Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
26 de Março de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

oportocool Dia Nacional dos Centros Históricos, 28 Mar 2015 url q=https%3A%2F%2Foportocool...

Desde 2008 que o Porto aderiu à iniciativa Dia Nacional dos Centros Históricos, e várias entidades abrem as suas portas e promovem um conjunto concertado de atividades. Sábado, dia 28 de Março será assim um dia dedicado ao Centro Histórico do Porto, classificado em 1996 como Património Cultural da Humanidade. Das 9 horas até à meia-noite, haverá mais de 60 atividades, muitas delas gratuitas: visitas guiadas a monumentos, circuitos pelas ruas históricas, passeios de barco no rio Douro, feiras, exposições, workshops, filmes para os mais novos, oficinas pedagógicas, mercados de rua, etc. Consulte o programa completo aqui

***

Porto Cultura Apresentação programação trimestre Teatro Municipal do Porto - entrada livre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

abertura de novo museu na casa do infante - inauguração. url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

Estreia do Teatro Experimental do Porto de regresso à cidade, no TM Campo Alegre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

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Casa da Música - Porto Em Abril, festeja-se os 10 anos da Casa da Música.

Dia 11 Orquestra Barroca Casa da Música Dia 11 NOS Club Dia 12 Banda Sinfónica e Mário Laginha Dia 12 Orquestra Jazz de Matosinhos com Kurt Rosenwinkel

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COLISEU DO PORTo Agenda para esta

RITA GUERRA27.03.2015 > 21.30 h TANGO PASÍON28.03.2015 > 21.30 h

Dia 9 de Abril - Eugene Onegin Piotr Ilitch Tchaikovsky "Eugene Onegin" estreia-se no Coliseu do Porto . Trata-se de uma ópera em três actos e seis cenas, com música de Piotr Ilitch Tchaikovsky com arranjo e orquestração de Kurt-Heinz Stolze, e libretto de John Cranko, baseado noromance em verso de Alexander Pushkin "Eugene Onegin". Uma produção que seguirá para o Teatro Principal de Palma.

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Páscoa nas Bibliotecas Municipais do Porto url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port...

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Porto Editora Convite: Porto de Encontro, 28 de março | À conversa com Lídia Jorge A Porto Editora e o jornalista Sérgio Almeida, com a colaboração da Câmara Municipal do Porto, têm o prazer de convidar para a XXXIV edição de PORTO DE ENCONTRO - À CONVERSA COM ESCRITORES, com Lídia Jorge, no dia 28 de março, às 17:00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto. Esta edição contará ainda com a participação especial de Maria João Reynaud e as leituras ficarão a cargo de Ana Celeste Ferreira.

Entrada livre.

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E aqui está uma notícia que vale a pena passar os olhos com atenção.

De quantos amigos precisa? http://observador.pt/2015/03/23/quantos-amigos-precisa/

"Poucos mas bons" é o que muita gente responde à pergunta sobre o número de amigos que tem. Mas haverá um número ideal? A revista Time dá a resposta.

Durante anos, foram vários os estudos que incidiram sobre os benefícios da amizade. O que foi publicado na PLOS One chegou à conclusão que os amigos protegem a nossa saúde tanto quanto deixar de fumar e muito mais do que fazer exercício. Outros estudos mostraram que as pessoas solitárias têm duas vezes mais probabilidades de virem a morrer de doenças coronárias do que as que têm um círculo de amigos consistente. Para Debra Umberson, socióloga da Universidade do Texas, "as relações sociais fortes são um apoio à saúde mental, e isso leva a um melhor sistema imunitário, menos stress e menos ativação cardiovascular". A socióloga salienta que o apoio emocional é apenas uma das formas, de entre dezenas, com que os amigos podem proteger a sua saúde e aumentar a sua esperança de vida. Infelizmente, ao que parece, nem todos nós temos tantos amigos quanto devíamos. De acordo com dados da General Society Survey, o número de americanos que admite não ter nenhum amigo próximo triplicou nas últimas décadas, sendo que a resposta mais frequente à pergunta "quantos confidentes tem" foi zero. De entre os questionados, os homens adultos são os que têm mais dificuldade em fazer e manter novas amizades. Numa era em que quase toda a gente tem centenas de amigos no Facebook e no Twitter, e outros tantos seguidores no Instagram, as pessoas parecem mais sozinhas do que nunca. A verdade é que essas "amizades" não valem de nada no que diz respeito à sua saúde e felicidade. Ou seja, o facto de ter mais amigos nas redes sociais do que a maioria das pessoas não lhe dará uma saúde de ferro, nem o tornará mais feliz -- até porque muitas pessoas adicionam "amigos" que nem conhecem. Abraçar os amigos é um antídoto contra o stress, a ansiedade, a depressão e até a gripe. As amizades vitais -- aquelas pessoas com quem pode rir, chorar, contar a sua vida e abraçar -- são as que têm um maior impacto tanto na saúde como na felicidade. Segundo Robin Dunbar, um psicólogo evolucionista da Universidade de Oxford, cada pessoa precisa de três a cinco destas amizades para melhorar o seu bem-estar. O psicólogo tem dedicado grande parte da sua carreira a estudar a amizade, e desde que começou a investigar o cérebro e os círculos sociais dos primatas, apercebeu-se de que a dimensão do grupo de amigos de um ser humano pode ser limitada pelo tamanho do seu neocórtex (todas as áreas mais desenvolvidas do córtex). Dunbar chegou ao número que define o limite cognitivo de pessoas com as quais um indivíduo pode manter relações sociais estáveis, que ficou conhecido como o "número de Dunbar". Esse número -- geralmente citado como 150, mas que pode variar entre os 100 e os 200 -- é o tamanho aproximado de um círculo de amigos, que pode incluir família. No fundo, estas pessoas são aquelas que convidaria para uma grande festa em casa, e com as quais estaria à vontade e se sentiria bem. De acordo com as pesquisas de Dunbar, o seu cérebro não é capaz de manter uma conexão com mais de 150 amigos. E dentro desse número, as suas amizades mas próximas, de entre família e amigos, são as mais cruciais para a saúde mental e física. No entanto, Dunbar acredita que um irmão ou irmã não oferecem os mesmos benefícios do que um amigo próximo. Os irmãos mais depressa estarão lá para si sempre que precisar de ajuda, mas os bons amigos têm o dom de "incendiar" o seu sistema nervoso, libertando as afamadas endorfinas, conhecidas por hormonas da felicidade e que também estão presentes no chocolate. Ou seja: se estiver de dieta, aposte nas amizades verdadeiras. Apesar de todos os benefícios para a saúde, evite olhar para os seus amigos como um medicamento. Mark Vernon, filósofo e autor do livro The Meaning of Friendship, faz um aviso: não torne os seus amigos em "prestadores de serviços" porque essa não é a essência da amizade. Qual é, ou como se cultiva? Vernon acredita que Ralph Waldo Emerson deu o melhor conselho no que diz respeito a fazer e manter amizades próximas quando disse que "a única maneira de ter um amigo é sendo um". Matemáticas à parte, a conclusão é clara: cultive as amizades próximas, até porque é sabido que são cada vez mais raras.

Refundar a escola http://www.publico.pt/sociedade/noticia/refundar-a-escola-1689648

Refundar a escola é uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento. Volto àquela crítica que tão frequentemente se faz à Educação: empreender demasiadas reformas. Diz-se até que algumas destas reformas acabam por ser "reformadas" antes que tenham tempo de reformar o que quer que seja. Existiram reformas que, a meio da sua implementação foram julgadas inadequadas. É certo que sim. Mas estes casos pontuais - a maioria das vezes relacionados com programas curriculares - não podem justificar uma empedernida resistência a que algo se mude na Educação em nome da "estabilidade". Às vozes que clamam "Deem tempo à Educação para sedimentar os seus procedimentos" devemos perguntar: "Sedimentar o quê? Práticas e modelos que já provaram que estão desajustados aos alunos de hoje?" Recentemente vieram a público dois movimentos reformistas de sistemas de educação e de ensino de grande impacto. O primeiro foi desenvolvido pelas escolas jesuíticas da Catalunha. Em três colégios foi posta em prática uma ambiciosa reforma chamada "Educació 2020" que implicou uma alteração radical na forma como as escolas se organizam. Foram abolidas as disciplinas, os exames e os horários e a aprendizagem dos alunos desenrola-se inteiramente em grupos com a supervisão de professores. Segundo um dos responsáveis desta reforma: "A escola é o local onde mais se fala de trabalho de grupo e aquele onde menos se pratica." Trata-se, segundo o mesmo responsável "de procurar desenvolver todo o potencial dos alunos tornando-os protagonistas e levando-os a descobrir o seu projeto de vida e ensiná-los a refletir, porque eles vão viver numa época que os vai surpreender". Os resultados na motivação dos alunos são evidentes e eles participam empenhadamente nos projetos que delinearam e pelos quais se tornaram responsáveis. Esta reforma não pode deixar de atribuir notas, mas, para lá chegar, analisa primeiro quais as competências que o aluno adquiriu e logo, mediante um algoritmo, transforma as competências adquiridas nas notas que são legalmente requeridas. Uma outra reforma é aquela que o Ministério da Educação francês acaba de propor para entrar em vigor no ensino secundário já em 2016. O ponto de partida enunciado pela ministra de Educação francesa, Najat Vallaud-Belkacem, é o de que o ensino secundário é antes de mais profundamente inigualitário, que não é significativo para um grande número de alunos que se aborrecem, se desmotivam e precocemente têm insucesso e abandonam a escola. Esta reforma assenta em três pilares: flexibilidade, autonomia e interdisciplinaridade. A reforma do Governo francês sustenta que as escolas devem alterar a sua forma de ensinar, dando mais importância aos trabalhos de projeto, aos trabalhos de grupo e proporcionando aos alunos oportunidades de procurar relacionar a sua aprendizagem com aspetos práticos do quotidiano, tornando as suas aprendizagens úteis, coerentes e significativas. Este programa implica a criação de módulos transversais e interdisciplinares como, por exemplo, "Desenvolvimento sustentável" ou "O mundo económico e profissional". Um quinto do horário global da escola é deixado à responsabilidade dos professores para desenvolver "novas formas de ensino", trabalho em pequenos grupos, acompanhamento personalizado e o aprofundamento disciplinar. Estes dois exemplos mostram que ser avesso a reformas estruturais da Educação é, no tempo presente, uma posição não só conservadora mas irresponsável face à responsabilidade de prepararmos os nossos jovens para participar e serem úteis nas sociedades do futuro. A perspetiva do back to basics, isto é, regressar aos currículos, às metodologias, aos valores e à organização da escola na qual os mais velhos foram educados, é um sonho de alguns que, se for cumprido, se tornará para os nossos alunos um verdadeiro pesadelo. O Ministério da Educação francês não hesita em intitular a sua reforma como uma "refundação da escola". Refundar a escola significa que é necessário e urgente que a escola volte a ser pensada, porque a forma como ela foi pensada no século XIX - e que não sofreu mudanças essenciais desde então - não é adequada aos tempos que vivemos. Não se adequa, porque a escola "antiga" foi pensada para ensinar só alguns e não todos, foi pensada para ser frequentada por alunos evidentemente motivados e identificados com a linguagem e ambientes que nela se produziam, foi pensada para que não se pensasse, só se transmitisse e reproduzisse mais tarde o que foi transmitido. Refundar a escola é pois uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento, a fraternidade da relação e o sonho da descoberta. Professor universitário, presidente da Pró-Inclusão/Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

Há cem anos o terramoto Orpheu virou do avesso a literatura portuguesa http://blogtailors.com/ha-cem-anos-o-terramoto-orpheu-virou-do-7825387 via Byline

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"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

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Desde 2008 que o Porto aderiu à iniciativa Dia Nacional dos Centros Históricos, e várias entidades abrem as suas portas e promovem um conjunto concertado de atividades. Sábado, dia 28 de Março será assim um dia dedicado ao Centro Histórico do Porto, classificado em 1996 como Património Cultural da Humanidade. Das 9 horas até à meia-noite, haverá mais de 60 atividades, muitas delas gratuitas: visitas guiadas a monumentos, circuitos pelas ruas históricas, passeios de barco no rio Douro, feiras, exposições, workshops, filmes para os mais novos, oficinas pedagógicas, mercados de rua, etc. Consulte o programa completo aqui

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Porto Cultura Apresentação programação trimestre Teatro Municipal do Porto - entrada livre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

abertura de novo museu na casa do infante - inauguração. url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

Estreia do Teatro Experimental do Porto de regresso à cidade, no TM Campo Alegre url q=http%3A%2F%2Fwww.cm-port...

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Casa da Música - Porto Em Abril, festeja-se os 10 anos da Casa da Música.

Dia 11 Orquestra Barroca Casa da Música Dia 11 NOS Club Dia 12 Banda Sinfónica e Mário Laginha Dia 12 Orquestra Jazz de Matosinhos com Kurt Rosenwinkel

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COLISEU DO PORTo Agenda para esta

RITA GUERRA27.03.2015 > 21.30 h TANGO PASÍON28.03.2015 > 21.30 h

Dia 9 de Abril - Eugene Onegin Piotr Ilitch Tchaikovsky "Eugene Onegin" estreia-se no Coliseu do Porto . Trata-se de uma ópera em três actos e seis cenas, com música de Piotr Ilitch Tchaikovsky com arranjo e orquestração de Kurt-Heinz Stolze, e libretto de John Cranko, baseado noromance em verso de Alexander Pushkin "Eugene Onegin". Uma produção que seguirá para o Teatro Principal de Palma.

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Páscoa nas Bibliotecas Municipais do Porto url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port...

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Porto Editora Convite: Porto de Encontro, 28 de março | À conversa com Lídia Jorge A Porto Editora e o jornalista Sérgio Almeida, com a colaboração da Câmara Municipal do Porto, têm o prazer de convidar para a XXXIV edição de PORTO DE ENCONTRO - À CONVERSA COM ESCRITORES, com Lídia Jorge, no dia 28 de março, às 17:00, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto. Esta edição contará ainda com a participação especial de Maria João Reynaud e as leituras ficarão a cargo de Ana Celeste Ferreira.

Entrada livre.

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E aqui está uma notícia que vale a pena passar os olhos com atenção.

De quantos amigos precisa? http://observador.pt/2015/03/23/quantos-amigos-precisa/

"Poucos mas bons" é o que muita gente responde à pergunta sobre o número de amigos que tem. Mas haverá um número ideal? A revista Time dá a resposta.

Durante anos, foram vários os estudos que incidiram sobre os benefícios da amizade. O que foi publicado na PLOS One chegou à conclusão que os amigos protegem a nossa saúde tanto quanto deixar de fumar e muito mais do que fazer exercício. Outros estudos mostraram que as pessoas solitárias têm duas vezes mais probabilidades de virem a morrer de doenças coronárias do que as que têm um círculo de amigos consistente. Para Debra Umberson, socióloga da Universidade do Texas, "as relações sociais fortes são um apoio à saúde mental, e isso leva a um melhor sistema imunitário, menos stress e menos ativação cardiovascular". A socióloga salienta que o apoio emocional é apenas uma das formas, de entre dezenas, com que os amigos podem proteger a sua saúde e aumentar a sua esperança de vida. Infelizmente, ao que parece, nem todos nós temos tantos amigos quanto devíamos. De acordo com dados da General Society Survey, o número de americanos que admite não ter nenhum amigo próximo triplicou nas últimas décadas, sendo que a resposta mais frequente à pergunta "quantos confidentes tem" foi zero. De entre os questionados, os homens adultos são os que têm mais dificuldade em fazer e manter novas amizades. Numa era em que quase toda a gente tem centenas de amigos no Facebook e no Twitter, e outros tantos seguidores no Instagram, as pessoas parecem mais sozinhas do que nunca. A verdade é que essas "amizades" não valem de nada no que diz respeito à sua saúde e felicidade. Ou seja, o facto de ter mais amigos nas redes sociais do que a maioria das pessoas não lhe dará uma saúde de ferro, nem o tornará mais feliz -- até porque muitas pessoas adicionam "amigos" que nem conhecem. Abraçar os amigos é um antídoto contra o stress, a ansiedade, a depressão e até a gripe. As amizades vitais -- aquelas pessoas com quem pode rir, chorar, contar a sua vida e abraçar -- são as que têm um maior impacto tanto na saúde como na felicidade. Segundo Robin Dunbar, um psicólogo evolucionista da Universidade de Oxford, cada pessoa precisa de três a cinco destas amizades para melhorar o seu bem-estar. O psicólogo tem dedicado grande parte da sua carreira a estudar a amizade, e desde que começou a investigar o cérebro e os círculos sociais dos primatas, apercebeu-se de que a dimensão do grupo de amigos de um ser humano pode ser limitada pelo tamanho do seu neocórtex (todas as áreas mais desenvolvidas do córtex). Dunbar chegou ao número que define o limite cognitivo de pessoas com as quais um indivíduo pode manter relações sociais estáveis, que ficou conhecido como o "número de Dunbar". Esse número -- geralmente citado como 150, mas que pode variar entre os 100 e os 200 -- é o tamanho aproximado de um círculo de amigos, que pode incluir família. No fundo, estas pessoas são aquelas que convidaria para uma grande festa em casa, e com as quais estaria à vontade e se sentiria bem. De acordo com as pesquisas de Dunbar, o seu cérebro não é capaz de manter uma conexão com mais de 150 amigos. E dentro desse número, as suas amizades mas próximas, de entre família e amigos, são as mais cruciais para a saúde mental e física. No entanto, Dunbar acredita que um irmão ou irmã não oferecem os mesmos benefícios do que um amigo próximo. Os irmãos mais depressa estarão lá para si sempre que precisar de ajuda, mas os bons amigos têm o dom de "incendiar" o seu sistema nervoso, libertando as afamadas endorfinas, conhecidas por hormonas da felicidade e que também estão presentes no chocolate. Ou seja: se estiver de dieta, aposte nas amizades verdadeiras. Apesar de todos os benefícios para a saúde, evite olhar para os seus amigos como um medicamento. Mark Vernon, filósofo e autor do livro The Meaning of Friendship, faz um aviso: não torne os seus amigos em "prestadores de serviços" porque essa não é a essência da amizade. Qual é, ou como se cultiva? Vernon acredita que Ralph Waldo Emerson deu o melhor conselho no que diz respeito a fazer e manter amizades próximas quando disse que "a única maneira de ter um amigo é sendo um". Matemáticas à parte, a conclusão é clara: cultive as amizades próximas, até porque é sabido que são cada vez mais raras.

Refundar a escola http://www.publico.pt/sociedade/noticia/refundar-a-escola-1689648

Refundar a escola é uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento. Volto àquela crítica que tão frequentemente se faz à Educação: empreender demasiadas reformas. Diz-se até que algumas destas reformas acabam por ser "reformadas" antes que tenham tempo de reformar o que quer que seja. Existiram reformas que, a meio da sua implementação foram julgadas inadequadas. É certo que sim. Mas estes casos pontuais - a maioria das vezes relacionados com programas curriculares - não podem justificar uma empedernida resistência a que algo se mude na Educação em nome da "estabilidade". Às vozes que clamam "Deem tempo à Educação para sedimentar os seus procedimentos" devemos perguntar: "Sedimentar o quê? Práticas e modelos que já provaram que estão desajustados aos alunos de hoje?" Recentemente vieram a público dois movimentos reformistas de sistemas de educação e de ensino de grande impacto. O primeiro foi desenvolvido pelas escolas jesuíticas da Catalunha. Em três colégios foi posta em prática uma ambiciosa reforma chamada "Educació 2020" que implicou uma alteração radical na forma como as escolas se organizam. Foram abolidas as disciplinas, os exames e os horários e a aprendizagem dos alunos desenrola-se inteiramente em grupos com a supervisão de professores. Segundo um dos responsáveis desta reforma: "A escola é o local onde mais se fala de trabalho de grupo e aquele onde menos se pratica." Trata-se, segundo o mesmo responsável "de procurar desenvolver todo o potencial dos alunos tornando-os protagonistas e levando-os a descobrir o seu projeto de vida e ensiná-los a refletir, porque eles vão viver numa época que os vai surpreender". Os resultados na motivação dos alunos são evidentes e eles participam empenhadamente nos projetos que delinearam e pelos quais se tornaram responsáveis. Esta reforma não pode deixar de atribuir notas, mas, para lá chegar, analisa primeiro quais as competências que o aluno adquiriu e logo, mediante um algoritmo, transforma as competências adquiridas nas notas que são legalmente requeridas. Uma outra reforma é aquela que o Ministério da Educação francês acaba de propor para entrar em vigor no ensino secundário já em 2016. O ponto de partida enunciado pela ministra de Educação francesa, Najat Vallaud-Belkacem, é o de que o ensino secundário é antes de mais profundamente inigualitário, que não é significativo para um grande número de alunos que se aborrecem, se desmotivam e precocemente têm insucesso e abandonam a escola. Esta reforma assenta em três pilares: flexibilidade, autonomia e interdisciplinaridade. A reforma do Governo francês sustenta que as escolas devem alterar a sua forma de ensinar, dando mais importância aos trabalhos de projeto, aos trabalhos de grupo e proporcionando aos alunos oportunidades de procurar relacionar a sua aprendizagem com aspetos práticos do quotidiano, tornando as suas aprendizagens úteis, coerentes e significativas. Este programa implica a criação de módulos transversais e interdisciplinares como, por exemplo, "Desenvolvimento sustentável" ou "O mundo económico e profissional". Um quinto do horário global da escola é deixado à responsabilidade dos professores para desenvolver "novas formas de ensino", trabalho em pequenos grupos, acompanhamento personalizado e o aprofundamento disciplinar. Estes dois exemplos mostram que ser avesso a reformas estruturais da Educação é, no tempo presente, uma posição não só conservadora mas irresponsável face à responsabilidade de prepararmos os nossos jovens para participar e serem úteis nas sociedades do futuro. A perspetiva do back to basics, isto é, regressar aos currículos, às metodologias, aos valores e à organização da escola na qual os mais velhos foram educados, é um sonho de alguns que, se for cumprido, se tornará para os nossos alunos um verdadeiro pesadelo. O Ministério da Educação francês não hesita em intitular a sua reforma como uma "refundação da escola". Refundar a escola significa que é necessário e urgente que a escola volte a ser pensada, porque a forma como ela foi pensada no século XIX - e que não sofreu mudanças essenciais desde então - não é adequada aos tempos que vivemos. Não se adequa, porque a escola "antiga" foi pensada para ensinar só alguns e não todos, foi pensada para ser frequentada por alunos evidentemente motivados e identificados com a linguagem e ambientes que nela se produziam, foi pensada para que não se pensasse, só se transmitisse e reproduzisse mais tarde o que foi transmitido. Refundar a escola é pois uma necessidade para que os alunos encontrem na vida escolar a alegria do conhecimento, a fraternidade da relação e o sonho da descoberta. Professor universitário, presidente da Pró-Inclusão/Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

Há cem anos o terramoto Orpheu virou do avesso a literatura portuguesa http://blogtailors.com/ha-cem-anos-o-terramoto-orpheu-virou-do-7825387 via Byline

<<Decorrido um século, o centenário do lançamento do primeiro número de Orpheu, que terá saído da gráfica a 24 de Março de 1915, vai ser evocado por estes dias em colóquios, exposições, lançamentos, leituras públicas e outras iniciativas. Tudo somado, não é de mais, já que Orpheu não foi apenas um terramoto que deixou irreconhecível a paisagem literária portuguesa da época, foi também, enquanto gesto fundador do nosso modernismo, o início de uma aventura criativa que atravessou todo o século XX e que só agora começa a dar sinais de esgotamento.>>.

Sophia, Cesário e Pessoa homenageados no Dia Mundial da Poesia http://blogtailors.com/sophia-cesario-e-pessoa-homenageados-no-7823624 via Byline

<<Os poetas Fernando Pessoa, Cesário Verde e Sophia de Mello Breyner Andresen vão ser homenageados nas comemorações do Dia Mundial da Poesia, que vão decorrer no próximo sábado, no Porto e em Lisboa. O Teatro Nacional D.ª Maria II, em Lisboa, organiza, na data, 21 de março, uma declamação de poemas de Fernando Pessoa, Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, três dos fundadores e principais autores da Orpheu, revista do modernismo português, que completa cem anos. [...] No Porto, Pessoa e os seus heterónimos também protagonizam a proposta do Teatro Sá da Bandeira, mas no dia 23, com o espetáculo A Minha Pátria é a Língua Portuguesa. A Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, organiza uma feira do livro, que vai até domingo, 22 de março, nas suas instalações e no Jardim da Parada, em Campo de Ourique. No mesmo bairro, os grupos CampOvivo e Oficina de Teatro da Universidade Sénior vão declamar, nos cafés, à hora de almoço e ao lanche, poemas de Fernando Pessoa, Cesário Verde, Alexandre O`Neill e Sophia de Mello Breyner Andresen. A poetisa vai ser homenageada no Porto, sábado, Dia Mundial da Poesia, com o programa Poesia em Sophia, que se realiza nos jardins do Palácio de Cristal, e com um espetáculo no auditório da Biblioteca Almeida Garrett, que recupera a sua obra para crianças e vai contar com a participação da comunidade escolar. [...] Em Lisboa, o Centro Cultural de Belém (CCB) abre o Dia Mundial da Poesia com uma palestra do investigador Fernando Cabral Martins, sobre a vida e obra do poeta português Cesário Verde. Os poemas de Cesário serão declamados por diversos convidados, numa maratona de leitura. O CCB realiza ainda uma feira do livro, particularmente dedicada à poesia, e o espetáculo musical De Lisboa para o Mundo, pela Lisbon Poetry Orchestra. [...] Da parceria com a Casa da América Latina, o CCB acolhe, na sala Almeida Negreiros, a 4.ª Festa da Poesia Latino-Americana, com a evocação de obras dos poetas Pablo Neruda, Vinicius de Moraes, Manoel de Barros, Octávio Paz e Ernesto Cardenal, entre outros.>> Ler na RTP.

As 7 maravilhas desaparecidas do Porto http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=4463390

Ainda se recorda dos jardins dos Aliados ou do Estádio das Antas? A página "Porto Desaparecido" está, através de uma votação online, a eleger as "As 7 maravilhas desaparecidas do Porto". ALVÃO; PHOTOGRAPHIA PORTUENSE Inaugurado em 1865 no campo da Torre da Marca, o palácio foi projetado pelo arquiteto inglês Thomas Dillen Jones, tendo o Crystal Palace londrino por modelo. "Em Portugal não se aprende história local nas escolas. Os alunos ficam a conhecer a história do país e do mundo, mas pouco ou nada sabem da rua onde vivem ou do monumento pelo qual passam todos os dias. Através desta página pretendemos dar um pequeno contributo para que pontes, palácios, capelas, igrejas, mosteiros, fontes, teatros, hotéis, cafés e outros monumentos do Grande Porto que se foram perdendo sejam conhecidos por todos", diz Dinis Fonseca, do "Porto Desaparecido", ao JN. LEIA TAMBÉM Escolha as sete maravilhas desaparecidas do Porto Veja as fotos Assim, durante este mês, os utilizadores do Facebook têm a possibilidade de votar nos monumentos que recordam com mais saudade e que apenas se mantêm na memória dos portuenses. Os sete mais votados serão "As 7 maravilhas desaparecidas do Porto". O "Porto Desaparecido" é constituído por uma pequena equipa formada por pessoas de diversas áreas que em comum nutre um carinho especial pelo Porto. O projeto, sem fins lucrativos, já valeu o reconhecimento da Câmara Municipal do Porto, através da atribuição da Medalha de Mérito.

Quer ajudar a fazer um guia fotográfico do Porto e Norte? É agora http://www.publico.pt/local/noticia/quer-ajudar-a-fazer-um-guia-fotografico-do-porto-e-norte-e-agora-1690329

Concurso decorre até Maio e leva os participantes a diferentes atractivos turísticos da região. De Melgaço a Vila Nova de Foz Côa: A viagem é de quem a apanha Montesinho é a primeira aldeia do Norte com iluminação pública LED Eles invadem espaços abandonados e resgatam história com máquinas fotográficas Portugal dos namorados O Porto, os turistas e a fotografia no dia mundial dela Os cinco notáveis jardins portugueses O desafio já começou, mas se perdeu a primeira etapa, não pense em desistir, porque até Maio ainda há muitos locais à espera de serem descobertos e fotografados, no Porto e Norte de Portugal. O objectivo é aliciante para os amantes da fotografia: editar um guia fotográfico com as melhores imagens de todos os que queiram participar nesta espécie de concurso que a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal está a promover. Próxima paragem, Parque Natural de Montesinho, já neste fim-de-semana. Chama-se Porto Challenge e começou, precisamente, no Grande Porto, mas há ainda doze outros destinos à espera dos participantes. A inscrição é gratuita e pode ser feita apenas para um dos destinos, para um grupo de dois ou para todos eles. Há, contudo, custos associados ao alojamento e alimentação, que variam consoante o percurso. Para participar, é obrigatório que tenha mais de 18 anos (16 se estiver acompanhado de uma autorização do representante legal) e que se inscreva até 24 horas antes do próximo percurso. O que quer dizer que se pretende aceitar ainda o desafio de fotografar, como ninguém, Bragança e o Parque Natural de Montesinho terá de se inscrever até esta quinta-feira (em www.photochallenge.pt) e até às 15h, por questões administrativas, uma vez que a saída do Porto está agendada para as 21h de sexta-feira. A dormida nessa noite já será feita em Bragança, para que no sábado logo de manhã os participantes partam para o Parque Natural de Montesinho, onde, de acordo com a organização, acompanhados "por guias especializados, farão trilhos em locais de difícil acesso ao público geral". A ideia, aqui, é "fotografar a natureza selvagem do parque" e encontrar as imagens que "melhor representam" o local. Depois do almoço, o desafio muda-se para Bragança, com "o património e a história" como mote para as fotografias, que serão tiradas em vários locais previamente definidos e com tempos cronometrados pela organização. O custo do alojamento, pequeno-almoço e almoço, para esta viagem é de 50 euros. O transporte, bem como o colete de participação e um "kit de sobrevivência" são oferecidos pela organização. O primeiro desafio andou pelo Porto, Vila Nova de Gaia, Gondomar e Matosinhos e contou com 28 participantes (o limite, por desafio, é 100) que tiraram mais de 500 fotografias. As regras do concurso dizem que, no final de cada percurso fotográfico, os participantes devem disponibilizar à organização até cinco fotografias para cada um dos temas propostos - arquitectura, património, gastronomia, espaços naturais e gentes. É do conjunto de todas essas imagens que serão seleccionadas aquelas que, posteriormente, darão origem ao guia. As próximas edições do Porto Challenge vão levar os participantes, ainda este fim-de-semana ao Parque Natural do Douro Internacional (28 e 29 de Março); às cidades de Braga e Guimarães (11 de Abril); ao Douro Vinhateiro (12 de Abril); ao Douro (18 de Abril); ao Parque Natural Litoral Norte (19 de Abril); ao Parque Natural do Alvão (25 de Abril); ao Geoparque de Arouca (26 de Abril); ao Geoparque Terras de Cavaleiros (2 de Maio); ao Parque Nacional Peneda/Gerês (2 e 3 de Maio); ao Alto Minho/Peneda I (9 de Maio); e ao Alto Minho/Peneda II (10 de Maio). O programa foi desenhado para abarcar cinco grandes temáticas - capitais de distrito, rota do romântico, património da Humanidade, parques naturais e geoparques. Com a promoção turística da região como pano de fundo, o desafio conta com financiamento europeu e tem a participação da Lufthansa - LGPS, da Olhares e, para a produção do livro, da Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto. Há prémios para cada desafio, que serão anunciados no final de cada viagem fotográfica.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
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Para mim, a canção mais bonita cantada em lingua p...
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