Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
17 de Abril de 2015

"A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação." Fernando Pessoa

No "Gotinhas" desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Porto Cultura Hierarquia das Nuvens - Rui Horta - TM Rivoli http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/16042015_ABR2015_A3_HIERARQUIADASNUVENS_01.jpg

Ciclo Sons do Romântico - 18 abril - 17h00 http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/15042015_Ciclo%20Sons%20do%20Rom%C3%A2ntico%202.jpg

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/14042015_DIMS_2015-A4.jpg

Festa Lotação Ilimitada Coliseu http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/13042015_Festa%20Lota%C3%A7%C3%A3o.jpg

A apresentação do Coliseu desconhecido é o alicerce base da programação do dia 18 de Abril de 2015. Pretende-se que neste dia o público possa circular entre espaços que nunca visitou, nomeadamente o Salão Ático, o Salão Jardim e a Sala Principal, abrindo-se assim o Coliseu do Porto a todos. A partir das 20h30 as portas abrem e os 3 palcos enchem-se de música trazendo a festa à mais emblemática sala de espectáculos do Porto. Garden Saloon 21h30 - Les Crazy Coconuts 22h30 - Black Bombaim 23h30 - Throes + The Shine 00h00 - FanfaNash (DJset) Salão Ártico 21h00 - Memória de Peixe 22h00 - B Fachada 23h00 - LASERS (DJset) Sala Praça 22h30 - Mind da Gap 23h45 - Dealema 01h00 - The Legendary Tigerman 02h00 - Gin Party Soundsystem (DJset) Monumental Foyer 20h30 - nitronious (DJset)

***

Biblioteca Municipal Almeida Garrett<bib.agarrett You Love Me You Love Me Not | Visitas Guiadas na Galeria Municipal do Porto | 12 e 26 de abril | 17h00 url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port... *** ******* Quem gosta de jazz é mais inteligente e criativo http://observador.pt/2015/01/18/quem-gosta-de-jazz-e-mais-inteligente-e-criativo/ É um apreciador irredutível de jazz? Ou encara este género de música como insuportável, em que, nas suas formas mais vanguardistas, lhe provocam a convicção de que cada músico está a "tocar para o seu lado"? Pode parecer-lhe que a questão não tem qualquer relevância, mas há estudos que concluem que quem gosta de jazz é mais inteligente e criativo. Um artigo disponível no site Elite Daily cita diversos trabalhos que chegam àquelas conclusões e refere o investigador William Klemm, da Psychology Today, que afirma existirem diversas "vantagens cognitivas" que enriquecem a mente enquanto se ouve jazz. Uma delas está na circunstância de este género possuir o poder de aliviar o stress, de acordo com um estudo levado a cabo pela Universidade do Nevada, nos Estados Unidos, nação berço do jazz que resultou do encontro entre tradições musicais oriundas de África e da Europa. A música e o stress, defendem os investigadores daquela instituição, andam de mãos dadas. Não é surpresa que os tempos mais rápidos são capazes de o fazerem subir, o que sucede quando se escuta um tema que faz uma pessoa saltar do sofá e começar aos pulos, enquanto os mais lentos, como aqueles que constituem o padrão no jazz, conseguem relaxar a mente e o corpo. William Klemm também traça uma relação entre a capacidade de estudar e o stress, ao considerar que este é o "arqui-inimigo da memória". Conclusão? O artigo do Elite Daily refere que, ao escutar-se jazz, os níveis de stress baixam, o que ajuda a absorver e a conservar a informação. Outra vantagem alegada de escutar jazz está no facto de estimular o cérebro. Os padrões rítmicos do género, por vezes mais acelerados e pujantes, mas menos óbvios, levam a mente a mimetizar a improvisação, o que ativa a mesma região do cérebro que comanda a linguagem. Esta situação significa que a música acaba por constituir um exercício que melhora o desempenho intelectual, sabendo-se que o cérebro funciona como os músculos: precisa de atividade para se manter em forma. Finalmente, o jazz incentiva a criatividade. Porquê? O Elite Daily garante que o "ruído ambiente" melhora as capacidades criativas, embora refira como relevante não só o género de música que se ouve, mas também o volume. Um volume moderado é o nível "óptimo". Como exige maior esforço de concentração, promove o raciocínio abstrato, obriga o cérebro a fazer "trabalho extra" e, por fim, estimula uma "maior criatividade". O Elite Daily sugere que, perante as conclusões de quem estuda estas questões, os leitores escutem a obra completa de John Coltrane, um dos mais virtuosos e inovadores saxofonistas na História do jazz. Os músicos têm uma memória melhor http://observador.pt/2014/11/21/os-musicos-tem-uma-memoria-melhor/ Um novo estudo, desenvolvido por uma equipa de cientistas da Universidade do Texas nos Estados Unidos da América, indica que os músicos profissionais podem ser melhores a guardar informação por terem uma melhor memória a longo prazo. A equipa de investigadores, liderada pela professora de psicologia Heekyeong Park, mediu a atividade neurológica de 14 indivíduos, que estudam e tocam música há pelo menos 15 anos, e compararam com 15 pessoas sem treino musical. A medição foi feita através de eletroencefalografias e permitiu encontrar diferenças no processamento das respostas neurológicas, nos lóbulos frontal e parietal do cérebro. Para testar a memória a curto e a longo prazo, os participantes fizeram jogos, tanto com palavras como com imagens. Nas tarefas relacionadas com a memória a curto prazo, os músicos tiveram uma maior resposta neurológica do que os não-músicos. Em relação à memória a longo prazo, os músicos tiveram uma maior pontuação nos testes com imagens, o que significa que conseguem reter com maior facilidade acontecimentos onde não existe comunicação verbal. "As pessoas com treino musical são conhecidas por processarem material linguístico mais depressa do que aqueles que não têm treino, e estudos anteriores também mostram que os músicos têm vantagens no que diz respeito à memória funcional", referiu Heekyeong Park. "O que queríamos saber era se existem diferenças entre tarefas visuais e verbais, e se existe alguma vantagem em relação à memória a longo prazo", explicou. Os investigadores não procuraram averiguar o porquê de os músicos terem esta vantagem, mas especulam que o treino na leitura de pautas de música faça com que se tornem melhores a processar sugestões visuais. De acordo com Park, o novo estudo, apresentado no encontro internacional da Sociedade de Neurociência em Washington, mostra que "a música é uma boa maneira de melhorar as capacidades cognitivas". Há dez anos a democratizar a música http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=4509268 Passámos quase cinco anos a discutir os atrasos da conclusão da Casa da Música. Mas só o português Siza Vieira - Pritzker como Rem Koolhaas, que a desenhou - acertaria no prazo: cinco anos. Até ao fim, Teresa Lago, então presidente da Sociedade Porto 2001, acreditou que o encerramento da Capital Europeia da Cultura marcaria a abertura do que cedo foi batizado como meteorito. Enganou-se, como tantos outros. A Casa foi inaugurada em abril de 2005, passam hoje exatamente dez anos. "Há um tempo a.C e um tempo d.C, antes da Casa e depois da Casa", afirma ao JN Valente de Oliveira, presidente do Conselho de Fundadores desde 2012. E partilha a sua experiência: "Dantes, quando ia a um recital, conhecia toda a gente. Hoje, não conheço ninguém. É a prova de que há novo público na cidade, que exige regularidade e qualidade". Duas características que, na música clássica, o Porto conhecia só de vez em quando, recorda Rui Moreira. Dia Mundial da Voz, http://boasnoticias.pt/noticias_dia-mundial-da-voz-assinalado-de-norte-a-sul-do-pais_23082.html via Byline O Dia Mundial da Voz, esse importante instrumento de comunicação, volta a assinalar-se a 16 de Abril. Em Portugal, há eventos previsto de norte a sul do país. O Boas Notícias deixa também algumas dicas para manter uma voz saudável. As bibliotecas mais improváveis do mundo http://blogtailors.com/as-bibliotecas-mais-improvaveis-do-7850096 via Byline Camiões, barcos, camelos... O autor Alex Johnson revela as bibliotecas mais improváveis do mundo e que nos fazem pensar nos vários significados da leitura no século XXI. Três jovens escritores às voltas com a criação http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/tres-jovens-escritores-as-voltas-com-a-criacao-1692529 Hitchcock esquecia-se sempre das histórias com que sonhava de noite. Um dia, o realizador decidiu que ia passar a apontar esses sonhos e ideias nocturnas num bloquinho que deixaria ao lado da cama. Assim iria conseguir lembrar-se dessas ideias maravilhosas nocturnas, que poderiam vir a dar grandes argumentos, no dia seguinte. Até àquela noite em que teve uma ideia incrível, acordou e não se lembrou mais dela. Mas tinha a salvação ao seu lado, o bloco de apontamentos, só que quando foi ver o que tinha rabiscado no papel durante a vigília, leu: "rapaz se apaixona por moça". Esta foi uma das histórias contadas pelo escritor brasileiro Emilio Fraia - considerado pela revista Granta, em 2012, um dos melhores jovens escritores brasileiros com menos de 40 anos - na sessão Mosaicos de histórias, os dois lados do Atlântico, a penúltima de Minha Língua, Minha Pátria. Vinha a propósito da dificuldade da escrita e das ideias que parecem geniais à primeira, e péssimas à segunda leitura. O evento, organizado pelo PÚBLICO e pela Livraria Cultura numa parceria com o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua, tem reunido na Livraria Cultura Shopping Iguatemi, em São Paulo, escritores portugueses e brasileiros. Sentados ao lado de Emilio Fraia, que nasceu em 1982 em São Paulo, estavam o português Norberto Morais, que nasceu em 1975, na Alemanha, e é autor do romance finalista do Pémio Leya O Pecado de Porto Negro, e a actriz, cantora e colunista da Revista da Cultura, a brasileira Karina Buhr, que nasceu em Salvador, em 1974. Esta, que estava apontada como moderadora da sessão, acabou por fazer parte da conversa improvisada entre os três, já que acaba de lançar o livro Desperdiçando Rima e é uma das convidadas deste evento já confirmadas para próxima Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP). A poeta portuguesa Matilde Campilho, que encerra esta quarta-feira Minha Língua, Minha Pátria ao lado do poeta brasileiro Gregorio Duvivier, também já está confirmada na FLIP que se vai realizar de 1 a 5 de Julho. Karina Buhr, por sua vez, aproveitou para contar a história de um baixista, seu amigo, que um dia sonhou com uma música. "Cancelou o ensaio para gravar aquela música maravilhosa que ele fez e, três dias depois, percebeu que era uma música de Jaco Pastorius!" A autora, que está a lançar o seu primeiro livro, procura não pensar nas dificuldades da escrita, pois começa a ficar "uma coisa difícil" quando o faz. Até aqui, a actriz que passou vários anos no Teatro Oficina a ler Os Sertões, de Euclides da Cunha, e a fazer a peça de teatro encenada por José Celso Martinez Correa, achava que não podia trabalhar com prazos. Mas descobriu que é o contrário, e assim, com prazo, faz mesmo, "só que no dia seguinte". Por isso, prefere não pensar e ir fazendo. "Mas tem dias em que fica a página em branco", diz. Para Emilio Fraia, autor da graphic novel Campo em Branco em parceria com DW Ribatski (Quadrinhos na Cia.) e com Vanessa Barbara, autor do romance O Verão do Chibo (Alfaguara), o tempo de escrita é uma coisa cada vez mais complicada. "Cada vez mais a vida chama você para muitos lugares. Tentar encontrar esses espaços de concentração e retomar esse fio com rapidez e com qualidade é um desafio. Claro que quando se volta a ler o que se escreveu consegue-se rever, enxergar aquilo de outra maneira e acrescentar outras camadas. Esta é uma questão bem contemporânea." Por sua vez, Norberto Morais gosta de criar, mas não gosta de escrever. Ao longo da sua vida de escritor (é autor de dois livros publicados, e de dezenas começados), aquilo que lhe custou mais a disciplinar foi o seu "traseiro". Isto porque tem uma enorme dificuldade em estar sentado. "É estranho, escrever não me dá prazer, eu gosto de criar. Escrever é chato. Quando a escrita não está a correr bem, o traseiro é o melhor barómetro. Acontece o mesmo num espectáculo, quando ele nos começa a doer, sabemos que é porque o espectáculo não é bom. Para quem escreve, é a mesma coisa", diz. "Quando o traseiro começa a dizer que você tem de ir aos correios, ou tem de ir comer, é porque aquilo não está a fluir. Para mim, é como alguém que idealiza a casa dos seus sonhos. Essa pessoa pensa na casa com um telhado, um jardim, umas palmeiras... Essa parte é muito bonita enquanto se está a sonhar com aquilo, é a parte de criar. Depois, abrir os buracos, carregar cimento e tijolo, suar..., dessa parte não gosto. Da última parte, quando se termina o livro, dessa parte gosto. É a parte de decorar a casa, pôr um sofá, etc. Gosto de idealizar e de decorar a coisa. Agora de andar ao sol a acarretar cimento, disso não gosto." Crianças "finas como um alho" no Porto http://www.publico.pt/local/noticia/porto-deixou-as-criancas-finas-como-um-alho-esta-quartafeira-1692483 Esta quarta-feira, a primeira actividade de uma semana animada na Rua da Madeira envolveu crianças do primeiro ciclo. Mas a organização da Espigulhar explica que, nos próximos dias, todos estão convidados para conhecer melhor o Porto e as suas comunidades. A ideia é explorar a ligação dos ingleses com a cidade do Porto e a programação inclui arruadas, bailaricos, oficinas de música, oficinas plásticas, raides fotográficos, visitas guiadas e conversas na Rua da Madeira. Este programa, da responsabilidade da Talkie Walkie, a empresa promotora do Espigulhar, envolve várias áreas. Arquitectos, historiadores e músicos uniram-se numa só equipa. Para levar todo o Porto até à Rua da Madeira, explica Ana Bragança, uma das responsáveis. O objectivo "não é dar uma aula de história nem fazer uma visita guiada", alerta Ricardo Baptista, outro membro do projecto, "a ideia é interessar as pessoas pelo Porto". O plano inicial era que as crianças explorassem as ruas próximas da Rua da Madeira, perto da estação de São Bento. No entanto, a chuva levou a uma alteração de planos. Em vez de cancelar as actividades, os membros responsáveis pela organização optaram por realizar parte das mesmas na Escola EB1 Nº25, no Porto. Toma notas apenas no seu computador? Pode estar a acabar com a sua memória http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4510374 Um estudo realizado pela Universidade de Princeton analisou a capacidade de memorização dos temas quando se tomava notas num computador ou em papel Toma notas apenas no seu computador? Pode estar a acabar com a sua memória Escrever no papel ajuda a processar conteúdo. Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 17:24 link do post
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