Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
21 de Maio de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

Ora, vamos lá ver o que há em cartaz.

Coliseu do Porto

Concertos, Conversa, Coliseu 22 de Maio às 21h30 Concertos, Conversa, Coliseu url q=http%3A%2F%2Fwww.coliseu… Concertos, Conversa, Coliseu

O Coliseu Porto expande mais uma etapa na sua relação com a cidade na sua pluralidade, juntando concertos, conhecimento e formação num mesmo momento, que, na verdade, se multiplica por 4.

Há uma nova temporada que nasce no seu Coliseu Porto. Uma temporada de concertos e conversas organizada em parceria estreita entre o Coliseu e a Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (ESMAE/IPP), composta por um ciclo de quatro concertos educativos conversados que decorrem nos meses de Maio, Setembro, Outubro e Novembro.

O CCC (Concertos, Conversa, Coliseu) é um ponto de partida para a Orquestra Sinfónica e Coro Geral da ESMAE e Coro da ESE [Escola Superior de Educação / IPP] conquistarem a cidade com o seu talento e saber, habitando o grande palco do Coliseu Porto e solidificando a sua proximidade com os mais e menos jovens, mais e menos melómanos. Cada obra musical será contextualizada e explicada por musicólogos, através de imagens ilustrativas, proporcionando diferentes interpretações por parte de toda a família e ganhando camadas de leitura acessíveis a todos.

O 1º CCC será já a 22 de Maio e contará com a participação da Orquestra Sinfónica e Coro Geral da ESMAE, bem como com o Coro da ESE e será comentado por Mário Azevedo. Com direcção de Andreas Stoehr e Ana Madalena Ribeiro no violino, cumprirá o seguinte programa:

1) Ludwig van Beethoven (1770-1827) Leonore III, Ouverture

2) Dimitris Andrikopoulos (1971) Antiparathesis, Concerto para Violino e Orquestra

3) Vaughan Williams (1872-1958) Dona Nobis Pacem

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Casa da Música - Porto

102 Anos. Helena Sá e Costa 2015 | 22 a 24 de Maio A terceira edição do ciclo dedicado à grande pianista e pedagoga portuense Helena Sá e Costa reveste-se de especial interesse ao abrir com um concerto de um dos seus discípulos predilectos, Pedro Burmester. O pianista portuense prossegue a Integral dos Concertos para Piano e Orquestra de Beethoven com a Orquestra Sinfónica num programa inteiramente Clássico. Com uma produção da Companhia de Música Teatral, o piano ganha outra vida e é reinventado numa inspirada Anatomia do Piano dirigida às famílias. São várias as centenas de alunos de instrumentos de tecla que prestam homenagem ao legado pedagógico de Helena Sá e Costa na Maratona que todos os anos transforma a Casa da Música na Casa do Piano, to- mando conta de todos os espaços e enchendo-os de música com uma atmosfera única de encantamento. O final desta celebração é coroado com um recital pelo virtuoso Arcadi Volodos num programa inteiramente dedicado ao Romantismo.

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Porto Cultura

Concertos Conversa Coliseu | Uma Ode à Paz e à Liberdade http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F20052015_ccc%2520no%2520coliseu.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNG6eG_B3zqseOytdIzZRW2xEpxREQ

Teatro Municipal do Porto | Newsletter > 19 - 28 mai url q=http%3A%2F%2Fteatromunic…

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E Todavia | Ana Luísa Amaral http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F18052015_Convite_E%2520Todavia.jpg&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGeVTUozDLzhIOnJ2cTAEoM-OMAMw

Música para os Meus Ouvidos - Concertos ESMAE http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fmailing.cm-porto.pt%2Ffiles%2Fcultura%2F15052015_concerto%2520esmae%2520maio.png&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNGO59brY-7nOvakBJsULpMEMch1KQ

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Vista a agenda cultural… ;) Vamos a isto! 

Banir os smartphones nas escolas ajuda alunos a ter boas notas http://pplware.sapo.pt/informacao/banir-os-smartphones-nas-escolas-ajuda-alunos-a-ter-boas-notas/ via Byline

Os dispositivos móveis são hoje os “brinquedos” de muitos adultos mas também o vício dos mais novos. Cada vez mais cedo as crianças têm contacto com a tecnologia que, apesar de contribuir para o seu desenvolvimento, é também uma barreia no contexto social e educativo. De acordo com um estudo publicado recentemente pela London School of Economics, ficou provado que os alunos obtêm melhores resultados quando as escolas proíbem o uso de smartphones. Hoje em dia são raras as crianças que não têm um smartphone. Os pais justificam-se com a possibilidade de os poderem contactar a qualquer hora mas a verdade é que estes pequenos equipamentos não contribuem para o sucesso escolar, segundo indica um estudo da London School of Economics. smartphones_01 Os autores do estudo Richard Murphy e Louis-Philippe Beland avaliaram mais de 130 mil alunos em mais de 91 escolas britânicas. O estudo revela que as escolas que começaram a banir o uso de smartphones viram os resultados dos alunos (no geral) subir cerca de 6,4%. No entanto, para o segmento de alunos “mais fracos” os resultados foram ainda mais surpreendentes, atingindo a marca dos 14%. The results suggest that low-achieving students are more likely to be distracted by the presence of mobile phones, while high achievers can focus in the classroom regardless of the mobile phone policy. Os autores do estudo também salientam que o uso deste tipo de tecnologias ajuda a fomentar a formação e nem tudo são desvantagens. Enquanto pais, há um conjunto de regras para as quais devemos alertar os mais pequenos. Algumas dessas regras estão identificadas aqui. Acha que em Portugal as escolas deviam banir os smartphones?

Natureza: Porto vai ganhar 15.000 novas árvores http://boasnoticias.pt/noticias_natureza-porto-vai-ganhar-15000-novas-arvores_23365.html via Byline

O Porto recebe, na sexta-feira, 15.000 novas árvores que estão em desenvolvimento na estufa do Viveiro Municipal e que vão ser transplantadas para espaços exteriores no âmbito do projeto "FUTURO".

Serralves faz festa 'non-stop' de 40 horas http://boasnoticias.pt/noticias_serralves-faz-festa-non-stop-de-40-horas_23357.html via Byline

A Fundação de Serralves volta a organizar uma festa 'non-stop', de entrada livre, que vai animar o Porto nos dias 29, 30 e 31 de Maio. A 12.ª edição do Serralves em Festa arranca sexta-feira, na baixa da cidade.

Descubra a música do seu nome e de tudo o que escreve http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/descubra_a_musica_do_seu_nome_e_de_tudo_o_que_1441346.html via Byline

E se tudo o que escreve no computador tivesse um som? A ideia parece improvável, mas já foi concretizada. O sintetizador online Typedrummer dá som a tudo o que tecla no seu computador.

Para dar a conhecer no “Pergaminho”, e talvez… uma visita inesperada.

Farmácia islâmica enriquece um dos museus menos conhecidos do Porto http://www.publico.pt/local/noticia/farmacia-islamica-enriquece-um-dos-museus-menos-conhecidos-do-porto-1695631

O taxista enganou-se no destino. Pediu ajuda ao GPS, e ele lá nos pôs em frente à delegação do Porto da Associação Nacional de Farmácias, na Rua Engenheiro Ferreira Dias, em plena zona industrial, sítio inesperado para um museu que esta sexta-feira fica concluído com a instalação, lá dentro, de uma farmácia do Império Otomano. O Museu da Farmácia de Lisboa, inaugurado em 1996, na Marechal Saldanha, é bastante visitado. O do Porto é pouco conhecido, apesar de estar aberto ao público desde 2010. Mas isso tem cura e esta sexta-feira os potenciais interessados em conhecer a história da farmacologia no mundo têm até um motivo extra para se deslocarem à zona industrial, já quase na fronteira com Matosinhos. A farmácia islâmica é a última e especial atracção deste sítio (quase) secreto, que vale bem a pena descobrir. O estilo de decoração dela remete-nos para o século XIX – e para essa cultura que inspirou o mais famoso salão árabe da cidade, o do Palácio da Bolsa. Aqui há menos ouro, mas um trabalho de restauro intenso, demoradamente levado a cabo por vários mestres da Fundação Ricardo Espírito Santo, a merecer vénia do director do Museu da Farmácia, João Neto, um especialista em história da saúde durante as cruzadas. Se essa época de batalhas entre a cristandade e os muçulmanos foi também oportunidade para partilha de conhecimentos entre diferentes culturas, como frisa o historiador, o museu que ANF montou com o esforço financeiro, e muitas peças, dos seus associados é, ele também, um espaço de cruzamento entre saberes de várias civilizações, como se percebe em todo o percurso expositivo. Que percorre, no fundo, toda a história da humanidade, que convive com as farmácias desde o momento em que descobriu que à sua volta havia forma de combater as doenças. Em frente à farmácia de um palácio, do século XIX, que há décadas viajou de um antiquário de Damasco para Londres e agora brilha no Porto – onde está a salvo da destruição de património que vem acontecendo no Médio Oriente, assinala, gratificado, João Neto – está montada a antiga Farmácia Estácio. Excelente exemplo de uma época, com mobiliário da década de 20 do século passado, onde falta – pena – a balança falante, famosa em toda a região e que duz-se que confundiu Vasco Santana com um duo de pessoas a tentarem pesar-se em simultâneo. Esse entre guerras era já um tempo em que as farmácias não vendiam apenas remédios, mas toda uma panóplia de produtos relacionados com o bem-estar para uma burguesia endinheirada. Mas um tempo em procurava ainda uma a salvação para a peste branca, a Tuberculose. A doença cujo combate, no século XIX, fez ressuscitar a palavra cruzada, nota o historiador. As grandes descobertas, e as respectivas marcas comerciais, estão lá todas, bem como a publicidade que tanto vendia umas pastilhas Valda como assinalava as capacidades curadoras do vinho quinado ou da água das pedras. Para chegar a tudo isto, foi preciso uma longa (r)evolução no conhecimento, desde as primeiras comunidades humanas, no Neolítico, às grandes civilizações das quais recordamos nomes como Imhotep (Egipto), Hipócrates (Grécia), Galeno (Roma), todas elas representadas com objectos e muita informação nesta exposição que começa com um fóssil de mosquito – vector de várias doenças – preso a uma bola de âmbar e percorre as várias formas de utilização dos conhecimentos médicos, no Oriente e no Ocidente, onde antigamente eram partilhados nas boticas e depois nas pharmácias que perderam o p e se modernizaram, para serem o que hoje conhecemos. Quem quiser viajar por esta história da farmácia vai ter de fixar a sua localização no mapa, mas deve estar também atento ao horário em que o Museu funciona. Ele está aberto nos dias úteis das 10h às 18h, e abre no último domingo de cada mês, apenas das 14h às 18 horas. Tem ainda um serviço educativo de apoio a visitas escolares por marcação, explicou a vice-directora, Paula Basso, esperando que a recém-instalada farmácia do Império Otomano ajude a atrair mais visitantes. Conferência Farmácia e Cultura A inauguração oficial da nova coqueluche do Museu da Farmácia no Porto coincide com as comemorações dos 40 anos da ANF, que organiza esta sexta-feira à tarde nas suas instalações na cidade, na Zona Industrial, a conferência “40 anos - Farmácia e Cultura”, com Paulo Cleto Duarte, presidente da ANF, Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de Cultura, Sheik David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa, D. António Francisco dos Santos, Bispo da Diocese do Porto e Paulo Macedo, Ministro da Saúde.

Hazul por Hazul http://www.publico.pt/local/noticia/hazul-por-hazul-1695771

O artista apanhou-se estranho a olhar para a sua obra mais gigante, na rua Alferes Malheiro, e a perceber – falta de hábito, por não párar ali – como, meses depois, os transeuntes ainda estacam perante Invicta, encomenda da Câmara do Porto aposta num enorme mural, lado a lado com o hiperrealismo de Mr. Dheo. Hazul Luzah guiou-nos por algumas dos trabalhos que, ao longo de vários anos, espalhou pela cidade e, mais recentemente, concentrou num mapa desdobrável. O passeio foi uma espécie de vistoria por paredes que reflectem a relação do Porto com este tipo de intervenção artística.

Por aqui me fico, com a promessa de voltar para a próxima semana.! Até breve!
publicado por Musikes às 11:14 link do post
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