Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
13 de Fevereiro de 2019

No Museu do Violino, em Itália, o clássico e o digital cruzam-se para eternizar a música de instrumentos antigos e foi pedido à população que não fizesse barulho

 

Na cidade italiana de Cremona a ordem é para andar em bicos dos pés até 9 de fevereiro. E ninguém se importa com isso dado o motivo nobre deste pedido de silenciamento geral: gravar digitalmente o som de uma viola e violinos dos sécs. XVI e XVII.

 

Cremona, uma pequena cidade com cerca de 70 mil habitantes, é o berço dos violinos. Foi ali que nasceu e fez a sua famosíssima oficina Antonio Giacomo Stradivari (mais conhecido pelo seu nome em latim: Antonius Stradivarius), considerado o mestre dos violinos.

A autarquia cortou algumas ruas e uma praça central e pediu que os residentes continuassem com a sua vida normal, mas fazendo o mínimo de ruído possível enquanto a música dos violinos é gravada por vários técnicos no Museu do Violino. Neste local, 32 microfones de alta sensibilidade vão gravar milhares de notas tocadas por músicos numa sala onde até às lâmpadas estão desligadas para evitar qualquer tipo de som não desejável, por mais pequeno que seja.

Por isso, não é de estranhar o pedido da câmara local. Qualquer camião a passar ou o latido de um cão poderiam arruinar as gravações.

 

“Isto é a democratização da música. Os sons destes instrumentos têm estado reservados para uma pequena elite de espectadores de concertos, mas agora vão ficar disponíveis para o público em geral”, conta ao jornal Corriera della Sera, Leonardo Tedeschi, ex-dj e fundador da empresa envolvida no projeto.

Os instrumentos em questão são tão especiais que têm nomes, entre eles, a viola Stauffer (de 1615), o violino Príncipe Doria (1734) ou o violino Vesúvio (1727).

As gravações serão depois postas à disposição no Bank of Sound (uma base de dados musical).

“É um casamento entre o passado e o futuro para tornar imortais os sons únicos dos instrumentos feitos por Stradivari, Guarneri e Amati”, refere Mattia Bersani, da empresa Audiozone.

 

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publicado por Musikes às 12:26 link do post
12 de Fevereiro de 2019

O Fantasporto é antigo de quase 40 anos, mas abraça os desafios da modernidade para mais uma edição que, de 19 de fevereiro a 8 de março, traz 36 antestreias e quase 200 filmes sobre os temas da atualidade no mundo.

 

 

O evento, que tem desta vez um número recorde de filmes portugueses (57) a concurso, resultou da seleção de cerca de 600 filmes chegados de 59 países e leva ao Rivoli exibições que "vão abordar as problemáticas do ambiente, da tecnologia, da saúde, da desumanização, das sociedades e da luta contra o radicalismo", como adianta a diretora do Fantas, Beatriz Pacheco Pereira.

 

O Fantasporto apresenta assim clássicos da vertente fantástica, mas leva ao mesmo tempo à descoberta de novos realizadores, já que essa faceta faz também parte da marca do festival, de acordo com Mário Dorminsky, a "cara" do Fantas desde sempre.

 

Veja o lineup desta edição AQUI.

 

 

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publicado por Musikes às 12:47 link do post
10 de Fevereiro de 2019

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Johann Strauss II

(1825-1899)

 

“(…) As duas primeiras foram Indigo, de 1871, e O carnaval de Roma, em 1873, mas não encontraram grande sucesso. A obra-prima definitiva viria apenas em 1874, com O Morcego, com libreto de Carl Haffner e Richard Genée, a partir de O réveillon, de Meilhac e Halévy, ambos libretistas de Offenbach. Foi um sucesso que se mantém até hoje. O Morcego transcendeu sua existência de opereta cômica e hoje pertence ao repertório tradicional das grandes casas de ópera em todo o mundo. (…)” (https://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/johann-strauss-ii)

 

Johann Strauss II (Junior): Indigo und die vierzig Räuber, Overture to the operetta (1871)

 

Johann Strauss II (Junior): Der Carneval in Rom - Overture to the operetta (1873)

 

Johann Strauss II (Junior): Die Fledermaus, Overture to the operetta (1874)

 

Johann Strauss II (Junior): Waltz Namorado - Opereta Barão Cigano (1885, vinil 78rpm)

publicado por Musikes às 12:51 link do post
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