, sempre, relacionados com os “sons” da escrita. Por isso, façamos uma pequena viagem ao maravilhoso mundo da fonética e, já agora, dos sons em geral. Comecemos pela música. No Ocidente, sete notas (que conhecemos por dó, ré, mi, fá, só, lá, si) são suficientes para criar desde a mais básica balada à mais elaborada sinfonia. Mas, se valessem só por si, nunca o seu poder criativo iria tão longe. Sem as mínimas e semínimas, breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, sem uma sinalética própria das pautas musicais e que permite gerar os mais variados compassos, ritmos, melodias e harmonias, as sete notas definhariam. Com as línguas passa-se o mesmo. Da primordial fala à sua expressão gráfica, há uma “pauta” que se desenvolve e expande para lá dos traços básicos do alfabeto. Numa das suas Charlas Linguísticas na RTP, em 1958 (editadas em livro nos anos 60), o filólogo Raul Machado criticava professores ou pais que, em tom autoritário, diziam a crianças com dificuldade de ler uma frase num livro: “Menino, leia o que lá está!” Como se dissessem: “O menino é parvo! O menino não sabe ler!” E dava como exemplo esta frase: “Os homens sentem e pensam.” Uma frase simples, que toda a gente lerá sem dificuldade. Toda a gente? Sim, toda a gente que já domina, mesmo que de forma inconsciente, as regras do código vocálico do português europeu. Se uma criança lesse mesmo “o que lá está”, com base no que aprendera no alfabeto, leria (dizia então o filólogo): Óss hóménnss sénntémm é pénnsamm. Ou, “em grafia sónica, a seguinte algaraviada: Óç hóménç çéntéme é pénçame”. Em vez disso, qualquer pessoa lerá “Uz ómãix sêntãi i pênsão”. No entanto, escrevemos “Os homens sentem e pensam”… Se na língua portuguesa uma mesma letra pode assumir vários sons, há idiomas em que se passa o contrário Isto, que assim dito dará cabo da cabeça a muita gente, pode ser apreensível de forma simples. Mas é mais simples ainda do que parece. Vejam-se as seguintes palavras: telegrama, telefone, televisão, merecer, delegado. Escrevemo-las assim, mas, na fala corrente, “limpamos” as primeiras vogais e dizemos (sem pensarmos nisso) tlgrama, tlfone, tlvisão, mrcer, dlgado. É esta natural erosão, própria da fala, que alimenta nos cultores da pretensa escrita “fonética” a teimosa vontade de tirar letras a palavras que delas necessitam para, no seu conjunto, soarem (quando lidas) de determinada forma. É isso que alimenta as anedotas a propósito do acordo ortográfico, e que levou, por exemplo, na Faculdade de Letras, Pedro Mexia a referir-se às jovens “arqui têtas” (a palavra arquitectas sem o “c” diacrítico) ou Ricardo Araújo Pereira a ironizar com “adeke” (adeqúe, sem o acento diacrítico). Porém, se na língua portuguesa uma mesmíssima letra (vogal ou consoante) pode assumir vários sons, dependendo da palavra ou frase em que se insira, há idiomas em que se passa o contrário. O francês, por exemplo. Um fonema muito simples, que em português soa como “é” (o é aberto do português, como em pé ou peço), tem múltiplas formas gráficas neste idioma. Há, e citamos ainda Raul Machado, “pelo menos vinte e tal maneiras de grafar este fonema em francês: e (chef); é (fève); egs (legs); ei (reine); eil (soleil); eille (oreille); er (fer); es (tu es); ès (progrès); ect (project); êt (forêt); eis (regreis); est (il est); ai (aime); aî (maître); aie (monnaie); aient (chantaient); ais (jamais); ait (lait); aît (paraît); aits (faits); aix (paix); ay (châtenay)”. Há quem veja nestas combinações maravilhas, e tire prazer da fala e da leitura; e há quem veja nelas apenas armadilhas monstruosas, que é necessário desmontar. É contra esses que pacientemente combatemos, para que fonéticas e grafias mantenham a harmonia e o prazer que lhes pertencem.

Os pressupostos falhados do acordo ortográfico http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/os-pressupostos-falhados-do-acordo-ortografico-1692915

Reacendeu-se na passada semana, por via de um encontro na Faculdade de Letras e de uma moção aí aprovada, a querela ortográfica nacional. Querela que, a bem da verdade, nunca realmente se extinguiu. O PÚBLICO, nascido no mesmo ano que é atribuído ao chamado Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, vulgo AO90, partilhou-a ao longo destes 25 anos assumindo uma posição clara, rejeitando a sua aplicação. Fê-lo logo em 1991, quando o seu primeiro director (e fundador) Vicente Jorge Silva assinou um texto conjunto com directores de outras publicações (como Miguel Esteves Cardoso e Miguel Sousa Tavares, numa iniciativa incentivada por Vasco Graça Moura) onde se referia que nas publicações que dirigiam o AO90 não seria aplicado. Passado um quarto de século, é legítimo perguntar se tal posição faz, ainda hoje, sentido. Pois bem: os pressupostos do AO90, agora que ele se encontra disseminado à força (embora sem ser, ainda, lei), foram gorados na sua quase totalidade. Pretendia-se pôr fim a uma “deriva ortográfica”, mas no lugar onde havia duas ortografias de base geográfica bem determinada (a luso-africana e a brasileira) existem agora três ortografias, as anteriores e a do acordo, que conseguiu até o prodígio de tornar diferentes mais de meio milhar de palavras que em Portugal e no Brasil se escreviam da mesma maneira; além disso, com a admissão de duplas grafias e facultatividades perdeu-se a noção de ortografia, não sendo possível, em exames, alunos e professores entenderem-se quanto às normas. Se ortografia “à vontade do escrevente” é admissível, a ortografia acabou. E qualquer acordo será inútil. Por outro lado, havia a miragem dos mercados. O governo de Sócrates, ao longo da sua existência, recorreu a dois estratagemas para acelerar o acordo: aprovou, logo em 2005, o 2.º Protocolo Modificativo do AO para que pudesse ser aplicado só com a ratificação de três países, dispensando o apoio dos restantes signatários do tratado original; e, em 2011, já de saída do poder, antecipou em vários anos a sua aplicação no Estado (para Janeiro de 2012) e nas escolas (no ano lectivo de 2011/2012). Esta “pressa” tinha por objectivo selar um acordo político entre Portugal e o Brasil, dispensando o resto. Mas os que, dali, esperavam benefícios rápidos esmoreceram. Não existe hoje um mercado “comum” de edições, como falsamente se propagandeou. E a confusão de grafias com as novas regras só tem estimulado a “deriva” que se criticava, multiplicando os erros. Malaca Casteleiro, um dos mentores do AO90, diz agora ao PÚBLICO que “se não houvesse esta necessidade de um acordo com o Brasil, não era necessário estar a mexer na ortografia”. Pegando nas suas palavras, um exemplo prático: o PÚBLICO, que não aderiu ao AO90, tem com o Brasil neste momento várias parcerias efectivas (com edições, iniciativas partilhadas e presença física no maior portal do Brasil, o UOL) e sem mexer uma vírgula na chamada “anterior ortografia”. É este o nosso “acordo”. Com a língua portuguesa e com os leitores. Se outro acordo houver, que seja digno, útil e não um atentado contra a inteligência. Desta já se abusou, convenhamos, em demasia.

Biblioteca da Academia Nacional de Belas-Artes reabre após 20 anos http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/biblioteca-da-academia-nacional-de-belasartes-reabre-apos-20-anos-1693230

A biblioteca histórica da Academia Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, que detém um acervo de obras que vai do século XVI ao século XIX, reabriu ao público após 20 anos. Em declarações à agência Lusa, após uma audiência com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, para apresentação de cumprimentos, a nova presidente da Academia, Natália Correia Guedes, indicou que o espaço reabriu ao público na segunda-feira, ainda num acesso sujeito a marcação. "Esteve encerrada 20 anos, porque não tinha condições para funcionar. Agora reabrimos ao público numa primeira fase, de forma condicionada, por marcação, e dando prioridade aos investigadores de âmbito académico", indicou a responsável. A biblioteca histórica foi criada na mesma altura da Academia Nacional de Belas-Artes, em 1836, e instalada no antigo Convento de São Francisco, em Lisboa, onde ainda funciona, reunindo "uma das melhores colecções de livros de arte do país". No seu acervo estão livros que vão desde o século XVI ao século XIX, cujos autores foram uma referência para o ensino artístico europeu, nomeadamente Vitrúvio, Alberti, Vignola, Palladio, Winckelmann e Vasari. A biblioteca possui ainda fundos documentais provenientes da Irmandade de São Lucas, dos escultores Machado de Castro e Cirilo Volkmar Machado, e espólios doados por académicos, como os arquitectos Jorge Segurado, Fernando Batalha e José Cortez. A ANBA, que celebra 180 anos de existência em 2016, é a sucessora das extintas Academia Real de Belas-Artes e Academia Portuguesa de Belas-Artes, e tem como missão a promoção e desenvolvimento de trabalhos de investigação e estudos na área da historiografia da arte portuguesa. Anteriormente dependente do extinto Ministério da Cultura, a Academia Nacional de Belas-Artes passou para a tutela da Presidência do Conselho de Ministros, em 2011.

Agora algo de espantoso! 

Yoda num manuscrito do século XIV? http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4516506

Yoda viveu "há muito tempo, numa galáxia muito, muito longínqua". Mas o mestre Jedi conseguiu pôr a internet a falar de um manuscrito medieval francês. Um monge medieval Yoda era? O que faz o Yoda num manuscrito medieval do século XIV? Um curador da Biblioteca Nacional do Reino Unido "encontrou" o mestre Jedi da Guerra das Estrelas nas iluminuras de um livro de decretos do Papa Gregório IX e escreveu sobre ele num blogue da Biblioteca. Sendo A Guerra das Estrelas o fenómeno cultural que é, as semelhanças não passaram despercebidas e nunca se falou tanto do manuscrito conhecido como os Decretos de Smithfield. Mas é mesmo o mestre Jedi que viveu "há muito tempo, numa galáxia muito, muito longínqua"? E há muito tempo podem ser 700 anos? "Adoraria dizer que que é realmente Yoda, ou que foi desenhado por um viajante do tempo medieval, mas é uma ilustração da história bíblica de Sansão - o artista tinha claramente uma imaginação vívida", explicou Julian Harrison à NPR. O livro de decretos do Papa Gregório IX foi escrito entre 1300 e 1340, em latim. Foi nele que os historiadores Damien Kempf e Maria L. Gilbert, que publicaram recentemente um livro sobre monstros medievais, encontraram a figura de orelhas pontiagudas, "parecida com uma estrela de Hollywod".

Não há nenhum lugar como a nossa casa: o Planeta Terra http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/nao_ha_nenhum_lugar_como_a_nossa_casa_o_plane_1438199.html via Byline

O Dia da Terra foi assinalado na quarta feira e a NASA preparou um evento especial no qual pediu a colaboração de todos os terráqueos. Porque #NoPlaceLikeHome. No ano passado o objetivo era criar uma selfie global, mas desta vez o desafio vai mais longe: todos são convidados a usar o Facebook, o Twitter, o Instagram ou o Vine para partilharem os seus comentários e vídeos sobre o seu lugar preferido no planeta Terra. A hashtag #NoPlaceLikeHome deve assinalar as partilhas na rede social criando um movimento que se espera seja viral. E para reforçar a ideia os fãs são ainda convidados a mudarem as imagens de perfil para o emoji #NoPlaceLikeHome e a desafiarem os amigos. Depois do Dia da Terra, que se assinala a 22 de Abril, a NASA promete partilhar o resultado num vídeo onde junta as melhores partilhas e postas.

Sapo Cocas afinal vive nas florestas da Costa Rica http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4526856&seccao=Biosfera

Foi encontrada uma espécie, que o investigador acredita ser nova, de um sapo que parece o famoso Cocas dos Marretas. Chama-se Hyalinobatrachium dianae, mas arrisca-se a ficar conhecido como Cocas, o sapo. Sim, afinal parece que Cocas existe mesmo e não apenas na imaginação de Jim Henson, criador dos Marretas.

Descubra a verdade sobre 20 mitos alimentares e proteja melhor o coração http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4523646&page=-1

Acha que o adoçante é menos mau para a saúde e que os ovos têm muito colesterol? A margarina será melhor para a saúde do que a manteiga? Distinga a realidade dos mitos. Nem tudo o que se ouve é verdade ou mentira. Descubra 20 mitos e verdades sobre o coração e o que faz bem e mal. Pequenas lições partilhadas pela cardiologista Fátima Veiga, do serviço de cardiologia do hospital de Santa Maria, no 36º Congresso Português de Cardiologia. O leite é a maior fonte de cálcio: Mito O leite não é a maior fonte de cálcio. Os vegetais têm mais cálcio que o leite e é bem mais absorvido. Interessante é o facto de haver mais casos de osteoporose nos países onde há maior consumo de leite. Os vegetais, em relação ao leite, têm ainda a vantagem de não ter colesterol e de possuírem muito mais proteínas, ferro e fibras.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:38 link do post
21 de Abril de 2015

"O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz." Aristóteles

GRANDES MÚSICAS... GRANDES ÉPOCAS!...

MÚSICA CLÁSSICA (1750-1810)

Antes de prosseguirmos a nossa descoberta, é de bom tom fazermos aqui uma pequena pausa. Uma espécie de piquenique no bosque musical. Daremos um saltinho ao fabuloso mundo desse maravilhoso instrumento que revolucionou toda a música e sua composição - O PIANO.

"História do piano acústico" http://videos.sapo.pt/lzn1RFJFJDL01nWtRpug

"O piano foi inventado por Bartolomeo Cristofori em Florença, Itália. A data da construção do seu primeiro piano não está bem definida, mas segundo uma pesquisa feita pelos empregados da Cristofori's, a família Medici, um dos primeiros pianos foi feito por volta do ano 1700. Cristofori construiu apenas cerca de vinte pianos antes de falecer em 1731; os três que ainda sobrevivem datam de 1720s. Assim como outras invenções, o piano foi baseado em invenções anteriores. Em particular, beneficiou de séculos de trabalho no cembalo, que mostrou a melhor maneira de construir o corpo, a placa sonora, a ponte e o teclado. Crosofori foi ele mesmo um construtor de cembalos e tinhas bons conhecimentos nesta área. O grande sucesso de Crosofori, foi conseguir resolver, sem nenhum precedente conhecido, o problema mecânico fundamental do design do piano: os martelos devem bater nas cordas mas não devem continuar a tocá-las um vez que bateram (o que abafaria o som). Porém, os martelos devem voltar para a posição inicial sem ressaltar violentamente, e deverá ser possível repetir uma nota rapidamente. As ações de Crosofori serviram de modelo a várias diferentes abordagens daí em diante. Os primeiros instrumentos de Crosofori eram feitos com cordas finas e era muito mais silenciosos que o piano moderno. No entanto, em comparação com o clavicordio (o único instrumento de teclas anterior capaz de nuances dinâmicas) o som era consideravelmente mais alto, com um grande sustain. O novo instrumento de Crosofori manteve-se relativamente desconhecido até que um escritor Italiano, Scipione Maffei, escreveu um artigo entusiástico sobre el (1711), incluindo o diagrama do mecanismo. Este artigo foi amplamente distribuído, e a maioria das seguintes gerações de construtores de pianos começaram o seu trabalho devido a o terem lido. Um destes construtores foi Gottfries Silbermann, conhecido como construtor de órgãos. Os pianos de Silbermann foram virtualmente cópias diretas de Cristofori, mas com uma exceção importante: Solbermann inventou percursor do moderno pedal amortecedor( Conhecido como pedal de sustain), que permite os amortecedores fazerem a sustentação de todas as cordas de uma vez. Subsequentemente todos os pianos incorporaram alguma versão da ideia de Silbermann. Silbermann mostrou a Bach um dos seus primeiros instrumentos na década de 1730. Bach não gostou dele naquela altura, queixando-se que as notas mais altas eram muito fracas para permitir um alcance dinâmico completo.Embora tenha recebido alguma anonimosidade por parte de Silbermann, mais tarde foi criticado. Bach aprovou um instrumento feito mais tarde que viu em 1747, e aparentemente até serviu de agente na venda dos pianos de Silbermann. A conceção de pianos floresceu no fim do século XVIII no trabalho da escola Vienense, Que incluía Johann Andreas Stein( que trabalhou em Augsburgo, Alemanha) e os construtores Vienenses Nannette Stein( filha de Johann Andreas) e Anton Walter. Os pianos Vienenses eram feitos com armações de madeira, duas cordas por nota, e martelos cobertos com couro. Foi em instrumentos destes que Mozart compôs os seus concertos e sonatas, e réplicas deles são construídas hoje em dia para usar com desempenho autêntico. O termo forte-piano é nos dias de hoje muito usado para distinguir o dos pianos do século XVIII dos de mais tarde." (http://www.academiamusical.com.pt/tutoriais/historia-do-piano/)

The First Piano by Bartolomeo Cristofori http://youtu.be/rM6-DJZc6uI

"O desenvolvimento do piano moderno"

Imagens do Instrumento piano | Todos Instrumentos Musicais http://www.todosinstrumentosmusicais.com.br/imagens-do-instrumento-piano.html

"Durante um grande período de 1790 a 1890, a era do piano-Mozart sofreu grandes alterações que conduziram À forma moderna do instrumento. Esta evolução deveu-se à consistente preferência dos compositores e pianistas por mais um som de piano mais poderoso e com mais sustain. Foi também uma resposta à revolução industrial, que tornou os recursos mais acessíveis, como aço de alta qualidade para as cordas. Ao longo do tempo, tocar piano tornou-se uma atividade mais extenuante e exigia mais dos músculos, à medida que a força necessária para premir as teclas, assim como a distancia delas, aumentava. A área tonal do piano foi também aumentada,desde as cinco oitavas da altura de Mozart para 7 (ou mais) oitavas encontradas nos pianos modernos. Na primeira parte desta era, o progresso tecnológico deveu-se muito à firma Inglesa de Broadwood, que já tinha uma forte reputação pelo esplendor e poder tonal dos seus clavicórdios. Ao longo do tempo, os instrumentos de Broadwood tornaram-se progressivamente maiores, mais poderosos e mais robustos. A firma de Broadwood que enviou pianos para ambos, Haydn e Beethoven, foi a primeira firma a construir pianos com mais de cinco oitavas. Por volta de 1820, o centro da inovação mudou para a firma Érard de Paris, que construiu pianos usados por Chopin e Liszt. Em 1821. Sébastien Érard inventou a ação de duplo escapamento, que permitia que uma nota fosse repetida mesmo que a tecla não voltasse à sua posição inicial completamente." (http://www.academiamusical.com.pt/tutoriais/historia-do-piano/)

http://videos.sapo.pt/HATM4URcvi4MrQJ1WySc

"O piano moderno"

"Tipos de piano: Os pianos modernos vêm com duas configurações básicas e vários tamanhos, o piano de cauda e o piano vertical. Os pianos de cauda têm a sua armação e cordas na horizontal, com as cordas estendidas para lá do teclado. Isto evita os problemas inerentes num piano vertical, mas ocupa muito espaço e precisa de uma divisão grande. Existem vários tamanhos. Os modelos variam, mas de uma forma geral podemos distinguir o "concert grand piano" com aproximadamente 3metros; o "grand piano" com aprox. 1.8metros; e o mais pequeno "baby grand piano", um pouco mais pequeno. Pianos verticais, são mais compactos devido à armação e às cordas serem dispostas verticalmente, estendendo-se em ambas as direções do teclado e dos martelos. É consideravelmente mais difícil produzir um som mais sensível, porque os martelos movem-se de lado, em vez de para cima contra a gravidade; no entanto, os melhores pianos verticais agora aproximam-se do nível dos grand pianos. Teclado Quase todos os pianos modernos têm 88 teclas(sete oitavas e mais um pouco A0 a C8). Muitos pianos mais antigos têm 85(de A0 a A7), enquanto alguns fabricantes estendem a área em ambas as direções. Pedais Os pianos têm pedais, desde o inicio dos tempos. Os três pedais tornaram-se mais ou menos padrão nos pianos modernos atuais. O pedal de sustain, é chamado simplesmente de "pedal", já que é o usado mais frequentemente. É o pedal mais à direita. Todas as notas do piano, exceto as últimas oitavas, estão equipadas com um amortecedor, que é um instrumento almofadado que previne a vibração das cordas. O amortecedor é levantado para fora das cordas sempre que uma tecla é tocada. Quando o pedal está a ser premido, todos os amortecedores do piano são levantados de uma vez, então todas as cordas podem vibrar. O pedal de uma corda é o que está mais à esquerda. Num grande piano este pedal muda a ação ligeiramente para o lado esquerdo, assim ao invés das cordas baterem nas três cordas de uma nota, batem só em uma. O pedal sostenuto, ou pedal central mantém na posição original qualquer amortecedor que esteja na posição original no momento em que o pedal foi premido. Assim é possível fazer sustain só em algumas notas. Piano/Teclado, Tutoriais 29 Abril, 2014 Academia Musical No Comments." (http://www.academiamusical.com.pt/tutoriais/historia-do-piano/)

Digno de se conhecer e apreciar. Aqui o link para um dos mais famosos fabricantes de grandes pianos, pois, a sua sonoridade é inigualável no mundo - Steinwawy Piano's. Ora, vamos ver

The Steinway Piano Factory: A Five Minute Tour http://youtu.be/B6gumj9EWWE

Espero ter-te aguçado a curiosidade!

"Por isso!... Não percas o próximo post... porque nós... também não!!!"
publicado por Musikes às 17:23 link do post
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