Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
23 de Abril de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Casa da Música http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/05/03-maio-2015-orquestra-sinfonica-do-porto-casa-da-musica/39353?lang=pt via Byline

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música - [03/05/2015 - domingo | 18:00 | Sala Suggia] - Clássica - Agrupamentos residentes A Sinfonia nº 64 de Haydn é uma das poucas sinfonias cujo título foi atribuído pelo próprio compositor. Reza a história que Haydn escreveu nas partituras dos músicos que tocavam na Orquestra de Esterházy o início de um provérbio em latim, “Tempora mutantur, et”. Na sua continuação o texto diz: “O tempo muda, e nós mudamos com ele. Como? O passar do tempo faz o Homem pior.” Eternizada na banda sonora do filme Morte em Veneza através do seu famoso Adagietto, a Quinta Sinfonia permanece como a composição mais famosa de Mahler.
Justamente populares, as duas sinfonias representam expoentes máximos da música austríaca e são dirigidas pelo aclamado maestro alemão Michael Sanderling, titular da Filarmónica de Dresden.

***

Porto Cultura

Teatro Municipal do Porto | Newsletter > 21-25 abr > Foco Rock url q=http%3A%2F%2Fteatromunic…

url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil…

url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil…

url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Frivoli.bil… url q=https%3A%2F%2Fcampoalegr… url q=https%3A%2F%2Fcampoalegr…

url q=http%3A%2F%2Fissuu.com%2… url q=https%3A%2F%2Fwww.facebo…

25 de abril Cultura em Expansão com Miguel Guedes http://mailing.cm-porto.pt/files/cultura/21042015_web%20flyer%2025%20de%20abril%20Cultura%20em%20Expans%C3%A3o%20com%20miguel%20guedes.jpg

***

Bibliotecas Municipais do Porto TROQUE 2015 | 23 a 30 de abril | bibliotecas municipais do porto url q=http%3A%2F%2Fbmp.cm-port… Para mais informações consulte:http://bmp.cm.porto.pt

***

Planetário do Porto celebra 25 anos do Telescópio Espacial Hubble « Notícias UP http://noticias.up.pt/europa-celebra-25-anos-do-telescopio-espacial-hubble/

Planetário do Porto celebra 25 anos do Telescópio Espacial Hubble A revelação do painel de 3 m x 2,25 m, com a imagem comemorativa do 25º aniversário,ocorre em 60 centros de ciência espalhados por toda a Europa. A revelação do painel de 3 m x 2,25 m, com a imagem comemorativa do 25º aniversário, ocorre em 60 centros de ciência espalhados por toda a Europa. (…) No dia de hoje, 23 de abril, a Agência Espacial Europeia (ESA), em parceria com centros de ciência por toda a Europa, comemora 25 anos de sucessos do Telescópio Espacial Hubble (ESA/NASA). Em Portugal, o Planetário do Porto – Centro Ciência Viva será um dos palcos deste evento europeu, e além da revelação de um painel (com 6,75 metros quadrados), com uma imagem inédita, que marca um quarto de século do Hubble, vai promover várias atividades complementares desenvolvidas por investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA). No Planetário do Porto, onde recentemente foi instalado um novo sistema de projeção digital fulldome, o programa começa às 14h00, com a sessão “Hubble – 25 anos de descobertas”, uma produção imersiva original da equipa de divulgação do Centro de Astrofísica da U.Porto (CAUP), associação que gere o maior planetário digital do país. Neste espaço da Universidade do Porto, os visitantes poderão ainda visitar as exposições “Da Terra aos confins do Universo” e “Astro Homus”. Para os mais novos estarão ainda disponíveis algumas experiências práticas. Par além do Planetário do Porto, também o Planetário Calouste Gulbenkian, em Lisboa, se vai associar às comemorações dos 25 anos do Hubble. A partir das 21h30, terá ali lugar um conjunto de pequenas palestras sobre as contribuições do Hubble, apresentadas por investigadores do IA e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL). Ismael Tereno estará “À procura dos faróis do Universo”, David Sobral fala d’ “O rei das galáxias distantes”, e Pedro Machado mostra “Uma janela para os sistemas planetários”. Uma hora depois, a Sessão de planetário “Hubble Vision” antecede a revelação da imagem comemorativa, que será acompanhada de um pequeno espetáculo de música e efeitos visuais na cúpula do planetário.

*******

Brigada Victor Jara: da canção de intervenção ao sucesso nas redes sociais http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4520374

O grupo de Coimbra assinala os 40 anos de carreira com a reedição da discografia completa. Uma edição especial só possível graças a uma campanha de Quando Catarina Moura nasceu, em 1975, já a Brigada Victor Jara andava por aí a cantar músicas de intervenção do Chile e da Espanha, participando nas campanhas de dinamização cultural do MFA na zona de Coimbra. Catarina Moura lembra-se de em criança ouvir a música da Brigada na rádio do carro dos pais. "O meu tema preferido era Ao Romper da Bela Aurora", recorda. E, depois, quando foi estudar para Coimbra, não tardou muito a entrar para o GEFAC - Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, e pouco depois já estava a cantar com a Brigada Victor Jara, quem havia de dizer? É a única mulher no grupo de nove elementos, é a mais nova e foi a última a entrar, há 15 anos, mas na verdade é como se estivesse lá desde sempre porque a Brigada tem estado presente ao longo de toda a sua vida. Neste ano, Catarina Moura e a Brigada Victor Jara celebram os seus 40 anos. Para assinalar a data o grupo põe hoje no mercado uma caixa com a reedição dos seus dez discos - de Eito Fora, lançado em 1977, a Ceia Louca, de 2006. A caixa chama-se Ó Brigada! e só foi possível graças a uma estrondosa campanha de crowdfunding levada a cabo pelo grupo nas redes sociais com a qual angariaram 23 mil euros - muito mais do que os 7500 euros que inicialmente queriam. Além da discografia completa do grupo, inclui ainda um pequeno livro com depoimentos e memórias e um CD extra com três temas inéditos gravados neste ano e mais três temas que foram editados noutros contextos, nos anos 90.

Há três bailarinos portugueses entre os melhores do mundo http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=4525311

Portugal "conseguiu um feito que quase ninguém consegue". Diogo tem 16 anos, Frederico tem 14 e António 11 anos. Mesmo sem tradição no ballet, Portugal "conseguiu um feito que quase ninguém consegue", colocando três jovens bailarinos entre milhares no top dos melhores do mundo, no âmbito de um concurso que decorreu em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Diogo de Oliveira, de 16, Frederico Loureiro, de 14, ambos alunos da Escola Domus Dança, no Porto, e António Casalinho, de 11 anos, da Anarella Academia de Ballet e Dança, em Leiria, deram cartas ao longo de uma semana na 16.ª edição do Youth America Grand Prix (YAGP), chegando agora a casa com prémios e/ou bolsas de ensino e formação. "É um salto de gigante", classificou à Lusa Diogo de Oliveira, que vai a partir de setembro finalizar os seus estudos na prestigiada escola da Ópera de Paris, depois de ter sido convidado a ingressar naquela companhia de dança pela "própria diretora". E apesar de ter recebido também nesta competição, considerada a maior de escolas a nível mundial, uma bolsa/convite da Dutch National Ballet (companhia Junior), em Amesterdão, e uma bolsa para escola do English Nacional Ballet, a sua decisão já foi tomada e a sua ideia passa por "ficar" pela Opera de Paris. "Não é muito comum" a Opera de Paris atribuir assim bolsas para a finalização dos estudos, porque "nesta escola é muito difícil entrar", afirmou o jovem, que se classificou no top seis de solistas do escalão Sénior.

Passemos pelo “pergaminho” desta semana desdobrado em duas notícias.

Maravilhas da fonética http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/maravilhas-da-fonetica-1692635

Há uns dias, por velhos impulsos e novas necessidades, encheu-se o anfiteatro 1 da Faculdade de Letras de Lisboa para discutir a malfadada questão do chamado acordo ortográfico. Mas esta crónica vai, como se verá, para além dele. É que, a dada altura, embora toda a gente falasse de ortografia, na verdade falávamos (porque lá estive, como convidado) essencialmente de fonética. Os episódios mais bizarros ali relatados acabavam, sempre, relacionados com os “sons” da escrita. Por isso, façamos uma pequena viagem ao maravilhoso mundo da fonética e, já agora, dos sons em geral. Comecemos pela música. No Ocidente, sete notas (que conhecemos por dó, ré, mi, fá, só, lá, si) são suficientes para criar desde a mais básica balada à mais elaborada sinfonia. Mas, se valessem só por si, nunca o seu poder criativo iria tão longe. Sem as mínimas e semínimas, breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, sem uma sinalética própria das pautas musicais e que permite gerar os mais variados compassos, ritmos, melodias e harmonias, as sete notas definhariam. Com as línguas passa-se o mesmo. Da primordial fala à sua expressão gráfica, há uma “pauta” que se desenvolve e expande para lá dos traços básicos do alfabeto. Numa das suas Charlas Linguísticas na RTP, em 1958 (editadas em livro nos anos 60), o filólogo Raul Machado criticava professores ou pais que, em tom autoritário, diziam a crianças com dificuldade de ler uma frase num livro: “Menino, leia o que lá está!” Como se dissessem: “O menino é parvo! O menino não sabe ler!” E dava como exemplo esta frase: “Os homens sentem e pensam.” Uma frase simples, que toda a gente lerá sem dificuldade. Toda a gente? Sim, toda a gente que já domina, mesmo que de forma inconsciente, as regras do código vocálico do português europeu. Se uma criança lesse mesmo “o que lá está”, com base no que aprendera no alfabeto, leria (dizia então o filólogo): Óss hóménnss sénntémm é pénnsamm. Ou, “em grafia sónica, a seguinte algaraviada: Óç hóménç çéntéme é pénçame”. Em vez disso, qualquer pessoa lerá “Uz ómãix sêntãi i pênsão”. No entanto, escrevemos “Os homens sentem e pensam”… Se na língua portuguesa uma mesma letra pode assumir vários sons, há idiomas em que se passa o contrário Isto, que assim dito dará cabo da cabeça a muita gente, pode ser apreensível de forma simples. Mas é mais simples ainda do que parece. Vejam-se as seguintes palavras: telegrama, telefone, televisão, merecer, delegado. Escrevemo-las assim, mas, na fala corrente, “limpamos” as primeiras vogais e dizemos (sem pensarmos nisso) tlgrama, tlfone, tlvisão, mrcer, dlgado. É esta natural erosão, própria da fala, que alimenta nos cultores da pretensa escrita “fonética” a teimosa vontade de tirar letras a palavras que delas necessitam para, no seu conjunto, soarem (quando lidas) de determinada forma. É isso que alimenta as anedotas a propósito do acordo ortográfico, e que levou, por exemplo, na Faculdade de Letras, Pedro Mexia a referir-se às jovens “arqui têtas” (a palavra arquitectas sem o “c” diacrítico) ou Ricardo Araújo Pereira a ironizar com “adeke” (adeqúe, sem o acento diacrítico). Porém, se na língua portuguesa uma mesmíssima letra (vogal ou consoante) pode assumir vários sons, dependendo da palavra ou frase em que se insira, há idiomas em que se passa o contrário. O francês, por exemplo. Um fonema muito simples, que em português soa como “é” (o é aberto do português, como em pé ou peço), tem múltiplas formas gráficas neste idioma. Há, e citamos ainda Raul Machado, “pelo menos vinte e tal maneiras de grafar este fonema em francês: e (chef); é (fève); egs (legs); ei (reine); eil (soleil); eille (oreille); er (fer); es (tu es); ès (progrès); ect (project); êt (forêt); eis (regreis); est (il est); ai (aime); aî (maître); aie (monnaie); aient (chantaient); ais (jamais); ait (lait); aît (paraît); aits (faits); aix (paix); ay (châtenay)”. Há quem veja nestas combinações maravilhas, e tire prazer da fala e da leitura; e há quem veja nelas apenas armadilhas monstruosas, que é necessário desmontar. É contra esses que pacientemente combatemos, para que fonéticas e grafias mantenham a harmonia e o prazer que lhes pertencem.

Os pressupostos falhados do acordo ortográfico http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/os-pressupostos-falhados-do-acordo-ortografico-1692915

Reacendeu-se na passada semana, por via de um encontro na Faculdade de Letras e de uma moção aí aprovada, a querela ortográfica nacional. Querela que, a bem da verdade, nunca realmente se extinguiu. O PÚBLICO, nascido no mesmo ano que é atribuído ao chamado Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, vulgo AO90, partilhou-a ao longo destes 25 anos assumindo uma posição clara, rejeitando a sua aplicação. Fê-lo logo em 1991, quando o seu primeiro director (e fundador) Vicente Jorge Silva assinou um texto conjunto com directores de outras publicações (como Miguel Esteves Cardoso e Miguel Sousa Tavares, numa iniciativa incentivada por Vasco Graça Moura) onde se referia que nas publicações que dirigiam o AO90 não seria aplicado. Passado um quarto de século, é legítimo perguntar se tal posição faz, ainda hoje, sentido. Pois bem: os pressupostos do AO90, agora que ele se encontra disseminado à força (embora sem ser, ainda, lei), foram gorados na sua quase totalidade. Pretendia-se pôr fim a uma “deriva ortográfica”, mas no lugar onde havia duas ortografias de base geográfica bem determinada (a luso-africana e a brasileira) existem agora três ortografias, as anteriores e a do acordo, que conseguiu até o prodígio de tornar diferentes mais de meio milhar de palavras que em Portugal e no Brasil se escreviam da mesma maneira; além disso, com a admissão de duplas grafias e facultatividades perdeu-se a noção de ortografia, não sendo possível, em exames, alunos e professores entenderem-se quanto às normas. Se ortografia “à vontade do escrevente” é admissível, a ortografia acabou. E qualquer acordo será inútil. Por outro lado, havia a miragem dos mercados. O governo de Sócrates, ao longo da sua existência, recorreu a dois estratagemas para acelerar o acordo: aprovou, logo em 2005, o 2.º Protocolo Modificativo do AO para que pudesse ser aplicado só com a ratificação de três países, dispensando o apoio dos restantes signatários do tratado original; e, em 2011, já de saída do poder, antecipou em vários anos a sua aplicação no Estado (para Janeiro de 2012) e nas escolas (no ano lectivo de 2011/2012). Esta “pressa” tinha por objectivo selar um acordo político entre Portugal e o Brasil, dispensando o resto. Mas os que, dali, esperavam benefícios rápidos esmoreceram. Não existe hoje um mercado “comum” de edições, como falsamente se propagandeou. E a confusão de grafias com as novas regras só tem estimulado a “deriva” que se criticava, multiplicando os erros. Malaca Casteleiro, um dos mentores do AO90, diz agora ao PÚBLICO que “se não houvesse esta necessidade de um acordo com o Brasil, não era necessário estar a mexer na ortografia”. Pegando nas suas palavras, um exemplo prático: o PÚBLICO, que não aderiu ao AO90, tem com o Brasil neste momento várias parcerias efectivas (com edições, iniciativas partilhadas e presença física no maior portal do Brasil, o UOL) e sem mexer uma vírgula na chamada “anterior ortografia”. É este o nosso “acordo”. Com a língua portuguesa e com os leitores. Se outro acordo houver, que seja digno, útil e não um atentado contra a inteligência. Desta já se abusou, convenhamos, em demasia.

Biblioteca da Academia Nacional de Belas-Artes reabre após 20 anos http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/biblioteca-da-academia-nacional-de-belasartes-reabre-apos-20-anos-1693230

A biblioteca histórica da Academia Nacional de Belas-Artes, em Lisboa, que detém um acervo de obras que vai do século XVI ao século XIX, reabriu ao público após 20 anos. Em declarações à agência Lusa, após uma audiência com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, para apresentação de cumprimentos, a nova presidente da Academia, Natália Correia Guedes, indicou que o espaço reabriu ao público na segunda-feira, ainda num acesso sujeito a marcação. "Esteve encerrada 20 anos, porque não tinha condições para funcionar. Agora reabrimos ao público numa primeira fase, de forma condicionada, por marcação, e dando prioridade aos investigadores de âmbito académico", indicou a responsável. A biblioteca histórica foi criada na mesma altura da Academia Nacional de Belas-Artes, em 1836, e instalada no antigo Convento de São Francisco, em Lisboa, onde ainda funciona, reunindo "uma das melhores colecções de livros de arte do país". No seu acervo estão livros que vão desde o século XVI ao século XIX, cujos autores foram uma referência para o ensino artístico europeu, nomeadamente Vitrúvio, Alberti, Vignola, Palladio, Winckelmann e Vasari. A biblioteca possui ainda fundos documentais provenientes da Irmandade de São Lucas, dos escultores Machado de Castro e Cirilo Volkmar Machado, e espólios doados por académicos, como os arquitectos Jorge Segurado, Fernando Batalha e José Cortez. A ANBA, que celebra 180 anos de existência em 2016, é a sucessora das extintas Academia Real de Belas-Artes e Academia Portuguesa de Belas-Artes, e tem como missão a promoção e desenvolvimento de trabalhos de investigação e estudos na área da historiografia da arte portuguesa. Anteriormente dependente do extinto Ministério da Cultura, a Academia Nacional de Belas-Artes passou para a tutela da Presidência do Conselho de Ministros, em 2011.

Agora algo de espantoso! 

Yoda num manuscrito do século XIV? http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4516506

Yoda viveu "há muito tempo, numa galáxia muito, muito longínqua". Mas o mestre Jedi conseguiu pôr a internet a falar de um manuscrito medieval francês. Um monge medieval Yoda era? O que faz o Yoda num manuscrito medieval do século XIV? Um curador da Biblioteca Nacional do Reino Unido "encontrou" o mestre Jedi da Guerra das Estrelas nas iluminuras de um livro de decretos do Papa Gregório IX e escreveu sobre ele num blogue da Biblioteca. Sendo A Guerra das Estrelas o fenómeno cultural que é, as semelhanças não passaram despercebidas e nunca se falou tanto do manuscrito conhecido como os Decretos de Smithfield. Mas é mesmo o mestre Jedi que viveu "há muito tempo, numa galáxia muito, muito longínqua"? E há muito tempo podem ser 700 anos? "Adoraria dizer que que é realmente Yoda, ou que foi desenhado por um viajante do tempo medieval, mas é uma ilustração da história bíblica de Sansão - o artista tinha claramente uma imaginação vívida", explicou Julian Harrison à NPR. O livro de decretos do Papa Gregório IX foi escrito entre 1300 e 1340, em latim. Foi nele que os historiadores Damien Kempf e Maria L. Gilbert, que publicaram recentemente um livro sobre monstros medievais, encontraram a figura de orelhas pontiagudas, "parecida com uma estrela de Hollywod".

Não há nenhum lugar como a nossa casa: o Planeta Terra http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/nao_ha_nenhum_lugar_como_a_nossa_casa_o_plane_1438199.html via Byline

O Dia da Terra foi assinalado na quarta feira e a NASA preparou um evento especial no qual pediu a colaboração de todos os terráqueos. Porque #NoPlaceLikeHome. No ano passado o objetivo era criar uma selfie global, mas desta vez o desafio vai mais longe: todos são convidados a usar o Facebook, o Twitter, o Instagram ou o Vine para partilharem os seus comentários e vídeos sobre o seu lugar preferido no planeta Terra. A hashtag #NoPlaceLikeHome deve assinalar as partilhas na rede social criando um movimento que se espera seja viral. E para reforçar a ideia os fãs são ainda convidados a mudarem as imagens de perfil para o emoji #NoPlaceLikeHome e a desafiarem os amigos. Depois do Dia da Terra, que se assinala a 22 de Abril, a NASA promete partilhar o resultado num vídeo onde junta as melhores partilhas e postas.

Sapo Cocas afinal vive nas florestas da Costa Rica http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4526856&seccao=Biosfera

Foi encontrada uma espécie, que o investigador acredita ser nova, de um sapo que parece o famoso Cocas dos Marretas. Chama-se Hyalinobatrachium dianae, mas arrisca-se a ficar conhecido como Cocas, o sapo. Sim, afinal parece que Cocas existe mesmo e não apenas na imaginação de Jim Henson, criador dos Marretas.

Descubra a verdade sobre 20 mitos alimentares e proteja melhor o coração http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4523646&page=-1

Acha que o adoçante é menos mau para a saúde e que os ovos têm muito colesterol? A margarina será melhor para a saúde do que a manteiga? Distinga a realidade dos mitos. Nem tudo o que se ouve é verdade ou mentira. Descubra 20 mitos e verdades sobre o coração e o que faz bem e mal. Pequenas lições partilhadas pela cardiologista Fátima Veiga, do serviço de cardiologia do hospital de Santa Maria, no 36º Congresso Português de Cardiologia. O leite é a maior fonte de cálcio: Mito O leite não é a maior fonte de cálcio. Os vegetais têm mais cálcio que o leite e é bem mais absorvido. Interessante é o facto de haver mais casos de osteoporose nos países onde há maior consumo de leite. Os vegetais, em relação ao leite, têm ainda a vantagem de não ter colesterol e de possuírem muito mais proteínas, ferro e fibras.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 10:38 link do post
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
comentários recentes
Obrigado pelas suas palavras.Viverá para sempre na...
Para mim, a canção mais bonita cantada em lingua p...
Ola! ☺️Saudações Musikes! 🤗Claro que me lembro! Co...
Olá Pedro,Como estás? Eu sou a Alda, a colega que ...
è Natal, é Natal....As mais belas canções de Natal...
blogs SAPO