Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
19 de Março de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Porto Cultura Inauguração de exposição com jovens artistas visuais e designers portugueses. http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/14032015_mupi%20Y.jpg

Exposição Museu Romântico Quinta da Macieirinha http://www.cm-porto.pt/

Reflexões sobre os idiomas femininos http://www.cm-porto.pt/

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PORTO COOL Monstra 2015 @ Casa das Artes , 26-28 Março https://oportocool.wordpress.com/author/oportocool/

No ano em que festeja o 15.º aniversário, o Festival de Cinema de Animação de Lisboa “Monstra” vai andar à solta na Casa das Artes do Porto, entre 26 e 28 de março. O Festival de Animação de Lisboa nasceu no ano 2000 com o objetivo de celebrar a transversalidade artística, fazer encontrar pessoas de diferentes artes, transmitir novos olhares artísticos, usando como base a linguagem mais pluridisciplinar que conhecemos, o Cinema de Animação. Este ano decorre em Lisboa entre 12 e 22 de Março. O Monstra apresenta secções que abrangem diferentes géneros e formatos do cinema de animação, desde competições de curtas e longas metragens, filmes para crianças, documentários, exposições, encontros com artistas a workshops. O tema do festival este ano é a América Latina, com filmes da Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, Cuba, Equador, México, Perú, Venezuela, entre outros. Destacam-se ainda os clássicos da animação e a estreia da longa-metragem “A Ovelha Choné”. MONSTRA - Festival de Cinema de Animação de Lisboa 26, 27 e 28 de Março no Porto – Casa das Artes Bilhetes: 4 euros para os adultos e 1 euro para as crianças Fonte: Monstra

Inaugurações Simultâneas @ quarteirão Miguel Bombarda, 21 Mar ’15 https://oportocool.wordpress.com/author/oportocool/

Sábado, 21 de março de 2015, a partir das 16 horas, está de volta a uma das zonas mais cool da cidade a festa da arte contemporânea, com a inauguração simultânea de exposições nas Galerias de Arte e, paralelamente, com a apresentação de novidades nas diversas lojas de moda, design, decoração e música. As ruas enchem-se de pessoas e animação com a participação ativa dos espaços de restauração e as diversas intervenções artísticas, performances, concertos, e outras atividades originais e criativas. O quarteirão de Miguel Bombarda, aka Porto’s Art District, engloba as ruas de Miguel Bombarda, do Rosário, do Breyner, D. Manuel II e Adolfo Casais Monteiro.

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Biblioteca Municipal Almeida Garrett Debate da Acesso Cultura | Biblioteca Municipal Almeida Garrett | 19 março,18h30 | PÚBLICOS PARA O CINEMA: o que se faz em Portugal? http://bmp.cm-porto.pt/DB_Debates_Acesso_Cultura_sobre_acessibilidade_2015

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Vistas as sugestões culturais, passemos às notícias desta semana. Blog “Musikes” Já Tem Mail Exclusivo Mail: musikes@aescas.net

Antes um exclusivo do agrupamento de escolas de Águas Santas – Maia, agora uma janela aberta para o mundo. Presentemente, o Musikes comunica-se através do seu próprio endereço de correio.

Foi ontem o arranque da disponibilização do endereço de email do blog Musikes, o qual tem tido total apoio da direcção e da administração do portal http://www.aescas.net. Trata-se de um modesto projecto idealizado e dinamizado pelo professor Pedro Ferreira Braga, docente da área disciplinar de Educação Musical do 2º ciclo, colocado neste estabelecimento de ensino. O blog tem como objectivo primordial disponibilizar para audição outras músicas pouco acessíveis à grande maioria da comunidade educativa do agrupamento. Para tal, emprega as tecnologias de informação e comunicação, que proporcionam um excelente veículo de partilha de experiências, saberes e conhecimentos Culturais que fazem parte da História de todos.

Comentários, sugestões, propostas, entre outros assuntos, todos os mails recebidos terão a devida atenção, cuja resposta será enviada tão breve quanto possível. Façam favor! Escrevam que o Musikes cá espera pelos vossos contactos! 

Acordo Ortográfico de 1990: o regresso das falácias convenientes http://www.publico.pt/sociedade/noticia/acordo-ortografico-de-1990-o-regresso-das-falacias-convenientes-1689106

…é confundir a arca do dilúvio com uma pipa apocalíptica GNR, O Paciente (Psicopátria, 1986) Em debate na TVI moderado por Fátima Lopes – e com António Chagas Baptista a atacar de forma muito competente o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) –, João Malaca Casteleiro apresentou três “razões essenciais” para justificar a pertinência do instrumento em apreço: razão histórica, razão linguística e razão política. São razões facilmente rebatidas em meia dúzia de linhas: do ponto de vista histórico, a demanda do Preste João ou andar aos gambozinos (citando J. M. Casteleiro: “conseguir chegar a uma ortografia comum”) nunca significou que o reino do Preste ou os gambozinos existissem e, do ponto de vista político, está por provar o benefício para a língua portuguesa da criação em Portugal da palavra 'perspetiva' (sic), substituta da 'perspectiva' mantida no Brasil. J. M. Casteleiro considera que agora existe uma “ortografia comum”. Em Outubro do ano passado, introduzi no conversor Lince do ILTEC os programas políticos dos três candidatos à presidência do Brasil e obtive, entre outros, os seguintes resultados: “aspecto convertido para aspeto”; “concepção convertido para conceção”; “confecções convertido para confeções”; “excepcionais convertido para excecionais”; “facções convertido para fações”; “infecciosas convertido para infeciosas”; “percepção convertido para perceção”; “perspectiva convertido para perspetiva”; “recepção convertido para receção”; “receptiva convertido para recetiva”; “receptividade convertido para recetividade"; “receptor convertido para recetor”; “respectivamente convertido para respetivamente”; “respectivas convertido para respetivas”; “ruptura convertido para rutura”. Ou seja, se quiser escrever 'aspecto', 'concepção', 'confecções', 'excepcionais', 'facções', 'infecciosas', 'percepção', 'perspectiva', 'recepção', 'receptiva', 'receptividade', 'receptor', 'respectivamente' ou 'ruptura', o AO90 não me permite tais veleidades, porque sou falante e escrevente de português europeu, mas um falante e escrevente de português do Brasil pode continuar a fazê-lo. Um dos resultados tangíveis da “ortografia comum” anunciada por J. M. Casteleiro encontra-se patente em dois textos publicados recentemente e com inegável importância política. No prefácio do livro Roteiros IX, Cavaco Silva escreve “perspetiva de ligação”, “aspetos essenciais” e “respetivos líderes políticos”. Contudo, na Mensagem ao Congresso Nacional (o documento que inaugura oficialmente o ano legislativo no Brasil), podemos ler “perspectiva de redução de custos”, “diversos aspectos da previdência complementar” e “respectivos sistemas estaduais de cultura”. Efectivamente, os próprios poderes públicos que estão na génese do AO90 demonstram a falácia da “ortografia comum”. Interpelado por Chagas Baptista acerca da incongruência Egito (sic)/egípcio, J. M. Casteleiro retorquiu com um “já nós tínhamos antes, por exemplo (…), cativo sem pê, captor e captura com pê, apocalítico [sic] sem pê, apocalipse com pê”. Apocalíptico sem pê? Apocalítico (sic)? Não, não tínhamos. Como é sabido, pelo menos desde a epígrafe deste artigo, apocalítico (sic) não é um “tínhamos antes”, é um claro “temos agora, mas dispensamos”. Quanto ao 'cativo'/'captor' e 'captura' (como 'assunção' e 'assumptivo'; 'assunto' e 'assumpto', 'dicionário' e 'dicção'; 'vitória' e 'victrice'), no texto de 1945, estas grafias são consagradas, remetendo-se para a divergência “nas condições em que entraram e se fixaram no português”. Por seu turno, a Nota Explicativa do AO90 diz que a “justificação da grafia com base na pronúncia é tão nobre como aquela razão”. Não é. Aquilo que a NE do AO90 refere como “a pronúncia” não é critério de espécie alguma (quando muito, seria “a pronunciação”). Além disso, é sabido há muitos anos que as ortografias de base alfabética não pretendem captar o nível fonético da língua: aquilo que se pretende é a criação de uma abstracção útil e geral. Caso J. M. Casteleiro esteja interessado nas referências, poderei facultá-las.

Aprenda a deitar-se com Ingmar Bergman e Beethoven http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4455961

Acordar cedo e cedo erguer, dá saúde e ... ajuda a tirar maior proveito do dia. No entanto esta máxima não se aplica apenas aos hábitos matutinos. O que faz antes de se deitar, como ler ou refletir o seu dia, podem contribuir para que a manhã seguinte seja mais produtiva. Alguns escritores, autores, psicoterapeutas e compositores (como é o caso de Ludwig Van Beethoven) admitem acordar cedo para que possam tirar um maior proveito dos seus dias. Mas não só. A rotina diurna é importante e decisiva quando conjugada com a noturna e com os hábitos tidos antes da hora de adormecer. Contas feitas, são sinónimos de um dia produtivo. Sete personalidades de vastas áreas, selecionados pelo site Fast Company, revelam os seus hábitos matinais, bem como as atividades que praticam antes da hora de dormir.

Observar o eclipse sem filtro solar adequado pode cegar http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=4454032

Por si só, o eclipse solar não traz riscos para a saúde, mas desperta curiosidade e a observação do Sol, sem a proteção adequada, pode trazer danos irreversíveis para a visão. "Olhar para o Sol é sempre perigoso, queima as células da retina e provoca lesões oftalmológicas graves", avisa Maria João Quadrado, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, que está particularmente preocupada com as crianças. "Este eclipse coincide com o último dia de aulas antes das férias da Páscoa e acontece de manhã. Espero que as crianças não vão para o recreio olhar para o Sol porque é muito perigoso", alerta a especialista. O nível de proteção da retina das crianças é menor do que a dos adultos, pelo que estão ainda mais suscetíveis a lesões oculares. E como a queimadura provocada pela radiação não causa qualquer ardor ou sintoma no momento "as pessoas não se apercebem do que está a acontecer". A perda de visão, acrescenta Maria João Quadrado, pode surgir passado algumas horas ou mesmo dias". E é irreversível. Filtros solares Para uma observação em segurança do eclipse parcial do Sol, a Direção-Geral da Saúde, a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia e o Observatório Astronómico de Lisboa emitiram um comunicado com recomendações. "Só se pode olhar para o Sol com filtros solares adequados que se vendem nas farmácias e nas lojas especializadas. Não se devem usar óculos de sol, vidros fumados, radiografias, negativos fotográficos, películas, folhas de alumínio. As lentes adequadas para se olhar para o Sol têm um filtro muito específico (devem conter a marca CE obrigatória, cumprindo a Norma Europeia EN 169/1992 e a Diretiva Europeia CEE 89/686)", explica a presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia. Olhar apenas 20 segundos.

João Malva. “Está por provar que somos mais inteligentes do que os animais" http://www.ionline.pt/artigos/portugal-iciencia/joao-malva-esta-provar-somos-mais-inteligentes-os-animais

Cientista avisa que há predisposições genéticas, mas a educação e as vivências determinam muito mais as nossas capacidades cerebrais No arranque da Semana Internacional do Cérebro, o neurocientista João Malva, da Universidade de Coimbra, partilha conhecimentos e aspirações sobre o órgão mais misterioso do corpo humano. Com apartes que dão que pensar: acha que somos a espécie mais inteligente? O investigador não tem a mesma certeza. Que truque para tirar melhor partido do cérebro devíamos interiorizar? A educação é a principal ferramenta para moldar o cérebro. É através da educação que o cérebro se organiza, que são optimizados recursos, que se formam ligações de neurónios, que se garante a sobrevivência de alguns tipos destas células ou até maior complexidade das suas ligações. Mas à partida há pessoas que nascem mais inteligentes do que outras? O conceito de inteligência é subjectivo. Podemos pensar que há pessoas melhores em determinadas capacidades mas isso nunca é unicamente genético. Há uma componente hereditária e genética forte mas hoje sabemos que existe uma componente comportamental muito mais forte. Pode-se nascer predeterminado para desempenhar um tipo de tarefa, por exemplo tocar piano, mas depois o treino é vital. Mas pode-se ser um exímio tocador de piano sem essa predeterminação? Isso não creio. Mas aqueles que nascem com esse potencial só atingem esse nível com um ensino muito bem dirigido e um treino super-intensivo, uma optimização de recursos vai quase à exaustão. Como os atletas de alta competição têm de treinar intensamente. Quão intensivo? Costuma-se dizer que são 10 mil horas de repetição e treino até que se optimize as ligações cerebrais que são importantes para a uma dada actividade. Claro que isto não é universal e vai depender de muitos factores. O desempenho físico ou a música têm uma maior componente genética e por exemplo a altura em que se começa a trabalhar essas capacidades faz a diferença. E qual é a altura ideal? Na maior parte dos casos a janela ideal será entre os dois anos e os dez anos. O cérebro está em construção, há possibilidade de afinar ligações entre neurónios e áreas do cérebro. Voltando à predeterminação, existem diferenças que fazem com que uns vão para letras e outros para engenharia?

Para José Gil pensar voltou a ser uma questão de vida ou de morte http://www.ionline.pt/artigos/portugal/jose-gil-pensar-voltou-ser-uma-questao-vida-ou-morte

O que o país precisa é de acção, mas isso não está na prática e no estar dos portugueses, avisa o ensaísta Não o via há alguns anos. Encontrámo- -nos, também por isso, na Gulbenkian. Há lugares que não mudam, lugares previsíveis de encontro que nos poupam a introduções que nos matam tempo. Não perdemos muitos minutos. Entrámos logo numa conversa em que o ponto de partida era a constatação, minha e dele, de que pensar voltou a ser uma questão de vida ou de morte. Fomos, foi, por campos difíceis, arriscados. Pela política e o amor. Pela felicidade e o mal. Pelo pensamento e a morte. Pelos poderes que temos e os perigos que corremos. Uma conversa que me ficará para sempre, uma entrevista para memória futura. Um dia disse que pensar não era um tema, pensar era uma questão de vida ou de morte. Disse-o na minha juventude, em Paris. A urgência de pensar… Não chegámos a um tempo em que essa urgência voltou a ser de vida ou de morte? Ah, sim. E não só para nós portugueses, para todos, europeus em particular. Temos de pensar numa nova teoria do poder, uma nova organização que repense a democracia. Matar a democracia? Substituí-la por um outro nome? Não sei, isso decorre do próprio pensamento porque é este que encontra a expressão do conceito. Um pensamento sobre as forças – hoje, tudo é uma questão de forças, de poderes, de guerras, violência, crime. Tudo é força e não há teorização das forças em nenhum plano disciplinar na filosofia. São difíceis de conceptualizar, estamos como o antropólogo diante das sociedades primitivas. É dos conceitos mais utilizados pelas sociedades primitivas. As forças, também sobrenaturais, exercem o poder. Isso. Falamos da teoria da representação, da imagem, mas do conceito de força não temos nada. Pouco ou quase nada, talvez Espinoza, Nietzsche, Foucault, Deleuze e pouco mais. Não é por acaso, porque os filósofos que o fizeram subverteram o que existia, viraram o pensamento académico de pantanas, foram ou tornaram-se inqualificáveis. Há qualquer coisa ligada a este conceito de forças que é ferozmente subversivo. Uma pulsão do mal em nós? Não necessariamente. O mal tem uma história muito complicada, a sua dinâmica vem de trás, não apareceu do nada, apareceu de pensamentos e acções que, muitas e muitas vezes, tinham uma boa intenção.

A arquitetura moderna explicada às crianças http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4452252

Num pequeno livro ilustrado, o francês Didier Cornille apresenta onze casas marcantes na história da arquitetura. A edição portuguesa inclui um capítulo sobre Álvaro Siza Vieira. Quando era miúdo, na escola, Didier Cornille passava a maior parte do tempo a desenhar nas margens dos livros e dos cadernos. "Conseguia fazer várias coisas ao mesmo tempo: escutar os professores, participar nas aulas e desenhar." Foi assim que se habituou a fazer desenhos muito pequenos, cada vez mais pormenorizados, ainda que mantendo uma simplicidade desarmante. Hoje, o francês de 64 anos é designer industrial e professor de design na escola de Belas Artes de Tourcoing, no norte de França. E é também autor de pequenos livros para crianças, nos quais lhes tenta transmitir a sua paixão pelo design, pela arquitetura e pelo urbanismo. Tem, por exemplo, um livro sobre arranha-céus, outro só dedicado a pontes, outro sobre Frank Gehry e está neste momento a fazer um sobre as cidades. A Mini Orfeu acaba de editar em Portugal Mãos à Obra: Cada Casa a Seu Dono, que é uma espécie de mini-história da arquitetura centrada nas casas concebidas por grandes arquitetos, como o francês Le Corbusier, o alemão naturalizado norte-americano Mies Van Der Rohe, o holandês Rem Koolhas e outros. A edição portuguesa tem um capítulo dedicado a Álvaro Siza Vieira.

"Homem de Ferro" oferece prótese a menino sem braço http://www.jn.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=4453381

Assumindo o personagem Tony Stark, que no filme dá corpo ao "Homem de Ferro", o ator, de 49 anos, surpreendeu Alex, de 7 anos, que nasceu com o braço direito parcialmente desenvolvido. Na sua posse tinha duas malas de metal com a marca das "Indústrias Stark" que no interior guardavam dois braços do "Homem de Ferro", um de menor dimensão para Alex. Flash start Flash end Na sua página do Facebook, o ator confessou ter sido um privilégio fazer parte desta iniciativa e divulgou um vídeo do momento da entrega. Alex conversa com o seu ídolo do grande ecrã, com alguma timidez, mas identifica claramente o ator como sendo Robert Downey Jr. Tanto o ator como o menino experimentaram os braços robóticos e brincaram. "Acho que o teu é melhor do que o meu", diz Robert Downey Jr. A prótese foi desenhada pelo estudante de engenharia Albert Manero e impresso numa impressora 3D, no âmbito do projeto Collective, que é financiado pela Microsoft.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:36 link do post
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