Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
28 de Dezembro de 2017

“Eu sei que não sou nada e que talvez nunca tenha tudo. Aparte isso, eu tenho em mim todos os sonhos do mundo.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Looney Tunes: Bah, Humduck! a Looney Tunes Christmas

 

Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

 

Christmas of Kenny Gee

 

Silent Night – Gospel

 

*****

 

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

 

Fal-la-la It's Christmas Time

 

Cantar as Janeiras - José Afonso

 

*****

 

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e uma nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.

As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

 

Avé Maria (voz e violino)

 

White Christmas, Part 2

 

Joy to the World (BPI - Classical Colection)

 

***

 

A musicalidade mágica do Natal inspira-nos, enche-nos o coração  por tão belas melodias.

Na azáfama da preparação de todos os presentes, o Pai Natal por esta altura não descansa, e o Musikes também não. J

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!!!

publicado por Musikes às 12:47 link do post
01 de Dezembro de 2017

“(…) a música e a arte de modo geral procuravam se desligar da arte do passado deixando aos poucos os salões dos palácios e pondo-se mais ao alcance da nova classe social em ascensão, a burguesia, e invadindo as salas de concerto, conquistando um novo público ávido de uma nova estética.” (http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/)

 

E entremos, mais uma vez, pela mão de Franz Liszt a desbravar a sua vida e obra que tanto marcaria uma época.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Franz Liszt

(1811-1886)

 

“(…) Era sonho do próprio Adam Liszt se tornar músico. Estudara piano, violino, violão e violoncelo. Enquanto estudava filosofia na Universidade de Pressburg, estudou instrumentação com Paul Wigler; infelizmente, devido à sua falta de recursos financeiros, teve de desistir dos estudos. (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 2 in A Major: IV. Marciale Un Poco Meno Allegro

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 2 in A Major: V. Un Poco Meno Mosso

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 2 in A Major: VI. Allegro animato

 

*****

 

“(…) Logo no dia 1° de janeiro de 1798, ele passou a trabalhar para o Príncipe Nikolaus II Esterházy. Entre 1805 e 1808, ele trabalhou em Einsenstadt, onde o Príncipe Esterházy tinha uma casa de férias com uma orquestra. Até 1804 essa orquestra foi regida por Franz Joseph Haydn, e a partir desta data até 1811, por Johann Nepomuk Hummel. Em várias ocasiões, Adam Liszt tocou nela como segundo violoncelista. Em 13 de setembro de 1807, a orquestra executou a Missa em Dó maior de Ludwig van Beethoven, regida pelo próprio. Adam Liszt conhecia Haydn, Hummel e Beethoven. Para ele, os vienenses clássicos haviam atingido o mais alto nível de musicalidade. (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: Hungarian Rhapsody No. 6 in D-Flat Major

 

Franz Liszt: 12 Etudes d'execution transcendante: Ii. Fusées - Molto Vivace in a Minor

 

Franz Liszt: 12 Etudes D'execution transcendante: III. Paysage (Landscape) in F - Poco Adagio

 

Franz Liszt: Reminescences De Don Juan

 

Franz Liszt: Transcriptions from "12 Lieder": Erlkönig, Op. 1

 

***

 

Renovo, mais uma vez, este modesto convite, como que em jeito de introdução, desfruta de uma leitura acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade e a organização das nações.

 

No Facebook e Twitter, em qualquer dispositivo.

Passa por lá!

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 12:43 link do post
20 de Outubro de 2017

Frédéric Chopin é, sem dúvida alguma, uma referecia para os pianistas e compositores da sua época. A sua expressividade, delicadeza poética incutida  nas suas peças, viriam a apontar o caminho para o desenvolvimento de novas formas de explorar esse magnífico instrumento - o piano.

 

Boas audições!

 

***** 

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

“(…) Sofrendo por estar longe de sua terra natal, esmagada pelos russos, Chopin praticamente criou um novo gênero: a polonaise épica. Representativa é a sexta, dita Heróica, titânica e sentimental.

Chopin também escreveu quatro Scherzos que se assemelham a essa polonaise por sua tensão e vigor.

Um scherzo como peça independente é uma novidade de Chopin, já que a forma é geralmente integrante de obras maiores como sinfonias e sonatas. O Scherzo no. 1, op. 20, é um exemplo de angústia e desespero.

Mas três grandes ciclos são considerados os pontos culminantes da produção chopiniana: as Baladas, os Estudos e os Prelúdios. (...)" (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 1 in B Minor, Op. 20

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 2 in B Flat Minor, Op. 31

 

Frédéric Scherzo No. 3 in C sharp Minor, Op. 39

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 4 in E Major, Op. 54

 

“(…) As baladas são quatro. São peças grandiosas e terrivelmente difíceis para o solista, muito inventivas e apaixonantes. Elas passam uma quantidade de emoções e sentimentos surpreendente para obras tão curtas. A Quarta é a mais impressionante, pela variedade de sonoridades que apresenta. (...)" (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin) 

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 1 In G Minor, Op. 23

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 2 In Flat Major, Op. 38 

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 3 In A Flat Major, Op. 47

 

 Frédéric Chopin: Ballade Nº 4 In F Minor, Op. 52 

 

***

 

A riqueza das formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

Também no Facebook e Twitter, em qualquer dispositivo.

Passa por lá!

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 12:51 link do post
subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
comentários recentes
Ola! ☺️Saudações Musikes! 🤗Claro que me lembro! Co...
Olá Pedro,Como estás? Eu sou a Alda, a colega que ...
è Natal, é Natal....As mais belas canções de Natal...
Quando estou triste, paro e medito...Quando estou ...
A música é, sem dúvida, o alimento da alma... das ...
blogs SAPO