Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
27 de Outubro de 2018

Sabia que há uma língua em que o nome do nosso país é «Ureno»? Vamos de viagem…

 

 

1. O nosso nome repetido

 

Há países que mudam de nome com muita facilidade. Pensem só nos pobres alemães, cujo país é «Deutschland» lá dentro, mas passa a «Allemagne» logo ali no sul da Bélgica — e é «Germany» em Inglaterra. Somando as variações, são não sei quantas Alemanhas diferentes por essa Europa fora.

Já nós vivemos num país com um nome sólido, daqueles que se aguenta firme ao vento das diferentes línguas — pelo menos, na escrita. Avançamos pela Europa fora e temos «Portugal» (espanhol), «Portugal» (catalão), «Portugal» (francês), «Portugal» (inglês), «Portugal» (alemão), «Portugal» (norueguês), «Portúgal» (raisparta o acento do islandês).

Até os bascos, que têm uma língua daquelas de bater com a cabeça na parede, chamam ao nosso país… «Portugal»!

Os húngaros, donos doutra língua que parece inventada só para nos atrapalhar, chamam ao nosso país «Portugália». Enfim, não é a mesma coisa, mas quase. Os finlandeses dizem «Portugali». Os italianos, tão latinos como nós, dão um nome virado para o azeite, mas mesmo assim não fogem muito: «Portogallo». Os romenos também não são especialmente originais, mas põem ali umas letras finais: «Portugalia».

 

2. Outras letras, o mesmo nome

 

Pela Europa, se queremos algum exotismo no nosso nome, temos de olhar para as línguas que usam outros alfabetos. Os gregos escrevem «Πορτογαλία», os russos escrevem «Португалия» — e os georgianos, donos do mais redondo dos alfabetos, escrevem პორტუგალია. Mas, nos três casos, o que dizem não foge muito a «Portugalia». As letras diferentes escondem um nome muito parecido.

O mundo, pelos vistos, não quer brincar com o nome do nosso país. Ora, imaginem a minha admiração ao encontrar, no Facebook de um amigo, uma imagem sobre o jogo da nossa selecção em que apareciam estes nomes:

Mas em que língua «Portugal» se diz «Ureno»? Bem, já lá chegamos. Continuemos a viagem…

 

 

Entre familiares, amigos e conhecidos, irão gostar do Musikes.

Partilha no Facebook,no Twitter e agora também no Padlet.com!

"Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas. Goethe"

publicado por Musikes às 10:29 link do post
16 de Fevereiro de 2018

“No século 19, o sentimento nacionalista vai alimentar, em toda Europa, a busca de uma identidade própria, principalmente no campo da arte.

Foi justamente Richard Wagner quem contribuiu, em grande estilo, para a criação de uma identidade nacional alemã. (…)” (http://musicaclassica.folha.com.br/cds/09/contexto.html)

 

Eis aqui introduzido o mote para vires a conhecer, e sobretudo, a ouvires fluentemente a grandiosa obra musical do compositor Richard Wagner, um revolucionário artista do século XIX.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Richard Wagner

(1813-1883)

 

“Richard Wagner (…) foi um compositor alemão que se tornou num dos expoentes máximos do período do Romantismo na história da música ocidental. Ficou essencialmente conhecido pelas suas óperas (ou "dramas musicais", como ele gostava de chamar) e pela criação do "Leitmotiv" (um tema musical associado a cada personagem).

Ele tentou criar a obra de arte total, juntando musica, teatro, poesia e arte visual numa só entidade. Desta busca intensa resultou a construção de uma casa especial em Bayreuth somente para a exibição dos seus dramas musicais. (…)

(…) Apesar de controverso e polémico devido às suas ideologias antissemitas, é considerado unanimemente como um dos principais compositores de todos os tempos. (…)” (https://www.letradamusica.net/richard-wagner/biografia-artista.html)

 

Richard Wagner - The ride of the Valkyries from "Die Walküre"

 

Richard Wagner - Das Liebesverbot - Overture (A Proibição do Amor)

 

Richard Wagner: Götterdämmerung (Crepúsculo dos Deuses

 

***

 

Eis-nos a iniciar mais uma página de “Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX.

 

Deixo aqui o convite, como que em jeito de introdução, a vires desfrutar de uma leitura e audição acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade tal como a conhecemos hoje.

 

No Facebook e Twitter, em qualquer dispositivo.

Passa por lá!

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 12:39 link do post
09 de Novembro de 2017

“(…) a música e a arte de modo geral procuravam se desligar da arte do passado deixando aos poucos os salões dos palácios e pondo-se mais ao alcance da nova classe social em ascensão, a burguesia, e invadindo as salas de concerto, conquistando um novo público ávido de uma nova estética.” (http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/)

 

E entremos, mais uma vez, pela mão de Franz Liszt a desbravar a sua vida e obra que tanto marcaria uma época.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Franz Liszt

(1811-1886)

 

“Liszt ganhou fama na Europa durante o início do século XIX por sua habilidade como pianista virtuoso. Foi citado por seus contemporâneos como o pianista mais avançado de sua época, e em 1840 ele foi considerado por alguns como, talvez, o maior pianista de todos os tempos. (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: Hungarian Rhapsody No. 2

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: I. Allegro Maestoso

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: II. Quasi Adagio-Allegretto vivace-Allegro animato

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: III. Allegro marziale-Animato-Presto

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini No. 1 in G Minor: Preludio (Il Tremolo)

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini, No. 2 in E-Flat Major: Andantino capriccioso

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini No. 3: La Campanella

 

***

 

Aceita modesto convite, como que em jeito de introdução, desfruta de uma leitura acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade e a organização das nações.

 

No Facebook e Twitter, em qualquer dispositivo.

Passa por lá!

 

Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

publicado por Musikes às 12:49 link do post
subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
comentários recentes
Ola! ☺️Saudações Musikes! 🤗Claro que me lembro! Co...
Olá Pedro,Como estás? Eu sou a Alda, a colega que ...
è Natal, é Natal....As mais belas canções de Natal...
Quando estou triste, paro e medito...Quando estou ...
A música é, sem dúvida, o alimento da alma... das ...
blogs SAPO