Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
02 de Abril de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Porto Cultura Nós na Arte - exposição de pintura moderna e contemporânea url q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-...aqui

Concerto de Harpa Barroca Italiana. Apresentação do festival IN SPIRITUM - Entrada Livre. url q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-...aqui

Curso livre de construção de árvore genealógica, por Ricardo Teixeira | Biblioteca Municipal Almeida Garrett | abril e maio 2015 | 19h00-21h00 url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port...

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Cante alentejano dá prémio internacional de fotografia a portuguesa de 15 anos http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/cante-alentejano-da-premio-internacional-de-fotografia-a-portuguesa-de-15-anos-1690902

Beatriz Rocha venceu a secção juvenil dos Prémios Mundiais de Fotografia Sony com a imagem de um grupo de cantares alentejanos, pouco antes da elevação do cante a património da Humanidade. A fotografia que valeu o prémio o Beatriz Rocha foi registada no Teatro Garcia de Resende em Évora.

No pergaminho...

Antropóloga reúne em livro antigos jogos do Planalto Mirandês http://www.publico.pt/local/noticia/antropologa-reune-em-livro-antigos-jogos-do-planalto-mirandes-1690802

Uma antropóloga reuniu em livro, após uma pesquisa de três anos , 62 jogos tradicionais do Planalto Mirandês, para evitar que estes "importantes" elementos culturais identitários da região nordestina caíssem no esquecimento das gerações mais novas. Mónica Ferreira, a autora do trabalho, explica que foram necessários alguns anos para recolher, observar e registar a prática dos jogos para não se perderem os pormenores que por vezes marcam a diferença de região para região do país. "Transcrever para papel muito do que vi, quando o registo captado pelo gravador não era o suficiente, ou era pouco perceptível e com a falta de alguma informação, foi complicado", observou. Para uma melhor integração, a investigadora teve de jogar os jogos da sua infância, para melhor perceber a atitude dos intervenientes nos mais diversos desafios, que muitas vezes não estavam ao alcance das mulheres. Os jogos agora passados a livro são retratados da forma "mais fiel possível", já que muitos deles já caíram em desuso, ou já não são tão usuais quanto eram antigamente nos adros das igrejas ou em terrenos comunitários onde se jogava o fito, a relha, o ferro ou a malha. Já os jogos de mesa com cartas, tais como a sueca, o chincalhão, o sobe e desce ou outros, ainda se vão mantendo. Os jogos de tabuleiro, tais como damas, ou xadrez, ainda "vão atraindo a atenção dos mais novos", mas de forma já "muito tímida" face ao avanço das novas tecnologias. Aliás, jogos como a cabra cega, os esconde-esconde, o jogo do pião ou saltar simplesmente à corda estão ser substituídos pelos computadores, tablets e Internet. Agora, a bilharda, o batoque, o espicha, ou outros jogos ao ar livre e que impunham uma grande disputa entre os seus jogadores, estão praticamente fora de jogo dadas preferências das gerações mais novas. "São jogos ancestrais transmitidos de gerações em gerações e que se têm perdido no tempo. Passatempos lúdico-didáticos pois com a sua prática aprendíamos a contar, dividir, somar, partilhar e sobretudo a socializar. Jogos que se vão perdendo no tempo que tê de ser recuperados", acrescentou Mónica Ferreira. Para o historiador Hermínio Bernardo, um conhecedor da realidade histórica das "Terras de Miranda" este jogos sempre existiram nesta região desde o tempo da ocupação romana. "Os povos que passaram pela Península Ibérica praticavam estes jogos, aos quais lhes emprestaram um pouco da sua forma de estar na sociedade", acrescentou. Para o investigador, os jogos tradicionais também foram o encontro de povos e culturas desde tempo ancestrais e serviam para sociabilizar, para desenvolver o corpo e a mente e para competir. A antropóloga Mónica Ferreira acrescentou que se apercebeu de que havia muitos mais jogos a recolher, sendo preciso mais tempo para continuar o trabalho o que terá de ser feito. O livro Jogos Tradicionais -Terras de Miranda é ilustrado. Foi escrito em português e mirandês.

E para descontrair...

Muito stress? Nova moda passa por agarrar-se aos lápis de cor http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4479681

Livros de colorir para adultos. Esta é a nova moda para aliviar o stress. O produto, normalmente associado ao público infantil, começou a ser comercializado para adultos, com o objetivo de 'aliviar o stress". Isto em Inglaterra, mas a moda está a pegar e já há livros destes à venda na Fnac A ideia foi criada pela editora britânica Michael O'Mara que, aproveitando o facto de conhecer casos de pais que aproveitavam os livros de pintar dos filhos para os colorir, resolveu lançar os primeiros modelos similares, mas para o público adulto. Pintar seguindo as delimitações dos desenhos, já não é um exercício exclusivo dos mais novos. Os manuais, com padrões, sejam florais ou desenhos abstratos, foram desenvolvidos para ajudar a aliviar o stress dos adultos. Esta atividade é considerada terapêutica sendo aconselhada para pessoas que precisem de aliviar situações de nervosismo e ansiedade.

Teatro do Bolhão abriu as portas do seu novo palácio http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/teatro-do-bolhao-devolve-ao-porto-um-1690609

Depois de quase dez anos de obras, o antigo palácio do conde do Bolhão, um belíssimo edifício classificado no centro do Porto, reabriu esta sexta-feira como sede da Academia Contemporânea do Espectáculo/ Teatro do Bolhão. Final feliz para uma história de persistência que envolveu campanhas nas redes sociais para pagar uma escadaria e angariação de mecenato um bocadinho à má fila, como essa viagem de Alfa Lisboa-Porto em que o actor António Capelo, director da companhia Teatro do Bolhão, convenceu um ocasional companheiro de viagem, que não conhecia de lado nenhum, a pagar os 700 metros quadrados de soalho do novo auditório de 140 lugares construído nas traseiras do palacete. Depois de uma conferência de imprensa para apresentar a programação até Julho, a inauguração da nova sede começou às 19h00 com uma visita guiada à casa onde o riquíssimo comerciante António de Sousa Guimarães - que mandou erguer este palacete em 1844 - dava as mais badaladas e concorridas festas a que a elite portuense assistiu na segunda metade do século XIX. E como se impunha no dia mundial do teatro, os anfitriões da festa subiram depois ao palco para fechar o programa com a estreia de Édipo, uma encenação do japonês Kuniaki Ida da peça de Sófocles, interpretada por apenas três actores e um coro: António Capelo, João Paulo Costa e João Cardoso assumem múltiplos papéis, como faziam os actores gregos da Antiguidade. Recuperar o degradado palácio do conde do Bolhão e adaptá-lo às necessidades de uma escola e companhia de teatro custou 2,8 milhões de euros, e a soma não parece exagerada quando olhamos para a sucessão de salas com os seus estuques, pinturas e talhas, originalmente criados por alguns dos melhores artistas portugueses da época. "Costumo dizer aos nossos alunos que vão estudar na escola de teatro mais bonita do mundo", conta António Capelo. E é bem capaz de ter razão. Se o Porto já tinha na Lello uma das mais bonitas livrarias do planeta, procuradíssima por turistas, o risco é que o serviço de educação do Teatro do Bolhão, que será responsável por um programa regular de visitas guiadas bilingues ao edifício, se veja em breve sem mãos a medir. A recuperação do edifício foi projectada pelo arquitecto José Gigante, que trabalhou em estreita colaboração com os responsáveis da escola. Uma das dificuldades a vencer era a transformação de um anexo nas traseiras, onde funcionava a Litografia do Bolhão, no auditório principal da companhia (o salão nobre do edifício original será usado para peças mais pequenas e experimentais, explica Capelo). Gigante optou por literalmente descolar o anexo do edifício, criando entre os dois uma espécie de rua, ao ar livre. Sonhado pelos responsáveis da Academia Contemporânea do Espectáculo há uma dúzia de anos, o projecto, que implicou antes de mais a compra do edifício pela Câmara do Porto, enfrentou todo o tipo de dificuldades e houve momentos em que, confessa Capelo, pensaram mesmo que "ia morrer na praia" por falta de financiamento. Se a obra principal foi essencialmente paga por fundos europeus e contribuições dos ministérios da Educação e da Cultura, e ainda da autarquia, foi preciso arranjar um mecenas diferente para pagar o complexo restauro de cada uma das principais salas, e Capelo conta, divertido, que conseguiu um inesperado financiamento, com o qual pagou o chão do novo auditório, numa viagem de comboio. "Percebi às tantas que o senhor que vinha ao meu lado era o presidente da Associação das Indústrias de Madeira e Mobiliário de Portugal, e disse-lhe: 'Então temos de conversar'...". E no fim ainda faltavam 35 mil euros para restaurar os 68 degraus da escadaria principal. Já não sabendo a quem recorrer, Capelo lançou, inicialmente na sua própria página do Facebook, a campanha de angariação de fundos Degrau a Degrau. Podia contribuir-se com apenas um euro, mas dez euros já davam direito a ver o nome inscrito nos degraus, cem ainda compravam um ano de acesso livre aos espectáculos, e por 500 comprava-se um degrau inteiro. É divertido ir reparando nas inscrições enquanto se sobe as escadas e ler os nomes de cafés, mercearias e hotéis a par de sindicatos, associações várias e um grande número de particulares. Um dos degraus parece a direcção (antiga e actual) do Bloco de Esquerda, registando as contribuições de Francisco Louçã, Marisa Matias, Renato Soeiro, Catarina Martins ou Alda de Sousa. Outro foi integralmente recuperado a expensas de um grupo de amigos de Pedorido, em Castelo de Paiva, a terra natal de Capelo. E se levantar os olhos do chão e começar a reparar nos candeeiros, saiba que muitos deles já em tempos iluminaram a sala e os corredores do Teatro Rivoli.

E se fossemos uma estrela do Universo? O que poderíamos ver lá de cima?

As mais fantásticas imagens da Terra, pela NASA // Sapo TeK http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/as_mais_fantasticas_imagens_da_terra_pela_nas_1435828.html

Visible Earth é o nome do site onde a agência espacial europeia reúne as imagens, que estão à disposição de quem as queira simplesmente ver ou descarregar. Podem ser escolhidos diferentes formatos ou definições para o download. Em destaque no site estão as fotografias mais populares e as imagens colocadas mais recentemente no site, que permitem observar o planeta "visto de fora". As luzes da Ásia e da Austrália ou do continente americano, as vistas dos polos, o impacto de fenómenos meteorológicos ou as populares imagens do planeta azul são alguns dos conteúdos que ali pode encontrar. Pode também contar com ligações que dão de acesso direto a algumas galerias de imagens criadas pela agência e a outros sites, a partir deste Visible Earth.

Nesta Páscoa de 2015, desejos de muitos ovinhos e coelhinhos saltitantes de Amor, Páz e Amizade!

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 09:58 link do post
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