Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
09 de Abril de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Porto Cultura Teatro Municipal do Porto | Newsletter > 8-19 abr url q=http%3A%2F%2Fteatromunic... url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil...

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O PORTO COOL | insider's. FLIC - Festa Lotação Ilimitada @ Coliseu, 18 ABR 2015 url q=https%3A%2F%2Foportocool... FLIC - Festa Lotação Ilimitada @ Coliseu, 18 ABR 2015 by oportocool coliseu A apresentação do Coliseu desconhecido é o alicerce base da programação do FLIC - Festa Lotação Ilimitada Coliseu, no próximo dia 18 de Abril de 2015. Pretende-se que neste dia o público possa circular entre espaços que nunca visitou, nomeadamente o Salão Ático, o Salão Jardim e a Sala Principal, abrindo-se assim o Coliseu do Porto a todos. Uma oportunidade a não perder. A fachada exterior do edifício não será descurada, mostrando em projecção vídeo, tudo o que se passará lá dentro. A partir das 20h30 as portas abrem e os 3 palcos enchem-se de música trazendo a festa à mais emblemática sala de espectáculos da cidade. FLIC - Festa Lotação Ilimitada Coliseu Coliseu do Porto, 18 de Abril de 2015 20h30 Bilhetes: 18 euros (à venda nas bilheteiras do Coliseu do Porto e Ticketline) PROGRAMA: Garden Saloon 21h30 - Les Crazy Coconuts 22h30 - Black Bombaim 23h30 - Throes + The Shine 00h30 - FanfaNash (DJset) Salão Ártico 21h00 - Memória de Peixe 22h00 - B Fachada 23h00 - LASERS (DJset) Sala Praça 22h30 - Mind da Gap 23h45 - Dealema 01h00 - The Legendary Tigerman 02h00 - Gin Party Soundsystem (DJset) Monumental Foyer 20h30 - nitronious (DJset)

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Casa da Música 10 Anos Casa da Música - A Casa está aberta - 09 a 12 de Abril

10 anos, uma efeméride que merece ser festejada e que coloca em destaque aquilo que é a Casa da Música. Os seus agrupamentos e maestros titulares, o Serviço Educativo, o incentivo à criação contemporânea, os agrupamentos em associação e a marca da diversidade de estilos e géneros musicais estão naturalmente no centro da celebração. Por todo o edifício irá encontrar os sinais de uma década intensa em cartazes e fotografias, os sons das 13 óperas levadas à cena e miniaturas musicais oferecidas por compositores de prestígio internacional. Os ensaios abertos e as visitas guiadas completam uma festa que se faz também pela noite fora, com uma edição especial do NOS Club.

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O centenário da voz imensa de Billie Holiday http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/o-centenario-da-voz-imensa-de-billie-holiday-1691541

Aquela que ajudou a definir a forma de cantar no jazz faria esta terça-feira 100 anos. À volta de Billie Holiday sucedem-se por estes dias os tributos e homenagens.

Crónica: Cem parabéns Tributos, concertos, antologias e novos lançamentos.Tudo à volta de Billie Holiday, a voz que ajudou a definir a forma de cantar no jazz e que faria esta terça-feira 100 anos. A maior parte destas celebrações concentram-se no seu país natal, os EUA, mas porque a sua voz é universal estendem-se ao resto do mundo. Esta segunda-feira, em Portugal, foi lançada a antologia The Centennial Collection, que reúne 20 canções que marcaram o seu percurso, editadas originalmente entre 1935 e 1945, entre elas Strange fruit, All of me, When a man loves a man, Summertime ou God bless the child. Já esta terça-feira, uma das cantoras jazz mais consagradas do nosso tempo, Cassandra Wilson, lança também o álbum tributo Coming Forth by Day, onde recria algumas das canções mais conhecidas de Billie, o mesmo sucedendo com José James, que através da histórica Blue Note edita o álbum Yesterday I Had the Blues: The Music of Billie Holiday, que irá apresentar ao vivo a 4 de Julho na Casa da Música do Porto. Também a pianista Lara Downes homenageia a cantora em A Billie Holiday Songbook, numa das muitas comemorações previstas para este mês. Para além do novo disco, Cassandra Wilson dará concertos no The Apollo, mítica sala no bairro do Harlem de Nova Iorque, uma das poucas onde Billie conseguiu cantar para audiências mistas de negros e brancos. Quem também actuará em sua homenagem é a cantora Cecile McLorin, no Lincoln Center de Nova Iorque, a 10 e 11 de Abril. Ao mesmo tempo foi lançada uma biografia (Billie Holiday: The Musician and the Myth) de John Szwed, que já havia escrito sobre Miles Davis.

Não espanta tanto alvoroço. Nas últimas décadas o seu legado foi sendo recriado pelas mais diversas cantoras, de diferentes gerações e pertencentes a distintos quadrantes estéticos. Dir-se-ia que a sua sombra se tornou omnipresente quando se pensa em figuras da estirpe de Janis Joplin, Erykah Badu, Etta James, Annie Lennox, Amy Winehouse, Julia Holter ou Cat Power. E não são apenas cantoras. Ainda há dias o consagrado trompetista Wynton Marsalis confessava que, quando jovem, passou um ano a ouvir as suas canções. "Ouvi todos os discos que consegui durante um ano", disse, argumentando que a sua voz constituía uma lição ao nível do ritmo, do fraseado e da sofisticação que qualquer aluno de jazz deveria ter em atenção. No século passado outras vozes rivalizaram com a dela em termos de expressividade e audácia, mas poucas foram recolhendo tanta unanimidade com a passagem do tempo. Ela foi provavelmente a primeira cantora jazz a tocar as audiências com a intensidade emocional do blues, transformando para sempre a arte de cantar. Ao contrário do que era até aí o modelo, ouvindo-a sentia-se que cantava o que vivia. Tinha influências como toda a gente (na sua autobiografia menciona Bessie Smith e Louis Armstrong como duas dessas ascendências maiores), mas o seu estilo era único. A sua atribulada vida privada - uma sucessão de relações conflituosas, de dependências (da heroína ao álcool), de detenções e de períodos de depressão - acabou por contribuir para o mito, mas a verdade é que algumas das suas canções (Lover man, Don't explain ou God bless the child) estão na lista das performances vocais mais sentimentais alguma vez gravadas. "Ela era toda coragem, dor, doçura e paixão. Era uma alma pura", afirmava recentemente a cantora Jill Scott. Mais do que a técnica apurada, ou a pureza vocal, aquilo que fez dela única foi o seu temperamento emotivo, exposto em lamentos vocais de grande candura. "O que sai é o que sinto", dizia simplesmente. Nasceu Eleanora Fagan, a 7 de Abril de 1915, filha de Sadie Fagan e de um músico de jazz, Clarence Holiday, com quem quase não teve contacto, acabando por adoptar o nome artístico Billie Holiday, alusão à actriz do cinema mudo Billie Dove. O seu outro heterónimo, Lady Day, foi-lhe atribuído por um dos grandes amores da sua vida, o saxofonista Lester Young, com quem partilhou palcos, gravações e muitas zangas. Nunca teve aprendizagem formal. O seu método era empírico. Em palco era luminosa. Fora dele tinha de lidar com uma realidade por vezes cruel, que viria a reflectir em canções como My man ou Ain't nobody's business. Nos anos 1930, com a mediação do produtor John Hammond, que a havia descoberto a cantar em bares de segunda no Harlem, captou a atenção de uma das orquestras de jazz de maior sucesso nos Estados Unidos - a de Benny Goodman - e anos mais tarde a de Count Basie. Entre 1935 e 1942 registou mais de 100 gravações, entre elas um tema que a haveria de acompanhar até ao fim - Strange fruit (1939) - e que se viria a transformar numa das mais conhecidas canções de condenação do racismo nos Estados Unidos.

Invisuais: Museu do Prado recria obras-primas em 3D // Boas Noticias http://boasnoticias.pt/noticias_invisuais-museu-do-prado-recria-obras-primas-em-3d_22999.html

O Museu do Prado, em Madrid, inaugurou uma exposição dirigida ao público invisual. Ao contrário do que é habitual nas mostras, esta exposição contém a recriação em 3D de seis obras-primas que podem (e devem) ser tocadas com os dedos.

Bairro dos Livros celebra três anos no Porto http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=4497570

O Bairro dos Livros, projeto de animação literária e urbana que decorre mensalmente no Porto, vai celebrar o terceiro aniversário já no sábado, com um programa comemorativo que tem como ponto alto a Livraria Lello. Na histórica livraria portuense, no final da tarde de sábado, vai ser feito o pré-lançamento da revista de filosofia e literatura "Pontes de vista" . O projeto editorial, que conta com Nuno Júdice e António Braz Teixeira no conselho de redação, tem direção de Mário Cláudio, Celeste Natário, Luísa Malato e Renato Epifânio e pretende assumir-se como uma revista de filosofia e literatura que estabelece pontes com outras formas de conhecimento. O primeiro número desta publicação digital, dedicado aos 800 anos de língua portuguesa, publica uma entrevista a Maria Teresa Horta e um artigo partilhado com Eduardo Lourenço, entre outros. Na ocasião vai ser lançado ainda o livro de contos "Goiabada Cascão" da escritora brasileira Marisa Oliveira. Publicado pela chancela Bairro dos Livros da Cultureprint, o livro apresenta um conjunto selecionado de contos em torno de personagens femininas brasileiras mas universais. O prefácio é do escritor Pedro Eiras. À noite, na Livraria mais antiga da cidade, a Moreira da Costa, há música acústica e bolo com rótulo próprio para leitores. O coletivo vimaranense John and the Charmers vai dar música aos leitores do Bairro dos Livros com um 'showcase' improvisado a partir do álbum de estreia "Velvet Blue", lançado em Fevereiro deste ano.

No pergaminho desta semana...

Duvidar é bom http://www.publico.pt/sociedade/noticia/duvidar-e-bom-1691586

A educação é o que nos prepara para não estarmos preparados. A certeza é a feição mais atraente da ignorância.

A educação é o que acontece quando se põem em causa a verdade e as verdades. Aprende-se a distinguir os factos (ou as observações) das verdades. É um facto observado que alguém tirou um pão sem pagá-lo. Mas é a partir daí que não conseguimos impedir-nos de pensar mais; mais longamente; mais tarde. Será que a pessoa tinha fome? Será que a pessoa é contra o roubo? Será que é assim que se define o roubo e, por conseguinte, o ladrão? O relativismo é muito atacado: por alguma razão é. Talvez seja porque é a maneira de o mundo sustentar muitas verdades adversárias ao mesmo tempo. É como os vários estilos do jazz: é por serem vários que são (ou, mais convincentemente ainda, não são) jazz. A educação é a edificação da incerteza informada, curiosa e divertida. Só funciona se formos ambivalentes: se eu, por exemplo, não for capaz de suspeitar que têm valor estético as obras de arte (ou coisas) que me repugnam e afastam, torno-me num apreciador fanático e obstruído. O relativismo é a única maneira inteligente de reconciliar verdades concorrentes que se deixam vitimar pelo desejo comum de vencer. É a curiosidade -- e a abertura solidária para se provar que estamos errados -- que nos salva de termos certezas estúpidas. A educação é o que nos prepara para não estarmos preparados. A certeza é a feição mais atraente da ignorância. Também a estupidez convencida e inviolável é o melhor antídoto para o remédio da sempre angustiada e céptica inteligência.

E agora uma curiosidade. Hum... ;)

Depois do car sharing, que tal partilhar uma bicicleta? http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4496772

O número de cidades com aluguer de bicicletas tem vindo a aumentar. Já são 855 em todo o mundo As cidades são cada vez menos só para os automobilistas. Um número crescente de cidades em todo o mundo adoptaram sistemas de partilha de bicicletas. Cada vez há mais oferta de sistemas que permitem a utilização de bicicletas por um curto período de tempo em troca do pagamento de um valor. Em Lisboa é comum encontrar ciclistas a circular pela cidade, nas ciclovias criadas para o efeito e não só, nascendo por toda a cidade empresas que alugam bicicletas. Veja aqui opções de aluguer em Lisboa e também aqui e aqui e ainda aqui Andar de bicicleta está na moda mas não só em Lisboa. Em todo o mundo está a transformar-se numa tendência. O ano passado 855 cidades em todo o mundo têm um sistema de partilha de bicicletas. Em 2013 eram apenas 703 e em 2004 apenas 11 cidades, de acordo com os dados da MetroBike, consultora norte-americano que trabalha na área de partilha de bicicletas. Leia ainda: Relação entre automobilista e ciclista? "É a mesma de um serial-killer com a sua vítima" No mundo existe uma frota de 946 mil bicicletas, a maioria das quais na China. Só neste país estão concentradas 753,598 bicicletas. França é o segundo país com maior frota de bicicletas (42,930), seguido de Espanha (25,084), Estados Unidos (22,390), Alemanha (12,474), Itália (11,123), Reino Unido (10,764), Taiwan (9,636), Coreia do Sul (8,795) e Canadá (6,185).

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:25 link do post
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