Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
05 de Fevereiro de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Animação - TM Campo Alegre - Encontro Entrada livre sujeita a levantamento de bilhete e à lotação da sala. http%3A%2F%2Fissuu.com%2…

Estreia do filme BICICLETA no TM Rivoli http%3A%2F%2Fissuu.com%2…

Aconteceu na Casa da Música – Porto (O Musikes este lá e gostou! ;) )

Steve Lehman Octet | 01 Fevereiro 2015 | Ciclo Jazz Steve Lehman Octet Steve Lehman saxofone alto e electrónica Jonathan Finlayson trompete Mark Shim saxofone tenor Tim Albright trombone Chris Dingman vibrafone Jose Davila tuba Drew Gress contrabaixo Cody Brown bateria

www.casadamusica.pt

Quintas de Leitura - Entre Dois Rios A sessão do ciclo Quintas de Leitura no TM Campo Alegre hoje apresenta Ana Luísa Amaral, Luís Caetano, Mariana Tengner Barros e Ana Bacalhau. http%3A%2F%2Fissuu.com%2…

Exposição de Escultura http%3A%2F%2Fissuu.com%2…

Bibliotecas Municipais do Porto http://bmp.cm-porto.pt/TL_recolha_de_livros_para_Baucau_2015

http%3A%2F%2Fbmp.cm-port… Timor-Leste: campanha de recolha de livros para Baucau TL_recolha_livros_Baucau Biblioteca Municipal Almeida Garrett Data: de Dom, 01/02/2015 a Sáb, 28/02/2015 Horario: BMAG: 2ª feira: 14h às 18h; 3ª a sáb: 10h às 18h | BPMP: seg e sáb 10h-18h; ter a sex 09h-19h30 A Câmara Municipal do Porto assinou um Protocolo com o Governo de Timor-Leste, com vista ao apoio à criação dos municípios naquele país. O Porto irá colaborar com as autoridades nacionais e com o futuro município de Baucau, a segunda cidade de Timor. A língua portuguesa é um dos fatores de coesão de Timor-Leste e a sua aprendizagem e divulgação são fundamentais para o desenvolvimento daquele país. Neste sentido, o Porto comprometeu-se a recolher livros que possam ser enviados para Baucau e dessa forma criar uma Biblioteca Municipal em Língua Portuguesa. A iniciativa conta com um conjunto alargado de parceiros, mas pensamos que se trata de uma oportunidade única para envolver toda a comunidade num projeto de grande relevância social. Assim, se tem algum ou alguns livros em bom estado que ache que pode dispensar para esta causa, pode entregá-los nas bibliotecas municipais do Porto: Biblioteca Municipal Almeida Garrett ou Biblioteca Pública Municipal do Porto, até ao dia 28 de fevereiro. Temos a certeza que desta forma vamos, também nós, contribuir para a criação de uma biblioteca, para a divulgação da língua portuguesa e, em última instância, para o desenvolvimento de um país que, apesar de longínquo, nos está muito próximo. Colabore! Contamos consigo! publicoalvo: Público em geral

CMP Bibliotecas Municipais do Porto CMP/DMSI.DMB © 2015 | Todos os direitos reservados

E num fim-de-semana diferente… Talvez… numa paisagem fabulosa…

Sons e palavras do Irão e da Turquia E-NEWS GULBENKIAN 29 de janeiro a 5 de fevereiro 2015 Gulbenkian.pt Kayhan Kalhor & Erdal Erzincan MÚSICA Segunda, 2 fevereiro | 21h00 Grande Auditório

Kayhan Kalhor & Erdal Erzincan Músicas do Mundo

Kayhan Kalhor é iraniano de sangue curdo e Erdal Erzincan é turco (Anatólia) com laços Alevi. O dueto cruza as influências persas, por meio do kamancha iraniano (parente do violino), e anatolianas, com o baglama (instrumento semelhante ao alaúde).

A Bastarda de Istambul ENCONTRO Terça, 3 fevereiro | 19h30 Auditório 3 | Entrada livre

Escrever sobre tabus num mundo multicultural Conversa com Elif Shafak e Clara Ferreira Alves

A escritora turca Elif Shafak mistura as tradições narrativas do Ocidente e do Oriente, dando voz às mulheres, às minorias e às subculturas. Para Shafak, contar estórias é uma forma de aproximar as pessoas de diferentes culturas, num mundo global, mas cada vez mais fechado em pequenos círculos.

Brevemente

É então isto para crianças? COLÓQUIO / CONCERTO 9 e 10 fevereiro | 9h30 Auditório 2 | Entrada livre

É então isto para crianças?Criações para a infância e a juventude

Escritores, ilustradores, realizadores, atores, compositores e músicos, vão debater a criação artística para crianças. O primeiro dia termina com um concerto de B Fachada, Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves, dos Clã, com a participação do ilustrador André da Loba.

Dá Voz à Letra CONCURSO Sábado, 7 fevereiro | 18h00 Zona de Congressos | Entrada livre

Dá Voz à Letra Espetáculo e Entrega de Prémios

Final do concurso de leitura em voz alta para jovens dos 13 aos 17 anos. Neste espetáculo, o júri, formado por Catarina Furtado, David Machado e Albano Jerónimo, escolherá os três vencedores de entre os dez finalistas. Copyright © 2015 Fundação Calouste Gulbenkian, Todos os direitos reservados Fundação Calouste Gulbenkian Av. Berna 45A Lisbon 1050-001 Portugal

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Consultada a agenda do “libreto” cultural, vamos às novidades que nos escaparam pelos dedos das mãos.

“Já agora… Talvez valha a pena pensar nisto…”

Uma chacina familiar http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/uma-chacina-familiar-1684376

Quando há tantos problemas pelo mundo, pode parecer estranho voltar à língua, em particular a língua escrita, mas este ano é apropriado. É que, embora tenham espalhado que só em 2016 é que o acordo ortográfico (AO) de 1990 entra em vigor em todo o país, a data é uma falácia. Na verdade, o dito AO já contamina quase tudo: escolas, meios de comunicação social (exceptuando alguns heróicos resistentes), instituições estatais e privadas e um sem-número de alegres seguidores da coisa. Dir-se-ia portanto que, tal como pagamos a dívida pública a juros mais altos do que os outros e ainda louvamos tal solução, nos embrenhámos na novidade ortográfica desejosos de colher os seus tão apregoados benefícios. Mas, se já tantos o aplicam e tão afincadamente, não deveriam esses benefícios ser visíveis? Não deveríamos ter já a tão apregoada “ortografia comum” nos países onde o português é usado como língua oficial ou de trabalho? Teoricamente sim, na prática… Não. Ainda agora se anunciou que a (excelente) Companhia das Letras brasileira vai começar a ter edições portuguesas. Pergunta: para quê? Por que não vender em Portugal as edições brasileiras a preços normais? Não é, afinal, a mesma língua? A mesma ortografia? Vejamos um exemplo. Ainda há dias, o ciclo do cinema de expressão alemã em Lisboa abriu com um filme, As Irmãs Amadas, baseado no trio amoroso que teve como centro o poeta Friedrich Schiller. Era legendado em português, sim, mas do Brasil. A dada altura, uma das irmãs pergunta à outra (em alemão, naturalmente) o que foi traduzido deste modo: “E já falou pra mamãe?” Se a tradução fosse em português europeu, seria: “E já contaste à mãe?” Ou: “E já disseste à mamã?” Claro que no Brasil estas últimas expressões soariam ridículas. É por isso que, no capítulo das traduções, tal como sempre sucedeu, há e continuará a haver versões diferentes consoante os países. Apesar da língua. O problema é que Portugal, no seu afã de eterno subserviente, há-de dispensar a pouco e pouco as traduções e legendagens próprias (e isso, infelizmente, já está a suceder no mercado videográfico) a pretexto, estúpido pretexto, de que falamos a mesma língua, logo entendemos tudo o que está escrito. Entendemos, claro, tal como os brasileiros entendem o português europeu grafado, mas estaremos assim a minar de forma irreversível a nossa cultura porque abdicaremos de uma expressão própria que nos acompanha, evoluindo, há séculos. O corte com a etimologia torna, em termos científicos, impossível explicar ?a origem ?e filiação de milhares ?de palavras A pretexto desta tal “unificação” impossível, o AO impôs uma reforma ortográfica perversa que, sem explicação, procedeu ao que pode classificar-se de chacina familiar. Um livro recente, Por Amor à Língua Portuguesa (ed. Piaget, 2015), assinado pelo filólogo Fernando Paulo Baptista, vem recordar-nos, num excelente ensaio teórico, isso mesmo: o corte com a etimologia torna, em termos de ensino científico, impossível explicar a origem e filiação de milhares de palavras, num caos desordenado e ilógico. Por exemplo: o AO admite, em paralelo, “setor” e secção, “espetáculo” e espectador, “percetível” e perceptual (veja-se o Houaiss “atual”), ignorando olimpicamente que a omissão da chamada “consoante muda” (c ou p, neste caso) destrói a ligação natural, familiar, entre elas, devida aos seus étimos helénicos ou latinos. Ignora, além disso, que, por força do nosso sistema vocálico, o “e” das três palavras “acordizadas” só será aberto na leitura por força do hábito, não por naturalidade da regra. Exemplo: no discurso de Ano Novo de Cavaco Silva, juntavam-se na mesma frase as palavras “atração” e criação. Foneticamente, o “a” central é lido em português de Portugal do mesmo modo em ambas as palavras (como “â”). Mas o AO diz que o de “atração” se lê “á”. Como nada graficamente o indica, é preciso confiar na memória. E, dizem os defensores do AO, também no contexto. Mas há casos em que o contexto nada resolve. Como explicar, por exemplo, a quem lê, que “para o baile!” (sem acento no “a”, mas para parar de dançar) não é a mesma coisa que “para o baile!” (ou seja, vamos dançar)? Hão-de dizer-nos, talvez, que “isso agora não interessa nada”. Uma forma de esconder que esta chacina familiar (que apela ao desprezo pela ciência etimológica e pelas raízes da palavra escrita) está a aviltar a literacia e o conhecimento, a bem de uma classe que ao português disse nada e que para tratar dos seus negócios escolhe, “patrioticamente”, o globalizado e irreformável inglês.

(Não faz mal levantar questões, pois não?)

Agora respirei fundo. Pense, reflicta profundamente no que leu... Pronto para leitura? Bora lá!

'Pequenos Artistas' revelam potencial artístico das crianças de Câmara de Lobos http://www.dnoticias.pt/actualidade/5-sentidos/496335-pequenos-artistas-revelam-potencial-artistico-das-criancas-de-camara-d

A Casa da Cultura de Câmara de Lobos tem patente ao público uma exposição colectiva com obras de artistas de palmo e meio. ‘Pequenos Artistas’, assim foi chamada esta mostra, reúne trabalhos de pintura em tela da autoria dos alunos que frequentam os estabelecimentos de ensino e educação do Concelho de Câmara de Lobos. Ao todo, no espaço localizado no centro da cidade estão expostas 32 telas criadas pelas crianças do concelho recorrendo a diversas técnicas e que podem ser apreciadas pelo público em geral até ao dia 13 de Março. ‘Pequenos Artistas’ é uma exposição colectiva apoiada pela Câmara Municipal de Câmara de Lobos. O objectivo é “revelar novos valores no campo das artes, promovendo e divulgando a obra de jovens artistas que demonstram talento para prosseguir uma carreira artística”, refere o município. “Para além de dar a conhecer os trabalhos de futuros artistas jovens, esta é uma oportunidade para permitir-lhes um primeiro contacto com os espaços de exposição e um público mais alargado e conhecedor”, acrescenta. A exposição é de entrada livre. Está patente ao público no horário regular de funcionamento da Casa da Cultura de Câmara de Lobos, ou seja de segunda a sexta-feira das 9 horas às 20horas.

Um alaúde também pode ser pop (e punk) http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/um-alaude-tambem-pode-ser-pop-e-punk-1685027

Começou no punk e dedicou-se a subverter a música clássica. O seu alaúde foi premiado em Cannes. Agora podemos ouvi-lo por cá. Dificilmente se poderia encontrar músico de culto mais improvável: um holandês, antigo dono de um bar, posteriormente radicado em Brooklyn, que estudou alaúde clássico e viu o seu trabalho reconhecido graças a uma banda-sonora. O que ele faz com o alaúde, contudo, irá surpreender-vos – pelo menos se se deslocarem a um dos quatro concertos que este homem tem marcado para Portugal, a começar esta quinta-feira, na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa. Barcelos (sexta, no Teatro Gil Vicente), Vila Real (sábado, no Salão Nobre dos Paços do Concelho) e Caminha (domingo, no Teatro Valadares), são as restantes cidades que poderão apreciar a misteriosa música de Jozef van Wissem.

Gisela João triunfante, à beira de um desafio maior http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/gisela-joao-triunfante-a-beira-de-um-desafio-maior-1684707

Se mais não houvesse a dizer, o simples facto de Gisela João ter esgotado completamente os coliseus do Porto e Lisboa neste ponto da sua ainda curta carreira é certamente um feito inédito. Sobretudo quando tem sido regra as apresentações nos coliseus serem momentos de consagração para a maioria dos artistas, já com muitos anos de palco e vários discos gravados, e não um trampolim para glórias futuras. Dir-se-á que no caso de Gisela João as coisas parecem andar ao contrário, extemporaneamente. Apenas com um disco gravado em nome próprio na sua fase “lisboeta” (um excelente disco, aliás, que deixou a razoável distância os registos “nortenhos”, o incipiente O Meu Fado e o seu trabalho como vocalista do grupo Atlantihda) e ainda a tactear caminho para o segundo, Gisela João conquistou público e crítica com merecimento, resultado de uma entrega sem limites e de uma arte que lhe vem de dentro e soa iluminada. O preço de começar pelo fim, no entanto, pode ser elevado. Porque o grau de exigência, colocado em patamar tão alto, é sempre um desafio maior do que uma subida lenta mas segura até ao zénite do reconhecimento artístico.

Festival literário internacional de Óbidos chega em outubro http://www.regiaodeleiria.pt/blog/2015/02/01/festival-literario-internacional-de-obidos-chega-em-outubro/

Depois de constituir um circuito de livrarias temáticas, Óbidos quer afirmar-se no panorama nacional e internacional da literatura com Fólio. Assim se chama o Festival Internacional de Literatura apresentado em janeiro, cuja primeira edição será em outubro, entre os dias 15 e 26. O orçamento rondará os 600 mil euros. A câmara de Óbidos aponta para a participação de meia centena de escritores nacionais e internacionais, num evento onde efemérides ligadas à literatura e aos países lusófonos estarão em destaque. Entre elas, “os 150 anos da cidade do Rio de Janeiro [no Brasil], os 40 anos de independência de Angola, Moçambique e Cabo Verde” ou “os 100 anos da revista Orpheu ou o ano Internacional da Luz”, explicou o curador Nuno Artur Silva, citado pela agência Lusa.

Fantasporto homenageia produtor e realizador português Fernando Vendrell http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/fantasporto-homenageia-produtor-e-realizador-portugues-fernando-vendrell-1684943

Festival abre a 27 de Fevereiro com o filme sul-coreano Haemoo, de Sung-bo Shim, e fecha a 7 de Março com Patch Town, de Craig Goodwill. A 35.ª edição do Fantasporto, que vai decorrer no Teatro Rivoli entre 24 de Fevereiro e 8 de Março, vai homenagear o produtor e realizador português Fernando Vendrell, num evento que vai exibir 57 filmes nacionais. Na conferência de imprensa de apresentação do festival deste ano, esta terça-feira, o organizador Mário Dorminsky disse que a escolha do homenageado recaiu sobre Fernando Vendrell – depois de em 2014 ter ido para o produtor Henrique Espírito Santo –, por todo o trabalho que já desenvolveu e vai continuar a desenvolver dentro do meio, para além de já ter sido premiado no festival. "Achámos que era a pessoa ideal, neste momento, para ser convidada para receber o prémio de carreira", disse Mário Dorminsky sobre o realizador de Fintar o Destino e Pele.

Design de Álvaro Siza vai ser exposto em Matosinhos http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/design-de-siza-vieira-em-exposicao-em-matosinhos-entre-fevereiro-e-abril-1684597

Peças de ourivesaria, tapeçaria, mobiliário ou cerâmica assinadas pelo arquitecto Álvaro Siza, primeiro Pritzker português, vão estar patentes na exposição Siza Design, entre Fevereiro e Abril, em Matosinhos, numa exposição que tem associado um livro com o mesmo nome.

10 peças de design português para ver no MUDE http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4371482&page=-1

"Como se pronuncia design em português?" reúne cerca de 150 peças de 76 autores portugueses dos últimos 60 anos, no MUDE - Museu do Design e da Moda, em Lisboa. 1. Cómoda de Siza Vieira. As formas retas e a preocupação com a estrutura são marcantes no design nacional, diz a diretora do Museu do Design, que dividiu a nova exposição do MUDE em três núcleos. Predomínio da forma sobre o ornamento, o primeiro, inclui esta cómoda assinada por Álvaro Siza Vieira, que é exibida ao lado de um contador do acervo do Museu Nacional de Arte Antiga. Separadas por muitos anos mas semelhantes nas formas e na robustez, considera Bárbara Coutinho, que também assume a curadoria. 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 2. Cadeira Osaka'70.António Garcia desenhou esta cadeira para a exposição universal de Osaka, Japão, em 1970, como indica o seu nome. Só foi produzida industrialmente nos anos 80, e por breve período, pela Fábrica Osório de Castro, em Mafra. Denota outra característica do design nacional: "uma escassez de meios que suscita inventividade" 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 3. Xadrez. O designer Carlos Galamba criou este jogo de xadrez para a 2.ª exposição do Design Português, em 1973, declinando o cilindro de várias formas até obter as várias figuras do jogo. 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 4. Peça de secretária. É uma das peças de Filipe Alarcão que pode ser vista na exposição. Foi cedida pelo autor à semelhança do que acontece com muitas das peças que foram coligidas para esta exposição. Muitas ficaram-se pelo protótipo, outras foram descontinuadas. 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 5. Cadeira. O arquiteto da "Casa Portuguesa", Raul Lino, também aparece na exposição com uma cadeiras (e as telhas) que concebeu para a Casa do Cipreste, em Sintra, em 1913-1914, à luz do seu interesse pelo Arts & Crafts. Pertence ao núcleo que mostra o interesse do design português pelos seus materiais e pelas suas técnicas. 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 6. Igor. O aspeto futurista da peça de Pedro Silva Dias induz em erro: esta cómoda é um trabalho artesanal, concebido para a Loja da Atalaia nos anos 90 e pertence ao "novo design". 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 7. Galo de Barcelos. O arquiteto das Amoreiras, do antigo Banco Nacional Ultramarino e, mais recentemente, do Estádio do Sporting, Tomás Taveira, tem uma faceta de designer que se revela no galo de Barcelos que reinterpretou nos anos 80 para a exposição "New Transfigurations", na galeria Cómicos. 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 8. Banco Pata Negra. O tradicional banco mocho, que pertence à memória coletiva nacional, está amplamente representado nesta exposição do MUDE. Com este banco com pés de porco preto, batizado de Pata Negra por Fernando Brízio, na interpretação de Siza Vieira ou na de Henrique Calheta (com uma trave diferente num dos lados, tornando-o também num escadote). 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 9. Jarra. À semelhança da peça Pata Negra, esta peça de Souto Moura, "Mão Aberta", remete para as jarras com vários pontos para colocar flores e para a tradição, terceiro e último núcleo desta exposição, dedicado a explorar o casamento entre erudito e simbólico. 10 peças de design português para ver no MUDE Fotografia © Orlando Almeida/ Global Imagens 10. Peças de cerâmica. Exercício de releitura do barro tradicional português, este conjunto de peças dos Pedrita (os designers Pedro Ferreira e Rita João) também pertence ao derradeiro núcleo de peças. A exposição pode ser vista no MUDE até 31 de maio (entrada livre).

Descobertas as últimas duas esculturas em bronze de Miguel Ângelo http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4376756

Equipa multidisciplinar está a tentar provar que as duas estátuas são da autoria do mestre renascentista. São as únicas peças em bronze de Miguel Ângelo que chegaram aos nossos dias.

Não é a primeira vez que a autoria das duas esculturas é atribuída a Miguel Ângelo: a suspeita existira no século XIX mas foi arrasada e, desde então, as duas peças em bronze, de cerca de um metro, que representam dois nus musculados cavalgando panteras, já foram atribuídas a vários mestres: Tiziano Aspetti, Jacopo Sansovino, Benvenuto Cellini e Willem Danielsz Van Tetrode. Mas tudo mudou no passado outono, quando Paul Joannides, professor emérito de história da arte na Universidade de Cambridge, conseguiu ligar os bronzes a um pequeno detalhe de um desenho do século XVI, exposto no Musée Fabre em Montpellier, França. Segundo a BBC, um dos aprendizes de Miguel Ângelo terá feito cópias de vários desenhos do mestre renascentista, tendo agora o professor reconhecido num desses esboços o perfil de um jovem musculado que cavalga uma pantera, cujas semelhanças com as estátuas de bronze são visíveis e num estilo muito usado por Miguel Ângelo nos seus desenhos para escultura.

Voltando a página… ;)

O "verdadeiro luxo" contra o frio: as mantas e o capote http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4375813

O edredão matou as mantas e os cobertores? Tornou-os mais esquecidos, mas há quem os continue a tecer, e sem mãos a medir... Em termos simplistas, esta é uma espécie de guerra entre o edredão e o cobertor de papa. Ou entre o capote alentejano e o polar. Nos últimos anos, deixámos de associar o peso ao calor e muitos produtos tradicionais portugueses foram saindo das nossas camas e armários. Mas há quem resista: os artesãos da manta de Minde, do cobertor de papa, das mantas alentejanas, do burel, os alfaiates do capote alentejano. E Rosa Pomar. "Tenho uma manta de Minde e um cobertor de papa na cama", diz com orgulho. Há anos que estuda e divulga o têxtil artesanal em Portugal e acredita que é este o caminho dos produtos tradicionais. "É preciso divulgar para mais pessoas conhecerem e saberem o seu valor. Porque a lã é mais quente do que um fleece [polar], mais duradoura, mais segura", diz Rosa Pomar. O trabalho de pesquisa, em que regista as técnicas tradicionais e conhece os artesãos, dá-lhe uma certeza: "Isto de termos estas coisas vivas não existe em mais lado nenhum e não o valorizamos." E é disso mesmo que se trata. "É este o verdadeiro luxo, objetos feitos à mão do princípio ao fim, com qualidade."

O Palácio Nacional da Pena, em Sintra, é o mais bonito "castelo" da Europa. A garantia é dada pela European Best Destinations, que colocou o palácio português no primeiro lugar de um 'top' 15 que compila os melhores castelos europeus. http://boasnoticias.pt/noticias_palacio-da-pena-e-o-mais-bonito-castelo-da-europa_22364.html via Byline

O Palácio Nacional da Pena, em Sintra, é o mais bonito "castelo" da Europa. A garantia é dada pela European Best Destinations, que colocou o palácio português no primeiro lugar de um 'top' 15 que compila os melhores castelos europeus. De acordo com a organização europeia, todos os castelos da lista são capazes de nos fazer "mergulhar na nossa história" e na história de "reis, alianças e vinganças", de "territórios europeus, guerras, regiões e nações" e "das famílias que fizeram e desfizeram a Europa".

Tempo ainda para cuscar curiosidades e a tecnologia, hém?! 

Este site faz a banda sonora da sua vida http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4377779&seccao=Tecnologia

O site www.retroj.am Se nasceu antes de 1950 esqueça. Só as pessoas nascidas a partir desse ano podem ter a banda sonora com as músicas que mais marcaram a sua vida em segundos. Para estas, vale a pena experimentar! A música que se ouvia na sua infância, os maiores sucessos que marcaram a sua juventude, os temas que o acompanharam nas primeiras paixões, os intérpretes que fizeram parte dos momentos mais marcantes da sua vida - o site gratuito Retrojam compila tudo isso em poucos segundos. Basta inserir a sua data de nascimento (só disponível a partir de 1950) e o site faz a banda-sonora da sua vida - com base no serviço de streaming Spotify.

Vídeo mostra como é atravessar o Sistema Solar à velocidade da luz http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4377929

Como é viajar pelo Sistema Solar à velocidade da luz? O vídeo Riding Light, criado pelo designer e animador Alphonse Swinehart e colocado na rede de partilha Vimeo, dá-nos uma boa noção. Na animação, foi tida em conta a imensa velocidade da luz (cerca de 300 mil quilómetros por segundo), mas também as enormes distâncias interplanetárias. Aqui, imaginamos que somos um fotão (partícula de luz) que parte do Sol rumo ao espaço sideral, cruzando as órbitas dos planetas. A viagem é feita em tempo real. Ou seja, demoramos oito minutos e 20 segundos a chegar à Terra, por exemplo, ou 43 minutos e 17 segundos até Júpiter. É aqui que termina a simulação, a olhar para o pequeno ponto branco que a esta distância parece ser o Sol. O vídeo está feito de forma absolutamente realista, à exceção de mostrar todos os planetas alinhados (para ser mais eficaz) e de não ter em conta as distorções óticas que veríamos se pudéssemos acelerar até à velocidade da luz (por questões de simplificação).

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 19:34 link do post
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