Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
16 de Dezembro de 2019

Grandes Músicas… Grandes Épocas!...

 

Biblios, o nome grego para livro, é uma homenagem à cidade fenícia de Biblos, de onde partiam mercadores que adquiriam no Egito a matéria prima de que se fazia o livro: folhas resultantes da manufatura da planta Cyperus Papyrus, o papiro.

 

 

OS EGÍPCIOS


Usavam o papiro também para fazer calçados, canoas, cestas e colchões, mas seu uso mais nobre era para escrever o livro sagrado, que acompanhava a múmia na sua viagem ao além. O livro dos mortos do Antigo Egito era um livro para ser lido pelo morto no seu julgamento diante do deus Osíris. Ele contém fórmulas mágicas com mais de 4.500 anos, ou seja, 2 mil anos antes de um outro livro que toma o nome grego, mas conta outras histórias, hebraicas: a Bíblia.

 

Os assírios antigos criaram a primeira biblioteca, em 632 a.C., em Nínive: a biblioteca do rei Assurbanipal (685-627 a.C.), que continha mais de 30 mil tabletes de argila, com ciência e literatura babilónicas.

 

Depois disso, Alexandre Magno fundou Alexandria (331 a.C.), e nela o seu general, o rei grego Ptolomeu I, criou a Biblioteca de Alexandria, a maior biblioteca do mundo antigo, refundada em 2002, no moderno Egito. Com livros, autores e bibliotecas, a humanidade pôde avançar, criar escolas, universidades, a ciência, a literatura e até o cinema – com o roteiro que não deixa de ser um livro. Assim como os Estados mais poderosos, como Roma e o reino de Gengis Khan, que cresceram e um dia decaíram, as pessoas também nascem, vivem e morrem. Mas os livros permanecem por muitos séculos. Muitos deles mudaram a forma como vemos o mundo e como nos relacionamos.


 

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publicado por Musikes às 11:19 link do post
17 de Maio de 2019

O Progresso da Foz e a Cooperativa Árvore promovem, nas instalações desta última, a apresentação de dois livros a propósito do escritor Raul Brandão (1867-1930), pelas 18,30 horas desta sexta-feira, 17 de maio.

 

MUSIKES!

Grandes Músicas… Grandes Épocas!...

 

 

"Raul Brandão e Lisboa", de Vasco Rosa, e "A Pedra e a Nuvem, um breviário de Raul Brandão", de José Manuel de Vasconcelos, são as duas obras em destaque na sessão, de entrada livre, na qual intervêm Isabel Ponce de Leão, José Valle de Figueiredo e Joaquim Pinto da Silva, além da participação musical de Manuel Sobral Torres.

 

 


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publicado por Musikes às 13:01 link do post
09 de Março de 2019

Em 2019 assinala-se uma efeméride que certamente relembra a todos os bons momentos da infância
Ora lê e recorda!
 
 

Milhões de infâncias ficaram marcadas pelo repórter belga e o seu cão Milu

O jornalista das calças de golfe Tintim viveu a sua primeira aventura há 90 anos, pela mão de George Remi, mais conhecido pelo seu pseudónimo Hergé.

 
 

O repórter belga acompanhado pelo seu fiel Fox Terrier e pelo mal-humorado capitão Haddock marcaram a infância de milhões de pessoas por todo o mundo, mesmo depois da morte do seu criador em 1983, aos 76 anos, deixando incompleta a história “Tintin e Alpha-Art”.

Na sua primeira aventura, Tintim viajou até ao país dos sovietes, a 10 de janeiro de 1929, onde Hergé fazia uma espécie de ridicularização do regime comunista, com Tintim envolvido em várias cenas de pancadaria, fórmula que o autor viria a repetir nos livros que se seguiram.

 

O sucesso da personagem é incontestável e as suas aventuras encontram-se traduzidas em 77 línguas, tendo sido vendidos mais de 230 milhões de livros em todo o mundo. Tintim não ficou só pela Banda Desenhada, tendo conhecido também o formato de televisão com uma série animada e o cinema pelas mãos de Steven Spielberg e de Peter Jackson.

 

 

Em Portugal, Tintim surgiu pela primeira vez em 1936, na publicação O Papagaio.

Já quatro anos antes, em 1932, Hergé tinha criado uma personagem portuguesa para a banda desenhada. O Oliveira da Figueira, que apareceu pela primeira vez nos ‘charutos do Faraó, é um comerciante português de Lisboa capaz de vender tudo e mais alguma coisa, houvesse na época aquecedores e ele conseguiria vendê-los em pleno deserto. Graças à sua ‘lábia', Oliveira da Figueira salva Tintim e o Capitão Haddock de várias situações complicadas.

 

 

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publicado por Musikes às 12:39 link do post
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