Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
05 de Março de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Música

Banda Sinfónica Portuguesa com Mário Laginha (10€) [12/04/2015 - domingo | 12:00 | Sala Suggia] - Contemporânea Foi para uma banda de jazz que George Gershwin escreveu a famosíssima Rhapsody in Blue, em 1924 – a orquestra liderada por Paul Whiteman. A perfeição da obra dá-lhe a flexibilidade de se adaptar aos mais diversos arranjos, do piano solo à grande orquestra, misturando elementos do jazz e da música clássica. De igual modo, o pianista Mário Laginha, um músico que navega constantemente entre estes dois mundos, pelo que regressa com muita naturalidade à interpretação de uma obra-chave da música americana. O restante programa é ocado, também ele, em reflexos das vivências urbanas, passando pelas impressões de um compositor inglês em Nova Iorque e pelas de um flamengo em Filadélfia. http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/04/12-abril-2015-banda-sinfonica-portuguesa/39670?lang=pt

A Música Toma Conta de Mim (5€) [11/04/2015 - sábado | 18:00 | Sala Laranja] - Workshops Sara Pinheiro e Vera Ferreira formadoras Connosco as crianças ficam bem entregues. Enquanto os pais assistem ao concerto na Sala Suggia, aos sábados ou domingos ao final da tarde, os filhos participam em actividades lúdicas de descoberta e crição musical. Com conteúdos temáticos que vão sempre ao encontro da audição do dia, estes workshops, reservados a crianças dos 3 aos 10 anos, deixam compor um bom programa familiar, com a música a cuidar tranquilamente de todos. Esta nossa proposta resulta de um protocolo com a Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto. http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/04/11-abril-2015-a-musica-toma-conta-de-mim/39959?lang=pt

Orgão nos Clérigos II Consagração da Casa / 10º Aniversário da Casa da Música - [10/04/2015 - sexta-feira | 13:00 | Igreja dos Clérigos ] - Barroca - Entrada Livre Filipe Veríssimo órgão Obras de Francisco Correa de Arauxo, António Carreira, Pedro de Araújo, Manuel Rodrigues Coelho, Diogo da Conceição e anónimos (sec. XVII e XVIII) Professor de Órgão no III Curso Nacional de Música Litúrgica, Filipe Veríssimo é organista principal do Grande Órgão de Tubos Georg Jann da Igreja da Lapa – Porto. Em Novembro de 2002 foi nomeado Mestre Capela da mesma Igreja. Licenciado em Música Sacra pela Escola das Artes da Universidade Católica, Filipe Veríssimo obteve o primeiro prémio no Concurso Nacional de Órgão em 1995, e contactou com organistas como M. Bernreuther, O. Latry, F. Lehrndorfer, P. Planiavsky e F. J. Stoiber, trabalhando actualmente em Paris com Eric Lebrun. Em 2003 fun- dou o PortoGalante Ensemble, orquestra que se dedica à interpretação da música barroca com instrumentos da época. http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/04/10-abril-2015-consagracao-da-casa-10%C2%BA-aniversario-da-casa-da-musica/10-abril-2015-consagracao-da-casa-10%C2%BA-aniversario-da-casa-da-musica?lang=pt

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Porto Cultura Teatro Municipal do Porto | Newsletter > 2-15 mar http%3A%2F%2Fteatromunic…url q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-…url q=https%3A%2F%2Fcampoalegr… portocultura@cm-porto.pt> http%3A%2F%2Fteatromunic… http%3A%2F%2Fmailing.cm-…url q=https%3A%2F%2Fcampoalegr… https%3A%2F%2Frivoli.bil… https%3A%2F%2Frivoli.bil… https%3A%2F%2Frivoli.bil… https%3A%2F%2Frivoli.bil… http%3A%2F%2Fissuu.com%2… https%3A%2F%2Fwww.facebo… http%3A%2F%2Fwww.cm-port…

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COLISEU DO PORTO Programação em Março http%3A%2F%2Fwww.coliseu…

06.03.2015 > 22.00 h TONY CARREIRA " SEMPRE" 07.03.2015 > 22.00 h TONY CARREIRA " SEMPRE" 08.03.2015 > 18.30 h LEANDRO – Sou um homem Feliz 27.03.2015 > 21.30 h RITA GUERRA 28.03.2015 > 21.30 h TANGO PASÍON 31.03.2015 > 21.30 h JOAN BAEZ

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Agora que as sugestões culturais nos ocupam a agenda, demos aqui conta das notícias que esta semana se passaram… ;)

Mil milhões de jovens em risco de danos auditivos devido a música alta http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4426362&seccao=Sa%FAde

Organização Mundial de Saúde recomenda a redução do volume dos aparelhos de áudio e smartphones e a sua não utilização mais de uma hora por dia. Mais de mil milhões de jovens em todo o mundo correm o risco de sofrer danos auditivos por ouvirem música com o volume demasiado elevado, alertou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com a OMS, o nível de ruído em concertos e bares é, muitas vezes, demasiado elevado, tal como o volume nos dispositivos de áudio e nos 'headphones' dos 'smartphones', pelo que cerca de 50% dos jovens entre os 12 e os 35 anos nos países de rendimento médio ou elevado estão expostos a níveis extremamente elevados de ruído. A OMS refere que uma vuvuzela emite 120 decibéis e que basta ouvi-la durante nove segundos por dia para se correr o risco de perda permanente da audição, e lembra também que este sentido humano, uma vez perdido, é irrecuperável. Ainda de acordo com a organização, o mais alto nível de ruído no local de trabalho não deve ultrapassar os 85 decibéis até oito horas diárias, mas muitos funcionários que trabalham em estabelecimentos de diversão noturna ou em eventos desportivos estão expostos a níveis mais elevados, por vezes acima dos 100 decibéis. Assim, para o Dia Mundial da Audição, que se assinalou na terça-feira, a OMS recomenda algumas medidas preventivas: os adolescentes devem reduzir o volume dos aparelhos de áudio e smartphones, não os devem utilizar mais de uma hora por dia, devem colocar tampões nos ouvidos em locais ruidosos e fazer pausas, procedendo ainda a exames aos ouvidos e a testes de audição regulares.

Turistas é que salvam as casas de fado http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4428237

São cada vez menos os portugueses que visitam estes espaços. Integradas nos bairros históricos de Lisboa, as casas de fado têm resistido às dificuldades do mercado e redução de público português, sobretudo devido à maior afluência de turistas, disse a presidente da Associação Portuguesa Amigos do Fado (APAF). A situação económica do país tem afastado os portugueses destes locais e, hoje, "é um luxo ir a uma casa de fados", sublinhou Julieta Estrela de Castro, ressalvando que não está em causa o interesse pelo fado. "Se anteriormente tínhamos uma média de 80% de portugueses [nas casas de fado], presentemente não temos 40% de portugueses", admitiu a presidente da APAF, adiantando que, no entanto, "existe uma maior afluência de clientes estrangeiros".

A nova moda do vinil: da feira da ladra aos leilões online http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4429347

A Carbono, em Lisboa, é, há mais de 20 anos, ponto de encontro dos amantes de vinil. Os discos de vinil tornaram-se um objeto de culto. O mercado em Portugal, sobretudo das raridades, está no melhor momento. Das poucas vezes que mudou de casa, Rui Miguel Abreu sentiu literalmente no corpo o peso da sua obsessão pelos discos de vinil, ao ter de carregar os cerca de 15 mil exemplares da sua coleção. "Os discos nunca nos parecem demais até sermos obrigados a levá-los às costas", afirma com humor o jornalista, um dos maiores colecionadores de vinil em Portugal. "Tenho uma sala só para os discos, mas vou ter de fazer obras em breve, porque já não tenho espaço para os meus pais dormirem quando me visitam", confessa. Antigo proprietário da Lollipop, uma loja de discos que nos anos 1990 ajudou a fazer a história do Bairro Alto, em Lisboa, Rui Miguel Abreu define a sua paixão como "uma questão geracional". "Foi o formato com que aprendi a gostar de música. Comecei a comprar discos durante a adolescência, no início dos anos 80. Praticamente cresci com o vinil e mesmo durante a década de 90, quando os discos quase desapareceram, mantive-me fiel a eles, porque muita da música que eu ouvia, como house, drum n" bass ou hip hop, privilegiava esse formato", lembra. E nunca mais os abandonou, alargando, ao longo dos anos, a sua coleção com muitos discos comprados a preço de saldo. "Batia todas as feiras de velharias da Linha de Cascais. Sou do tempo em que éramos muito poucos, quase todos nos conhecíamos. Hoje já se veem muitos miúdos." Atualmente é na internet que faz muitas das suas aquisições. "Sou cliente sobretudo da Norman, da Boomkat e da Discogs, além das compras diretas que faço a artistas e editoras." Isto para edições novas, porque, no que diz respeito aos usados, continua a ser onde calha: feiras, lojas de velharias ou a particulares que se estão a desfazer das coleções. "Também tenho CD e oiço o Spotify, mas há certos géneros que só fazem sentido em vinil, de preferência nas edições originais, como é o caso do jazz ou da soul." Outra das suas preferências são os discos das editoras angolanas dos anos 70, que "há poucos anos se compravam por tuta e meia nas feiras e hoje estão bastante inflacionados, devido ao interesse dos estrangeiros. Alguns até vêm de propósito a Portugal só para os encontrar."

‘Música no Coração’ faz 50 anos. Conhece os verdadeiros Von Trapp? http://www.SOL.pt/noticia/126195

Música no Coração’ faz 50 anos. Conhece os verdadeiros Von Trapp? Não há quem não os conheça, novos e velhos. Todos os anos, principalmente entre o Natal e o Ano Novo, o filme ‘Música no Coração’ passa na tv. E faz hoje 50 anos que se estreou. espectadores americanos e alguns europeus já tinham ouvido falar deles, os Trapp Family Singers. A sua história é parecida com a do filme, mas começou uma década mais cedo e, claro, foi romantizada. Em 1926 a noviça de 21 anos Maria Kutschera – uma órfã criada por um tio socialista e anti-clerical e convertida ao mais rigoroso catolicismo – foi ensinar uma dos sete filhos de um viúvo, o barão Georg Von Trapp, 25 anos mais velho. Rapidamente conquistou as crianças. O barão, um herói nacional na I Grande Guerra, apaixona-se por ela. Maria conta na sua biografia que o amor de Georg não foi logo correspondido, apesar de “gostar dele”. De qualquer forma Von Trapp perguntou-lhe se queria “ser uma segunda mãe para os seus filhos”. E Maria aceitou. “Deus fê-lo fazer a pergunta da maneira certa porque se só me tivesse pedido para casar com ele talvez não tivesse dito sim”.

Uma lança da arte africana no Porto http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/uma-lanca-da-arte-africana-no-porto-1687912

A Galeria Municipal Almeida Garrett vai acolher, a partir de 5 de Março, uma exposição com 80 obras de 50 artistas africanos contemporâneos da Colecção Sindika Dokolo, marido de Isabel dos Santos. Pode uma medalha da cidade ferir um executivo? You love me, you love me not é o título de uma obra da artista queniana Wangechi Mutu (n. 1972), mas é também todo um programa político-cultural que preside à exposição com o mesmo nome, que esta quinta-feira vai ser inaugurada na Galeria Municipal Almeida Garrett, no Porto. “O título não é inocente; ele expressa também a relação paradoxal que nós, portugueses, temos com o continente africano, e com Angola em particular”, diz Paulo Cunha e Silva, vereador da Cultura da Câmara do Porto, a apresentar a exposição da Fundação Sindika Dokolo, que traz agora ao Porto a mais extensiva mostra daquela que é considerada uma das mais relevantes colecções de arte africana contemporânea.

Morreu Amadeu Ferreira, um dos maiores divulgadores da língua mirandesa http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/morreu-amadeu-ferreira-um-dos-maiores-defensores-da-lingua-mirandesa-1687733

Morreu neste domingo, em sua casa, em Lisboa, Amadeu Ferreira, escritor, poeta, jurista e um dos maiores defensores da língua mirandesa, anunciou a família, em nota enviada às redacções. Natural de Sendim, concelho de Miranda do Douro, Amadeu Ferreira nasceu a 29 de Junho de 1950. Há cerca de um ano que lutava contra um cancro no cérebro. Era presidente da Associaçon de la Lhéngua i Cultura Mirandesa, presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes, vice-presidente da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), professor convidado da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Bragança e, desde 2004, comendador da Ordem do Mérito da República Portuguesa. Autor e tradutor de uma vastíssima obra em português e em mirandês, também com os pseudónimos Fracisco Niebro, Marcus Miranda e Fonso Roixo, Amadeu Ferreira deixa obras científicas e literárias, em poesia e em prosa. Entre muitas outras, publicou, na área do Direito, Homicídio Preveligiado e Direito dos Valores Mobiliários; em poesia, Cebadeiros, Ars Vivendi / Ars Moriendi e Norteando; em prosa, La bouba de la Tenerie / Tempo de Fogo, Cuntas de Tiu Jouquin, Lhéngua Mirandesa – Manifesto an Forma de Hino e Ditos Dezideiros / Provérbios Mirandeses. Traduziu para a língua mirandesa obras como Os Quatro Evangelhos, Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, Mensagem, de Fernando Pessoa, dois volumes de Astérix, e obras de Horácio, Vergílio e Catulo, entre muitos outros.

Restauro no Palácio da Bolsa revelou raro brasão do Japão dos Samurais http://www.publico.pt/local/noticia/restauro-no-palacio-da-bolsa-revelou-raro-brasao-do-japao-dos-samurais-1687323

Sob um dos brasões do Pátio das Nações do Palácio da Bolsa, foi originalmente pintado o símbolo do shogunato japonês que terminou na década de 860 do séc XIX. Brasões de 20 nações, algumas entretanto desaparecidas, estão pintados na cúpula envidraçada do Pátio das Nações Foi uma caixinha de surpresas o trabalho de restauro dos brasões de 20 países pintados no século XIX sob a cúpula envidraçada do Pátio das Nações, no Palácio da Bolsa. A equipa de seis especialistas envolvida na recuperação deste património deparou-se com elementos inesperados, o mais interessante dos quais uma representação a preto e branco das armas do Shogunato do Japão, que terminou na década de 60 do século XIX, pintura que foi substituída pelo brasão da Saxónia, em homenagem ao rei D. Fernando II, nascido naquele território da actual Alemanha. Os 19 brasões que rodeiam o de Portugal — também ele alterado, para substituir o monárquico, após a implantação da República — representam nações, algumas entretanto desaparecidas, com as quais Portugal, e o Porto em particular, mantinha relações comerciais. Estão lá o Império Austro-Húngaro, a Pérsia, Saxe, como referido, mas também a Itália, a França, a Holanda, a Bélgica, a Dinamarca, a Suécia, a Grécia, a Rússia, a Grã-Bretanha, a Suíça, a Alemanha, o México, os Estados Unidos, a Argentina, o Brasil, e Espanha, claro, de frente para Portugal. Num dos cantos, à esquerda do brasão português, o de Saxe (na actual Alemanha) escondia o mais curioso segredo. Na Associação comercial do Porto, admite-se que o Shogunato tenha ali sido inicialmente representado por causa de uma grande embaixada japonesa a uma feira industrial realizada no antigo Palácio de Cristal. Mas, para os próprios japoneses, a mera existência da representação, ainda que a preto e branco, foi já motivo de interesse e até de notícia na imprensa daquele país do Extremo Oriente que se abriu ao mundo precisamente nas décadas de transição, do Japão, que saiu desta ditadura feudal e regressou ao domínio do imperador. O trabalho foi levado a cabo pela empresa Augusto Oliveira Ferreira, histórica firma familiar do sector, de Braga, dirigida, na terceira geração por uma arquitecta de 28 anos, Teresa Ferreira. Na coordenação técnica, Lara Aladina, especialista em restauro, dirigiu uma equipa de seis elementos que, desde Julho do ano passado, foi levando a cabo um trabalho minucioso, lá no alto, junto à cúpula desenhada por Tomás Soller, enquanto no pátio se mantiveram as visitas guiadas e alguns eventos.

No pergaminho do “Gotinhas”… apenas para reflectir.

A estupidez geral http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-estupidez-geral-1687404

Dizem que nós humanos apenas usamos um décimo dos nossos cérebros. Haverá mais convincente demonstração da nossa estupidez? Como sabemos que é só um décimo? Como é que achamos que um décimo é pouco? Um décimo pode ser, comparado com outras espécies ainda mais estúpidas do que nós que são obrigadas a usar 100%, só para terem uma única hipótese de sobreviver, sensacional. Quando se é novo pensa-se que tudo é uma questão de estudo e de explicação. Mas não é assim. O problema é a enorme variedade de explicações incompatíveis. Infeliz ou felizmente há uma explicação estúpida para todos os níveis de ignorância, que são muitos. A inteligência é o contrário da sabedoria: é a dúvida. É saber quais são as coisas das quais se pode (e não apenas se deve) duvidar. A inteligência é saber receber de neurónios abertos o prazer de nunca poder saber ao certo. Quanto mais se vive e se pensa mais se vê que a estupidez se cola à certeza. Quando a certeza dá jeito, simplifica e elogia quem a tem (como acontece em todos os racismos): é um sinal infalível de vistas curtas, egoísmo e vaidade. A estupidez era considerada como uma ligeira e aleatória deficiência: compreendida, aceite e descontada. Hoje é vista como uma espécie de inocência: como se a cegueira fosse uma prova física da falta de facciosismo no que toca à escolha das melhores cores e luminosidades. A estupidez generaliza-se por ser tratada como especial. Sim, é. Mas é, sobretudo, estúpida.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 16:25 link do post
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