Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
09 de Março de 2019

Em 2019 assinala-se uma efeméride que certamente relembra a todos os bons momentos da infância
Ora lê e recorda!
 
 

Milhões de infâncias ficaram marcadas pelo repórter belga e o seu cão Milu

O jornalista das calças de golfe Tintim viveu a sua primeira aventura há 90 anos, pela mão de George Remi, mais conhecido pelo seu pseudónimo Hergé.

 
 

O repórter belga acompanhado pelo seu fiel Fox Terrier e pelo mal-humorado capitão Haddock marcaram a infância de milhões de pessoas por todo o mundo, mesmo depois da morte do seu criador em 1983, aos 76 anos, deixando incompleta a história “Tintin e Alpha-Art”.

Na sua primeira aventura, Tintim viajou até ao país dos sovietes, a 10 de janeiro de 1929, onde Hergé fazia uma espécie de ridicularização do regime comunista, com Tintim envolvido em várias cenas de pancadaria, fórmula que o autor viria a repetir nos livros que se seguiram.

 

O sucesso da personagem é incontestável e as suas aventuras encontram-se traduzidas em 77 línguas, tendo sido vendidos mais de 230 milhões de livros em todo o mundo. Tintim não ficou só pela Banda Desenhada, tendo conhecido também o formato de televisão com uma série animada e o cinema pelas mãos de Steven Spielberg e de Peter Jackson.

 

 

Em Portugal, Tintim surgiu pela primeira vez em 1936, na publicação O Papagaio.

Já quatro anos antes, em 1932, Hergé tinha criado uma personagem portuguesa para a banda desenhada. O Oliveira da Figueira, que apareceu pela primeira vez nos ‘charutos do Faraó, é um comerciante português de Lisboa capaz de vender tudo e mais alguma coisa, houvesse na época aquecedores e ele conseguiria vendê-los em pleno deserto. Graças à sua ‘lábia', Oliveira da Figueira salva Tintim e o Capitão Haddock de várias situações complicadas.

 

 

Segue o Musikes no...

 

publicado por Musikes às 12:39 link do post
01 de Fevereiro de 2019

À semelhança de outros anos, a Póvoa de Varzim já nos habituou a às suas “Correntes de Escrita”, encontros estes que tanta literatura nos dão a conhecer.

Como não poderia deixar de ser, o Musikes anuncia com grande prazer tal evento.

 

 

A próxima edição vai realizar-se de 16 a 27 de Fevereiro NFACTOS / FERNANDO VELUDO

 O encontro literário Correntes d'Escritas celebra 20 anos no próximo mês, na Póvoa de Varzim, com aquela que designa da "maior edição de sempre", que vai contar com 140 escritores de 20 países, anunciou esta quinta-feira a Câmara Municipal.

 

A 20.ª edição do Correntes d'Escritas vai receber dois chefes de Estado no primeiro dia, em 19 de Fevereiro: o Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, vai dirigir a cerimónia de abertura, quando são anunciados os prémios literários de 2019, enquanto o Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, vai proferir a conferência inaugural, sobre "As letras da língua e a mobilidade dos criadores na CPLP".

 

Entre os convidados da edição que se vai realizar de 16 a 27 de Fevereiro, vai estar um prémio Cervantes, o nicaraguense Sergio Ramírez, prestes a lançar Já ninguém chora por mim em Portugal, três prémios Camões (Arménio Vieira, Germano Almeida e Hélia Correia) e cinco prémios literários Casino da Póvoa (Lídia Jorge, Ana Luísa Amaral, Manuel Jorge Marmelo, Juan Gabriel Vásquez, para além de Hélia Correia).

 

"Dezanove edições depois [do começo], o Correntes d'Escritas é também herança, memória, inspiração e modelo para os tantos festivais literários que se lhe seguiram, de norte a sul do país e ilhas. Esta constelação de encontros literários é na realidade o maior tributo que pode ser prestado ao Correntes d'Escritas e prova de que a sua história é pó de estrelas que deixa lastro", afirma a introdução do programa da 20.ª edição.

 

No Cine-Teatro Garrett, no centro da Póvoa de Varzim, a primeira mesa vai contar com o antigo ministro Guilherme d'Oliveira Martins e com o jornalista José Carlos de Vasconcelos, seguindo-se uma sessão sob o tema E livres habitamos a substância do tempo, com a participação de Ana Paula Tavares, Filipa Leal, Germano Almeida, Helder Macedo, Juan Gabriel Vásquez e Lídia Jorge.

 

Ao longo dos dias seguintes aquele espaço da Póvoa de Varzim vai ainda receber nomes como o presidente do conselho de administração da Impresa, Francisco Pinto Balsemão, a mais recente vencedora do prémio Vergílio Ferreira, Nélida Piñon, o galardoado com o prémio Leya de 2018, Itamar Vieira Junior, o espanhol Manuel Vilas ou a cantora Aldina Duarte.

 

O Correntes d'Escritas vai também acolher lançamentos de livros, concertos e exposições, além de programar visitas a escolas por vários dos autores participantes.

 

 

 

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publicado por Musikes às 12:52 link do post
10 de Janeiro de 2019

Nem só o turismo nacional exibe galardões internacionais.
Desta vez, a proposta a percorrer com admiração uma obra livreira digna de ter na estante lá de casa.
Ora espreitem!
 
 

Há três bibliotecas portuguesas entre as mais bonitas do mundo e uma delas é no Brasil

 

Mafra, Coimbra, Rio de Janeiro. Uma biblioteca que começou por servir um convento, outra que é universitária mas parece palaciana, e por último, a que nasceu como gabinete de leitura a propósito de um poeta português. E estão as três em The World’s Most Beautiful Libraries, uma edição que dá primazia às fotografias do italiano Massimo Listri. Para folhear com cuidado, que o livro pesa.

 
 
Sempre que os jornais internacionais publicam listas das mais belas bibliotecas do mundo, e fazem-no com frequência, é certo que nesse clube altamente exclusivo há pelo menos um membro português. E logo entre os primeiros. Desta vez, e ainda que o pretexto do mais recente ranking seja um livro — The World’s Most Beautiful Libraries (Taschen, 2018), um coffee table book que convida à viagem e que é em si mesmo um destino para bibliófilos — há três, e um deles “mora” no Brasil: o Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro, uma instituição que recentemente passou por grandes dificuldades e cuja actividade se deve hoje em boa parte a portugueses e lusodescendentes; a Biblioteca Joanina, em Coimbra; e a do palácio-convento de Mafra.
 
publicado por Musikes às 12:39 link do post
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