Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
22 de Novembro de 2015

“GOTINHAS… CULTURAIS…”

“A arte consiste em fazer os outros sentir o que nós sentimos, em os libertar deles mesmos, propondo-lhes a nossa personalidade para especial libertação.” Fernando Pessoa

No “Gotinhas” desta semana, estas e outras novas que passaram.

A não perder! Aqui algumas sugestões culturais a lá dar um salto. ;)

A Chave do Clube Secreto - divulga!

A Aplaudir Produções e Agenciamento e o Centro Multimeios de Espinho, apresentam neste Natal “A Chave do Clube Secreto”. Um musical original que promete apaixonar miúdos e graúdos, rebeldes e bem comportados, aventureiros e sonhadores, numa viagem repleta de segredos, boa disposição e muito espírito de Natal. O espetáculo tem a sua estreia agendada para o dia 21 de Novembro (Sábado) e estará em cena no Grande Auditório / Sala António Gaio do Centro Multimeios de Espinho durante 2 semanas, onde contará com sessões especiais para o público escolar (terça a sexta-feira) e 3 sessões para público geral (sábado).

Horários:

Sessões reservadas para o público escolar (terça a sexta-feira) 24 a 27 de Novembro / 1 a 4 d... Ver mais

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Porto/Post/Doc e a idade da juventude

“Foi hoje (18/11/2015) apresentada a programação para a segunda edição do Porto/Post/Doc - Festival Internacional de Documentário e Cinema do Real do Porto -, que decorrerá entre 1 e 8 de dezembro, no Teatro Municipal Rivoli, no Cinema Passos Manuel e no espaço Maus Hábitos. São cerca de 70 filmes que mostram o melhor do cinema documental contemporâneo do último ano, onde se destacam a juventude e a cultura pop. Este ano o certame é dedicado ao tema "Teenage", uma das novidades apresentadas nesta edição, onde se englobam filmes que debatem e pesquisam a identidade instável mas criativa entre a infância e a vida adulta. Paralelamente destaca-se, também, a seção de competição internacional, onde filmes vindos de todo o mundo espelham a diversidade de abordagens do documentário contemporâneo e a sua contaminação pela ficção, assim como, as demais categorias e seções que vão desde filmes com especial ligação com a música a um olhar sobre o novíssimo cinema português e o que se faz do outro lado da Ibéria, de cartas brancas e homenagem a cineastas, até filmes sobre a nossa vida real feitos por estudantes do ensino artístico da cidade. Igualmente, e para pensar o documentário, volta a realizar-se o "Fórum do Real" que, durante dois dias, discutirá sobre "Documentar o Imaginário" e contará com a presença de diversos oradores. (…)”

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Porto Cultura

Música para os meus Ouvidos – Cultura em Expansão em Aldoar – Entrada livre

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Abertura de exposição de arte contemporânea

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Mais de 30 mil livros no Rosa Mota

“A Porto Book Stock Fair está de regresso, com descontos que podem chegar aos 80 por cento. De 20 de novembro a 6 de dezembro, a editora Calendário de Letras volta a apresentar no Pavilhão Rosa Mota a sua grande feira de livros em stock, com o apoio da Câmara do Porto. É uma oportunidade única para o público adquirir livros, a maioria já desaparecidos das livrarias, com grandes descontos. (…)”

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Bora lá ao noticiário cultural que marcou estes últimos dias. Aqui e no Mundo… o seu e sempre “Gotinhas… Culturais…”

2016 é o ano da maior mostra de música russa em Portugal

“O Ano Rússia leva mais de três dezenas de concertos àquela sala de espetáculos do Porto. Compositores Prokofieff e Rachmaninoff em destaque Será a "maior mostra de música russa jamais levada a cabo em Portugal", anuncia o diretor artístico e de educação da Casa da Música (CdM), António Jorge Pacheco, no catálogo da programação de 2016, o Ano Rússia naquela casa de espetáculos do Porto. Mãe Rússia abrirá oficialmente o ano a 15 de janeiro com a Orquestra Sinfónica Casa da Música a interpretar a Sagração da Primavera, de Igor Stravinsky, com direção musical de Baldur Brönnimann. Esse será o primeiro de mais de três dezenas de concertos que envolvem os quatro Agrupamentos Residentes da Casa Música, o Serviço Educativo e vários músicos convidados. Um dos destaques do Ano Rússia, com uma programação que homenageia o musicólogo e melómano Manuel Dias da Fonseca, que morreu em agosto último, são as integrais, quer das Sinfonias de Sergei Prokofieff, como dos quatro Concertos para piano e orquestra de Sergei Rachmaninoff. Obras que serão interpretadas ao longo de um ano por onde, em novembro, também passarão composições de Mussorgsky, Borodin e Rimski-Korsakov, interpretadas pela Orquestra Sinfónica. (…)”

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Apostamos que já não se lembra destas músicas.

“Como diriam os Taxi, a maioria dos sucessos pop são como uma chiclete: provamos, mastigamos e deitamos fora. Nós fomos ao caixote buscar êxitos esquecidos. Temos aqui Dina, Da Vinci, Ban e muito mais. Veja nesta fotogaleria algumas das músicas que caíram no esquecimento http://observador.pt/2015/11/13/apostamos-que-ja-nao-se-lembra-destas-musicas/#

Lembra-se de “Patchouly”, dos Grupo de Baile? De “Amor”, dos Heróis do Mar? De “Robot”, dos Salada de Frutas? Claro que sim. São músicas que marcaram o seu tempo e que, por serem as que tiveram maior sucesso, acabaram por ser recordadas até hoje. Mas, fora deste repetitivo circuito da nostalgia, escaparam muitas canções deliciosas. Todas as músicas deste artigo estiveram, por momentos, na boca e ouvidos dos portugueses — mas acabaram por cair no esquecimento. Nós fomos recuperá-las. Não têm nada que agradecer. De qualquer maneira, continuam tão encantadoras como no momento em que as escutámos pela primeira vez na rádio. (…)”

Ler mais! http://observador.pt/2015/11/13/apostamos-que-ja-nao-se-lembra-destas-musicas/

“A juventude não se tem. A juventude conquista-se”

“Foi um dos fundadores dos 'poetas do café Gelo' nos anos 50, nos anos 60 andou pela movida londrina e nos anos 70 esteve em dois governos. Helder Macedo conta toda a sua vida a Joana Emídio Marques. É assim uma espécie de último dos moicanos. Um homem de uma estirpe em vias de extinção: culto, cosmopolita, elegante, sedutor, audacioso — e implacável até ao osso. A maioria dos mortais não passaria no seu teste, mas aqueles que conquistam a sua admiração têm nele um cúmplice para qualquer guerra. Com a morte de Herberto Helder, em Março, já só resta ele e António Barahona dessa geração de poetas e artistas que se formaram a si mesmos como um exército de resistência contra a mediocridade, o facilitismo e a “cultura suburbana” do establishment. Não lhe peçam para ler ficção poética e melopeica, não o chamem de “professor”, não digam que é surrealista, nem digam uma palavra “bem-educada” quando podem dizer um palavrão. Detesta pessoas feias e burras e diz que as pessoas burras são geralmente feias. “A falta de inteligência é uma coisa que se nota”, afiança. Sobretudo, não se aproximem dele para saber coisas sobre os seus amigos famosos como Sylvia Plath, Doris Lessing ou Herberto Helder, aí ele pode tornar-se potencialmente perigoso. (…)

Ler mais! http://observador.pt/especiais/helder-macedo-juventude-nao-juventude-conquista/

Tem saudades dos anos 70 e 80? Eles também

“Se recordar é viver, "Lembras-te Disto?" é um balão de oxigénio. Nas 200 páginas cheias de imagens estão referências culturais da geração que cresceu em liberdade e se beijou sob uma bola de espelhos. lembras-te-disto-editado_770x4… Da esquerda para a direita: pastilhas Pirata, a Penélope, o Sabichão e uma cassete já desfeita de tanto uso. Lembra-se disto? O fado, o sebastianismo e a palavra saudade denunciam-nos. “A nostalgia é para nós tão natural como respirar”, escrevem Pedro Marta Santos e Luís Alegre no livro Lembras-te Disto?, acabado de lançar pela Esfera dos Livros. A palavra de ordem é, portanto, relembrar como brincavam as crianças, como namoravam os adolescentes, o que comiam, viam e faziam os portugueses nos anos 70 e 80. Se ainda não era nascido e não sabe o que foi o fenómeno Penélope, como se jogava Subbuteo nem como os sábados à tarde eram propícios para dançar agarradinho e dar o primeiro beijo sob a parca luz de uma bola de espelhos, vai ficar a saber isto e muito mais. “Este livro é completamente improvável, nunca me imaginei a fazer algo sobre isto”, explica ao Observador Luís Alegre, diretor criativo de 46 anos. Tal como entre 1970 e 1989 era improvável imaginar a velocidade a que o mundo comunica hoje pela Internet, todas as músicas disponíveis sem ser preciso copiá-las em casa de um amigo melhor relacionado, bilhetes de avião por 15 euros ou até mesmo a existência dos próprios euros. Após muitas conversas sobre quem se lembra de determinada canção ou programa de televisão, e dado que Luís Alegre coleciona vários objetos de há 30 ou 40 anos, Francisco Camacho, da editora, desafiou-o, juntamente com o jornalista e argumentista Pedro Marta Santos, de 47 anos, a reunirem esta nostalgia num livro. Lembras-te Disto? não é um apelo ao lema “antigamente é que era bom”, mas sim a celebração de uma nostalgia “saudável e feliz de um tempo que foi interessante”, diz Luís Alegre. Lembras te disto2 O livro tem 198 páginas e custa 16,50 euros O livro é uma espécie de DeLorean que vai levar o leitor numa viagem até ao passado. Até ao tempo em que fazia (ou tentava fazer) o cubo de Rubik, matava a sede com Laranjina C, dançava no Griffon’s ou no Rock Rendez-Vous e perdia a virgindade no Interrail. Muitos dos objetos fotografados fazem parte da coleção de Pedro Marta Santos, que cresceu no Porto, e Luís Alegre, natural da Anadia — dos brinquedos como “O Sabichão” aos bilhetes de concertos que tinham identidade e que valiam a pena colecionar. (…)”

Ler mais! http://observador.pt/2015/11/17/saudades-dos-anos-70-e-80-este-livro-e-para-si/

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No “Pergaminho” desta semana…

Quantas maneiras há de ler o "Principezinho"?

“Há, pelo menos, mais uma. A "novíssima tradução" de Rui Santana Brito e Manuel S. Fonseca já chegou às livrarias, com uma capa preta original. Mostramos-lhe 16 ilustrações e excertos do texto. Veja aqui 16 ilustrações do livro, acompanhadas por excertos do texto http://observador.pt/2015/11/16/o-principezinho/# 17 fotos http://observador.pt/2015/11/16/o-principezinho/#

Existe uma nova edição portuguesa de O Principezinho, um dos livros mais amados, vendidos e traduzidos em todo o Mundo. A história da viagem iniciática de um menino através do Universo — que acaba por regressar a casa, para aquilo que ama e conhece — deu aos leitores frases e ilustrações que têm tanto de poético como de simbólico (e que pode relembrar na fotogaleria acima). “A história releva a importância das coisas simples da vida: o Principezinho só encontra desilusão nos outros asteróides e na Terra. E volta para o seu planeta, mais pequeno, mas onde se sentia feliz. É uma parábola sobre os elementos simples e ternurentos da vida“, assim resume a história ao Observador um dos tradutores, Rui Santana Brito. A mais recente versão da obra tem a particularidade de ter a capa preta, onde sobressai a “dimensão galáctica da história, do périplo do Principezinho, desde o asteróide B 612 até cair na Terra, através das estrelas — que saltam à vista logo na capa,” explica Manuel S. Fonseca, editor da Guerra e Paz, que também participou na tradução. O Principezinho já foi traduzido em mais de 270 línguas e dialetos (incluindo Braille e mirandês) e vendeu mais de 145 milhões de exemplares em todo o mundo, refere a Le Nouvel Observateur. Em 1999, o jornal Le Monde publicou uma lista dos cem livros mais importantes do século XX e o Le Petit Prince (o título original em francês) ficou em quarto lugar, revela o site SensCritique. National_Museum_of_Ethnology,_Osaka_-_Collection_of_-Le_Petit_Prince-_in_many_languages Colecção de exemplares de O Principezinho em várias línguas, do Museu Nacional de Etnologia de Osaka, no Japão. Créditos: Yanajin33 via Wikimedia Commons É também o livro mais vendido de sempre pela editora francesa Gallimard. A primeira publicação foi em inglês e francês em 1943 pela Reynal & Hitchcock, em Nova Iorque, onde o escritor e aviador francês se exilou quando a França estava ocupada pelos nazis. Em Portugal, existem várias edições e cerca de sete outras traduções. Para Manuel S. Fonseca, a vontade de empreender uma nova versão e edição do livro de Antoine de Saint-Exupéry, partiu da sua paixão pela obra enquanto leitor e também por considerar que podia acrescentar algo ao texto do autor. “Cada um de nós acha que tem em si uma componente de ternura, simplicidade, inocência, que pode dar a uma nova versão”, diz Fonseca. Para além disso, era também importante que as histórias que estão na génese do livro se repercutissem na tradução. Duas histórias que Manuel S. Fonseca partilhou com o Observador. “ Numa viagem de Saigão para Paris quando pilotava o seu avião, teve que aterrar no deserto da Líbia. E essa aterragem forçada coincidiu com a passagem de uma caravana de nómadas berberes. O Saint-Exupéry e o seu avião, caídos do céu, devem ter sido uma aparição do outro mundo para essas pessoas. Foi aí que nasceu a ideia para a história do Principezinho. Para além deste episódio, que terá motivado o aviador a escrever a história, o editor contou também outra, menos conhecida, que terá inspirado o personagem principal. Nos anos 30, Antoine de Saint-Exupéry viajou até à União Soviética de comboio. Imagine-se a dureza de uma viagem de comboio naquela época. Foi nessa viagem e nesse comboio que encontrou um casal com um filho com aqueles cabelos de ouro, muito parecido com a descrição do Principezinho. O filho de dois operários soviéticos… Um casal que tinha uma criança “com todo o futuro do mundo estampado na cara”. A história do menino que cai do céu no deserto, “é um livro belíssimo e fiz a tradução em bicos de pés“, diz Rui Santana Brito. Mas confessa ter ficado “um bocadinho tolhido” pelo peso do texto. “Além de que há mais do que uma tradução em português. E uma delas muito boa, a da Joana Morais Varela. E pensei: o que posso eu fazer a este texto?” A singeleza da narrativa contrasta com a riqueza vocabular da linguagem e a resposta a esta pergunta não é evidente. A tradução a quatro mãos demorou cerca de um mês e meio, em três momentos. No primeiro, Rui Santana Brito traduziu o texto. Depois, foi a vez de Manuel S. Fonseca, que também o editou. E, no terceiro, os dois cotejaram o texto e plasmaram a versão final. “Não queria desrespeitar o texto ou ser atrevido demais”, refere Rui Santana Brito. E esse desejo de contenção e cuidado, “com muito respeito pelo texto original”, provocou alguns momentos de dúvida. O tradutor lembrou ao Observador dois vocábulos que foram motivo de hesitação — “palavras consagradas nas outras traduções e que tentei mudar”. Um deles foi embondeiro, “baobabs“, em francês. “Pensei em mudar para outro mais correto botanicamente, baobá, mas desisti.” O outro foi o verbo “apprivoiser”. O verbo tem vários significados possíveis, como seduzir, domesticar, prender, domar ou tomar conta. Foi vertido para português nas traduções anteriores como “cativar”, opção que Rui Santana Brito também adotou. Para o tradutor, esta palavra é “única porque encerra em si mesma, o significado do livro: o amor só acontece a quem é cativado. O livro entrou no domínio público este ano, mas Manuel S. Fonseca não considera que isso venha a ter impacto comercial: “Não vai diminuir as suas vendas, porque é um livro que atravessa gerações e que tem uma mensagem que agrada a todos, através de diferentes países e culturas”. É um dos raros livros que é infantil, a leitura enternece, é um conto de fadas, com a rosa, a raposa… Mas ao mesmo tempo é um livro também para adultos, que fala sobre a solidão, a procura de afetos. É uma lição sentimental, que ensina a cativar e a ser cativado. É um livro que reúne de forma simples e singela as duas coisas em simultâneo. Para Rui Santana Brito, O Principezinho é “um livro muito mais para adultos do que para crianças”. A ligação mais importante da história (para lá do vínculo do menino com a rosa e com a raposa) é a do Principezinho ao aviador, diz o tradutor, relação que se reflete na capa preta. “Foi uma opção do editor, com a qual concordei completamente. As outras edições são de capa azul claro ou branco. As outras capas são um pouco, como dizer… ‘delicodoces’. Esta capa faz jus ao contraste forte entre as duas personagens principais: o Principezinho e o aviador”.”

Ler em… http://observador.pt/2015/11/16/o-principezinho/

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Ao virar da página…

A palavra do ano não é uma palavra, é um emoji

“Os dicionários Oxford elegeram como palavra de 2015 o emoji "lágrimas de alegria". "Pela primeira vez, a palavra do ano dos dicionários Oxford é pictográfica: oficialmente, é um emoji que se chama "cara com lágrimas de alegria", explicou na segunda-feira a empresa britânica, acrescentando que, não sendo a única expressão capaz de representar 2015, é aquela que melhor reflete o "espírito, disposição e as preocupações de 2015". Todos os anos a editora, que pertence à Universidade de Oxford, no Reino Unido, escolhe a palavra que melhor representa os sentimentos ou as preocupações do ano e que, de acordo com o júri, será também uma palavra com "potencial duradouro" e "significado cultural". Para justificar a decisão deste ano, a Oxford Dictionaries acrescenta que utilização dos emojis, nascidos no final da década de 90 no Japão, explodiu em 2015. (…)”

Ler mais! http://www.dn.pt/artes/interior/a-palavra-do-ano-nao-e-uma-palavra-e-um-emoji-4890452.html

Luzes de Natal do Porto ligadas no dia 27

“As luzes de Natal vão ser ligadas no próximo dia 27 (sexta-feira) em mais de 40 ruas do Porto. A Avenida dos Aliados vai ter uma pista de gelo, a rotunda da Boavista terá duas, e junto à Câmara estará uma árvore de Natal com 26 metros de altura. O espírito festivo vai invadir a cidade. (…)”

Ler mais! http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=4892560

PORTanima Junior na Casa das Artes

“No âmbito das comemorações dos 20 anos do programa educativo "Porto de Crianças", a Câmara do Porto promove o "PORTanima Junior 2015" - Festival Nacional de Cinema de Animação para Escolas, que se realiza na Casa das Artes, de 3 a 5 de dezembro. Integrado no festival, foi organizada a Competição Nacional de Cinema de Animação de Escolas, dirigida aos alunos das escolas do ensino básico do 1º, 2º e 3º ciclos e das escolas do ensino secundário regular, vocacional e profissional. Registaram-se 43 filmes candidatos ao concurso, de todo o país, divididos pelas quatro secções competitivas existentes: 1º ciclo - três filmes; 2º ciclo regular e vocacional - oito filmes; 3º ciclo regular e vocacional - nove filmes; Secundário regular, vocacional e profissional - 23 filmes. (…)”

Ler mais! http://www.porto.pt/noticias/portanima-junior-2015-na-casa-das-artes

Por aqui me fico… e claro, com o desejo de… boas leituras! Até ao próximo click!
publicado por Musikes às 20:17 link do post
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