Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
06 de Novembro de 2014

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Recuperação dos carrilhões de Mafra avança em 2015 Comitiva da Europa Nostra e do Banco Europeu de Investimento terminaram visita ao Palácio Nacional de Mafra. Até ao final do ano apresentam plano de apoio.

Homenagem à criadora de "Cheira bem, cheira a Lisboa" A fadista Anita Guerreiro, de 77 anos, criadora de êxitos como "Cheira bem, cheira a Lisboa", é homenageada na segunda-feira num espetáculo no Teatro Municipal S. Luiz, em Lisboa, por ocasião dos 60 anos de carreira.

Chico Buarque lê excerto do novo romance O novo livro do músico e escritor Chico Buarque chama-se 'O Irmão Alemão' e vai estar à venda no Brasil a partir de 14 de novembro.

"A viagem do elefante", de José Saramago, adaptado para banda desenhada O livro "A viagem do elefante", do escritor José Saramago, foi adaptado para banda desenhada por João Amaral e será publicada a 17 de novembro, revelou à Lusa a Porto Editora.

Auto-retrato de Leonardo Da Vinci em rara exposição em Turim Obra raramente é retirada de um cofre subterrâneo. Em Turim, acreditam que o olhar do retrato dá poder a quem o observa e por isso esconderam-no de Hitler.

Equipa do Museu do Cinema de Moscovo demite-se em bloco Cineastas de todo o mundo receiam que esteja ameaçada a salvaguarda do grande património fílmico russo e apelam ao ministro da Cultura de Vladimir Putin para recolocar em funções o prestigiado director histórico do museu, Naum Kleiman.

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Recuperação dos carrilhões de Mafra avança em 2015 http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/recuperacao-dos-carrilhoes-de-mafra-avanca-em-2015-1674669

Comitiva da Europa Nostra e do Banco Europeu de Investimento terminaram visita ao Palácio Nacional de Mafra. Até ao final do ano apresentam plano de apoio. Há muito tempo a precisar de uma intervenção, e depois de terem sido nomeados em Maio como um dos sete monumentos mais ameaçados da Europa, a recuperação dos carrilhões do Palácio Nacional de Mafra deverá avançar no próximo ano. Quem o diz é o presidente do Palácio, Mário Pereira, que avalia positivamente a vinda de uma comitiva de especialistas da Europa Nostra e do Instituto do Banco Europeu de Investimento.

Homenagem à criadora de "Cheira bem, cheira a Lisboa" http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=4215392

A fadista Anita Guerreiro, de 77 anos, criadora de êxitos como "Cheira bem, cheira a Lisboa", é homenageada na segunda-feira num espetáculo no Teatro Municipal S. Luiz, em Lisboa, por ocasião dos 60 anos de carreira. Em declarações à Lusa, a fadista afirmou-se "sensibilizada" com a iniciativa do produtor José Carlos Español, e considerou que teve a sorte de "iniciar a carreira numa altura de "grande criatividade, não só em Portugal como no mundo, com excelentes autores e músicos que faziam esses grandes êxitos". Anita Guerreiro recordou as muitas digressões que tem feito e não esquece "as muitas vezes" em que atuou "em cima de uma camioneta, com dois focos e mais nada, nem microfones, nem quaisquer condições acústicas". Referindo-se à homenagem, afirmou: "É um sinal que o público ainda se lembra de mim", acrescentando que deve à televisão a popularidade que hoje tem junto "de uma faixa mais nova". "Quanto à noite de homenagem vou cantar, faço-o todos so dias, ainda não sei bem o quê, mas claro não podem faltar aqueles números em que o público sempre me acompanha como 'Cheira bem, cheira a Lisboa' e 'É festa é festa'", adiantou. No espetáculo do São Luiz, entre outros, participam António Rocha, fadista com quem Anita Guerreiro canta diariamente na casa típica Arcadas do Faia, em Lisboa, e ainda Maria Amélia Proença, com mais de 50 anos de carreira, Maria José Valério, Deolinda de Jesus, João Casanova, Maria Mendes, Ana, Ana Carolina e Fernando Correia Marques. Anita Guerreiro, que completa 78 anos na próxima semana, disse à agência Lusa que "se pudesse escolher seria atriz".

Chico Buarque lê excerto do novo romance http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4217520&seccao=Livros

Este será o quinto romance do brasileiro Chico Buarque, depois de Leite Derramado (2009), que ganhou o Prémio Jabuti para livro do ano, e ainda Budapeste (2003), Benjamin (1995) e Estorvo (1991). O novo livro chama-se O Irmão Alemão e vai ser editado pela Companhia das Letras, no Brasil, a 14 de novembro. A editora lançou um booktrailer com o próprio Chico Buarque a ler um excerto do livro, no qual o narrador fala do pai, leitor compulsivo: "A biblioteca do meu pai contava então uns 15 mil livros (...) Calculando que ele tenha acumulado livros a partir dos 18 anos, posso tirar que meu pai não leu menos de um livro por dia. Isso sem contar os jornais, as revistas e a farta correspondência habitual, com os últimos lançamentos que por cortesia as editoras lhe enviavam". Numa entrevista em 2010, Chico revelou ter um "meio-irmão alemão", filho, como ele, do historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982), antes do seu casamento: "Não sei se ainda tenho. Mas tive. O meu pai teve um filho alemão antes de se casar. Depois, perdeu de vista porque voltou para o Brasil (...)." O músico não chegou a conhecer esse irmão, mas é muito provável que a sua existência, ainda que apenas imaginada, tenha servido de inspiração a este livro. Chico Buarque, que fez recentemente 70 anos, concilia há anos a carreira musical com a escrita de romances onde, na verdade, tem conseguido cada vez maior reconhecimento. O seu último livro está editado em Portugal pela Dom Quixote, que irá tentar também publicar este O Irmão Alemão.

"A viagem do elefante", de José Saramago, adaptado para banda desenhada http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/viagem-do-elefante-de-jos%C3%A9-saramago-adaptado-para-banda-desenhada

O livro "A viagem do elefante", do escritor José Saramago, foi adaptado para banda desenhada por João Amaral e será publicada a 17 de novembro, revelou à Lusa a Porto Editora. "Li o livro de uma rajada e senti o mesmo que tinha sentido quando adaptei 'A voz dos deuses' [de João Aguiar]; estava a ver as imagens da história na minha cabeça", afirmou João Amaral à agência Lusa. O autor demorou mais de dois anos a passar esse realismo das palavras de Saramago para o formato da banda desenhada, e o que mais lhe agradou na obra de José Saramago foi a construção das personagens e o facto de se abordar a condição humana. "Há quem pense que uma adaptação é só pegar nas palavras do autor, mas há coisas que na literatura funcionam de uma maneira que depois não funciona em banda desenhada. Tenho muitas sequências de silêncio, que no livro são palavras", afirmou. José Saramago, que publicou "A viagem do elefante" em 2008, dois anos antes de morrer, entra na banda desenhada como o narrador da viagem de Salomão, o elefante. O livro de Saramago inspira-se num episódio histórico, do século XVI, de um elefante asiático oferecido por D. João III ao arquiduque da Áustria Maximiliano II, que fez a viagem de Lisboa até Viena. Em 2008, o escritor afirmou à agência Lusa que o livro é "uma metáfora da vida humana": "Este elefante que tem de andar milhares de quilómetros para chegar de Lisboa a Viena, morreu um ano depois da chegada e, além de o terem esfolado, cortaram-lhe as patas dianteiras e com elas fizeram uns recipientes para pôr os guarda-chuvas, as bengalas, essas coisas". "Quando uma pessoa se põe a pensar no destino do elefante - que, depois de tudo aquilo, acaba de uma maneira quase humilhante, aquelas patas que o sustentaram durante milhares de quilómetros são transformadas em objectos, ainda por cima de mau gosto - no fundo, é a vida de todos nós. Nós acabamos, morremos, em circunstâncias que são diferentes umas das outras, mas no fundo tudo se resume a isso", defendeu. João Amaral, nascido em Lisboa em 1966, já trabalhou no jornalismo, em publicidade, ilustrou manuais escolares. Da obra publicada fazem parte a adaptação para BD do romance "A voz dos deuses", de João Aguiar, em conjunto com Rui Carlos Cunha, e a BD "As cinzas da revolta", assinando como Jhion, com argumento de Miguel Peres. "A viagem do elefante" também já foi adaptado para um espetáculo de teatro de rua, produzido pelo Trigo Limpo Teatro ACERT, já apresentado em várias cidades portuguesas. José Saramago, Nobel da Literatura em 1998, nasceu na Golegã, a 16 de novembro de 1922, e morreu em Lanzarote, Espanha, a 18 de junho de 2010.

Auto-retrato de Leonardo Da Vinci em rara exposição em Turim http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4210193

É um dos auto-retratos mais famosos do mundo, tem cerca de 500 anos e raras vezes tem sido oferecido aos olhares do mundo. A Biblioteca Real de Turim é a detentora do desenho a sanguínea - uma espécie de giz vermelho - em que o próprio Leonardo Da Vinci passou para o papel os traços do seu rosto. E tem-o fechado a sete chaves numa sala subterrânea que pretende evitar danos maiores, causados pela inexorável passagem do tempo. Mas o auto-retrato de Leonardo, cuja história é tão antiga quanto surpreendente, está exposto a partir de hoje e até ao próximo dia 15 de janeiro de 2015, numa mostra a que a Biblioteca Real de Turim chamou "Leonardo e os Tesouros do Rei". Quase uma centena de obras-primas da coleção da instituição, entre cartas náuticas, manuscritos ou desenhos de Raffaello, Carracci, Perugino, Van Dyck e Rembrandt deixaram os cofres a que normalmente estão confinadas e estarão acessíveis ao público nas salas abertas da biblioteca durante pouco mais de dois meses. Todas as obras são autênticas preciosidades, mas só uma delas tem estatuto especial: o auto-retrato de Da Vinci é tão valioso e simbólico que, por exemplo, só pode ser deslocado com autorização do governo italiano e o seu transporte exige uma "caixa especial" capaz de manter as mesmas condições de temperatura e humidade da sala subterrânea onde está guardado. Esta caixa é depois acondicionada dentro de várias outras caixas, com o objetivo de evitar qualquer vibração. E o veículo onde for transportada será monitorizado remotamente, acompanhado por uma escolta armada. O processo é extremamente complexo e, segundo a BBC, é pouco provável que se repita mais vezes: a última ocasião em que o auto-retrato de Leonardo saiu da Biblioteca Real de Turim foi em 2011 para uma exposição no palácio de Venaria Reale, nos arredores da cidade, que marcava os 150 anos da reunificação italiana. Só nestes casos especiais a instituição equaciona mostrar o desenho de Da Vinci, pelo que a exposição agora inaugurada é uma excelente oportunidade para observar a obra datada de 1515, ainda que alguns peritos considerem que o estilo e a técnica do desenho se identificam mais com os trabalhos de Leonardo na década de 1490. Há mesmo quem se recuse a acreditar que tenha sido Leonardo o autor do retrato, em consequência das convicções do próprio: Da Vinci acreditava que a arte devia representar um ideal e não a face do artista.

Equipa do Museu do Cinema de Moscovo demite-se em bloco http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/equipa-do-museu-do-cinema-de-moscovo-demitese-em-bloco-1675048

Cineastas de todo o mundo receiam que esteja ameaçada a salvaguarda do grande património fílmico russo e apelam ao ministro da Cultura de Vladimir Putin para recolocar em funções o prestigiado director histórico do museu, Naum Kleiman. Dezenas de realizadores, críticos de cinema e programadores de todo o mundo solidarizaram-se já com o histórico director do Museu Nacional do Cinema de Moscovo, Naum Kleiman, que se demitiu, com toda a sua equipa, afirmando que se tornara insustentável trabalhar sob as ordens da nova responsável do museu, nomeada pelo ministro da Cultura Vladimir Medinski, Larissa Solonitsyna.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a semana! Até breve!
publicado por Musikes às 12:21 link do post
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