Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
21 de Setembro de 2015

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

 

 

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

De volta à cultura e suas notícias! 

 

A não perder!

Aqui algumas das sugestões culturais a lá ir.

 

Casa das Artes, Porto

 

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Exposição Onze Fábulas de La Fontaine

De 26 setembro a 25 outubro, a Casa das Artes acolhe uma Exposição de Ilustrações de Ricardo Magalhães e Poemas de Tiago Veiga.

As Fábulas de La Fontaine: De Tiago Veiga a Ricardo Magalhães 

Escritas em Lisboa no Outono de 1928, as onze fábulas de La Fontaine que merecem hoje a atenção de Ricardo Magalhães, revestem-se de alguma importância no …

 

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http://casadasartes.pt/2015/09/exposicao-onze-fabulas-de-la-fontaine/

 

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Exposição de Helder Sanhudo 

A Casa das Artes acolhe uma nova exposição de desenho e pintura de Helder Sanhudo, intitulada “Às coisas vividas.”

"O regresso ao diálogo com e sobre a pintura do  Helder Sanhudo é sempre, para mim, motivo de grande prazer. É como um perigoso, mas satisfatório retorno à subversão de todas as minhas regras …

 

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http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fcasadasartes.pt%2F%3Femail_id%3D16%26user_id%3D187%26urlpassed%3DaHR0cDovL2Nhc2FkYXNhcnRlcy5wdC8yMDE1LzA4L2V4cG9zaWNhby1kZS1oZWxkZXItc2FuaHVkby1pbmF1Z3VyYS1kaWEtMTMtc2V0ZW1icm8v%26controller%3Dstats%26action%3Danalyse%26wysija-page%3D1%26wysijap%3Dsubscriptions&sa=D&sntz=1&usg=AFQjCNHVNsak_xEPBdykfXdhezhs7irfQw

 

workshop

PIXILAÇÃO E STOP-MOTION

Workshop de Pixilação e Stop-Motion na Casa Allen

No fim de semana de 26 e 27 de setembro, o Cineclube do Porto, em parceira com a Direção Regional de Cultura do Norte, promove na Casa Allen um workshop de Pixilação e Stop-Motion, por Alice Guimarães e Mónica Santos. Alice Eça Guimarães especializou-se em artes digitais, no curso de Som e Imagem, da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Desde então …

 

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workshop

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Workshop de Direção de Fotografia na Casa Allen

No fim de semana de 3 e 4 de outubro, o Cineclube do Porto, em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte, promove na Casa Allen um workshop de Direção de Fotografia orientado por Manuel Pinto Barros. Manuel Pinto Barros, licenciado em Cine-Video pela Esc. Superior Artística do Porto (Esap), em 2008. Após a conclusão dos seus estudos, …

 

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Casa das Artes |Rua Ruben A, 210 | 4150 – 639 Porto 

www.casadasartes.pt

www.facebook.com/casadasartesporto

 

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Casa da Música - Porto

 

Júlio Pereira (15€)  

Cavaquinho.PT 2015

[27/10/2015 - terça-feira | 21:30 | Sala Suggia] - World

Júlio Pereira – Cavaquinho Luís Peixoto – Bouzuki Miguel Veras – Guitarra Sandra Martins - Violoncelo

O compositor e multi-instrumentista revisita agora, percorrida a viagem de sons que o levaram a muitos lu(g)ares e a várias paisagens criativas, o universo acústico de um instrumento que, há já mais de 30 anos, provocou o seu reconhecimento nacional e internacional e lhe está colado à pele: o cavaquinho. Uma revisita que não é um regresso, mas antes uma atualização de sonoridades, de formas, de modos (e de modas), pela qual o cavaquinho e a geografia musical de Júlio traduzem uma constante procura de novos caminhos. Neste espectáculo prova-se que quer na música quer na vida, não há tradição sem contemporaneidade. O trabalho e a prestação artística de Júlio Pereira continuam a provocar surpresa…

 

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http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/10/27-outubro-2015-julio-pereira/42550?lang=pt

 

Porto - Casa da Música: mais de 1200 atividades num ano letivo  

 

Serviço Educativo oferece programa recheado para 2015/2016. Espetáculos, workshops, formações e projetos fora de série estão numa agenda colorida. Professores podem participar em vários processos criativos. Dia Mundial da Criança é celebrado com o musical Rometa e Julieu.

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http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=77802

 

Bandamóvel  

 

Concertos para Todos | Dia Mundial da Música

[01/10/2015 - quinta-feira | 10:00 | Cidade do Porto]

( Público Geral )

Casa da Música e Radar 360° Associação Cultural co‑produção António Oliveira direcção artística Paulo Neto direcção musical Julieta Rodrigues encenação e dramaturgia António Oliveira, Carlos Adolfo, Gil Abrantes, Julieta Rodrigues e Paulo Neto interpretação

Pare, escute e olhe, que vai gostar. Uma banda num automóvel faz um espectáculo em trânsito. Estacionando nesta rua, naquela praça, músicos e actores surpreendem o Porto com um programa inspirado no cinema cómico dos anos 30/40. Dois anos após a estreia, a Bandamóvel, criada em parceria com a Radar 360°, volta a dar gás ao humor e luz verde à música.

 

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http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/10/01-outubro-2015-bandamovel/1000?lang=pt

 

Babysitting Musical (5€)  

 

Sara Pinheiro e Vera Ferreira formadoras

Traga as crianças, nós cuidamos delas. Enquanto assiste ao concerto na Sala Suggia (sábado ou domingo ao final da tarde), os pequenos vibram com uma proposta feita à sua dimensão: um workshop integrado numa sessão pedagógica e lúdica, com parte do repertório que está a ser apresentado aos adultos. Reservado a crianças dos 3 aos 10 anos, este programa decorre de um protocolo com a Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto. Os pais gozam sossegados, os filhos aprendem divertindo-se e a família inteira vive a mesma alegria.

 

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http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/10/03-outubro-2015-babysitting-musical/42493?lang=pt

 

A Sinfonia da Orquestra (15€)  

 

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música -

[03/10/2015 - sábado | 18:00 | Sala Suggia] - Clássica - Baldur Brönnimann, Agrupamentos residentes

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música Baldur Brönnimann direcção musical    Programa: Johannes Brahms Sinfonia nº 4 (1º andamento) Gustav Mahler Sinfonia nº 1 (Scherzo) L. van Beethoven Sinfonia nº 3 (Marcha fúnebre) Dmitri Chostakovitch Sinfonia nº 5 (Finale)  

Para celebrar o 15º aniversário da passagem da orquestra a formação sinfónica, os próprios músicos escolheram andamentos da sua preferência para constituir uma Nova Sinfonia. A escolha resulta numa compilação que reúne alguns dos andamentos mais conhecidos de todo o repertório, um best of sinfónico do Classicismo ao Século XX. Após um primeiro andamento em forma-sonata, onde escutaremos a mais conhecida das sinfonias de Brahms, o lugar do tradicional scherzo é ocupado por um landler de Mahler, o segundo andamento da Sinfonia Titã. Segue-se a marcha fúnebre da Heróica de Beethoven, após a qual esta Nova Sinfonia da Orquestra encerra com o enérgico e imparável finale da 5ª Sinfonia de Chostakovitch.

 

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http://www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/10/03-outubro-2015-orquestra-sinfonica-do-porto-casa-da-musica/39377?lang=pt

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http://pplware.sapo.pt/informacao/one-tree-a-arvore-completa-da-vida/

 

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Ora, vamos lá às notícias! J

 

O ensino da música em risco  

 

“1. Ontem, o encerramento do Festival Proms da BBC, o maior e mais popular festival de música clássica do mundo, foi notícia na TSF, por duas razões.

Primeiro, porque a orquestra da BBC foi pela primeira vez dirigida por uma mulher, Marin Alsop. Depois porque, no final do concerto, a maestrina apelou ao ensino da música como forma de combate às desigualdades num mundo cheio de contrastes. Defendeu que “as desigualdades quer sejam de género, económicas ou raciais, devem ser combatidas com o poder da música para trazer ao de cima aquilo que de melhor a Humanidade tem para oferecer”.

Pela mesma altura, ficámos a saber que, em Portugal, um dos países mais desiguais do mundo desenvolvido, o atual Governo de coligação PSD/CDS decidiu desmantelar o ensino da música.

  1. São cerca de uma centena as escolas privadas que prestam o serviço público de ensinar música às nossas crianças e jovens, fazendo um esforço crescente paraTRABALHAR com as escolas públicas, atrair alunos e dar oportunidades a jovens que, sem esse esforço, não teriam qualquer oportunidade de formação musical. No ano lectivo passado, a maior parte dessas escolas apenas viram regularizados os pagamentos devidos pelo Ministério da Educação e da Ciência (MEC) em Março, sete meses após o início das aulas. Este ano, os prazos são igualmente absurdos: o concurso para o ano lectivo 2015/16 abriu de 30 de Julho a 8 de Agosto, tendo tido a administração todo o ano para preparar um edital e as escolas oito dias para se candidatar. Os resultados definitivos já só serão conhecidos, eventualmente, lá para Outubro ou Novembro.
  2. Mais grave é que as escolas, confiando no MEC, prepararam o novo ano presumindo, porque nada lhes foi dito em contrário, que os montantes deFINANCIAMENTO e o número de alunos se mantinham em valores semelhantes aos dos últimos anos. Porém, tal não aconteceu. Há escolas que tiveram cortes de 40% noFINANCIAMENTO, estando agora impossibilitadas de funcionar, não sabendo o que responder às famílias dos alunos que fizeram exames de acesso ou de transição de ano, nem o que dizer aos professores que contrataram para assegurar o serviço lectivo, planeado desde Julho.
  3. As escolas não compreendem os critérios que presidiram às decisões do MEC. A situação é particularmente crítica em Lisboa e Vale do Tejo. Numa região que tem cerca de 26 escolas de música (30% do total nacional) e quase três milhões de habitantes (25% da população residente), o MEC decidiu que financiava apenas 12% dos alunos de música. Escolas de referência na cidade de Lisboa, como a Academia Musical dos Amigos das Crianças, a escola Nossa Senhora do Cabo, a Academia de Música de Lisboa – Os Violinos, a Academia de Santa Cecília, a Academia de Amadores de Música e muitas outras, em Setúbal, em Sintra e em Almada, estão hoje numa situação dramática, não sabendo o que fazer a uma parte significativa dos seus alunos.
  4. Há, no entanto, uma coisa que se percebe. Os cortes de financiamento incidem sobre a entrada de novos alunos, seja nos cursos de iniciação, seja nos primeiros anos do ensino articulado. Se esta situação não for invertida, significa que nos próximos anos apenas serão apoiados pelo MEC os alunos que já estão a frequentar cursos de música. Não havendo novas entradas e apoio a novas turmas de substituição dos alunos que vão terminando, será o regresso aos tempos em que o ensino da música apenas estava disponível para os jovens cujas famílias tinham mais recursos. Acabará o esforço que vinha a ser feito pelas escolas de música, mesmo sendo privadas, de prestar o serviço público de alargar a mais jovens a oportunidade de aprender música.

O que se passa com a gestão da rede e dos apoios ao ensino da música é um exemplo do estilo de governação da coligação: uma mistura de incompetência e de desprezo pelas instituições e pelos cidadãos, com a ausência de visão sobre a importância que têm, para o futuro do país, matérias como a do ensino da música.”

 

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Música - Um prazer saudável que faz bem à mente e ao corpo!  

 

“A música provoca respostas emocionais no cérebro humano, criando bem-estar. Mas ouvir música traz também benefícios físicos, por isso é usada para fins terapêuticos.

Ouvir música pode aumentar o bem-estar

A música tem milhares de anos e há até quem afirme que pode preceder o homo sapiens. A razão da sua popularidade, segundo escreveo neurologista Facundo Manes no El País, está nos efeitos que a música provoca no cérebro humano.

Segundo o professor argentino de neurologia e neurociências cognitivas, a audição de música “liberta dopamina no cérebro”, estando a música por isso “entre os elementos que mais prazer causam na vida (…) tal como a comida, o sexo ou as drogas”.

A música comunica assim com o cérebro, de uma forma mais eficaz para o nosso bem-estar do que as palavras. Como afirma Facundo Manes, a melodia, “em vez de facilitar um diálogo em grande medida semântico, como [acontece com] a linguagem, (…) parece mediar um diálogo mais emocional“. A consequência é que, ao contrário das palavras, a música consegue de imediato “regular o estado de espírito e (…) a fisiologia humana”, podendo assim induzir estados de espírito positivos.

É devido a estas características, provocadas pelo efeito da música no cérebro, que a esta é também, hoje em dia, utilizada com fins terapêuticos, através de um método conhecimento comomusicoterapia, que usa a música como ferramenta para recuperar ou melhorar as faculdades linguísticas e motoras, ou simplesmente para acalmar os pacientes. O método é usado pelo impacto imediato da melodia em quase todas as regiões do cérebro, um fenómeno ainda não totalmente compreendido e que foi muito estudado, por exemplo, por Oliver Sacks, o famoso neurologista falecido no final do mês passado, que dedicou grande parte da sua vida ao estudo dos efeitos surpreendentes da música no cérebro humano.

A musicoterapia tem sido estudada nos últimos anos, e os seus benefícios têm vindo a ser confirmados. Um estudo publicado no passado mês de agosto, uma equipa de cientistas ingleses publicou, no The Lancet Journal, os resultados de um estudo que analisava o impacto da música nos pacientes que enfrentam uma cirurgia. Os resultados mostraram que a música tem um impacto positivo nesses pacientes, reduzindo a ansiedade e a necessidade destes recorrerem a medicamentos para as dores.

Segundo conseguiu apurar o cientista Robert Zatorre, que Facundo Manes cita no seu artigo, a resposta do cérebro à música é também influenciada “pelo que se escutou anteriormente, dado que o cérebro tem uma base de dados armazenada e criada a partir de melodias conhecidas”. O que torna as respostas das pessoas variável, dependendo das suas experiências anteriores enquanto ouvintes.

Pode-se dizer, portanto, que ouvir música já não é apenas algo que se faz por gosto: é também uma experiência que beneficia à saúde e ao corpo humano.”

 

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http://observador.pt/2015/09/14/musica-um-prazer-saudavel-corpo-cerebro/

 

 

Casa da Música: mais de 1200 atividades num ano letivo  

 

“É uma agenda com mais de 1200 atividades que nasce a pensar em todos. Crianças, jovens, adultos, seniores, famílias, amigos, escolas, alunos, professores, comunidades específicas. O Serviço Educativo da Casa da Música tem o ano letivo de 2015/2016 delineado. Jorge Prendas, coordenador do Serviço Educativo do espaço cultural do Porto, anunciou as novidades. Alterações nos horários, mexidas nas faixas etárias. “Este ano, fruto da observação que temos feito e dos ritmos escolares, alterámos os nossos horários em função da vida e das necessidades das famílias”, revelou. Há workshops que começam mais cedo e iniciativas que se ajustam aos horários de alunos e professores. As faixas etárias mais novas passam a ser dos 0 aos 23 meses, dos 2 aos 3 anos, e dos 4 aos 6 anos. O Serviço Educativo movimenta-se em quatro áreas: espetáculos para vários públicos, workshops, formação em diversas áreas e projetos batizados de “fora de série”. A 1 outubro celebra-se a música, no seu dia, com uma orquestra de 100 flautas, 100 saxofones e 100 clarinetes na Sala Suggia às 21h00. É um programa inédito com cinco releituras de obras de Bach, um concurso lançado aos alunos de composição da ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, e uma peça encomendada ao compositor Daniel Moreira. Nesse dia, a Bandamóvel volta a estacionar em várias ruas do Porto com música e humor e com um programa inspirado no cinema cómico dos anos 30 e 40 do século passado. Avança-se para 2016 e a 1 de junho, Dia Mundial da Criança, a Casa da Música tem um musical bem-disposto, de seu nome Rometa e Julieu, para escolas do Ensino Básico e Secundário. Um espetáculo inédito pensado para crianças e que nasce de uma ação de formação para professores do Ensino Pré-Escolar e Básico. A Casa da Música tem ações de formação para professores. Porquê? “Deseja-se contaminar positivamente um universo maior, aquele onde se faz o futuro; fomentar a criatividade nas escolas, mostrar como a vivência musical e artística regular influi no sucesso dos alunos”. Com menos teoria e mais prática. Formar na Casa, por exemplo, contém processos inovadores deTRABALHAR a música, abraça várias disciplinas e mostra experiências facilmente replicáveis nas salas de aulas e transversais a todo o programa curricular. “A par disto (antes do todo, há a parte), contribui para a valorização profissional e pessoal dos professores, que se afirmam aqui como indivíduos criativos”, lê-se na agenda. Música para cinema, música para jogos, um curso livre sobre a história da música, outro curso de formação de animadores musicais surgem na secção de formação. Formar na Digitópia tem cursos intensivos para professores, estudantes, músicos, artistas digitais, programadores e interessados na música eletrónica ou na arte digital que podem perceber como funcionam váriosSOFTWARES e experimentarem um extenso universo de realização musical. Há muito para explorar de setembro a julho. Alunos e professores, e outros públicos, têm à disposição ofertas variadas. Como os primeiros concertos com os sentidos despertos para infantários e escolas do pré-escolar. Excecionalmente o espetáculo Opostos Bem-Dispostos, um teatro musical com humor e poesia, estende-se ao 1.º Ciclo e PerlimpimPUM!, com pantomimas, uma cantora e quatro percussionistas que revisitam o universo de La Fontaine, tem sessões extra para turmas do 1.º e 2.º anos do Ensino Básico. Também há concertos para todos, com todos os estilos e processos musicais, com criações próprias, numa intervenção educativa, social e artística, e espetáculos pedagógicos e lúdicos de outubro a julho. Utopia é um desses momentos que nos 500 anos da Utopia escrita pelo humanista Thomas More inspira um projeto inclusivo.No Dia Mundial da Voz, a 17 de abril, coros amadores encontram-se na Casa da Música, cruzam repertórios, festejam o seu dia. A 29 de maio, a Casa recebe uma maratona de concertos de instrumentos de teclas com alunos de escolas vocacionais para assinalar os 103 anos do nascimento de Helena Sá e Costa. A música tem muito para explicar e nos concertos comentados a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música responde a perguntas. Por que razão se deu o nome de Urso a uma sinfonia de Haydn? É um exemplo. Quem tiver mais de 12 anos tem um workshop para fazer música em grupo e divertir-se. Nas oficinas Músico por um Dia apresentam-se processos de realização musical acessíveis a qualquer pessoa que tenha disponibilidade para as melodias. Aos sábados, há mais música em família e em 90 minutos com programas desafiantes. Orelhudo!: Uma música por dia nas escolasOs workshops também fazem parte do Serviço Educativo da Casa da Música. Primeiros Sons, aos domingos, são quatro oficinas para uma iniciação musical prática para crianças até aos 6 anos. Sons para Todos mune-se de abordagens pedagógicas inovadoras para crianças a partir dos 3 anos. Tem exercícios lúdicos e didáticos e criações coletivas. Aqui há muitas opções. Sexta Maior é um workshop para alunos a partir do 3.º ano, do secundário e escolas vocacionais de música partilharemTRABALHOS e libertarem a improvisação.   Há ainda projetos Fora de Série em que a Casa vai a casa de quem quiser. Pega na mala com músicas para experiências criativas que podem durar um dia ou prolongarem-se por mais tempo. Basta chamar e a Casa sai de casa com atividades ajustadas aos grupos anfitriões que podem ser centros de apoio à infância, à terceira idade, a cidadãos com necessidades educativas especiais, hospitais, prisões. Som da Rua também é fora de série. Nasceu e ficou com as portas abertas a quem quiser entrar. Assente num modelo musical de inclusão social apresenta-se como “o canto de gente que pede pouco e em concertos recebe muito”. Há ainda o Ensemble de Gamelão Casa da Música e o Digitópia Collective, projeto pioneiro na investigação de novos paradigmas de fazer música.  Orelhudo! também é fora de série e tem o dom de tornar os dias num calendário musical. Uma música por dia para ouvir as vezes que se quiser nas escolas aderentes e que agora chega a qualquer lado com ligação à Internet em orelhudo.casadamusica.com. Orelhudo! é intuitivo, fácil de explorar e oferece gratuitamente músicas aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Está online desde o início deste ano, cada proposta diária está acompanhada de um pequeno texto informal que termina com uma pergunta para desafiar quem está do outro lado a novas descobertas. Uma maneira diferente de explorar a música na sala de aula ou noutros ambientes. Se for na escola, a proposta é uma audição diária de cerca de 90 segundos que pode ser seguida de uma conversa com os alunos. Há uma versão para professores, mais pormenorizada, que dá pistas de atividades e temas para explorar.    O editorial da agenda do Serviço Educativo da Casa da Música desvenda algumas intenções. “Fomos felizes no que realizámos, mas desejamos ainda mais, sempre melhor. É exigência e vontade. É sobretudo um prazer imenso. Estes primeiros 10 anos, de muitos que queremos contar, foram de aprendizagem e afirmação de um programa educativo com sentido numa instituição, precursora, habitada por exploradores, criadores, investigadores, músicos e não músicos; comprometida a envolver a sociedade inteira em processos enriquecedores de viver/fazer/sentir a música”. Para isso, a Casa da Música conta com um coletivo de criativos que coloca a sua alma neste serviço. Músicos, atores, coreógrafos, investigadores curiosos, profissionais de várias áreas, deixam a sua marca e contribuem com as suas experiências e sonhos nesta estrutura dinâmica e que muito tem para oferecer. E não se esqueça que a Casa da Música tem o serviço de babysitting musical aos sábados e domingos ao final da tarde para crianças dos 3 aos 10 anos. É um workshop pedagógico e lúdico com parte do repertório que está a ser apresentado aos adultos. Os pais vão aos concertos, os miúdos têm uma proposta feita à sua medida.    Informações: www.casadamusica.com”

 

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http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=77802

 

 

“O seu filho puxou os cabelos à irmã? Berrar não vai resultar. O autor do bestseller "Disciplina sem Dramas" explica, em primeira mão, como a neurociência pode ajudar na educação.Quer acabar com a birra dos filhos?  

Castigos e sermões no caixote do lixo. Dedos em riste e palavras exaltadas também. Afinal, as birras épicas em casa de amigos podem ser resolvidas de outra forma que não a mais vergonhosa. Podem, até, ser vistas comoOPORTUNIDADES para ensinar algo novo às crianças. Porque esse é o verdadeiro papel do pai, que desde que o filho nasce transforma-se numa espécie de professor dos tempos modernos apto a transmitir aos mais novos ferramentas fundamentais para a vida, como a gestão de sentimentos.

É que berrar perante um prato partido ou uma parede criativamente pintada não vai resultar. As crianças só retêm as mensagens dos pais depois de acalmadas. Porquê? Porque o cérebro delas é diferente do nosso e ainda está em desenvolvimento. Não é que elas queiram portar-se mal, simplesmente não conseguem evitá-lo (salvo algumas exceções, claro). (…)”

 

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http://observador.pt/2015/09/20/quer-acabar-as-birras-dos-miudos

 

No “Pergaminho” desta semana…

 

“A Educação é uma arma carregada de futuro”  

 

“Revisito neste título a conhecida frase o poeta espanhol Gabriel Celaya que escreveu em 1955 no seu livro “Cantos Iberos” uma poesia intitulada “A poesia é uma arma carregada de futuro” que se tornou famosa depois de ter sido interpretado por Paco Ibañez.

À primeira vista a frase do título parece uma evidência. Claro que a Educação tem a ver com o futuro antes de mais porque se dirige a cidadãos que irão deter a capacidade de ação e decisão nos tempos que estão para vir. Mas certamente não podemos avaliar o maior ou menor compromisso com o futuro a partir das idades das pessoas. Conhecemos certamente pessoas que sendo jovens estão saudosas do passado e pessoas idosas que anseiam pelas soluções e mudanças que o futuro trará.

A Educação relaciona-se com o futuro não só pelas idades dos seus destinatários mas sobretudo pela forma como lida, cultiva e acarinha os valores de futuro.  Por isso, as opções que se tomam em  Educação são muito reveladoras e claras sobre a ideias que temos sobre o que queremos que prevaleça no futuro.  Estas opções são numerosas e complexas mas gostaria de me referir a quatro delas.

Pensar o futuro em Educação é antes de mais pensar quem são os destinatários do sistema educativo. A resposta rápida é todas as crianças e jovens que estão em idade de escolarização. Ao dizermos todas estamos a traçar uma meta extremamente ambiciosa. Defender que a Educação é para todos independentemente das condições e situações é uma meta justa e muito estruturante.  Significa que a Educação deve chegar em condições de igualdade a alunos pobres e ricos, a alunos de qualquer origem social, económica ou cultural, significa que os alunos “bons” e os “maus” têm igualmente direito a educação de qualidade que não os diminua face às suas possibilidades de sucesso. Precisamos assim de defender uma escola que seja efetivamente universal.

Pensar o futuro da escola é também pensar numa estrutura que seja inclusiva.  Inclusiva, neste contexto, significa que aproveite o que os alunos sabem, o que eles sentem e o que viveram para que possam todos enriquecer-se com a experiência uns dos outros. Um futuro inclusivo parte deste respeito básico pelo que os alunos já sabem. Na verdade não é possível ensinar nada a uma pessoa que não saiba nada.  Todas as boas metodologias de ensino se procuram certificar, antes de mais, dos conhecimentos que os alunos possuem para poder estabelecer pontes, relações, entre o que se sabe e o que se tem de aprender.  Por isso precisamos de estar cientes que todos os alunos têm uma experiência, uma personalidade, conhecimentos e culturas que precisamos conhecer paraTRABALHAR a partir delas.  A escola do futuro não se rende aos conhecimentos eventualmente numerosos e “diferentes” dos alunos: pelo contrário leva-os em conta para poder  promover os alunos a estádios mais avançados do seu conhecimento.  Precisamos pois de uma escola inclusiva, isto é, que não desista dos alunos e não incense ou lance anátemas sobre o que eles sabem ou sentem.

Pensar o futuro passa certamente também por imaginar uma estrutura quês seja criativa e não somente de reprodução de conhecimentos.  De certa forma a escola vive neste equilíbrio: se por um lado se espera que forneça aos alunos as bases e conhecimentos fundamentais para participar e usufruir dasOPORTUNIDADES – o que John Dewey chamou “o património cultural da Humanidade”, também é certo que uma escola que se foque exclusivamente no ensino do conhecido corre o muito provável risco de se tornar obsoleta e desinteressante.  A escola tem de estar comprometida com a inovação, com a inovação sobre o que se aprende e como se aprende.  Aqui há uma larguíssima margem de ideias e modelos de relação e de aprendizagem em que a escola pode ser supletiva e inovadora face às experiências extraescolares que estão disponíveis.

Finalmente, pensar numa escola de futuro é torná-la uma estrutura democrática e participativa. A escola tem de ser uma escola de responsabilidade e de liberdade. Isto não pode conseguir só com aulas, com conselhos, com punições, com regulamentos, criar uma estrutura democrática significa que os alunos têm que ter oportunidades – e direito – a se pronunciarem sobre a vida da escola, a serem chamados e ouvidos sobre opções, problemas e recursos da escola, a serem chamados a colaborar e contribuir para a resolução de problemas que lhes digam respeito.  Muitas vezes se tem medo – porque não se tem experiência – desta responsabilização. Lembro uma assembleia de escola que assisti há alguns anos na Escola da Ponte em Vila das em que o presidente da assembleia – com 9 anos – pedia silêncio aos colegas e aos professores presentes para “depois votarem com consciência”. Uma escola que ouça e valorize a participação dos alunos será certamente uma escola que prepara o futuro.”

 

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http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-educacao-e-uma-arma-carregada-de-futuro-1708094

 

 

One Tree, a árvore completa da vida  

 

Animais, plantas, fungos, micróbios, todos estão de alguma forma relacionados, mas como será essa ligação? Um grupo de cientistas elaborou, pela primeira vez, uma árvore que relaciona todos os seres vivos ao longo do...

 

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Exposição leva 150 réplicas dos Guerreiros de Terracota à Alfândega do Porto - Porto24  

 

Exposição leva 150 réplicas dos Guerreiros de Terracota à Alfândega do Porto

Porto24

Os visitantes podem ainda contar com diversos ateliês dedicados aos mais novos, que têm como objetivo mostrar a riqueza cultural da China”, pode ler-se na descrição do evento, na página da PortoLazer. Segundo a UNESCO, o local da descoberta, ainda 

 

Ler em…

http://news.google.com/news/url?sa=t&fd=R&ct2=us&usg=AFQjCNHijKvoMx4LlNGpS1bWP8WHY9LlDA&clid=c3a7d30bb8a4878e06b80cf16b898331&cid=52779452322798&ei=3-_-VdDtNMKLhAGd1YDIAg&url=http://www.porto24.pt/cultura/26-set-exposicao-leva-150-replicas-dos-guerreiros-de-terracota-alfandega-porto/

 

 

Por aqui me fico… e claro, com o desejo de… boas leituras!

Até ao próximo click!

publicado por Musikes às 12:43 link do post
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