Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
05 de Fevereiro de 2017

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Século XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

“A música, mais precisamente a ópera, incorporava te mas de fantasia e lendas medievais. Os românticos distanciaram-se dos valores prevalecentes durante a Idade da Razão. A conseqüência natural era que se interessassem pelo irracional, pelo macabro, sendo a loucura, o horror e o sobrenatural temas comuns. Na música, essa influência pode ser observada, por exemplo, na Sinfonia Fantástica (1830), de Berlioz, na qual o compositor evoca uma série de alucinações induzidas pelo ópio.

A Revolução Industrial trouxe benefícios econômicos para toda Europa. Esses benefícios acarretaram em vantagens significativas para os músicos. Além disso, houve um alargamento da educação e um crescimento das classes profissionais que resultaram em um novo público. (…)”

(http://www.letras.ufrj.br/veralima/romantismo/ensaios/musica_romantismo_g2j.pdf)

 

Franz Schubert - The Three Marches Militaires, Op. 51, D. 733 - March Nº 1 in D major

 

Gioachino Rossini - Rossini Overtures - William Tell - Overture

 

Robert Schumann - Scenes From Childhood, Op. 15 - Curious Story

 

Robert Schumann Scenes From Childhood, Op. 15 - Pleading Child

 

Felix Mendelssohn - A Midsummer Night's Dream - Wedding March

 

Felix Mendelssohn - A Midsummer Night's Dream - Overture

 

*****

 

“A música ao longo de todo o período romântico não esteve imune às mudanças encaradas pela sociedade.  A subjetividade e o foco voltado para as questões do individuo marcaram todo esse movimento artístico. Na música, vemos isso através de sequências menos harmoniosas ou através dos tons mais sombrios buscados como inspiração. Agora, cultua-se muito mais o que se tem de abstrato na subjetividade do artista criador, ou seja, o conteúdo emocional que pode ser encontrado em cada obra, e não mais a forma racional e simétrica que dominou toda uma era.”

(http://www.letras.ufrj.br/veralima/romantismo/ensaios/musica_romantismo_g2j.pdf)

 

Sergey Rachmaninoff - Lillá, Op21 Nº5

 

Johann Brahms - Symphony Nº 1 In (C Minor end C Major - Adagio – Più andante – Allegro non troppo, ma con brio – Più allegro, Op. 68 (4º and.)

 

Johann Brahms - Symphony Nº 1 In (A Flat Major - Un poco allegretto e grazioso, Op. 68 (3º and.)

 

Anton Bruckner - Symphony Nº 1 In C minor (Linz Version_ 1866) - 4, Finale. Bewegt und feurig, Wab 101 (4º and.)

 

Anton Bruckner - Symphony Nº 4 - Finale: Bewegt, doch nicht zu schnell (With motion, but not too fast), In E Flat major, Wab 104 (4º and.)

 

***

 

Pelo aqui escutado, o século XIX trouxe-nos imensas cores musicais.

A semente de um período riquíssimo em todas as áreas do saber, e que daí para a frente, o século seguinte desenvolveria em pleno.

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 07:21 link do post
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