Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
22 de Janeiro de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

A agendar… projeto "Clubes de Apoio à Inclusão", vencedor do Prémio BPI Capacitar.

“A Escola Básica e Secundária de Águas Santas enquanto parceira, através do grupo de Educação Especial, no projeto "Clubes de Apoio à Inclusão", vencedor do Prémio BPI Capacitar, promovido pela Instituição O Fio de Ariana, vem por este meio convidá-lo (a) para assistir à apresentação pública do projeto no dia 23 de janeiro, pelas 18:45, no auditório da Escola Básica e Secundária de Águas Santas (...)

Esperamos por si!” (…)

Inauguração de exposição fotográfica sobre o Órgão Ibérico. http%3A%2F%2Fissuu.com%2…

Com prazer lhe enviamos concerto do Coliseu do Porto para esta semana: GISELA JOÃO23.01.2015 > 21.30 h

GISELA JOÃO é reconhecida como uma das mais importantes intérpretes do panorama musical português da atualidade – vencedora dos prémios Blitz, Público, Time Out, Expresso e um Globo de Ouro para melhor intérprete nacional. O grande público também se rendeu esgotando completamente os concertos da Casa da Música e CCB em Janeiro passado. As atuações em alguns dos mais importantes festivais e o acolhimento recebido nos seus primeiros concertos internacionais consagram em definitivo o nome de GISELA JOÃO, que agora se prepara para apresentar o seu novo espectáculo nas salas mais emblemáticas de Lisboa e Porto. http%3A%2F%2Fwww.coliseu… url q=http%3A%2F%2Fwww.coliseu…

Remade in Portugal @ Fundação EDP, 9 jan – 1 fev 2015

Remade in Portugal, exposição de Design Ecológico, Artes Plásticas e Cinema em exibição na Galeria da Fundação EDP, até 1 de fevereiro de 2015. Concebido inicialmente como um desafio ao design e às artes plásticas para reflectir sobre as questões ambientais, alargou o seu campo de ação à arquitectura, às artes visuais, música, literatura e cinema. I In-Utilitas é o tema da 8ª edição, um desafio aos criadores para reinventarem novas utilidades, sendo o cinema o tema em debate num ciclo de conferências, abertas ao público, com os cineastas Joaquim Sapinho, Edgar Pêra e João Botelho, com moderação de António Costa, no Teatro Municipal Rivoli, Pequeno Auditório. Remade In Utilitas Galeria da Fundação EDP 9 Janeiro a 1 Fevereiro terça-domingo 13:00-19:00 Entrada livre direcção cultural: José Manuel dos Santos curadoria: Roberto Cremascoli e João Pinharanda display: Cremascoli Okumura Rodrigues_ Arquitectos imagem gráfica: Paulo Patrício fotografias: Attilio Fiumarella audiovisuais: Filipe Duarte produção: Fernando Ribeiro instalações: Noarq No Arquitectos Lda Jose Carlos Nunes Oliveira, Pedro Bandeira design: Ana Pina Ana Patricia Pina, Ângela Garcia, Carvalho Araújo, Diogo Frias Riobom, Estelita Mendonça, Francisco Providência Providência design , Galula Galula Product Studio, João Mendes Ribeiro João Mendes Ribeiro Arquitecto, Lda, João Tomaz, José Adrião José Adrião Arquitectos, Julio Dolbeth, Maria Gambina Maria Gambina Shop Online, Naulila Luís Sushidesign By-Naulila Luis, Paula Santos Paula Santos | arquitectura, Paulo Costa, Paulo Seco, Pedro Sottomayor, Rui Grazina Rui Grazina Architecture+Design. artes plásticas: Armanda Duarte, Gonçalo Barreiros, Inês Botelho, Joana Bastos, João Paulo Feliciano, Luís Campos, Manuela Marques, Noé Sendas, Rodrigo Peixoto, Xana. cinema: António M. Costa, Edgar Pêra, João Botelho, Joaquim Sapinho oportocool | 18 Janeiro 2015 às 4:57 pm | Categorias: 99: HAPPENIN' COOL | http://wp.me/p4o1H-67d

Encerramento da exposição de ilustração tradicional Porto Cultura : www.cm-porto.pt / email: portocultura@cm-porto.pt>

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Em cima da mesa… um bom livro… um fantástico CD e… as notícias da semana.

Estudante de Coimbra lança livro sobre a evolução do punk em Portugal O estudante da Universidade de Coimbra Paulo Lemos lançou um livro sobre a evolução do punk em Portugal, intitulado “A Vida Suburbana”, a partir da sua tese de mestrado em Estudos Artísticos.

Recital vermelho e negro para corpo e piano Os sucessivos ambientes sonoros e cortes de luz conferem à peça uma cadência modular e contornos de um recital intimista para um piano e um corpo.

Velhos recursos inesgotáveis Dos inúmeros criadores do nosso tempo, é difícil adivinhar quais são os que perdurarão na memória das gerações vindouras como grandes mestres; mas de todos os que já assumiram o papel de compositores em residência na Casa da Música (CdM).

Bob Dylan já canta Sinatra O músico norte americano regressa aos álbuns de estúdio com Shadows in the Night, dedicado a Frank Sinatra.

Matosinhos vai ser a Capital da Cultura do Eixo Atlântico em 2016 O concelho de Matosinhos vai ser, em 2016, Capital da Cultura do Eixo Atlântico, sucedendo à cidade espanhola de Ourense, estando a autarquia a preparar já um "ambicioso programa" para esse ano.

Poesia e canta "Valencianas" com vista para a Mouraria Apaixonado pelas colinas da capital portuguesa, o popular músico brasileiro Alceu Valença, agora com 68 anos, comprou uma casa no Castelo, onde passa parte do ano. (…) Na mesinha da sala estão O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, um livro do angolano José Eduardo Agualusa e outro do português Miguel Esteves Cardoso. Também lá está O Poeta da Madrugada, livro de poemas de Alceu Valença, lançado há pouco pela Chiado Editora.

Cientistas descobrem cópia mais antiga de um evangelho num papiro Cientistas encontraram a cópia mais antiga que se conhece de um evangelho num papiro que foi reutilizado para criar a máscara de uma múmia egípcia, revelou à agência Efe um dos responsáveis pela descoberta.

E agora, uma vista de olhos pelo mundo da tecnologia. 

Com 14% do mercado, Microsoft vai mostrar o novo Windows A Microsoft revelou nesta quarta-feira mais detalhes do Windows 10, a próxima versão do sistema operativo (…)

Sete dicas para manter segura a sua rede Wi-Fi doméstica A falta de cuidado e protecção com a rede wireless de casa pode ser a porta para que cibercriminosos controlem o seu router e a partir daí acedam a informação confidencial ou cometam delitos através dele.

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Vamos aos detalhes…

Estudante de Coimbra lança livro sobre a evolução do punk em Portugal http://www.asbeiras.pt/2015/01/estudante-de-coimbra-lanca-livro-sobre-a-evolucao-do-punk-em-portugal/

O estudante da Universidade de Coimbra Paulo Lemos lançou um livro sobre a evolução do punk em Portugal, intitulado “A Vida Suburbana”, a partir da sua tese de mestrado em Estudos Artísticos. A ligação de Paulo Lemos ao punk, que desde a adolescência esteve envolvido em várias bandas deste género musical, levaram-no a abordar o tema, analisando a evolução do punk em Portugal desde “1978 até 2005″. Segundo o agora estudante de doutoramento na Universidade de Coimbra, o punk começou com um número muito reduzido de bandas em Portugal, na década de 1970. Em 1980, observou-se “o desenvolvimento de subgéneros” e, nos anos 1990, o punk acabou por registar o seu maior crescimento, quer de bandas, quer de público. “Hoje, o punk não é alvo de tanto interesse”, sublinhou. Depois dos anos 1990, “o movimento punk abrandou”, devido à internet e à globalização, que expuseram “os jovens adolescentes a muitas mais tribos urbanas”, explanou. Outra razão é a evolução da própria “cena punk”, com várias divisões de públicos e de bandas, motivadas também “por ramificações musicais” do género, acabando o punk por aparecer “repartido por diferentes subgéneros”. Para além dessa análise, Paulo Lemos constata, no seu livro, que alguns dos músicos que hoje tocam em bandas como Madredeus, Linda Martini ou PAUS, entre outras, “começaram a sua carreira e formação musical no punk. Embora depois se tenham afastado musicalmente, continuam com um espírito de intervenção”. “O punk tem esta componente do simplismo musical”, em que a vontade de tocar torna “a técnica pouco relevante”, salientou, referindo que este género acabou por ser a base de formação de muitos músicos portugueses. O livro, editado pela Associação Cultural Burra de Milho, tem ainda como caso de estudo a banda de punk Mata-Ratos, conjunto formado “em 1982 e que sempre esteve ligado ao movimento”. A tese que deu origem ao livro teve como orientador Paulo Estudante, docente da UC, e ainda Miguel Newton, vocalista dos Mata-Ratos, como coorientador.

Recital vermelho e negro para corpo e piano http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/recital-vermelho-e-negro-para-corpo-e-piano-1682664

Ao centro do palco escurecido, iluminados a vermelho, uma pequena mesa e, ao fundo, à esquerda, um piano. A figura insólita de um homem de calças e camiseta negras, a que a farta cabeleira loira presa em rabo-de-cavalo traz uma pincelada andrógina, tacteia a mesa com gestos robóticos. Irrompe um sonido electrónico agreste e contínuo (autoria de Ulrich Estreich) e os seus movimentos maquinais vão ganhando amplitude no espaço. Segue-se um súbito blackout. A silhueta reaparece, silenciosa, a esgrimir um bastão metálico, como um dom quixote de BD a arremeter contra fantasmáticos moinhos de vento. Sob a luz avermelhada distinguimos uma mulher ao piano (Joana Gama) a tocar abruptos acordes avulsos (composição de João Godinho) enquanto a cena ganha claridade; entre ciclos de alta voltagem e de apaziguamento, movimento e som convergem casualmente. O bailarino executa variações sobre curtas sequências, onde explora movimentos fluidos, suspensões, voltas, bruscas mudanças de direcção, ou ínfimos gestos nervosos, numa paleta expressiva que vai do burlesco ao garboso, do convulsivo ao virtuoso, condimentada com sorrisos, vocalizações ou atitudes de abandono, a convocar as estratégias cumulativas e combinatórias da dança de Trisha Brown e de Merce Cunnigham. A precisão com que, num ápice, transita entre distintas tonalidades emotivas e técnicas de movimento, dá-nos conta do quanto as qualidades interpretativas de Luís Guerra (Lisboa, 1985) são a síntese de uma formação em dança clássica (no Conservatório de Lisboa) expandida ao polifacetado universo da dança contemporânea. Trajectória onde se destaca, entre outros, o cruzamento com a coreógrafa Tânia Carvalho (a partir de 2005) e o colectivo Bomba Suicida (2008-2014).

Trovoada De Luís Guerra. Com Joana Gama (pianista) e Luís Guerra (bailarino) CCB, Pequeno Auditório, 15 de Janeiro, 21h Sala Cheia Há, em Trovoada, um certo cunho formalista com ligações ao outro território de expressão predilecto de Luís Guerra: o desenho a lápis de carvão. São linhas, formas, padrões e sombras semi-abstractas, através das quais Guerra ficcionou imagens para Laocoi, país imaginário da sua infância, dando curso ao fascínio de criança por mapas, planeamento urbano e cidades. A cultura, tradição e linguagem próprias desse país inventado contaminariam, mais tarde, peças como Laocoi (2008), Hurra! Arre! APRE! Irra! Ruh! Pum! (2010) ou Qqywqu"ddyll"o" (2011). Os sucessivos ambientes sonoros e cortes de luz conferem à peça uma cadência modular e contornos de um recital intimista para um piano e um corpo. Mas alguma insistência em certas ideias ou a previsibilidade dos apontamentos que alimentam o sequenciar das secções, amornece a densidade da atmosfera introduzindo, por períodos, a impressão de um certo arrastamento, apesar dos apenas 45 minutos de duração da performance. A caminho do final, porém, peça recupera fôlego: sob um foco latejante de luz carmesi, Guerra oferece-nos uma curiosa sequência de registos dissonantes: um estupendo alinhamento de brisés volés baléticos, inopinadas gestualidades nonchalant ou do que parece um barafustar com um hipotética entidade extraterrestre, é a súmula das potencialidades do intérprete e dos pontos fortes desta Trovoada a vermelho e negro.

Velhos recursos inesgotáveis http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/velhos-recursos-inesgotaveis-1682705

Dos inúmeros criadores do nosso tempo, é difícil adivinhar quais são os que perdurarão na memória das gerações vindouras como grandes mestres; mas de todos os que já assumiram o papel de compositores em residência na Casa da Música (CdM), o alemão Helmut Lachenmann (n. 1935) será dos que menos dúvidas oferece quanto ao seu lugar cativo nas futuras narrativas da História (encontrando paralelo talvez apenas em Jonathan Harvey – sobretudo pelo caso singular que este representa entre os compositores de nacionalidade britânica – e Salvatore Sciarrino, “compositor em associação” em 2013, igualmente original e que deixou já marcas indeléveis nas gerações seguintes). Foi em torno do inesgotável trabalho de Lachenmann que a CdM programou a abertura oficial do “Ano Alemanha”, propondo um estimulante fim-de-semana com os seus agrupamentos residentes. Talvez não tenha sido a música deste compositor germânico o que encheu a Sala Suggia na sexta-feira, mas juntá-la à presença de um dos ícones da cidade – o pianista Pedro Burmester – foi, no mínimo, uma estratégia inteligente que muito deve ter impressionado o compositor.

Remix Ensemble Casa da Música Peter Rundel, direcção, Helmut Lachenmann, narrador, Brigitte Pinter, soprano, Jeff Martin, tenor Porto, Casa da Música – Sala Suggia, 17 de Janeiro, 18h Obras de Lachenmann e Wagner Sala quase cheia

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música Baldur Brönnimann e Matthias Herrmann, direcção Pedro Burmester, piano Porto, Casa da Música – Sala Suggia, 16 de Janeiro, 21h Obras de Weber, Lachenmann e Beethoven Sala cheia Baldur Brönnimann assumiu a direcção da primeira obra escutada, a abertura de O Franco Atirador, de Weber, que a Orquestra Sinfónica do Porto (OSPCdM) executou de forma limpa, mas sem particular entusiasmo. De seguida foi Matthias Herrmann quem subiu ao palco para dirigir uma obra que terá certamente surpreendido boa parte do auditório, avaliando por alguns comentários escutados no decurso da sua interpretação, bem como pela proliferação de nervosas tosses que, por pouco, não integraram o discurso musical. Schreiben (2003) é um belíssimo exemplo da “música concreta instrumental” de Lachenmann, que a OSPCdM conseguiu recriar com algum à-vontade e de forma muito convincente. A exploração dos instrumentos tradicionais de forma não convencional exponencia as suas potencialidades, jorrando uma torrente de novos significantes que nesta obra são subtilmente combinados com algumas expressões musicais que remetem directamente para a tradição. O público recebeu a obra de forma simpática, tanto mais que logo de seguida teria finalmente oportunidade de ouvir Pedro Burmester, de regresso à CdM para o primeiro de um conjunto de espectáculos em que apresentará a integral dos Concertos para piano de Beethoven. Brönnimann assumiu novamente o comando da OSPCdM para acompanhar Burmester no Concerto nº 4 op. 58, de Beethoven. A partir da secção de desenvolvimento do primeiro andamento, Burmester passa inequivocamente das notas à música, arrastando os ouvidos menos sensíveis a fenómenos meramente sociais. É com esse balanço que no segundo andamento se apodera da partitura, conduzindo-a a um lugar muito pessoal e de rara beleza, ainda que tomado de liberdades quase excessivas no que ao tempo respeita. Se, por um lado, foi notória a preocupação do maestro em respeitar o intérprete (estabelecendo com este frequente comunicação visual), facto é que, nesse mesmo Andante con moto, solista e orquestra pareceram não raramente abordar assuntos distintos e sem pontos de contacto. A orquestra ataca síncrona o terceiro andamento, refazendo-se para um final mais convincente, não obstante um ligeiro desvio na afinação dos clarinetes. No sábado, o Remix Ensemble (RE) foi recebido com casa cheia graças a outra inteligente estratégia da CdM, que não passa apenas por associar música “incontestável”, como a de Wagner, à de um criador maior cuja linguagem requer, ainda assim, uma certa abertura de espírito. De Siegfried, o Despertar de Brünnhilde e Dueto de Amor (com o soprano Brigitte Pinter e o tenor Jeff Martin) e, de O Crespúsculo dos Deuses, a Cena da Imolação, ambos na versão de Jonathan Dove/Graham Vick: esta foi a música que iniciou e terminou o concerto que, no seu interior, reservava mais duas obras excepcionais e representativas do universo lachenmanniano, as quais haviam já sido interpretadas pelo RE em 2007. Pensada como parte integrante da ópera Das Mädchen mit den Schwefelhölzern, a obra ...zwei Gefühle..., Musik mit Leonardo (1992) apresentada com o próprio compositor enquanto narrador, carrega reminiscências de Luigi Nono, despertando uma escuta activa. Menos exuberante no resultado tímbrico, Mouvement (-von der Erstarrung) propõe igualmente uma escuta repleta de detalhes que contrariam as expectativas. Terá esta música conquistado os numerosos ouvintes que este fim-de-semana tenham ouvido Lachenmann (e, eventualmente, o RE) pela primeira vez? Em Outubro teremos oportunidade de o verificar, quando o RE voltar a fazer soar música do compositor alemão.

Bob Dylan já canta Sinatra http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4353218

O músico norte americano regressa aos álbuns de estúdio com Shadows in the Night, dedicado a Frank Sinatra. A primeira música a ser conhecida é Stay Oiça aqui a versão de Bob Dylan:

Oiça aqui a versão de Frank Sinatra:

Enquanto não chega o novo disco, a 3 de fevereiro, há uma música para escutar. Trata-se de Stay With Me. O anúncio foi hoje feito pela Columbia Records.

Matosinhos vai ser a Capital da Cultura do Eixo Atlântico em 2016 http://www.ionline.pt/artigos/portugal/matosinhos-vai-ser-capital-da-cultura-eixo-atlantico-2016

O concelho de Matosinhos vai ser, em 2016, Capital da Cultura do Eixo Atlântico, sucedendo à cidade espanhola de Ourense, estando a autarquia a preparar já um "ambicioso programa" para esse ano. A decisão foi tomada hoje de manhã em reunião da Comissão Executiva do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, que decorreu na Galiza, tendo fonte da autarquia avançado à agência Lusa que será Matosinhos a acolher, em 2016, a Capital da Cultura do Eixo Atlântico. Matosinhos sucede assim à cidade espanhola de Ourense - que recebeu a iniciativa em 2014 - tendo a autarquia do concelho do distrito do Porto definido a organização da Capital da Cultura do Eixo Atlântico como uma das prioridades do actual mandato autárquico, liderado pelo independente Guilherme Pinto. "Está, por isso, a preparar um ambicioso programa que se estenderá ao longo de todo o ano de 2016, com especial incidência entre os meses de maio e Setembro, o qual consolidará a vocação cultural de Matosinhos e a aposta continuada da autarquia na criatividade enquanto factor de diferenciação e de coesão social, bem como o reforço da cooperação com os restantes municípios do Eixo Atlântico", avança. A Câmara de Matosinhos vai ainda avançar com um plano de requalificação urbana que permitirá potenciar o certame do ponto de vista da atracção turística e da economia, estando previsto para 2016 a abertura da Broadway da quadra marítima, a criação de várias praças e a iluminação de edifícios emblemáticos, bem como o arranjo das ruas de Alfredo Cunha e França Júnior e de todos os passeios da cidade. O acolhimento de espectáculos teatrais de companhias galegas em itinerância ou Fazer a Festa ou o FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica e 15 exposições de artes plásticas, fotografia e design, algumas das quais organizadas em colaboração com algumas instituições de referência da Galiza, são exemplos das acções planeadas. "A Capital da Cultura do Eixo Atlântico ficará ainda assinalada pela abertura da Casa da Arquitectura, do Quadra-Galeria de Design e da Casa da Memória de Matosinhos, bem como pela edição de livros e pela realização de conferências relacionadas com o papel dos Caminhos de Santiago na consolidação de uma identidade luso-galaica e europeia", acrescenta a autarquia à agência Lusa.

Poesia e canta "Valencianas" com vista para a Mouraria http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4351077

Apaixonado pelas colinas da capital portuguesa, o popular músico brasileiro Alceu Valença, agora com 68 anos, comprou uma casa no Castelo, onde passa parte do ano. Hoje atua na Casa da Música, no Porto, amanhã no Teatro Tivoli, em Lisboa, com a Orquestra Ouro Preto. Na mesinha da sala estão O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, um livro do angolano José Eduardo Agualusa e outro do português Miguel Esteves Cardoso. Também lá está O Poeta da Madrugada, livro de poemas de Alceu Valença, lançado há pouco pela Chiado Editora. Neste pequeno volume, o músico brasileiro, de 68 anos, reúne poemas escritos desde os anos de 1970 até ao ano passado. Alceu pega no livro e lê, dramatizando, um dos poemas, no qual fala da sua paixão por Lisboa, onde comprou casa e passa atualmente parte do ano, com a família: "Agora, olho através de uma janela do bairro do Castelo e vejo, lá em baixo, Alfama, Mouraria e a ponte sobre o Tejo. Nessa noite de verão invernosa quase fria, olho as luzes alaranjadas da cidade de Lisboa e penso: - Quem sou eu pra incorporar Fernando Pessoa..." O cabelo comprido e desgrenhado, que se tornou uma das suas imagens de marca, grande contador de histórias, Alceu Valença interrompeu as férias em Portugal para realizar dois concertos: ontem, na Casa da Música, no Porto, e hoje, no Teatro Tivoli, em Lisboa. No palco, acompanhado pela Orquestra Ouro Preto, o músico apresenta o projeto "Valencianas", que é como "uma biografia musical", em que toca alguns dos seus maiores sucessos juntando instrumentos típicos da sonoridade nordestina, como a sanfona, zabumba e marimbau, com a orquestra de cordas e com outros instrumentos, como a guitarra elétrica ou a bateria. "Sempre gostei de juntar instrumentos e sons diferentes. Não faço isso hoje, faço desde sempre." A verdade é que, apesar de gostar de escrever, Alceu Valença não quer ser Fernando Pessoa. O seu espírito é mais o do multifacetado Leonardo Da Vinci. Subiu ao palco pela primeira vez com quatro anos, na cidade de São Bento de Una, no interior de Gramado. Aos 16 anos, já no Recife, a mãe, percebendo a sua paixão pela música, ofereceu-lhe um violão. Alceu nunca teve aulas, aprendeu a tocar sozinho. Em jovem, cinéfilo e mais interessado "no mundo da política do que no mundo da pop", experimentou a canção de protesto. Estudou direito, por influência do pai, procurador, mas cedo reconheceu que não tinha o mínimo talento para exercer advocacia. Chegou a trabalhar em jornais mas também percebeu que estaria disposto a comprometer a verdade em prol de uma boa história, mesmo que ficcionada. Começou a carreira de artista, ainda estudante, com uma atuação no Maracanãzinho, "com orquestra e tudo", num festival universitário de música, participou em performances teatrais de vanguarda e e foi ator no filme A Noite do Espantalho, de Sérgio Ricardo (1974), que foi apresentado em Berlim, mas, nessa altura, já sabia que era a música que lhe dava mais gozo. "Nunca quis imitar ninguém", afirma. "A minha formação musical foram os sons da minha terra, o som dos pássaros, do riacho, da chuva, os sons da feira da cidade, os vaqueiros que cantavam toadas e quadrilhas, aquela espontaneidade. Isso é que ficou em mim. E depois disso, a radiola do meu avô, que passava todo o tipo de música", lembra. Em 1980, surgiu o primeiro grande sucesso com Coração Bobo. Em 1985 participou no Rock in Rio. Sempre à margem do sistema, vivendo entre Pernambuco e o Rio de Janeiro, com passagem por Paris, Alceu Valença faz questão de dizer que se tornou popular, apesar de da irreverência: "A minha turma não era da música, era a turma do bar, onde eu ia pare beber e arranjar namorada, era a turma da boémia. Mesmo depois de vender um milhão de discos, com Cavalo de Pau, eu continuei no meu bar, não fui para o bar da moda."

Cientistas descobrem cópia mais antiga de um evangelho num papiro http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/cientistas-descobrem-c%C3%B3pia-mais-antiga-de-um-evangelho-num-papiro

Cientistas encontraram a cópia mais antiga que se conhece de um evangelho num papiro que foi reutilizado para criar a máscara de uma múmia egípcia, revelou à agência Efe um dos responsáveis pela descoberta. Trata-se de um excerto do Evangelho de São Marcos, descoberto há três anos, e que, agora, um grupo de peritos da Universidade Acadia, no Canadá, reporta-o como o primeiro manuscrito do Novo Testamento da Bíblia. Os cientistas creem que a sua origem remonta ao século I da era de Cristo, entre os anos 80 e 90 d.C. Até agora, as cópias mais antigas dos evangelhos datavam do século II d.C. Os especialistas acreditam que alguém escreveu um excerto do evangelho no papiro e que, depois, outras pessoas reciclaram o material, muito caro na época, para fazer a máscara funerária. Segundo Craig Evans, um dos responsáveis pela descoberta e especialista em estudos bíblicos, este tipo de máscaras eram usadas pelas classes mais humildes. O investigador explicou que São Marcos escreveu o seu evangelho "no final da década de 60, depois de Cristo", e que, graças ao correio, que no Império Romano "circulava quase à mesma velocidade de agora", foi possível "encontrar uma cópia no Egito, na década de 80". "Uma carta escrita em Roma podia ser lida no Egito numas semanas", sustentou. Os especialistas creem que São Marcos escreveu o seu evangelho em Roma, aonde se deslocou para acompanhar São Pedro. Para obterem a data dos papiros, os cientistas socorreram-se de uma técnica que permite desfazer a cola que une os papiros das máscaras sem estragar a tinta, para que os textos possam continuar a ser lidos com a mesma claridade. No caso do trecho do Evangelho de São Marcos, as pistas foram dadas pelos fragmentos de papiro que formavam a máscara fúnebre, pelo seu desenho e decoração, assim como pelo estilo da escrita e pela datação do material, mediante a técnica do isótopo carbono-14.

E agora, uma vista de olhos pelo mundo da tecnologia. 

Com 14% do mercado, Microsoft vai mostrar o novo Windows http://www.publico.pt/tecnologia/noticia/com-14-do-mercado-microsoft-vai-mostrar-o-novo-windows-1682832

A Microsoft revelou nesta quarta-feira mais detalhes do Windows 10, a próxima versão do sistema operativo, que surge depois do tropeção do Windows 8 e numa altura em que a Microsoft se tenta adaptar a um novo paradigma de computação pessoal. O Windows 10 será a plataforma para todos os tipos de aparelhos de consumo – computadores, telemóveis e tablets –, embora cada um tenha uma interface específica. Actualmente, a Microsoft tem dois sistemas: o Windows 8, usado em computadores e tablets, e o Windows Phone, um sistema separado para telemóveis. Ao uniformizar os sistemas, a empresa pretende tornar mais fácil o desenvolvimento de aplicações para os vários dispositivos e espera que isto funcione como um factor de atracção de criadores de aplicações, que têm sido um calcanhar de Aquiles do Windows, ao preferirem os sistemas Android e iOS. Nos computadores, o Windows 10 virá competir sobretudo com outro Windows: o 7, que tem já mais de cinco anos e que é ainda o sistema operativo mais usado, com uma quota de mercado de 56%, segundo dados de Net Applications. O Windows XP, lançado num longínquo 2001, é ainda o segundo sistema mais usado, com uma fatia de 18%. Por sua vez, o Windows 8, que representou uma mudança radical face aos antecessores, não vai além dos 14%. Contudo, o cenário de domínio a que a Microsoft se habituou durante anos muda radicalmente quando se fazem as contas ao conjunto de smartphones, tablets e computadores. Esta análise, que já foi feita pela própria Microsoft, está em linha com a estratégia actual das empresas de criar um ecossistema transversal aos vários tipos de aparelhos. Números da Gartner indicam que os vários Windows representam 14% dos sistemas operativos usados pelos consumidores. O Android (impulsionado pelo Google) lidera com 49% e os sistemas da Apple (o iOS e o Mac OS) são 11%. O novo Windows será o primeiro a ser lançado sob a batuta do presidente executivo Satya Nadella, um veterano da Microsoft que foi nomeado para o cargo no início do ano passado e que delineou como estratégia dar prioridade aos dispositivos móveis e aos chamados serviços cloud, fornecidos através da Internet. O evento de apresentação está marcado para as 17h de Lisboa. Já em Setembro, a Microsoft tinha avançado algumas novidades: a reposição do menu Iniciar (cuja ausência foi uma das grandes queixas dos utilizadores do Windows 8), a possibilidade de usar os dois tipos de aplicações (as tradicionais e as que têm o novo estilo visual) no mesmo ambiente, e a existência de vários ambientes de trabalho. Um dos objectivos assumidos é o de acabar com a dualidade do Windows 8, desenhado para ser um sistema tanto para computadores como para tablets, mas que acabou por não seduzir os consumidores. A nova versão do Windows, que deverá ser posta à venda depois do Verão, é também apresentada depois de um ano em que houve mudanças nos padrões de consumo. Por um lado, o mercado dos tablets, já amadurecido, abrandou significativamente. A empresa de análises IDC estimou um ritmo de crescimento nas vendas destes aparelhos de 7% em 2014, muito abaixo do crescimento de 53% verificado em 2013. Por outro lado, no mercado dos PC, depois de um período de queda, há indícios de uma ténue recuperação. A Gartner, outra empresa de análises, diz que o envio de computadores para o retalho cresceu 1% no último trimestre do ano passado. A IDC, porém, aponta para uma queda de 2,4% – ainda assim, uma melhoria face a números de períodos anteriores, que apontavam para descidas mais pronunciadas.

Sete dicas para manter segura a sua rede Wi-Fi doméstica http://www.SOL.pt/noticia/122298

A falta de cuidado e protecção com a rede wireless de casa pode ser a porta para que cibercriminosos controlem o seu router e a partir daí acedam a informação confidencial ou cometam delitos através dele. os-kennedy-2o-dvd-sabado-17-ja… Para evitar que a sua rede doméstica seja pirateada e todos os dispositivos sejam postos em perigo, a empresa de segurança informática Kaspersky Lab elaborou uma lista de sete regras a serem seguidas. Alterar a password de administrador. Um erro muito frequente e grave é manter as passwords que vêm definidas por defeito no router. Se a isto juntarmos uma ligação wireless aberta, os cibercriminosos podem tomar facilmente o controlo do router. Para evitá-lo é recomendável que se mude a password pré-estabelecida por uma mais complexa. Desactivar a administração remota. Um acesso aberto à interface do router pode ser um problema sério. Embora os fabricantes só costumem permitir o controlo LAN do dispositivo por defeito, nem sempre é assim. Verifique se essa interface está disponível na Internet. Para desactivar a administração remota, normalmente, deve desmarcar uma opção ou introduzir o endereço 0.0.0.0 no campo adequado. Os peritos da Kaspersky Lab também recomendam que se bloqueie o acesso ao router, sempre que a ligação o permita, através dos protocolos Telnet ou SSH. Desactivar a emissão do SSID. A ID da sua rede Wi-Fi (SSID) é transmitida a todo o mundo, como regra habitual. Para evitar que qualquer um possa conhecer a sua ID, desmarque esta opção. Assim, a sua rede não será invadida tão facilmente, mas terá que introduzir a SSID de cada vez que um dispositivo se conecte à rede. Usar uma encriptação de confiança. Deixar a sua rede aberta aos vizinhos pode ser um acto de generosidade mas também pode acarretar graves problemas, já que um deles pode utilizar a sua ligação para roubar os seus dados pessoais ou para cometer algum delito contra outros e a polícia acabará por bater à sua porta. Por isso, os analistas da Kaspersky Lab recomendam a utilização da encriptação WPA2 e de uma password forte. Se não é necessário, desactive. Esta é uma regra universal. Hoje em dia, os routers, além de lhe permitir aceder à Internet, também têm diferentes protocolos para interligar e alinhar dispositivos conectados, como o Plug and Play (UPnP) ou o DLNA. Assim, o risco de o software sofrer ataques por possíveis vulnerabilidades por algum deles diminuirá. E se depois necessitar de algum, só tem que voltar a activá-lo. Actualize o software. Um dos errores mais comuns é não seguir as actualizações do firmware, o que implica não ter as últimas versões do mesmo, que, habitualmente, incluem correcções de segurança contra vulnerabilidades, muitas vezes a porta de entrada dos hackers. Para se manter actualizado, basta descarregar a imagem do firmware, fazer uma cópia de segurança da configuração do router, executar a actualização e restaurar a configuração. Como sempre, faça os downloads de páginas web oficiais e não confie em recursos suspeitos. Use o senso comum. Ser sensato na hora de actualizar e usar a sua rede Wi-Fi doméstica diminui as possibilidades de esta ser atacada, mas não o garante a 100%. Por isso, como deve acontecer com o resto do seu equipamento informático, é conveniente que seja prudente e use uma boa solução de segurança que permita comprovar o nível de segurança da sua rede wireless e o guie na configuração dos ajustes correctos.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 11:08 link do post
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