Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
16 de Fevereiro de 2018

“No século 19, o sentimento nacionalista vai alimentar, em toda Europa, a busca de uma identidade própria, principalmente no campo da arte.

Foi justamente Richard Wagner quem contribuiu, em grande estilo, para a criação de uma identidade nacional alemã. (…)” (http://musicaclassica.folha.com.br/cds/09/contexto.html)

 

Eis aqui introduzido o mote para vires a conhecer, e sobretudo, a ouvires fluentemente a grandiosa obra musical do compositor Richard Wagner, um revolucionário artista do século XIX.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Richard Wagner

(1813-1883)

 

“Richard Wagner (…) foi um compositor alemão que se tornou num dos expoentes máximos do período do Romantismo na história da música ocidental. Ficou essencialmente conhecido pelas suas óperas (ou "dramas musicais", como ele gostava de chamar) e pela criação do "Leitmotiv" (um tema musical associado a cada personagem).

Ele tentou criar a obra de arte total, juntando musica, teatro, poesia e arte visual numa só entidade. Desta busca intensa resultou a construção de uma casa especial em Bayreuth somente para a exibição dos seus dramas musicais. (…)

(…) Apesar de controverso e polémico devido às suas ideologias antissemitas, é considerado unanimemente como um dos principais compositores de todos os tempos. (…)” (https://www.letradamusica.net/richard-wagner/biografia-artista.html)

 

Richard Wagner - The ride of the Valkyries from "Die Walküre"

 

Richard Wagner - Das Liebesverbot - Overture (A Proibição do Amor)

 

Richard Wagner: Götterdämmerung (Crepúsculo dos Deuses

 

***

 

Eis-nos a iniciar mais uma página de “Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX.

 

Deixo aqui o convite, como que em jeito de introdução, a vires desfrutar de uma leitura e audição acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade tal como a conhecemos hoje.

 

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09 de Novembro de 2017

“(…) a música e a arte de modo geral procuravam se desligar da arte do passado deixando aos poucos os salões dos palácios e pondo-se mais ao alcance da nova classe social em ascensão, a burguesia, e invadindo as salas de concerto, conquistando um novo público ávido de uma nova estética.” (http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/)

 

E entremos, mais uma vez, pela mão de Franz Liszt a desbravar a sua vida e obra que tanto marcaria uma época.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Franz Liszt

(1811-1886)

 

“Liszt ganhou fama na Europa durante o início do século XIX por sua habilidade como pianista virtuoso. Foi citado por seus contemporâneos como o pianista mais avançado de sua época, e em 1840 ele foi considerado por alguns como, talvez, o maior pianista de todos os tempos. (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: Hungarian Rhapsody No. 2

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: I. Allegro Maestoso

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: II. Quasi Adagio-Allegretto vivace-Allegro animato

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: III. Allegro marziale-Animato-Presto

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini No. 1 in G Minor: Preludio (Il Tremolo)

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini, No. 2 in E-Flat Major: Andantino capriccioso

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini No. 3: La Campanella

 

***

 

Aceita modesto convite, como que em jeito de introdução, desfruta de uma leitura acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade e a organização das nações.

 

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03 de Setembro de 2017

Ora, vamos a isto!

 

Desta vez, a sugestão para uma atenta leitura de um interessante artigo do jornal online Observador.

“Só seis pessoas em todo o mundo a sabem assobiar. São habitantes de uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia que nem sequer aparece no Google Maps.”

 

Não deixem de ler!

Boas leituras!

 

****

 

Língua assobiada com 2500 anos está prestes a desaparecer

(artigo do Observador de 01/08/2017)

 

“Só seis pessoas em todo o mundo a sabem assobiar. São habitantes de uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia que nem sequer aparece no Google Maps. A língua é conhecida por sfyria.

A língua começou a ser utilizada como forma de conversar a longa distância através de vales

 

Estima-se que exista há 2500 anos. A língua assobiada conhecida por sfyria é uma das mais raras do mundo e está prestes a desaparecer. É, de acordo com o Atlas das Línguas em Perigo da UNESCO, a língua — assobiada ou não — com menos falantes vivos. Os únicos que existem vivem em Antia, uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia, que nem sequer aparece no Google Maps.

Sfyria é uma versão assobiada da língua grega em que as letras e as sílabas correspondem a tons e frequências distintos. Assemelha-se ao som dos pássaros. A explicação foi dada pela linguista grega Dimitra Hengen, à BBC. Hengen garantiu ainda que as mensagens enviadas em sfyria podem ser ouvidas até quatro quilómetros de distância, através dos vales das montanhas. Um grito só atinge uma distância dez vezes inferior.

 

Por natureza, uma língua assobiada já é muito mais ameaçada do que uma língua falada, porque é muito mais difícil de se reproduzir”, esclareceu Hengen.

As únicas pessoas que conseguiam entender e reproduzir esta língua são pastores e agricultores de Antia, que foram passando a tradição para os filhos. Mas a população desta aldeia diminuiu de 250 para 37 pessoas. Os habitantes que sabiam assobiar perderam os dentes, ficando impossibilitados de a reproduzir. Atualmente, só existem seis falantes de sfyria.

 

A origem desta língua assobiada não é certa. Ninguém sabe ao certo quando começou a ser utilizada. Sabe-se que vem da palavra grega sfyrizo, que significa “apito”. Estima-se que há cerca de 2500 anos começou a ser utilizada como forma de conversar a longa distância. Há a teoria de que a língua começou a ser utilizada na Grécia Antiga, para que os habitantes de Antia pudessem sinalizar um ataque iminente contra o império.

Só em 1969 é que a sfyria foi descoberta, quando um avião caiu nas montanhas na aldeia de Antia. Quando a equipa de buscas chegou para procurar o piloto desaparecido, ouviram os pastores a assobiar através dos vales e ficaram encantados, relembra a BBC.”

 

Texto: Observador

 

***

 

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