Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
30 de Abril de 2017

“A curiosidade é como a sede…

Com o passar do tempo… ela continua a crescer. – Musikes”

 

Porque partilhar é um prazer, aqui fica mais um desses momentos que tantos sorrisos suscitam.

 

Boas leituras!

 

*****

 

Revista Visão

(edição de 2017/02/21)

 

“Enquanto o vinil continua a chamar para si todas as atenções, desde melómanos que preferem a qualidade audio dos discos, às editoras e aos músicos que recomeçaram a editar LP’s, um outro formato, apenas conhecido por quem hoje tem mais de 35 anos, surge ressuscitado, um pouco à boleia do culto do vintage.

Nos Estados Unidos, em 2016, as vendas de cassetes cresceram 74%, com 129 mil cópias (mais 74 mil do que em 2015) de acordo com a Nielsen Music, empresa responsável pelo levantamento de vendas de música e vídeo nos Estados Unidos e Canadá. Escreve a revista americana Billboard que estas 129 mil cópias andam longe do total de álbuns (200,800 milhões, menos 17%) e de álbuns em vinil (13,1 milhões, mais 10%) vendidos no ano passado. Mas se considerarmos que as cassetes estavam mortas e enterradas, com poucos apreciadores do formato, voltar a vender é um grande feito. A “culpa” deste boom de vendas pode ser atribuída a lançamentos especiais de álbuns recentes, como Purpose de Justin Bieber ou Beauty Behind the Madness, de The Weeknd, tendo cada um deles vendido perto de mil unidades, juntamente com reedições de álbuns clássicos como The Slim Shady de Eminem (três mil) e Purple Rain de Prince and The Revolution (dois mil) ou a edição limitada da reedição da maqueta de No Life ‘Til Leather (1982) dos Metallica. A boa nova para os millennials, geração que já cresceu na era do digital e do streaming, é que as novas cassetes vêm com um código para o download digital do álbum. Tudo pensado para quem também (já) não tem leitor de cassetes.

Uma fábrica portuguesa

Há três anos, pela primeira vez, as vendas mundiais de música em formato digital superaram as de suporte físico, e a americana National Audio Company, fábrica de cassetes do Missouri, vendeu mais de dez milhões de fitas. A funcionar há 48 anos, em 2015, chegou a faturar cinco milhões de dólares, o que representa um aumento de 31 por cento. Steve Steep andava na universidade quando, em 1969, o seu pai fundou a National Audio Company, seis anos depois de a Philips ter lançado a primeira cassete.

Por cá, na Maia, a produção na Edisco também vai de vento em popa. Na única fábrica de cassetes da Península Ibérica, fundada em 1979, o fabrico deste objeto de culto foi reativado em 2005. “Há 12 anos recomeçaram os pedidos, crescendo também a variedade de géneros musicais”, conta Armando Cerqueira, atual dono da Edisco, herdeiro do negócio do pai. São as músicas de metal e de rock, que tanto editoras como particulares, mais pedem para produzir a um preço médio de dois euros, consoante a encomenda que varia de um mínimo de 50 até às 500 unidades. “Uma cassete de metal que saia daqui a custar seis ou oito euros, daí a três meses já custa 20 ou 30 euros e num ano chega a valer 80 euros”, explica Armando.

No ano passado, saíram da Edisco 40 mil cassetes, o dobro de 2015, um número “impensável” para Armando Cerqueira. Para trás ficaram os anos 80 do século passado, quando vendiam um milhão de cassetes por ano, principalmente, nas feiras durante o mês de agosto. E o cantor Nel Monteiro bateu recordes ao atingir as 500 mil cassetes vendidas.

Com 80% do produto exportado, na Edisco são as editoras nacionais as primeiras a incluir o código para se fazer download do álbum. Em 2016, uma edição limitada de cem cassetes de Capitão Fausto Têm os Dias Contados chegou às redações para dar a conhecer o novo trabalho da banda. “Antes as cassetes eram todas iguais, agora existem inúmeras possibilidades de as personalizar”, garante Armando Cerqueira. São 15 as cores à escolha para o plástico da cassete, há embalagens de cartão com cinco cassetes e até já inventaram uma máquina para imprimir diretamente no plástico da caixa. Armando Cerqueira não tem dúvidas de que “o culto da cassete está de volta, mas como um objeto de colecionador”. Está na hora de os mais nostálgicos irem buscar às arrecadações os velhinhos leitores de cassetes e não se esqueçam de ter por perto uma caneta para enrolar as fitas que continuam a embrulhar-se com a mesma facilidade de antigamente.”

 

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***

 

E ainda haverá muito mais a partilhar.

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Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!!!

publicado por Musikes às 09:31 link do post
28 de Abril de 2017

Velas ao vento… Remos à água.

É remar, remar marinheiros, pois, a mais um porto iremos atracar.

E desfiando o novelo musical do século XIX, aqui mais sobre a vida e obra de Rossini – um colosso da ópera do período romântico.

 

Entretanto, o vosso “Musikes” está a realizar um inquérito à comunidade. Participem!

É simples e rápido! A preencher aqui!

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Gioacchino Rossini

(1792-1868)

 

“(…) Se Rossini quase se tornara um virtuose do "bel canto" pelas mãos do próprio tio, seria por meio de outro barbeiro que a posteridade se lembraria dele. Sua ópera O barbeiro de Sevilha é uma das mais conhecidas e mais executadas de todos os tempos. No entanto, ela é apenas uma das mais de trinta óperas compostas por Rossini ao longo da vida. De todas elas, apenas Guilherme Tell alcançou popularidade parecida. (…)” (http://musicaclassica.folha.com.br/cds/08/biografia.html)

 

Gioacchino Rossini - "Una voce poco fa", aria from "The Barber of Seville"

 

Gioacchino Rossini - Aria Cinderella (finale) from opera Cinderella by G

 

Gioacchino Rossini: «Non più mesta» Cenerentola's aria from the Opera «La Cenerentola» Joyce DiDonato, mezzosoprano

 

Gioacchino Rossini - The Barber of Seville: Largo Al Factotum (Figaro)

 

Gioacchino Rossini arias high voice (Tancredi, Demetrio, Aureliano operas)

 

Gioacchino Rossini  - "Il Viaggio a Reims," Rossini Opera - Flute Solo (No. 4: Aria di Milord)

 

Gioacchino Rossini - Lucas Meachem sings William Tell from Rossini's Guillaume Tell, the aria "Sois immobile"

 

Gioacchino Rossini - Aria di Cerere ("Nozze di Teti e di Peleo")

 

Gioacchino Rossini Isabella's aria from the opera L'Italiana in Algeri

 

Gioacchino Rossini the opera The Barber of Seville Rosina's aria

 

Gioachino Rossini - Otello - "Assisa a pie d'un salice" (Frederica von Stade)

 

Gioachino Rossini - Opera Idaho's Rossini's La Cenerentola - Aria #3

 

Gioachino Rossini - Maxim Richter - "Resta immobile" - Tell's aria from opera "William Tell"

 

Gioachino Rossini - Zelmira (1822) - Insertion Aria for Emma

 

Gioachino Rossini - Tancredi - "Di tanti palpiti" (Marilyn Horne, Lucia Valentini-Terrani & Agnes Baltsa)

 

Gioachino Rossini - Dueto de gatos

 

***

 

E não nos ficamos por aqui!

Muita música há ainda para ouvir.

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Por isso!...

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publicado por Musikes às 07:21 link do post
24 de Abril de 2017

Se o Clássico propôs o equilíbrio musical, o Romântico fez o inverso. Os compositores deste período trouxeram idéias novas, com propostas de liberdade estilística e formal. A leitura e o contato com outras formas de arte (pintura, escultura, arquitetura etc.) fez com que composições românticas surgissem, por exemplo, da observação de um quadro ou da interpretação de uma poesia. Há uma exacerbação dos sentimentos, da dor, da melancolia, da morte iminente. Os ingredientes básicos dos compositores românticos incluem a imaginação, a fantasia e o espírito de aventura.

 

Embarquemos, então, em mais uma viagem escutando com atenção a música de Gioacchino Rossini.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Gioacchino Rossini

(1792-1868)

 

“Gioacchino Antonio Rossini nasceu em 1792 na cidade italiana de Pesaro. Para escapar da pobreza, seu pai cogitou castrá-lo. Com isso, a voz do garoto não mudaria durante a adolescência e ele poderia continuar como cantor no coro da igreja. A mãe, porém, foi contra.

O próprio Rossini gostava de contar essa história aos amigos, explicando como escapara de se tornar um castrati. "Quando criança, eu tinha uma bela voz", recordava ele. "Meus pais me faziam cantar no coro da igreja. Foi quando um tio, barbeiro de profissão, convenceu meu pai da oportunidade de impedir a mudança de minha voz, pois assim me tornaria uma fonte de renda segura para toda a família", contava. (…)” (http://musicaclassica.folha.com.br/cds/08/biografia.html)

 

Gioacchino Rossini - Obertura de El Barbero de Sevilla

 

Gioacchino Rossini - La gazza ladra - Overture

 

Gioacchino Rossini - Elisabetta, Regina d'Ighilterra

 

Gioacchino Rossini - La Cenerentola - Overture

 

Gioacchino Rossini - La Urraca Ladrona (Obertura)"

 

Gioacchino Rossini: William Tell Overture: Final

 

***

 

E não nos ficamos por aqui!

Entretanto, o teu “Musikes” está a realizar um inquérito. Participa! Tu fazes a diferença!

É simples e rápido! A preencher aqui!

 

Eclaro! Mais música! Mais cores melódicas! Mais expressividade e diversidade!

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 07:21 link do post
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