Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
15 de Janeiro de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

O que é cultura geral? ANABELA MOTA RIBEIRO (Texto) e JOÃO FAZENDA (ilustração) Perguntámos a seis pessoas, de diferentes gerações e áreas do saber, num momento em que as noções de conhecimento e memória foram subvertidas, instaladas em novas prateleiras, disponibilizadas em novos (e sempre novos) suportes. Não procurámos pessoas especialmente cultas, ainda que algumas o sejam. Procurámos o entendimento que têm de cultura e o modo como ela se intromete e contamina a vida de todos os dias. Pedimos também que elaborassem uma lista de obras seminais (era quase obrigatório excluir a Bíblia e O Capital...), de peças e encontros em que se fizeram.

Libretos Culturais: Casa da Música Uma História da Alemanha Ver Vídeo Uma História da Alemanha Uma História da Alemanha Ver Vídeo Facebook Twitter Google+ Vimeo Youtube http://casadamusica.pt

Esta semana no Porto Inaugurações simultâneas @ Miguel Bombarda, 17 Jan '15 https%3A%2F%2Foportocool...

Apresentação pública da programação do Teatro Municipal do Porto http%3A%2F%2Fissuu.com%2...

entrada livre para a primeira apresentação intermédia de A Ronda - Teatro Expandido http%3A%2F%2Fissuu.com%2...

GNR anunciam novo álbum em jantar com fãs O Jantar dos Reis (do Roque) reuniu os GNR e um grupo de 30 fãs, em Espinho, dia em que também ficou pronto o 12.º álbum de originais da banda, a lançar em março, com o single "Cadeira elétrica" a ser a primeira canção conhecida.

Um filme voltou a mostrar ao Porto o coração do rei D. Pedro Filmagens para O Sentido da Vida, de Miguel Gonçalves Mendes, levaram à reabertura do cofre onde está o coração de D. Pedro IV, entregue à cidade pelo papel desta contra o absolutismo. A 7 de Fevereiro de 1835, a relíquia entrava no Douro e foi levada para a Igreja da LapaMARIA JOÃO GALA.

Tolentino Mendonça com dois livros finalistas do Prémio Casino da Póvoa Já são conhecidas as obras de poesia finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito do 16º Correntes d"Escritas, que vai decorrer, de 25 a 28 de fevereiro, no Cine-teatro Garrett.

Filme de animação 'O Principezinho' estreia em outubro Era uma vez um Principezinho que vivia num planeta pouco maior do que ele e precisava de um amigo. É assim que começa um dos livros mais lidos em todo o mundo. Para além das várias edições em Portugal e de haver também um espetáculo em cena no Teatro Politeama, em Lisboa, pelas mãos de Filipe La Féria, O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry irá ter, este ano, uma nova versão cinematográfica. Com estreia marcada para 7 outubro em França, Le Petit France é um filme de animação realizado por Mark Osborne e a divulgação do trailer, no final do ano passado, colocou as expetativas muito elevadas.

Há um gadget que vai medir ondas cerebrais para dominar stress Em Las Vegas encontram-se "wearables" para qualquer parte do corpo. A Polaroid está em força com câmaras sociais. Isto começa a parecer-se com o futuro que os Jetsons nos prometeram nos anos sessenta.

Nike vai lançar ténis do 'Regresso ao Futuro' que se apertam sozinhos Os ténis do Marty McFly vão sair em 2015, ano para que o personagem viaja no filme Regresso ao Futuro II, de 1989.

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Para reflectir na pessoa que somos, e talvez no projecto de vida que os nossos educandos que hão-de vir a ser...

Ora... vamos a "à pena"!

O que é cultura geral? http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/o-que-e-cultura-geral-1681554

cânone, não tanto de obras literárias mas de obras de pensamento, que contribuíram para o mundo tal como o conhecemos. Nesse contexto, eu incluiria certamente a Bíblia, Platão, Aristóteles, a Utopia de Thomas Morus, obras fundamentais do Marxismo, de Darwin, Kant, William James, Piaget ou Vygotsky, Freud, ou do processo que conduziu à Declaração Universal dos Direitos Humanos. E obras literárias, sim, porque são as que melhor contribuirão para conhecer, compreender e sentir o ser humano. tão longe. Noutro dia inventei uma palavra: "ontemporâneo". Isso somos todos. Qualquer coisa de Morton Feldman Amyr Klink atravessando o Atlântico num barco a remos O livro das Pinturas e Platibandas de Anna Mariani As pedras pintadas de Fernando Lanhas A pintura The Wild Barnett Newman Caetano Veloso e a Banda Cê Apanhador de Pirilampos Fernando Assis Pacheco As pinturas corporais dos índios sul-americanos Zabriskie Point Antonioni My Favorite Things John Coltrane Cultura? Não sei. Deve ser o tecido que faz o ser humano. A trama, a rede, os fios? Ou os nós e os laços, como no título do Alçada Baptista? Para mim, cultura é tudo que seja comum. Cultura é o que há entre nós. Lembro-me às vezes do que disse Gilberto Gil quando tomou posse como ministro da Cultura do Brasil (googlei, não sei de cor): "Cultura como conjunto de signos de cada comunidade e de toda a nação. Cultura como o sentido de nossos actos, a soma de nossos gestos, o senso de nossos jeitos." Eu acrescentaria ainda os grandes e pequenos nadas de que a vida é feita. Fui influenciado por toda a gente, penso bastante em pessoas que não conheço. Devorei os discos e os livros do meu pai e da minha mãe. Agora desaprendo muito com as minhas filhas e o meu filho. Como aluno, e nos últimos 12 ou 13 anos como professor de Artes Visuais, gosto da ideia do ensino como uma colaboração entre aluno e professor. Mais do que a passagem de ideias, conhecimentos, prefiro a colaboração entre duas ou mais pessoas que se encontram a partir dos seus pontos de vista. O trabalho do professor é antes de tudo estimular, criar força de vontade, atiçar, ajudar a abrir clareiras. Gosto ainda, muito, de aprender coisas no Youtube: técnicas de pintura dos Expressionistas Abstractos americanos, os acordes que o João Gilberto faz no violão, como fazer um chapéu de palha. Sou ambidestro, e talvez por isso não confio muito em especialistas. Prefiro Fernando Pessoa e os seus heterónimos. Temos de nos inventar plurais. A primeira coisa que Goethe fazia quando chegava a uma cidade era subir a uma torre, de preferência a mais alta, para ver a cidade inteira, lá de cima. Tenho vertigens, e penso nisto quase todos os dias. O pintor Giorgio Morandi (um dos maiores!) viveu sempre na mesma casa e, na única vez que saiu de Bolonha, não foi muito longe. Era uma outra espécie de vertigem; a qual destas vertigens se pode chamar cultura? É um mau princípio que exista uma disciplina chamada Cultura Geral. Será uma especialização em generalidades? A necessidade de uma disciplina assim vai contra a própria ideia de escola. Cultura, particular e geral, é o que as escolas proporcionam, em princípio, por definição. As escolas deviam ser mais efémeras: temos a mania de congelar a história e fixar fórmulas. John Cage dizia que, em vez de lermos todos os mesmos livros, cada um podia ler um livro diferente e depois contar ao outro. Seria útil também que aprender a escrever e fazer contas não fosse mais importante que aprender a desenhar ou tocar um tambor. A escola não devia ser um sistema de hierarquias falsas. A escrita e o desenho, a matemática e a música são quase a mesma coisa, com nomes diferentes. Há pouco tempo vi um pequeno filme sobre o ensino nas tribos indígenas, no Brasil. A certa altura, o Pajé (chefe da tribo) vai buscar um curumim (uma criança) que está debruçado sobre uma folha de papel, numa espécie de sala de aula totalmente aberta, sem portas ou janelas, e diz-lhe: "Você já aprendeu a ler, agora vem aprender a dançar." Há dias fiquei chocado porque uma grande artista brasileira não sabe quem é Dudi Maia Rosa, um dos meus pintores favoritos, brasileiro. Talvez seja mais chocante que eu o conheça. Estarei a tornar-me num especialista?

E agora espaço para uns tantos "Libretos" Culturais

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Esta semana no Porto Inaugurações simultâneas @ Miguel Bombarda, 17 Jan '15 https%3A%2F%2Foportocool...

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GNR anunciam novo álbum em jantar com fãs http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=4336331

O Jantar dos Reis (do Roque) reuniu os GNR e um grupo de 30 fãs O encontro com os fãs repetiu-se pelo quarto ano consecutivo na Casa de Pasto Manuel da Feira, por altura dos Reis (sugestão ao tema "Reis do Roque", de 2010), assinalando também o aniversário da banda, que completa 34 anos. "É uma boa maneira de começar a época. É bom estar próximo das pessoas, auscultá-las, perceber porque somos significativos nas suas vidas", reflete o vocalista, Rui Reininho, sobre este recarregar de energias, antes da saída do novo álbum.

Um filme voltou a mostrar ao Porto o coração do rei D. Pedro http://www.publico.pt/local/noticia/um-filme-voltou-a-mostrar-ao-porto-o-coracao-do-rei-d-pedro-1681642

A realidade não é, infelizmente, um filme. Mas o filme que esta quinta-feira levou a Câmara do Porto e a Irmandade da Lapa a reabrirem o cofre que guarda o coração de D. Pedro IV, símbolo das lutas do Porto contra o absolutismo, não escapou à realidade dos bárbaros acontecimentos de quarta-feira, em França. Num momento em que a liberdade foi atacada, Rui Moreira deu a mostrar à equipa do realizador Miguel Gonçalves Mendes uma relíquia, o "maior tesouro de uma cidade" que, cercada pelos miguelistas, entre Julho de 1832 e Agosto de 1833, soube resistir. Um dia antes de morrer, em 24 de Setembro de 1834, em Queluz, D. Pedro IV fez questão de indicar que o seu coração fosse entregue à cidade do Porto, como agradecimento pelo empenho dos seus cidadãos no cerco. A 7 de Fevereiro de 1835 - fará 180 anos no próximo mês - a relíquia entrava no Douro, e foi levada para a igreja da Lapa, por indicação da filha, a rainha D. Maria. Todos os anos, recordou o historiador e mesário desta irmandade, Francisco Ribeiro da Silva, a 24 de Setembro realizavam-se nesta igreja prédicas com os melhores palestrantes. E um tema obrigatório era... a liberdade. Foi-o ontem de novo. Tudo por causa de um filme "O Sentido da Vida", de Miguel Gonçalves Mendes, para o qual o coração voltou a ser mostrado, e por causa também do crime sem sentido, que roubou a vida a 12 membros da equipa do jornal satírico francês Charlie Hebdo. "Em tempos em que a liberdade volta a ser questionada, é bom lembrar D. Pedro", afirmou o historiador. A seu lado, Rui Moreira, que como representante do povo do Porto guarda as chaves do cofre que preserva esta relíquia, lembrou a seguir que os portuenses resistiram, quando a liberdade estava em causa. E insistiu que hoje, a Europa e o Ocidente não podem desistir também. Miguel Gonçalves Mendes não imaginaria, há umas semanas, quando pediu ao vereador da cultura, Paulo Cunha e Silva, que o ajudasse nas autorizações para conseguir filmar o coração, que a cena ganharia estes contornos paralelos. Coisas da realidade, a entrar pelo cinema. O seu propósito, neste documentário era pôr Giovane Brisoto, jovem brasileiro com a doença dos pezinhos em busca do sentido da sua vida, em contacto com o coração do homem que fundou o Brasil independente. A produção luso-brasileira abrirá com estas imagens do Porto, uma cidade pouco presente na filmografia mundial, apesar de estar por estes dias nas bocas - e nos olhos - do mundo. A Câmara do Porto pretende aumentar, na medida das disponibilidades orçamentais - o apoio à produção de filmes que tenham a cidade como palco, ligando esta associação a um produto cultural ao impacto que essa visibilidade pode ter no turismo. O novo projecto do realizador de José e Pilar, que será rodado em seis países, e que inclui protagonistas como o escritor Valter Hugo Mãe ou Juíz Baltazar Garzón, entre outros, foi visto como uma oportunidade. E Miguel Gonçalves Mendes agradeceu. As dezenas de pessoas presentes nesta cerimónia solene, que implicou a retirada da lápide que na lateral do altar-mor, escondia o cofre com o coração, acabaram por se tornar figurantes deste O Sentido da Vida, que não tem nada de Monty Pithon. O filme levou Giovane a Vila do Conde que, com a vizinha Póvoa de Varzim, foi o ponto de origem e disseminação pelo mundo, nas naus e caravelas, da doença que ele começou a sentir há três anos. A degeneração progressiva dos seus membros está a ser retardada por um medicamento, o Tafamidis, até que lhe seja possível fazer um transplante. O jovem de 28 anos, descendente de portugueses e italianos, precisa de um fígado novo, que lhe garantirá que o seu coração há-de continuar a bater. Já são conhecidas as obras de poesia finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito do 16º Correntes d"Escritas, que vai decorrer, de 25 a 28 de fevereiro, no Cine-teatro Garrett. O júri, constituído por Afonso Cruz, Almeida Faria, Ana Paula Tavares, Maria Flor Pedroso e Valter Hugo Mãe selecionou 13 finalistas de uma lista de cerca de 80 livros de poesia: A papoila e o monge, José Tolentino Mendonça, Assírio & Alvim Aprendiz de dourado, Renato Filipe Cardoso, Texto Sentido Aprendizagem Balnear, João Rios, Cadernos do Grito Categorias e outras paisagens, Fernando Echevarría, Edições Afrontamento

Filme de animação 'O Principezinho' estreia em outubro http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4334122&seccao=Cinema

Com estreia marcada para 7 outubro em França, Le Petit France é um filme de animação realizado por Mark Osborne e a divulgação do trailer, no final do ano passado, colocou as expetativas muito elevadas. Afinal, Mark Osborne é o responsável por êxitos como O Panda do Kung Fu (2008). O filme adapta a história do pequeno príncipe tendo como protagonista uma menina e o seu vizinho Aviador, que lhe conta as histórias das suas viagens e de como conhece um dia o Principezinho. Produzido pela Onyx Films, com argumento de Irena Brignull, o filme original é em francês. Na versão inglesa irão ouvir-se as vozes de estrelas como James Franco, Benicio del Toro, Rachel McAdams, Marion Cotillard, Jeff Bridges e Ricky Gervais, entre outros. Apesar de esta ser a primeira vez que o livro de Saint-Exupéry dá origem a um filme de animação, não é o primeiro filme baseado na obra. Um dos mais conhecidos foi realizado por Stanley Donen em 1974 e contava com a participação de Bob Fosse como a Cobra e Gene Wilder como a Raposa:

Há um gadget que vai medir ondas cerebrais para dominar stress http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4332270

Na maior feira de eletrónica de consumo do mundo, em Las Vegas, há um aspirador que se esvazia sozinho, o Deebot 77, e uma câmara de vigilância doméstica que também mede a qualidade do ar, a Withings Home. Há um plástico com sensores que se põe no vaso e indica como regar a planta, o Parrot H2O, e uma câmara que permite comunicar com o cão quando este fica sozinho em casa, o Petcube. Mas poucas coisas são tão intrigantes como esta: uma bandolete que se põe na testa e mede as ondas cerebrais. É uma espécie de "como treinar o teu dragão", mas para o cérebro. A Muse, da empresa Interaxon, tem sete sensores (três na testa, dois nas têmporas e dois por trás das orelhas) que medem a atividade cerebral, através de eletroencefalograma, e enviam os resultados para uma app no smartphone. Depois, em sessões diárias de três minutos, ensina a redirecionar o cérebro.

Nike vai lançar ténis do 'Regresso ao Futuro' que se apertam sozinhos http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4339697

Os ténis que Marty McFly calçou vão regressar. O calçado icónico da Nike, com atacadores que se apertam sozinhos, chamados Power Laces, foi criado pelo designer Tinker Hatfield em 1989 como os sapatos que McFly calça em 2015, e agora a Nike está determinada a torná-los uma realidade. Numa conferência na Califórnia na segunda-feira, Hatfield confirmou aquilo que já anunciara no ano passado: a Nike vai lançar os ténis com atacadores que se apertam sozinhos, mas Hatfield não quis falar, para já, de preços nem de datas de lançamento. "Ainda faltam 11 meses e dois terços de 2015", disse Hatfield, citado pelo portal de fãs de ténis, Nice Kicks. "O entusiasmo por estes ténis é algo que poucos percebem", contou à Mashable o responsável pelo Nice Kicks, Matt Halfhill. "Acho que nem a Nike percebe a procura que há para este sapato". Segundo o mesmo site, a Nike até já patenteou a tecnologia dos Power Laces. Os ténis surgem no filme Regresso ao Futuro II, de 1989, protagonizado por Michael J. Fox enquanto Marty McFly. Neste filme, os protagonistas viajam para o futuro, para dia 21 de outubro de 2015.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:58 link do post
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