Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
18 de Setembro de 2017

Na descoberta de uma época que faz parte da evolução das sociedades, a música, à semelhança das outras artes, enuncia  através das suas sonoridades o que tanto caracteriza o século XIX.

Ao longo de toda a sua obra, Frédéric Chopin é, sem dúvida alguma, uma referência para os pianistas e compositores da sua época e dos dias de hoje.

 

Boas audições!

 

***** 

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Frédéric Chopin

(1810-1849)

 

(…) Em 1837, Chopin viria a conhecer aquela que seria sua companheira por quase dez anos: a escritora Aurore Dupin, mais conhecida pelo pseudônimo masculino que usava para assinar seus livros, George Sand.

A princípio, Frédéric não gostou nem um pouco dela: “Será mesmo uma mulher? Começo a duvidar”, escreveu. Sand, além do nome, vestia-se e fumava charutos como um homem, e não era bonita.

Era ela que estava interessada: fazia convites e mandava bilhetes para o músico.

No ano seguinte, já com as esperanças do reatamento com Wodzinska desfeitas, que Chopin entrega-se ao romance com Sand. Mas ele não quer que seu caso torne-se público, então resolvem passar um tempo em Maiorca. Ela achava que isso melhoraria a saúde de Frédéric, mas errou. O clima da ilha era úmido, e choveu o tempo todo.

Chopin sofria crises constantes de hemoptise e sua doença tornou o casal “objeto de pânico para a população”, como escreveu George Sand. Em 1839, voltaram para a França. (…)” (…)” (…)” (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Sonata in G Minor for Cello and Piano, Op. 65: I. Allegro Moderato (1º and.)

 

Frédéric Chopin: Sonata in G Minor for Cello and Piano, Op. 65: II. Scherzo: Allegro con brio (2º and.)

 

Frédéric Chopin: Sonata in G Minor for Cello and Piano, Op. 65: III. Largo (3º and.)

 

Frédéric Chopin: Sonata in G Minor for Cello and Piano, Op. 65: IV. Finale: Allegro (4º and.)

 

Frédéric Chopin: Boléro in C Major, Op. 19

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 32: No. 1 in B Major

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 32: No. 2 in A-Flat Major

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 48: No. 1 in C Minor

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 48: No. 2 in F-Sharp Minor

 

***

 

A riqueza das formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

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Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 12:43 link do post
13 de Setembro de 2017

Frédéric Chopin é, sem dúvida alguma, uma referência para os pianistas e compositores da época e dos dias de hoje.

O romantismo inspirou os mais variados artistas, não só do século XIX, mas também todo o século XX nas diversas artes.

 

Boas audições!

 

***** 

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Frédéric Chopin

(1810-1849)

 

“(…) Conheceu músicos consagrados, como Rossini e Cherubini, e outros de sua geração, como Mendelssohn, Berlioz, Liszt e Schumann. Vários desses encontros foram frutos de viagens. Em uma dessas passagens pela Europa, em 1835, reencontrou Maria Wodzinska, que conhecera ainda criança em Varsóvia.

Alguns dias juntos, e Chopin sentiu que os dois eram mais que amigos. Estava apaixonado. No ano seguinte, tornou a encontrá-la, e ficaram noivos.

Mas Chopin estava ficando doente. Começaram a aparecer as hemoptises (expectorações de sangue) típicas da tuberculose, e a saúde do compositor, que nunca foi das melhores, degradava-se visivelmente a cada dia. A tuberculose nascente foi a gota d’água para que a família de Wodzinska, já não muito simpática a idéia, rompesse o noivado.

Chopin não se conformou, e guardou todas as cartas que Maria e seus pais enviaram em um envelope, que ficaria famoso pela anotação que faria: Moja biéda (em polonês, “minha desgraça”). (…)” (…)” (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Barcarole in F-Sharp Major, Op. 60

 

Frédéric Chopin: Fantaisie Impromptu in C-Sharp Major, Op. 66: Allegro agitato

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 3 in G-Flat Major, Op. 51

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 1 in A-Flat Major, Op. 29

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 2 in F-Sharp Major, Op. 36

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 15: No. 2 in F-Sharp Major

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 15: No. 1 in F Major

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 15: No. 3 in G Minor

 

***

 

A riqueza das formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

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