Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
28 de Maio de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Atividades para celebrar o Dia Mundial da Criança http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=37825 via Byline

De norte a sul, os programas para as escolas, jardins de infância e centros de atividades de tempos livres começam já esta sexta-feira (29 de maio) e prolongam-se até 2 de junho. Às famílias sugerimos que aproveitem os museus no fim de semana. A 1 de junho celebra-se o Dia Mundial da Criança. O dia calha a uma segunda-feira quando muitos museus estão fechados. Por isso, vale a pena aproveitar o fim de semana para antecipar a celebração com algumas atividades em família. Existem muitas ofertas que, não tendo sido pensadas para assinalar a efeméride, podem servir de pretexto para não deixar passar a data em branco. O EDUCARE.PT reuniu algumas propostas de norte a sul do país. Mesmo sem programação alusiva ao Dia Mundial da Criança, nos museus encontra as exposições temporárias e oficinas pensadas durante todo o ano para os mais pequenos. É importante recordar que aos domingos de manhã a entrada costuma ser gratuita. E já agora explicar que para a Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial da Criança celebra-se a 20 de novembro, pois foi nessa data, em 1959, que foi assinada a Declaração dos Direitos das Crianças.

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Casa da Música - Porto www.casadamusica.pt

Orquestra Barroca Casa da Música http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmkt.casadamusica.com%2Fg%2F83af9-a6a878c5f25-b867ddf3bfb287e71d64-1a37e1LtebyehzNre8GyecIHH&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNFBQeWVSxw6O5V2gvku3IIJkixF9w

Concertos Favoritos http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmkt.casadamusica.com%2Fg%2F83af9-a6a878c5f25-b867ddf3bfb287e71d64-1a37e1LtebyehzNre8GyegPSu&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNFyABGMPH2nRq3SAklDnu7a2ypucA Andreas Staiers cravo e direcção musical

Obras de Georg Philipp Telemann, Suite em Mi menor de Tafelmusik (1a produção) J.S. Bach Concerto em Lá maior, BWV 1055 -
J.S. Bach Triplo concerto, BWV 1044 Georg Philipp Telemann Concerto em Mi menor, TWV 52:e1

CICLO BARROCO BPI ANO ALEMANHA

CMúsica Perafita http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/06/04-junho-2015-cmusica-perafita/2130?lang=pt via Byline

O Clube de Música da Escola E.B. 2/3 de Perafita foi criado em 2008 e já ganhou vários prémios (incluindo no "My Camp Rock 2" promovido pelo Disney Channel). Entre os concertos realizados contam-se actuações com os músicos Pedro Abrunhosa, Rui Reininho, Zé Pedro, Clã e Berg, interpretando temas dos convidados. O Clube de Música tem o apoio da Fundação EDP.

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Porto Cultura

Sons do romântico - 30 maio - 17h00 http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F27052015_Sons%2520do%2520romantico.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNH6BaGMsRt_Jrr_X3G3C3HY39mNhg

I Jornadas de Arte e Memória: Colecionadores, Coleções e Casas Museu | Casa Museu Guerra Junqueiro | 4 de Junho http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F26052015_Arte%2520e%2520Mem%C3%B3ria.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNFlzDv9Dt79c9VDQ6LK7ExrLwN_UQ

O meu Porto é Património Mundial - trabalhos das escolas http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F25052015_O%2520meu%2520Porto.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNFtuqK9pViL8kTcQHj6ui8o-T9Onw

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Ainda vai a tempo, não? ;) Aí pela altura do lanche, ou até mais tarde, a leitura habitual do seu jornal cultural.

Casa da Música com 33 concertos gratuitos http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=4589106

A Casa da Música vai receber a partir da próxima semana 33 concertos gratuitos, incluídos na programação de verão, apresentada esta terça-feira. Os espaços prediletos para estes eventos serão o palco Super Bock, que inaugura com o concerto dos "Small Trio", no dia 5 de junho e a esplanada da Casa da Música (CdM) que abre no dia anterior com o Clube de Música da E.B. 2/3 de Perafita. Pelo palco Super Bock vão passar 17 concertos. António Mão de Ferro, Demian Cabaud, Los waves, Yo Yo Borobia e Vinicius Sarmento, Filho da Mãe, Da Chick e Nuno Prata são alguns dos nomes que compõe este segmento. Pela esplanada da CdM passam oito concertos, sendo preferencialmente as escolas vocacionais de música que ocupam o palco como: Escola de Música da Valentim de Carvalho; JAHAS; Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo e a Academia de Música de Costa Cabral. Para celebrar a noite de S. João, a CdM recebe dois concertos de entrada livre. Na Sala Suggia, às 22 horas estará a Banda Sinfónica portuguesa e uma hora depois no Palco Super RocK, o concerto de PZ. Na programação de verão, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música é a que está em destaque com 11 concertos agendados. O repertório é muito diverso. No dia 13 de junho, os músicos estarão na Praça Guilhermina Suggia, em Matosinhos, com Gregory Porter e terminam com concerto gratuito na Avenida dos Aliados no dia 5 de setembro, com um programa ibérico que inclui Freitas Branco, Bizet e Manuel de Falla.

Biblioteca de Graça Moura disponibilizada à Faculdade de Letras do Porto http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/biblioteca-de-graca-moura-disponibilizada-a-faculdade-de-letras-do-porto-1696328

A família de Vasco Graça Moura pretende disponibilizar a biblioteca do escritor, com mais de 40 mil livros, à Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), disse esta terça-feira à agência Lusa um filho e homónimo do escritor. "Estamos a estudar a forma de divulgar e promover a biblioteca e o espólio do meu pai", afirmou Vasco Graça Moura, acrescentando que "estão já a ser efectuados contactos com a Universidade do Porto para que seja a FLUP a acolher esta biblioteca, que terá "possivelmente mais de 40 mil livros", abarcando os mais diversos temas e géneros literários.

"Rua mais vanguardista do Porto" elogiada em Espanha http://boasnoticias.pt/noticias_quotrua-mais-vanguardista-do-portoquot-elogiada-em-espanha_23394.html via Byline

O diário 'online' espanhol ABC acaba de destacar, num artigo publicado esta quinta-feira, aquela que considera ser a "rua mais vanguardista do Porto". Trata-se da Rua de Miguel Bombarda, o coração da "oferta artística mais 'cool da cidade". O diário 'online' espanhol ABC acaba de destacar, num artigo publicado esta quinta-feira, aquela que considera ser a "rua mais vanguardista do Porto". Trata-se da Rua de Miguel Bombarda, descrita como uma "insígnia do Norte de Portugal" que é coração da "oferta artística mais 'cool' da cidade". Nem mesmo "as muitas possibilidades de a chuva" fazer constantes visitas à Invicta, situada à beira do Douro, são razão suficiente para afastar daquela rua os amantes da cultura, que ali encontram "uma enorme concentração de galerias de arte": um total de 20, número bastante superior à da rua Doctor Fourquet, em Madrid, que alberga 11 espaços artísticos.

E no "pergaminho" desta semana...

O segundo acto http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/o-segundo-acto-1696097

MIGUEL ESTEVES CARDOSO Daqui a 50 anos, em 2065, quase todos os opositores do analfabeto Acordo Ortográfico estarão mortos. Em contrapartida, as crianças que este ano, em 2015, começaram a ser ensinadas a escrever tortograficamente, terão 55 anos ou menos. Ou seja: mandarão no país e na língua oficial portuguesa. A jogada repugnante dos acordistas imperialistas -- ignorantes e cada vez mais desacompanhados pelas ex-colónias que tentaram recolonizar ortograficamente -- terá ganho tanto por manha como por estultícia. As vítimas e os alvos dos conspiradores do AO90 não somos nós: são as criancinhas que não sabem defender-se. Deseducando-as sistematicamente, conseguirão enganá-las facilmente. A ignorância é a inocência. Pensarão, a partir deste ano, que só existe aquela maneira de escrever a língua portuguesa. Os adversários morrerão e predominará a inestética e estúpida ortografia de quem quis unir o "mundo lusófono" através de um Esperanto lusográfico que não tem uma única vontade colectiva ou raiz comum. Como bilingue anglo-português, incito os jovens portugueses que falam bem inglês (quase todos) a falar português com a exactidão fonética, vinda do bom latim, da língua portuguesa. Eu digo "exacto" e "correcto" como digo "pacto" e "concreto". Digo "facto" como fact, tal como "pacto" como pact. Falar como se escreve (ou escrevia) é um acto de rebeldia. Ler todas as letras é libertador. Compreender a raiz das palavras é conhecê-las e poder tratá-las por tu. Às armas!

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 15:36 link do post
25 de Maio de 2015

"O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto
diz.” Aristóteles


GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...


MÚSICA CLÁSSICA
(1750-1810)

Ora bem, pés ao caminho em conhecer a vida e obra de L. W. Beethoven.

“Aos 28 anos, já consagrado compositor e intérprete, começou a sentir
problemas de audição, diagnosticados mais tarde como uma doença
degenerativa. Nesse período, pensou em cometer suicídio. Passada essa
fase depressiva, afirmou: “Foi a música quem me salvou”.
A surdez não o impediu de que produzisse obras, nem ele passou a vida
lutando contra a doença. Sensível, nunca perdeu o seu amor e
entusiasmo pela vida e pela música. Ele impressionou seus
contemporâneos por dominar a arte da música e pelas manifestações
duras de independência pessoal.
Uma das grandes decepções de Beethoven foi o fato de Napoleão
Bonaparte ter se autocoroado imperador, tomando-a das mãos do Papa Pio
VII em Notre Dame. Como era um entusiasta dos ideais da Revolução
Francesa, dedicou sua Sinfonia n.º 3 a Napoleão, de quem era grande
admirador. Diante deste fato, sentindo-se traído e decepcionado,
riscou a dedicatória da partitura. Disse ainda: “Se soubesse tanto de
estratégia como de música, causaria sérios dissabores a Napoleão”.”
(http://www.infoescola.com/biografias/beethoven)

Beethoven - Sinfonia Nº 3 - Allegro Con Brio
http://videos.sapo.pt/9Y943tigLoQ7hR0Uy81w

Beethoven - Sinfonia Nº 3 - Marcia Funebre - Adagio Assai
http://videos.sapo.pt/Uv8STzmpGFwayCyzdHgU

Beethoven - Sinfonia Nº 3 - Schezo - Allegro Vivace
http://videos.sapo.pt/m9UrTeqTJWNmKHscZa21

Beethoven - Sinfonia Nº 3 - Finale_ Allegro Molto
http://videos.sapo.pt/AVJ0sB5tCCcgg1Qc4w9s

Beethoven_ Piano Sonata Nº 30 In (1º and.)
http://videos.sapo.pt/vrbwVmEBVuHP8uoLPMKJ

Beethoven_ Piano Sonata Nº 30 In (2º and.)
http://videos.sapo.pt/RZ7ypz5DetT8pRt4IkP2

Beethoven_ Piano Sonata Nº 30 In (3º and.)
http://videos.sapo.pt/Qq8j00znpn4LflQ6vSZy

Beethoven_ Piano Sonata Nº 31 In (1º and.)
http://videos.sapo.pt/fWH6If96N62rM4n6sIsy

Beethoven_ Piano Sonata Nº 31 In (2º and.)
http://videos.sapo.pt/ZLRMA4GY26lAwoRY18Er

Beethoven_ Piano Sonata Nº 31 In (3º and.)
http://videos.sapo.pt/naf9J7bRvyAgNIFcBop0

Beethoven_ Piano Sonata Nº 5 In C Minnor (1º and.)
http://videos.sapo.pt/qG2WNo1mmohFE5whcrbz

Beethoven_ Piano Sonata Nº 5 In C Minnor (2º and.)
http://videos.sapo.pt/byBLLtfBoEc1a4tB0MiC

Beethoven_ Piano Sonata Nº 5 In C Minnor (3º and.)
http://videos.sapo.pt/7Svyql5Esq77raz1bFbM

Beethoven_ Piano Sonata Nº 6 In F (1º and.)
http://videos.sapo.pt/dovTzJzkM38vIWlGboJ5

Beethoven_ Piano Sonata Nº 6 In F (2º and.)
http://videos.sapo.pt/Fs331YGp1I8fm4HMy5YR

Beethoven_ Piano Sonata Nº 6 In F (3º and.)
http://videos.sapo.pt/IJ71PNYGjKH4zDD87eZ4


E ainda há muito para ouvires! 
Vemo-nos em breve, pode ser? ;)

“Por isso!...
Não percas o próximo post… porque nós… também não!!!"

publicado por Musikes às 11:02 link do post
21 de Maio de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Coliseu do Porto

Concertos, Conversa, Coliseu 22 de Maio às 21h30 Concertos, Conversa, Coliseu url q=http%3A%2F%2Fwww.coliseu… Concertos, Conversa, Coliseu

O Coliseu Porto expande mais uma etapa na sua relação com a cidade na sua pluralidade, juntando concertos, conhecimento e formação num mesmo momento, que, na verdade, se multiplica por 4.

Há uma nova temporada que nasce no seu Coliseu Porto. Uma temporada de concertos e conversas organizada em parceria estreita entre o Coliseu e a Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (ESMAE/IPP), composta por um ciclo de quatro concertos educativos conversados que decorrem nos meses de Maio, Setembro, Outubro e Novembro.

O CCC (Concertos, Conversa, Coliseu) é um ponto de partida para a Orquestra Sinfónica e Coro Geral da ESMAE e Coro da ESE [Escola Superior de Educação / IPP] conquistarem a cidade com o seu talento e saber, habitando o grande palco do Coliseu Porto e solidificando a sua proximidade com os mais e menos jovens, mais e menos melómanos. Cada obra musical será contextualizada e explicada por musicólogos, através de imagens ilustrativas, proporcionando diferentes interpretações por parte de toda a família e ganhando camadas de leitura acessíveis a todos.

O 1º CCC será já a 22 de Maio e contará com a participação da Orquestra Sinfónica e Coro Geral da ESMAE, bem como com o Coro da ESE e será comentado por Mário Azevedo. Com direcção de Andreas Stoehr e Ana Madalena Ribeiro no violino, cumprirá o seguinte programa:

1) Ludwig van Beethoven (1770-1827) Leonore III, Ouverture

2) Dimitris Andrikopoulos (1971) Antiparathesis, Concerto para Violino e Orquestra

3) Vaughan Williams (1872-1958) Dona Nobis Pacem

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Casa da Música - Porto

102 Anos. Helena Sá e Costa 2015 | 22 a 24 de Maio A terceira edição do ciclo dedicado à grande pianista e pedagoga portuense Helena Sá e Costa reveste-se de especial interesse ao abrir com um concerto de um dos seus discípulos predilectos, Pedro Burmester. O pianista portuense prossegue a Integral dos Concertos para Piano e Orquestra de Beethoven com a Orquestra Sinfónica num programa inteiramente Clássico. Com uma produção da Companhia de Música Teatral, o piano ganha outra vida e é reinventado numa inspirada Anatomia do Piano dirigida às famílias. São várias as centenas de alunos de instrumentos de tecla que prestam homenagem ao legado pedagógico de Helena Sá e Costa na Maratona que todos os anos transforma a Casa da Música na Casa do Piano, to- mando conta de todos os espaços e enchendo-os de música com uma atmosfera única de encantamento. O final desta celebração é coroado com um recital pelo virtuoso Arcadi Volodos num programa inteiramente dedicado ao Romantismo.

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Porto Cultura

Concertos Conversa Coliseu | Uma Ode à Paz e à Liberdade http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F20052015_ccc%2520no%2520coliseu.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNG6eG_B3zqseOytdIzZRW2xEpxREQ

Teatro Municipal do Porto | Newsletter > 19 - 28 mai url q=http%3A%2F%2Fteatromunic…

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E Todavia | Ana Luísa Amaral http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F18052015_Convite_E%2520Todavia.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGeVTUozDLzhIOnJ2cTAEoM-OMAMw

Música para os Meus Ouvidos - Concertos ESMAE http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F15052015_concerto%2520esmae%2520maio.png&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGO59brY-7nOvakBJsULpMEMch1KQ

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Vista a agenda cultural… ;) Vamos a isto! 

Banir os smartphones nas escolas ajuda alunos a ter boas notas http://pplware.sapo.pt/informacao/banir-os-smartphones-nas-escolas-ajuda-alunos-a-ter-boas-notas/ via Byline

Os dispositivos móveis são hoje os “brinquedos” de muitos adultos mas também o vício dos mais novos. Cada vez mais cedo as crianças têm contacto com a tecnologia que, apesar de contribuir para o seu desenvolvimento, é também uma barreia no contexto social e educativo. De acordo com um estudo publicado recentemente pela London School of Economics, ficou provado que os alunos obtêm melhores resultados quando as escolas proíbem o uso de smartphones. Hoje em dia são raras as crianças que não têm um smartphone. Os pais justificam-se com a possibilidade de os poderem contactar a qualquer hora mas a verdade é que estes pequenos equipamentos não contribuem para o sucesso escolar, segundo indica um estudo da London School of Economics. smartphones_01 Os autores do estudo Richard Murphy e Louis-Philippe Beland avaliaram mais de 130 mil alunos em mais de 91 escolas britânicas. O estudo revela que as escolas que começaram a banir o uso de smartphones viram os resultados dos alunos (no geral) subir cerca de 6,4%. No entanto, para o segmento de alunos “mais fracos” os resultados foram ainda mais surpreendentes, atingindo a marca dos 14%. The results suggest that low-achieving students are more likely to be distracted by the presence of mobile phones, while high achievers can focus in the classroom regardless of the mobile phone policy. Os autores do estudo também salientam que o uso deste tipo de tecnologias ajuda a fomentar a formação e nem tudo são desvantagens. Enquanto pais, há um conjunto de regras para as quais devemos alertar os mais pequenos. Algumas dessas regras estão identificadas aqui. Acha que em Portugal as escolas deviam banir os smartphones?

Natureza: Porto vai ganhar 15.000 novas árvores http://boasnoticias.pt/noticias_natureza-porto-vai-ganhar-15000-novas-arvores_23365.html via Byline

O Porto recebe, na sexta-feira, 15.000 novas árvores que estão em desenvolvimento na estufa do Viveiro Municipal e que vão ser transplantadas para espaços exteriores no âmbito do projeto "FUTURO".

Serralves faz festa 'non-stop' de 40 horas http://boasnoticias.pt/noticias_serralves-faz-festa-non-stop-de-40-horas_23357.html via Byline

A Fundação de Serralves volta a organizar uma festa 'non-stop', de entrada livre, que vai animar o Porto nos dias 29, 30 e 31 de Maio. A 12.ª edição do Serralves em Festa arranca sexta-feira, na baixa da cidade.

Descubra a música do seu nome e de tudo o que escreve http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/descubra_a_musica_do_seu_nome_e_de_tudo_o_que_1441346.html via Byline

E se tudo o que escreve no computador tivesse um som? A ideia parece improvável, mas já foi concretizada. O sintetizador online Typedrummer dá som a tudo o que tecla no seu computador.

Para dar a conhecer no “Pergaminho”, e talvez… uma visita inesperada.

Farmácia islâmica enriquece um dos museus menos conhecidos do Porto http://www.publico.pt/local/noticia/farmacia-islamica-enriquece-um-dos-museus-menos-conhecidos-do-porto-1695631

O taxista enganou-se no destino. Pediu ajuda ao GPS, e ele lá nos pôs em frente à delegação do Porto da Associação Nacional de Farmácias, na Rua Engenheiro Ferreira Dias, em plena zona industrial, sítio inesperado para um museu que esta sexta-feira fica concluído com a instalação, lá dentro, de uma farmácia do Império Otomano. O Museu da Farmácia de Lisboa, inaugurado em 1996, na Marechal Saldanha, é bastante visitado. O do Porto é pouco conhecido, apesar de estar aberto ao público desde 2010. Mas isso tem cura e esta sexta-feira os potenciais interessados em conhecer a história da farmacologia no mundo têm até um motivo extra para se deslocarem à zona industrial, já quase na fronteira com Matosinhos. A farmácia islâmica é a última e especial atracção deste sítio (quase) secreto, que vale bem a pena descobrir. O estilo de decoração dela remete-nos para o século XIX – e para essa cultura que inspirou o mais famoso salão árabe da cidade, o do Palácio da Bolsa. Aqui há menos ouro, mas um trabalho de restauro intenso, demoradamente levado a cabo por vários mestres da Fundação Ricardo Espírito Santo, a merecer vénia do director do Museu da Farmácia, João Neto, um especialista em história da saúde durante as cruzadas. Se essa época de batalhas entre a cristandade e os muçulmanos foi também oportunidade para partilha de conhecimentos entre diferentes culturas, como frisa o historiador, o museu que ANF montou com o esforço financeiro, e muitas peças, dos seus associados é, ele também, um espaço de cruzamento entre saberes de várias civilizações, como se percebe em todo o percurso expositivo. Que percorre, no fundo, toda a história da humanidade, que convive com as farmácias desde o momento em que descobriu que à sua volta havia forma de combater as doenças. Em frente à farmácia de um palácio, do século XIX, que há décadas viajou de um antiquário de Damasco para Londres e agora brilha no Porto – onde está a salvo da destruição de património que vem acontecendo no Médio Oriente, assinala, gratificado, João Neto – está montada a antiga Farmácia Estácio. Excelente exemplo de uma época, com mobiliário da década de 20 do século passado, onde falta – pena – a balança falante, famosa em toda a região e que duz-se que confundiu Vasco Santana com um duo de pessoas a tentarem pesar-se em simultâneo. Esse entre guerras era já um tempo em que as farmácias não vendiam apenas remédios, mas toda uma panóplia de produtos relacionados com o bem-estar para uma burguesia endinheirada. Mas um tempo em procurava ainda uma a salvação para a peste branca, a Tuberculose. A doença cujo combate, no século XIX, fez ressuscitar a palavra cruzada, nota o historiador. As grandes descobertas, e as respectivas marcas comerciais, estão lá todas, bem como a publicidade que tanto vendia umas pastilhas Valda como assinalava as capacidades curadoras do vinho quinado ou da água das pedras. Para chegar a tudo isto, foi preciso uma longa (r)evolução no conhecimento, desde as primeiras comunidades humanas, no Neolítico, às grandes civilizações das quais recordamos nomes como Imhotep (Egipto), Hipócrates (Grécia), Galeno (Roma), todas elas representadas com objectos e muita informação nesta exposição que começa com um fóssil de mosquito – vector de várias doenças – preso a uma bola de âmbar e percorre as várias formas de utilização dos conhecimentos médicos, no Oriente e no Ocidente, onde antigamente eram partilhados nas boticas e depois nas pharmácias que perderam o p e se modernizaram, para serem o que hoje conhecemos. Quem quiser viajar por esta história da farmácia vai ter de fixar a sua localização no mapa, mas deve estar também atento ao horário em que o Museu funciona. Ele está aberto nos dias úteis das 10h às 18h, e abre no último domingo de cada mês, apenas das 14h às 18 horas. Tem ainda um serviço educativo de apoio a visitas escolares por marcação, explicou a vice-directora, Paula Basso, esperando que a recém-instalada farmácia do Império Otomano ajude a atrair mais visitantes. Conferência Farmácia e Cultura A inauguração oficial da nova coqueluche do Museu da Farmácia no Porto coincide com as comemorações dos 40 anos da ANF, que organiza esta sexta-feira à tarde nas suas instalações na cidade, na Zona Industrial, a conferência “40 anos - Farmácia e Cultura”, com Paulo Cleto Duarte, presidente da ANF, Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de Cultura, Sheik David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa, D. António Francisco dos Santos, Bispo da Diocese do Porto e Paulo Macedo, Ministro da Saúde.

Hazul por Hazul http://www.publico.pt/local/noticia/hazul-por-hazul-1695771

O artista apanhou-se estranho a olhar para a sua obra mais gigante, na rua Alferes Malheiro, e a perceber – falta de hábito, por não párar ali – como, meses depois, os transeuntes ainda estacam perante Invicta, encomenda da Câmara do Porto aposta num enorme mural, lado a lado com o hiperrealismo de Mr. Dheo. Hazul Luzah guiou-nos por algumas dos trabalhos que, ao longo de vários anos, espalhou pela cidade e, mais recentemente, concentrou num mapa desdobrável. O passeio foi uma espécie de vistoria por paredes que reflectem a relação do Porto com este tipo de intervenção artística.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 11:14 link do post
19 de Maio de 2015

"A cultura assusta muito. É uma coisa apavorante para os ditadores. Um povo que lê nunca será um povo de escravos." António Lobo Antunes

GRANDES MÚSICAS... GRANDES ÉPOCAS!...

Olá e saudações musicais! :)

Prometo não tomar mais do que alguns segundos do seu tempo. Não custa nada e é rápido! Como certamente é já do seu conhecimento, o Agrupamento de Escolas de Águas Santas - Maia disponibiliza no seu site o blogue "Musikes", cuja temática se destina a toda a comunidade educativa e ao público em geral.

Desde já, convido-o (a) a participar no preenchimento do inquérito abaixo descrito. Aceda ao link indicado, e após terminar, aceda à opção "Enviar". É rápido e fácil! ;)

O link do inquérito: https://docs.google.com/forms/d/1IEwfkyDcEzjSxNYmiJ_eOF3mHYCc6rCl23UkulWs824/viewform?usp=send_form

Desde já muito obrigado pela disponibilidade e colaboração!

O Musikes!
publicado por Musikes às 09:47 link do post
14 de Maio de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Música

ECHO Rising Star | 15-17 Maio Echo Rising Stars - Saber mais http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmkt.casadamusica.com%2Fg%2Fd0f58c3658998951915-81-7b607df3ce71d64-1a37e1Ltebyehuvze8GregAO3&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNHjMdv3eCcxhhreG3084CDhVag6dQ

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Porto Cultura

Programa de Arte Pública - Kneaded Memory de Dalila Gonçalves http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F10052015_web%2520flyer%2520arte%2520publica%2520dalila_v1.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNH3tg4MOzX4fwb-U5XEKVYsOrBkKQ

Dança contemporânea no TM Rivoli http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F08052015_MAI2015_cartaz_BALLETSTORY_01%2520(1).jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNF8dXCG7quK5I3w9Va_PVACF_pXTw

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Uma janela para o Mundo, uma paisagem de conhecimento e cultura. Ora, vamos ler!

Cientista toca dueto de piano com um biocomputador feito de bolor http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4561564

Em vez de silicone, um computador foi programado com pequenos organismos cultivados para o efeito. E o compositor Eduardo Miranda "ensinou-o" a fazer música. Ouça o resultado. Ouvindo a estranha canção que acontece quando Eduardo Miranda toca no piano, é difícil acreditar que um só instrumento esteja a produzir ruídos tão diferentes. O compositor e investigador brasileiro toca nalgumas teclas, mas os sons que se ouvem são mais etéreos e distantes do que os que os pianos costumam produzir. "O piano adquire uma dupla personalidade", diz Miranda. Isto passa-se porque o investigador está a tocar um dueto com outro pianista: um biocomputador programado com bolor. Tudo começa com a programação do computador, que é feita com um fungo em vez de silicone. "É um circuito analógico", explica o investigador Edward Braund, da Universidade de Plymouth, no vídeo divulgado por Eduardo Miranda, "em que cultivámos componentes do circuito com a substância biológica de computação Physarum Polycephalum". Trata-se de um fungo, conhecido como bolor vimoso, explica o cientista, que existe em zonas escuras e húmidas das florestas. Quando é cultivado nestas placas de circuitos, o fungo consegue armazenar informação, um pouco como um chip, o que permite que seja programado para reagir a informação que lhe é transmitida. Os sons que se ouvem no piano após aquilo que toca Eduardo Miranda é a reação do fungo ao som. Os componentes do computador feitos de pequenos organismos "ouvem o que o pianista está a tocar", continua Edward Braund no vídeo, "e depois mudam o seu estado de acordo com o que ouviram. Dependendo de qual seja esse novo estado, vai ativar-se um conjunto de notas, um acompanhamento". Essas notas são enviadas por cabos até a vários eletroímanes instalados sobre as cordas do piano, que fazem com que as notas apropriadas toquem. A revista especializada Wired destaca o trabalho de Eduardo Miranda ao desenvolver este sistema, juntamente com os investigadores da Universidade de Plymouth, como "ótimo para produzir arte". "Ao contrário da colaboração com computadores normais, um biocomputador introduz um novo nível de improvisação, liricismo e expressividade", escreve a jornalista da Wired, Liz Stinson.

A Janela de Saramago em exposição em Santo Tirso // Blogtailors - o blogue da edição

thyrso.PNG No dia 8 de maio a exposição Lanzarote, A Janela de Saramago, do fotógrafo português João Francisco Vilhena, chega à Fábrica de Santo Thyrso. Depois de ter passado por Lanzarote, Lisboa, Barcelona e Sevilha, é a vez de Santo Tirso receber as imagens de José Saramago e da ilha onde viveu, acompanhadas de textos do autor. A exposição fica patente até 14 de junho e a entrada é livre. Mais pormenores, aqui. http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.fabricasantothyrso.com%2Fpt%2Fespaco%2Ffabrica-santo-thyrso%2Fnews%2Flanzarote-a-janela-de-saramago&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNHkYyVqj6ftDkx5_C8oYV3ffVEYAg

Mia Couto: Os escritores não devem ser homenageados. Os livros sim // Blogtailors - o blogue da edição

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"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Música

ECHO Rising Star | 15-17 Maio Echo Rising Stars - Saber mais http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmkt.casadamusica.com%2Fg%2Fd0f58c3658998951915-81-7b607df3ce71d64-1a37e1Ltebyehuvze8GregAO3&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNHjMdv3eCcxhhreG3084CDhVag6dQ

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Porto Cultura

Programa de Arte Pública - Kneaded Memory de Dalila Gonçalves http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F10052015_web%2520flyer%2520arte%2520publica%2520dalila_v1.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNH3tg4MOzX4fwb-U5XEKVYsOrBkKQ

Dança contemporânea no TM Rivoli http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F08052015_MAI2015_cartaz_BALLETSTORY_01%2520(1).jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNF8dXCG7quK5I3w9Va_PVACF_pXTw

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Uma janela para o Mundo, uma paisagem de conhecimento e cultura. Ora, vamos ler!

Cientista toca dueto de piano com um biocomputador feito de bolor http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4561564

Em vez de silicone, um computador foi programado com pequenos organismos cultivados para o efeito. E o compositor Eduardo Miranda "ensinou-o" a fazer música. Ouça o resultado. Ouvindo a estranha canção que acontece quando Eduardo Miranda toca no piano, é difícil acreditar que um só instrumento esteja a produzir ruídos tão diferentes. O compositor e investigador brasileiro toca nalgumas teclas, mas os sons que se ouvem são mais etéreos e distantes do que os que os pianos costumam produzir. "O piano adquire uma dupla personalidade", diz Miranda. Isto passa-se porque o investigador está a tocar um dueto com outro pianista: um biocomputador programado com bolor. Tudo começa com a programação do computador, que é feita com um fungo em vez de silicone. "É um circuito analógico", explica o investigador Edward Braund, da Universidade de Plymouth, no vídeo divulgado por Eduardo Miranda, "em que cultivámos componentes do circuito com a substância biológica de computação Physarum Polycephalum". Trata-se de um fungo, conhecido como bolor vimoso, explica o cientista, que existe em zonas escuras e húmidas das florestas. Quando é cultivado nestas placas de circuitos, o fungo consegue armazenar informação, um pouco como um chip, o que permite que seja programado para reagir a informação que lhe é transmitida. Os sons que se ouvem no piano após aquilo que toca Eduardo Miranda é a reação do fungo ao som. Os componentes do computador feitos de pequenos organismos "ouvem o que o pianista está a tocar", continua Edward Braund no vídeo, "e depois mudam o seu estado de acordo com o que ouviram. Dependendo de qual seja esse novo estado, vai ativar-se um conjunto de notas, um acompanhamento". Essas notas são enviadas por cabos até a vários eletroímanes instalados sobre as cordas do piano, que fazem com que as notas apropriadas toquem. A revista especializada Wired destaca o trabalho de Eduardo Miranda ao desenvolver este sistema, juntamente com os investigadores da Universidade de Plymouth, como "ótimo para produzir arte". "Ao contrário da colaboração com computadores normais, um biocomputador introduz um novo nível de improvisação, liricismo e expressividade", escreve a jornalista da Wired, Liz Stinson.

A Janela de Saramago em exposição em Santo Tirso // Blogtailors - o blogue da edição

thyrso.PNG No dia 8 de maio a exposição Lanzarote, A Janela de Saramago, do fotógrafo português João Francisco Vilhena, chega à Fábrica de Santo Thyrso. Depois de ter passado por Lanzarote, Lisboa, Barcelona e Sevilha, é a vez de Santo Tirso receber as imagens de José Saramago e da ilha onde viveu, acompanhadas de textos do autor. A exposição fica patente até 14 de junho e a entrada é livre. Mais pormenores, aqui. http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.fabricasantothyrso.com%2Fpt%2Fespaco%2Ffabrica-santo-thyrso%2Fnews%2Flanzarote-a-janela-de-saramago&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNHkYyVqj6ftDkx5_C8oYV3ffVEYAg

Mia Couto: Os escritores não devem ser homenageados. Os livros sim // Blogtailors - o blogue da edição

<<O escritor moçambicano Mia Couto foi hoje homenageado em Castelo Branco, no encerramento do Festival Literário Fronteira, onde disse que os escritores não devem ser homenageados, mas antes a relação de intimidade que a leitura proporciona.>> Ler no jornal Sol. <<"Eu acho que não se devem homenagear os escritores. E, se eu estou aqui, é porque sinto que quem está, eventualmente, a ser homenageado é alguma coisa que é muito mais importante que os escritores, são os livros, a leitura e essa relação de intimidade que a leitura proporciona", afirmou Mia Couto.>> Ler no Público. http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.publico.pt%2Fculturaipsilon%2Fnoticia%2Fmia-couto-surpreendido-por-ser-um-dos-finalistas-do-man-booker-prize-2015-1694589&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGbNudoRiJROTw2bBhF2ZcwIbV1Rw

E a desbravar no "Pergaminho" desta semana...

Somos todos maus e invejosos e toda a literatura é perversa http://www.publico .pt/culturaipsilon/noticia/somos-todos-maus-e-invejosos-e-toda-a-literatura-e-perversa-1695289

"A literatura é naturalmente perversa", defendeu este domingo no LeV - Festival Literatura em Viagem, em Matosinhos, o escritor Gonçalo M. Tavares, para quem o "instinto de maldade" é, de resto, condição de sobrevivência da espécie humana. Francisco José Viegas já lembrara um episódio em que Agustina Bessa Luís lhe confidenciara o seu desdém por um romance então em voga com esta observação: "Não tem perversidade nenhuma". E Tavares notou que a própria palavra perversidade sugere a ideia de "percorrer o verso, o outro lado, o que não é visível", e que é precisamente isso que a literatura se propõe fazer. O LeV, que esta segunda-feira rumou a Lisboa para uma sessão com Dulce Maria Cardoso e Rui Cardoso Martins na Fundação José Saramago, abriu a sua última tarde em Matosinhos com um debate, moderado por Pedro Vieira, entre o autor de Uma Menina está Perdida no seu Século à Procura do Pai e o romancista, e ex-secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas. A organização propôs aos dois escritores o tema "Escrever, marchar", acrescido de uma pergunta que substituía a guerra pela literatura na célebre afirmação de Clausewitz: "Será a literatura a continuação da política por outros meios?". Viegas abriu as hostilidades fazendo a defesa do conflito: "Um romance vive dos conflitos entre os personagens e precisamos desse conflito em qualquer obra de criação", afirmou. Por isso mesmo não apreciaria uma "literatura que fosse uma espécie de continuação da política por outros meios", já que a conformação ideológica suprimiria o conflito. Mas reconhece que há livros assim, e apontou como exemplo do "grande romance ideológico da literatura portuguesa" Os Fidalgos da Casa Mourisca, de Júlio Dinis. Num entendimento mais etimológico da política a que o tema da sessão aludia, Gonçalo M. Tavares sustentou que "a literatura é necessariamente política, no sentido de intervir nos problemas da cidade", e que tudo o que ele próprio escreve "é político, mesmo estando muito afastado das questões partidárias". Viegas contrapôs que "é fácil dizer que é tudo político". De facto, a conversa começava a ameaçar confinar-se a algumas generalidades mais ou menos batidas. Mas não foi o que aconteceu. Relacionando a natureza política da literatura com a sua "obsessão pelo indivíduo", Tavares evocou um poema de Maiakovski em que o poeta russo vê 99 homens a bater num homem e pensa: "Não sei o que aquele homem fez, mas sei que não serei o centésimo". Para o autor português, só faltaria acrescentar "serei o segundo", já que, diz, "se a arte é política, é porque de certa maneira se coloca nessa posição de ser o segundo". Insistindo em reivindicar os seus próprios livros como políticos, referiu que Uma Menina está Perdida no seu Século à Procura do Pai trata da trissomia 21, um tema do qual "podemos dizer que não tem nada que ver com política, mas que evidentemente tem". E lembrou que, muito antes de avançarem com a "solução final" para os judeus, os nazis tinham já lançado um programa de extermínio de deficientes, o Aktion T4, no qual foram executados loucos e pessoas com síndrome de Down ou com paralisia cerebral. Se esta "maldade colectiva" o choca, a maldade individual corresponde, acredita Tavares, a um instinto natural da espécie, sem o qual esta já teria perecido. "As pessoas, no limite, dizem: prefiro que tu morras em vez de mim", defende. Um instinto ocasionalmente quebrado por um acto de sacrifício, reconhece, como a mãe que dá a vida por um filho. O autor sugere mesmo que esse é um bom critério para fazermos o balanço do nosso percurso existencial: "Perguntarmo-nos por quantas pessoas estaríamos dispostos a romper este contrato humano da maldade", propõe. "Se no final da vida a resposta for nenhuma, então acho que de algum modo falhámos". "A decisão do que é o bem e o mal é sempre um dilema e não há nenhuma boa solução" Gonçalo M. Tavares A conversa já se tinha aproximado do tema do mal com a evocação de Viegas do romance Margarita e o Mestre, de Bulgakov, e a partir daqui foi esse o verdadeiro centro do debate. Enquanto Viegas resumia o recente O Meteorologista, de Oliver Rolin, em torno de uma improvável vítima das primeiras purgas estalinistas, ou descrevia as máquinas de banalização do mal concebidas por Gonzalo Torrente Ballester em Fragmentos do Apocalipse, Tavares ia levando a discussão para uma espécie de teoria do mal, propondo como primeiro axioma a tese de que nem o mal nem o bem são definíveis per se e só adquirem pertinência em função das circunstâncias. O escritor colocou a assistência perante um dilema clássico: um comboio sem travões vai matar cinco homens que trabalham nessa linha, a menos que quem o conduz tome a iniciativa de mudar de linha, e então morrerá apenas um homem que trabalha nessa segunda linha, mas que não morreria se quem vai no comboio prescindisse de tomar qualquer acção. "O que é agir bem ou mal" nestas circunstâncias?, perguntou, prevendo que entre o público alguns optariam por mudar de linha e outros não. Desafiado por Viegas a dizer o que ele próprio faria, observou que "a decisão do que é o bem e o mal é sempre um dilema e não há nenhuma boa solução", mas acabou por não fugir à questão: "Diria que tento treinar todos os dias para que quando estiver numa situação destas optar por mudar o comboio de linha, mas conscientemente, assumindo a responsabilidade individual". "E se são cinco serial killers, e os vais salvar para matar esta senhora que aqui está?", insistiu Viegas. "Se misturares elementos humanos, as coisas mudam sempre", respondeu Tavares: "É bondoso matar 200 pessoas para salvar a minha mãe? É bondoso matar a minha mãe para salvar 200 pessoas?". Por esta altura, a sessão já tinha felizmente descarrilado por completo, salvando um número considerável de potenciais vítimas do que poderia ter sido mais um debate corriqueiro sobre literatura e política. Cláudio anuncia autobiografia Viegas e Tavares deram depois a vez a Mário Cláudio, entrevistado em directo pela jornalista Maria João Costa. Já no final da conversa, o romancista, que publicou recentemente O Fotógrafo e a Rapariga, deixou uma revelação: depois de ter escrito tantas biografias, prepara-se agora para publicar a sua autobiografia: "Acho que a idade já o justifica", comentou, adiantando que "vai ser um livro bastante grande" e que, "se tudo correr bem, sairá no fim do ano". Sem saber ainda que o autor iria anunciar esta autobiografia, a entrevistadora perguntara-lhe antes se a escrita "é um jogo entre ocultação e revelação", o que deu pretexto a Mário Cláudio para exprimir a sua convicção de que um escritor "não só se expõe sempre, como se expõe na razão directa daquilo que oculta". Os autores "afivelam máscaras que acabam por ser muito mais reveladoras do que o próprio rosto", diz. "Esse é para mim um dos grandes sortilégios da escrita". Um princípio que depois alargou a outros domínios, defendendo que "também na nossa vida relacional, quando mais as pessoas se escondem, mais se revelam". E elegeu a inveja como "o sentimento menos susceptível de ser ocultado". Observando que "somos todos invejosos", mas que ninguém o admite, recomenda que não tentemos esconder a inveja, até porque "ela salta sempre à cara". E entre os escritores, há invejas?, perguntou Maria João Costa. Cláudio confirmou que as havia e confessou que quando vira que o tema da sessão era "Quantos conflitos se geram durante uma vida literária" se convencera mesmo de que a conversa iria ser sobre isso. Acha natural que os escritores mais novos tentem ocupar o mais rapidamente possível o lugar dos mais velhos, e tanto critica os jovens autores que tentam a todo o custo estar na moda como os consagrados que se irritam por ver os seus lugares ameaçados: "muitos consagram-se a eles próprios, quando têm vocação para busto, e é saudável que os jovens tenham a tentação de os derrubar". E não se coloca de fora, garantindo que, com a "grande angular" que a idade lhe permite, ao constatar "as figuras que os outros fazem", vê as figuras que ele próprio fazia "quando tinha 40 ou 50 anos". Hoje "há uma nova geração de dois em dois anos porque elas esgotam-se muito depressa", diz. Lembrando que se estreou com um "magríssimo" livro de poesia aos 29 anos, estranha ver "miúdos de de 17 ou 18 anos a publicar romances de 400 páginas". São "romances horríveis", prossegue, "mas agora há editoras que publicam tudo o que lhes mandam desde que se pague, o que não acontecia no meu tempo, quando uma editora só dava a sua chancela ao que tivesse um mínimo de qualidade". O seu palpite é de que "os que andam por aí de feira em feira, de evento em evento, a deixar marcas por tudo quanto é sítio, a despir-se em cima dum estrado - e são mais do que as mães - são precisamente aqueles que não vão ficar". Os outros são "os que sabem que um percurso de criação não se constrói estando na moda". E Cláudio aponta um dos seus antecessores na mesa, Gonçalo M. Tavares, como "exemplo do que um escritor deve fazer". Sendo "um autor de indiscutível talento e muito traduzido - o que é raro", diz, já que "não são os muito bons que costumam ser traduzidos, mas os muito vendáveis" -, Gonçalo M. Tavares é também alguém que "está na escrita como um profissional: resiste às modas e não anda a promover-se pelas feiras todas do país e a sujeitar-se ao ridículo dessa usura". Por isso mesmo, vaticina Mário Cláudio, "vai durar".

Descobertos contos inéditos de Mark Twain // Blogtailors - o blogue da edição

Investigadores da Universidade da Califórnia descobriram um conjunto de histórias escritas por Mark Twain quando este tinha 29 anos e era jornalista em São Francisco. Alguns dos contos têm mais de 150 anos. Para conhecer aqui. http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.theguardian.com%2Fbooks%2F2015%2Fmay%2F04%2Fmark-twain-cache-uncovered-berkeley&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGGkC7jF2QQLWrGKIZQjuZ97NQrHQ

Porto: Palácio de São Bento da Vitória está à venda // idealista/news

image_credit: Sin Licencia O Palácio de São Bento da Vitória, localizado no Porto - antiga sede da PJ (entre 1950 e 2000) e do Tribunal de Instrução Criminal (TIC), até ao ano passado -, está à venda. A sua primeira venda, em 1857, rendeu dez contos de réis. Agora, a Estamo Participações Imobiliárias, SA pede 2,25 milhões de euros pelo imóvel. Segundo o Jornal de Notícias, o palácio (também conhecido por Casa da Baronesa da Regaleira) está situado na Rua de São Bento da Vitória, em pleno Centro Histórico do Porto, e foi construído por volta de 1830 por um abastado comerciante da cidade. Está nas mãos do Estado desde 1928 e além de ter sido sede da PJ e do TIC acolheu o Teatro Vitória e o Liceu Central do Porto. A Estamo refere que o Palácio de São Bento, que tem 4.500 m2, "situa-se numa artéria que permite a ligação entre a zona da Ribeira e os Clérigos, em pleno Centro Histórico do Porto". Quem o comprar terá, no entanto, algumas limitações em termos de reabilitação, já que se situa em zona especial de proteção da igreja e convento de São Bento da Vitória, classificados como monumentos nacionais. Ou seja, qualquer intervenção no exterior necessita de parecer prévio. Por outro lado, o prédio está isento de licença municipal por ter sido construído antes de 7 de agosto de 1951.

E agora algumas curiosidades.

Corrida da Criança convida o gato mais guloso do mundo // Há alguém mais gulosa do que eu?

url q=http%3A%2F%2F1.bp.blogsp... Pela primeira vez ao vivo em Portugal, Garfield, o gato mais preguiçoso e guloso do planeta, vai trocar o sofá e a lasanha pelo exercício físico e por alimentos mais saudáveis, para incentivar miúdos e graúdos a seguir o seu bom exemplo. A mudança de hábitos acontece no âmbito da participação especial que o gato laranja mais famoso do mundo fará na "Corrida da Criança" a convite da APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil que vai realizar esta iniciativa no dia 21 de junho, pelas 10h, nos Jardins do Casino Estoril.

Quer Wi-Fi gratuito na Praia? Vá para a Sombra http://pplware.sapo.pt/informacao/quer-wi-fi-gratuito-na-praia-va-para-a-sombra/
publicado por Musikes às 09:23 link do post
08 de Maio de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Música – Porto

Spring ON! As novas tendências do Jazz, de 08 a 10 de Maio http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmkt.casadamusica.com%2Fg%2Fabf2-083d48196783439-8bbdd88a23be71d64-1a37e1LtebyehrYMe8GpegAO1&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNG3gDy-jfEpV6j10UrHFxrJsSS3nw

Pelo terceiro ano consecutivo, o Spring ON! reúne algumas das propostas mais desafiantes do jazz actual, privilegiando os projectos de jovens músicos europeus. Com referências que circulam entre as mais variadas linguagens, sob a capa abrangente do jazz e o culto da improvisação, ao longo de um fim-de-semana ouvimos o jazz vigoroso dos noruegueses Cortex, recuperando a inventividade melódica do free jazz, as explosões de energia rock dos franceses Auditive Connection, a elegância do guitarrista norte-americano Greg Lamy no seu quarteto luxemburguês, e ainda as propostas nacionais do pianista Dan Costa, do contrabaixista João Paulo Rosado e da Big Band da Nazaré.

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Porto Cultura

Cultura em Expansão - Concertos - Entrada livre. http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F04052015_Concertos%2520ESMAE.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNG2WWF1LfbgKP7jnwzF7qOCgMWilg

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LeV - Literatura em Viagem - 8 a 11 de maio - Matosinhos e Lisboa http://blogtailors.com/lev-literatura-em-viagem-8-a-11-de-7870487

No próximo fim de semana, a 9.ª edição do LeV – Literatura em Viagem chega a Matosinhos. Entre os dias 8 e 11 de maio estarão mais de 30 autores presentes, que se multiplicam por mesas de debate, lançamentos e exposições, na Galeria Municipal da Biblioteca Municipal Florbela Espanca. O arranque é dado na sexta-feira, com uma conferência inaugural a cargo de Jorge Sampaio. Ao longo de sábado e domingo, Gonçalo M. Tavares, Francisco José Viegas, Artur Domoslawski, Richard Zimler, Paloma Días-mas e os músicos Pedro Abunhosa e Luís Represas, serão alguns dos convidados desta comitiva, uma das mais internacionais de sempre da história do festival. Este ano o LeV – Literatura em Viagem ruma também a Lisboa, com uma sessão especial na Fundação José Saramago. Dulce Maria Cardoso e Rui Cardoso Martins seguem o mote do evento — Conflito, ontem e hoje — e responderão à pergunta «que conflitos para o século XXI»? Para conhecer o programa completo e acompanhar o LeV – Literatura em Viagem de perto siga o Facebook do festival, aqui. http://booktailors.us3.list-manage1.com/track/click?u=5b25171c1377b03ec4194e685&id=b9227ec1b1&e=9161d6133a O LeV – Literatura em Viagem é uma iniciativa da Câmara Municipal de Matosinhos com produção executiva da Booktailors.

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PORTO COOL

Os piqueniques do Piquenique url q=https%3A%2F%2Foportocool… Os piqueniques do Piquenique by oportocool piquenique Os dias mais longos e mais quentes fazem aumentar a vontade de passar o tempo no exterior. Seja a passear, a ler ou mesmo a comer. Foi a pensar nisso que a marca portuense Piquenique criou um serviço especializado para trazer os piqueniques de volta aos parques e jardins. Vamos trazer os piqueniques de volta? Tal como num filme dos anos 50, o serviço do Piquenique inclui o aluguer de um verdadeiro cesto de piquenique, de verga, uma toalha, comida caseira e ainda pode incluir flores e uma câmara fotográfica descartável para imortalizar os bons momentos. Os menus disponíveis para este serviço incluem bebidas como limonada e sangria, uma salada de piquenique, salgados, doces e ainda frutas da época. As encomendas podem ser feitas presencialmente, nas lojas do Piquenique, nas Galerias Lumiére e na Rua da Fábrica Social, ou através do email o.piquenique@gmail.com ou do número 914 318 708. Mais informações no Facebook Piquenique - https://www.facebook.com/o.piquenique ou no blogue Piquenique - http://bloguepiquenique.blogspot.pt/

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E porque não “poucas… mas boas”? Vamos lá às notícias.

O estado da nação na Primavera da Casa da Música http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/o-estado-da-nacao-na-primavera-da-casa-da-musica-1694814

Chama-se O Rito da Primavera a terceira edição do programa com que a Casa da Música faz a radiografia da música feita por jovens na Europa, do jazz à música contemporânea.

Vai já na terceira edição o ciclo de programas com que a Casa da Música celebra as novas gerações da música, nas suas diferentes vertentes. Na edição inaugural, em 2013, o ciclo chamava-se Consagração da Primavera e reunia um primeiro ciclo de jazz dedicado a bandas emergentes e um programa de música erudita que incluía a execução da obra maior de Stravinski, A Sagração da Primavera. Desde o ano passado, viu acrescentar-se o Rising Stars, que passou a trazer ao Porto jovens intérpretes de algumas das mais importantes instituições musicais e salas de concerto europeias, sob a égide da European Concert Hall Organization (ECHO), de que a Casa da Música e a Gulbenkian fazem parte. O programa deste ano chama-se O Rito da Primavera, agrupando em sucessão cronológica, ao longo de mais de uma semana (de 8 a 17 de Maio) e de 14 concertos, as mesmas mostras das novas tendências do jazz (Spring ON), os jovens compositores portugueses (O Estado da Nação) e os jovens intérpretes europeus do Rising Stars. “A ideia foi dar continuidade ao mesmo conceito de celebração do ímpeto criativo da juventude e dos novos valores da música”, diz o director artístico da Casa, António Jorge Pacheco. E chama a atenção para o programa O Estado da Nação (12 e 16 de Maio), que vai “passar em revista todos aqueles que foram os Jovens Compositores em Residência na Casa da Música", desde que este projecto foi lançado, em 2007. Assim, em dois concertos, o Remix Ensemble e a Orquestra Sinfónica do Porto vão voltar a interpretar, agora sob a direcção de maestros diferentes, as peças compostas por Vasco Mendonça, Luís Cardoso, Daniel Moreira, Daniel Martinho, Ângela da Ponte, Igor C. Silva, Marco Barroso e Ana Seara. O concerto do segundo dia, 16 de Maio, será antecedido de uma mesa-redonda com todos os compositores, moderada pelo musicólogo Rui Pereira. “Trata-se de tirar o pulso ao estado da composição contemporânea mais recente, dando também a oportunidade de uma segunda audição das obras compostas pelos jovens compositores que residiram na Casa”, diz António Jorge Pacheco. “É difícil um compositor jovem evoluir, se não lhe forem dadas ocasiões de ouvir a sua música tocada”, acrescenta o director artístico. E cita dois casos em que essa visibilidade ultrapassou já fronteiras: Vasco Mendonça, que teve uma ópera sua interpretada no Festival de Aix-en-Provence, França, e Daniel Moreira, com obras executadas em Viena e em Estrasburgo. Mas O Rito da Primavera começa esta sexta-feira com a terceira edição do programa dedicado às novas tendências do jazz europeu, com três dias de concertos duplos, que porão em contraste bandas portuguesas com outras vindas do Luxemburgo, França e Noruega. A primeira a subir ao palco da Sala 2 é o Greg Lamy Quartet, liderado por um guitarrista nascido nos Estados Unidos, mas radicado no Luxemburgo, onde, em 2007, fundou a sua banda, com a qual já gravou os discos I See You e Meeting. De França vem outro quarteto, Auditive Connection, que lançou o primeiro EP no início deste ano e associa a tradição do rock e do jazz com a poesia de Beckett, Éluard ou Kerouac. E Cortex é ainda um quarteto, norueguês, que já tocou em Portugal, onde no ano passado editou o seu primeiro disco, Live, com a chancela da Clean Feed. O jazz português mais jovem estará representado pelo sexteto Dan Costa Project, liderado por um pianista luso-italiano com formação também bebida em Inglaterra e no Brasil; pelo quinteto do contrabaixista João Paulo Rosado, que apresenta o projecto Sinopse; e pela Big Band da Nazaré, dirigida por Adelino Mota e com a participação especial do tubista da Orquestra Sinfónica do Porto Sérgio Carolino, num programa virado para a música funk. Finalmente, o calendário do Rising Stars (15 a 17 de Maio), que esta temporada teve, pela primeira vez, uma formação portuguesa, o Quarteto de Cordas de Matosinhos, que tem vindo a tocar em palcos que integram a rede ECHO. Na Casa da Música, a formação de Matosinhos vai encerrar o programa, a 17 de Maio, tocando Mozart, Glazunov e Vianna da Motta. António Jorge Pacheco anuncia, sem avançar ainda o nome, que uma segunda formação portuguesa irá também entrar no projecto Rising Stars para a temporada 2016-17. De entre as outras formações e músicos presentes no Porto, destaque para o regresso do violoncelista búlgaro Michael Petrov, vencedor do Prémio Suggia/Casa da Música em 2011, que agora tocará em duo com o pianista britânico Ashley Fripp, representando ambos o Barbican Centre, de Londres.

Música felina. Os gatos também sabem apreciar música http://observador.pt/2015/05/01/musica-felina-os-gatos-tambem-sabem-apreciar-musica/

A Universidade de Maryland e a Universidade de Wisconsin compuseram música adequada para a audição felina, com ronronares e lambidelas, e mostraram que os gatos também gostam de música. Quando a música feita para gatos começou a ser tocada, eles mostraram sinais de contentamento e euforia. Qualquer amante de música conhece as propriedades terapêuticas que ouvir uma determinada canção pode ter. E se a música pudesse ter o mesmo efeito nos gatos? Um estudo prova que sim e até foram feitas canções apropriadas para os felinos. As universidades norte- americanas de Wisconsin e de Maryland juntaram-se para compor música apropriada para gatos e para estudarem a reação dos gatos às composições. “Nós procurámos pela vocalização natural dos gatos e combinámos a nossa música com o mesmo alcance de frequência deles, que é uma ou mais oitavas do que as vozes humanas”, disse o líder da investigação Charles Snowdon à Discovery News. Na música feita à medida do ouvido humano, o ritmo tenta imitar o do batimento cardíaco. A equipa tentou, então, criar a música feita para gatos tentando replicar o tempo das coisas que os gatos achariam interessante: ronronar ou de amamentar. “E como os gatos usam muitas frequências deslizantes nas suas invocações, a música felina tinha que ter muitas mais músicas deslizantes do que a música para humanos”, disse Snowdon. Snowdon e a sua equipa tocaram músicas apropriadas para felinos a 47 gatos domésticos e os investigadores viram como eles reagiram em comparação com o comportamento de quando estavam a escutar a “Air” em sol de Johann Sebastian Bach e o “Elegie” de Gabriel Fauré, dois temas clássicos. O estudo, publicado na Applied Animal Behavioural Science, indica que os gatos não respondem à música feita para o ouvido humano. Mas quando a música feita para gatos começou a ser tocada, eles mostraram sinais de contentamento e euforia e começaram a aproximar-se das colunas, esfregando as suas glândulas odoríferas. É possível ouvir as canções apropriadas para gatos aqui: A “Spooks ditty”, a “Cozmo air” e a “Rustys Ballad“.Enquanto compor música para gatos pode parecer desinteressante e sem relevância, Snowdon afirma que a pesquisa pode abrir portas para novas maneiras de acalmar os gatos e de os deixar mais felizes. “Os resultados sugerem novas maneiras apropriadas de usar a música para enriquecer o ouvido não-humano”, lê-se no sumário executivo do artigo. Um dos co-autores, David Teie, já tinha provado que os macacos Sanguinus também respondem de forma especial a músicas especificamente compostas para as suas características. Os investigadores esperam que este estudo se torne num incentivo para que outras melodias sejam compostas para mais espécies.

Onze inéditos de Sophia de Mello Breyner http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4548889

A mais recente edição de a 'Obra Poética' de Sophia de Mello Breyner traz uma novidade: onze poemas inéditos. Chega às livrarias esta sexta-feira. Esta edição não impede que num futuro a obra de Sophia não ganhe um outro estatuto ainda mais completo com a publicação de muitos inéditos que continuam a existir por divulgar, tanto sob a forma de poesia como de prosa. Sobre esta questão a editora não se pronuncia, garantindo apenas que o projeto em curso prevê a edição de todos os livros da poeta até meio do próximo ano. Que já soma nove títulos poéticos e três em prosa.

Três mil azulejos, três mil visões sobre o Porto vão juntar-se num imenso mosaico http://www.publico.pt/local/noticia/esta-a-construirse-um-mosaico-gigante-no-porto-1694706

O que é o Porto, o que representa, como se apresenta? De cada cabeça sairá a sua sentença e a proposta é reunir todas essas diferentes visões num imenso mosaico de azulejos, a inaugurar a 27 de Junho.

É a Torre dos Clérigos, um filme de Manoel de Oliveira, a francesinha, o FCP, um poema de Sophia ou um sotaque? "Quem és, Porto?" pergunta o novo projecto do Locomotiva. Todos são convidados a responder, com um desenho ou uma frase. Desde que o façam em azulejos que, no fim, vão criar um mosaico gigante de três mil peças. Tal como tem vindo a acontecer na Rua da Madeira nos últimos tempos, esta iniciativa pretende reforçar a ligação entre a comunidade e os costumes portuenses. Na elaboração dos trabalhos, ninguém está sozinho. Para além do responsável pelo projecto, Miguel Januário, alguns alunos da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto (ESE) orientam quem quer deixar a sua marca no grande mural. Maria João Lamas é uma das alunas do curso de Artes Visuais e Tecnologias Artísticas da ESE que ajuda na organização do projecto. “As pessoas inicialmente chegam aqui com o discurso de ‘eu não sei desenhar, não sei o que fazer’ mas a partir do momento em que começam a trabalhar nota-se um envolvimento muito grande, ficam muito concentradas”, relata. No início do workshop que o PÚBLICO visitou, Miguel Januário explica como podem trabalhar o azulejo “sem o danificar”. Mas esta foi uma sessão diferente da habitual pois tinha alguns convidados, como a Associação de Albergues Nocturnos do Porto que se fez representar por sete elementos. Sentados nas mesas colocadas no Armazém Sete da Rua da Madeira, ouvem, expectantes, ouvem as instruções de Miguel Januário. Para que cada um faça os trabalhos da melhor forma possível, há vários pincéis de muitos tamanhos e formatos e frascos de compotas que, agora já sem doce, contêm tintas. Os frascos que têm uma etiqueta com um “-” contêm um cinza claro, os que têm o símbolo “±” têm um tom intermédio e o “+” é o mais escuro. Depois das primeiras explicações, começam a surgir as primeiras dúvidas. Ouvem-se perguntas como “Posso fazer à minha vontade?” ou “É preciso pôr o nome?”. A esta última questão, Maria João Lamas explica que “podem fazer como quiserem, depende da marca que quiserem deixar aqui na cidade”. Para a estudante da ESE, o importante é ver o Porto “como alma e não como lugar”. Mesmo com visões próprias e algumas vezes com opiniões divergentes, foi isso que tentaram fazer as pessoas que participaram no workshop. António Silva, de 53 anos, conta que nunca saiu muito da cidade e que, consequentemente, a conhece muito bem. Por isso, no seu azulejo escreveu “O-Porto-é-uma-grande-cidade” e não foram precisas muitas explicações para perceber porquê. Já Eduardo Mateus, um ano mais novo, demora um pouco mais de tempo a decidir como quer que seja a sua marca no painel. Depois de pensar durante algum tempo, exclama: “Já sei! Quero escrever ‘Valha-me Deus’!”. Depois do rascunho inicial, escreve mesmo “Vailha-me”. Mas é de propósito, porque tem de ter a pronúncia do Porto. De braço dado aparecem Zulmira Serra e Luís Morais. Ela com 44 anos e ele com 42. Apesar de serem de clubes futebolísticos diferentes dão-se muito bem, garantem, enquanto dão a mão. No seu azulejo, Zulmira Serra homenageou o Benfica num desenho alusivo ao clube. Já Luís Morais escreveu “FCP” mesmo sendo sportinguista. “Posso ser do Sporting e gostar na mesma do Porto”, explica. A variedade das respostas e das mensagens que as pessoas querem transmitir está muito presente neste projecto. Miguel Januário indica que, nos painéis realizados até ao momento, há “asneiras, frases políticas, coisas mais populares. Esse “bocadinho de tudo” resulta de uma “liberdade total” que é dada aos participantes. Quando chegar a hora de começar a organizar os trabalhos produzidos, em meados de Maio, a montagem “não vai ser aleatória”, garante Miguel Januário. O painel vai começar a ser montado fora da parede através da numeração de cada azulejo que vai criar a sensação de degradé. Como trabalharam com pretos e cinzas, “para haver alguma coerência na composição, vai começar-se com brancos e acabar-se com pretos”, adianta o responsável. Maria João Lamas adianta ainda que “todos os azulejos produzidos vão ser aplicados”, estando incluídos no mural final. O resultado final vai estar exposto no exterior de um edifício mesmo em frente ao armazém onde se estão a realizar os workshops. A ideia de Miguel Januário é preencher “toda essa parede com azulejos” e a inauguração está prevista para 27 de Junho, inserindo-se ainda nas comemorações do São João do Porto. Portuenses ou não, profissionais ou amadores, quem ainda não teve a oportunidade de participar pode inscrever-se via e-mail e aparecer num dos workshops. Os que já contribuíram com um azulejo também podem regressar. As actividades realizam-se todos os domingos até dia 17 de Maio, das 10h às 12h e das 16h às 18h. Excepcionalmente, no dia 11 de Maio, pelas 16h, a iniciativa apresenta um workshop especial direccionado exclusivamente aos comerciantes da Rua da Madeira.

Agora… algo para aguçar o apetite para o almoço. ;)

Já lá vão 600 anos de tripas à moda do Porto http://www.publico.pt/local/noticia/ja-la-vao-600-anos-de-tripas-a-moda-do-porto-1694878

No dia 14 de Maio, a Praça Gomes Teixeira, no centro do Porto, vai ser o local escolhido para um almoço que convida toda a população a experimentar tripas à moda do Porto. Conhecidos como “tripeiros”, os portuenses começaram a apreciar as tripas depois de, em 1415, terem cedido as carnes que tinham à armada do Infante D. Henrique quando esta partiu para a conquista de Ceuta, tendo apenas sobrado as vísceras para se alimentarem. A Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) vai celebrar os 600 anos deste prato com uma programação especial que inclui uma prova de degustação de “Tripas à Moda do Porto”. O programa começa no final da manhã, pelas 11h, com uma conferência no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto (UP) com o tema “600 anos das tripas”. Durante a manhã o arqueólogo e historiador Joel Cleto faz uma contextualização histórica e o especialista da FCNAUP, Vítor Hugo Teixeira, apresenta uma palestra sobre o valor das tripas na alimentação portuguesa. A degustação, na qual todos podem participar, começa pelas 12h20 na Reitoria da UP com um almoço solidário organizado pela Confraria Gastronómica das Tripas à Moda do Porto. Ao mesmo tempo, actua a Tuna Feminina da Associação de estudantes da FCNAUP. Seis restaurantes típicos do Porto, auxiliados pelos Serviços de Acção Social da UP, apresentam as suas refeições, que também vão estar disponíveis nas cantinas da universidade. Quem quiser experimentar esses sabores deve contribuir com um valor simbólico que será, mais tarde, entregue a uma instituição de solidariedade do Porto. Durante a tarde, é a cultura que vai estar em destaque com a visita “A Descobrir o Centro Histórico, Património Mundial” que vai desde a Câmara Municipal até à Casa do Infante. Nesse espaço começa o percurso cultural sobre a gastronomia típica do Porto com apresentação de tradições, documentos de arquivos e exploração de uma maquete interactiva do Porto Medieval. No centro interpretativo do museu vão apresentar-se os “Novos sabores vindos de longas viagens”. A programação encerra com uma visita ao World of Discoveries, um parque temático dedicado aos Descobrimentos portugueses.

Convidativo, não? 

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 09:54 link do post
05 de Maio de 2015

"O homem prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz." Aristóteles

GRANDES MÚSICAS... GRANDES ÉPOCAS!...

MÚSICA CLÁSSICA (1750-1810)

Iremos aqui desbravar a obra de um dos mais notáveis compositores da Música Clássica - Ludwig Von Beethoven Vamos então conhecer e ouvir um dos compositores que simbolizam uma importantíssima referência musical deste período da História da Música Ocidental.

Ludwig Von Beethoven

"Considerado como o maior e o mais influente compositor da música clássica universal, Ludwing Van Beethoven nasceu em 17 de dezembro de 1770 na cidade alemã de Bonn. Filho de um músico inculto, veio melhorar sua posição social e formação musical quando mudou-se para Viena, em 1792." (http://www.infoescola.com/biografias/beethoven) "(...) Beethoven viveu uma época de transição musical, entre a era clássica e a romântica. (...)"(http://www.suapesquisa.com/pesquisa/beethoven.htm) "Ele não era superdotado. Sua evolução foi gradativa. Ali na capital da Áustria, ele obteve grandes sucessos como pianista e compositor, generosamente apoiado por membros da aristocracia austríaca, que em 1809 deram-lhe pensão vitalícia." (http://www.infoescola.com/biografias/beethoven)

Beethoven - Piano Concerto NO.3 IN C Minor (1º and.) http://videos.sapo.pt/dC64zMtNZPFUMVBRz0R1

Beethoven - Piano Concerto NO.3 IN C Minor (2º and.) http://videos.sapo.pt/i36qlgqB3WuSZzz2ozBn

Beethoven - Piano Concerto NO.3 IN C Minor (3º and.) http://videos.sapo.pt/HvPZVYZSZGLYwSD14Ja9

Beethoven - piano sonata op.10 allegro molto (1º and.) http://videos.sapo.pt/1i2E7nICYsZaob0A1iDq

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 1 - adagio molto (2º and.) http://videos.sapo.pt/zp5dntf6ORSOVaLLz00G

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 1 - finale_ prestissimo (3º and.) http://videos.sapo.pt/iyC2JoHqb2PzGWTqA8ZG

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 2 - (1º and.) http://videos.sapo.pt/TjOGaBPUUwKUdIaV92bO

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 2 - (2º and.) http://videos.sapo.pt/ZwIonozfiEBDT8ZZLZBE

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 2 - (3º and.) http://videos.sapo.pt/HATM4URcvi4MrQJ1WySc

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 3 - (1º and.) http://videos.sapo.pt/sIDM6DgPsWJw5uF99tV9

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 3 - (2º and.) http://videos.sapo.pt/NCzv5iOz8tAzdG0579eU

Beethoven - piano sonata op.10 Nº 3 - (3º and.) http://videos.sapo.pt/gE0IuE4nzS1Z9NnWIjZt

"Por isso!... Não percas o próximo post... porque nós... também não!!!"
publicado por Musikes às 11:06 link do post
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