Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
03 de Outubro de 2018

No Coliseu do Porto, eventos a acontecer.
 
 
Coliseu Porto

 

Depois de um verão de repouso e de uma rentrée animada pelo I Festival Internacional de Circo do Porto, a atividade na Sala Principal do Coliseu regressa em força com galas recheadas de convidados especiais e concertos com grandes vozes de língua portuguesa, com e sem sotaque. Por falar em regressos, na noite de 20 de outubro voltam as grandes óperas ao Coliseu, com “La Traviata”, de Giuseppe Verdi.

 
Em destace!
 
Gala IPO
 
IV Gala Solidária IPO-Porto – Para Cuidar de Si!
Qui 04 Outubro

21h00

 
Tem todos os ingredientes para ser uma noite especial. O Coliseu Porto Ageas vai encher-se para ver os Xutos e Pontapés homenagearem Zé Pedro, e para escutar a música de Miguel Araújo, António Zambujo, Capicua e Vozes da Rádio. Vai também rir com o humorista Vasco Correia e surpreender-se com o mágico Daniel Guedes. As receitas da IV Gala Solidária revertem, na totalidade, para a investigação de novos tratamentos do cancro no IPO-Porto.
 
 
Mafalda Veiga
 
Mafalda Veiga – 30 anos para comemorar
Sex 12 Outubro

22h00

 
Quem também celebra no Coliseu um número redondo de uma carreira recheada de sucessos é Mafalda Veiga. Foi há 30 anos que lançou o disco que mudou para sempre a sua vida, “Pássaros do Sul”. Desde então, somou discos, canções, concertos e várias colaborações. Dia 12 de outubro, recria alguns dos momentos altos destas três décadas, com banda e convidados tão especiais como Jorge Palma, Rui Reininho e Miguel Araújo.
 
 
La Traviata
 
La Traviata
Sáb 20 Outubro

20h00

 
É dos momentos altos da programação do Coliseu e está quase a esgotar. “La Traviata”, de Giuseppe Verdi, apresenta-se no Porto graças à união de esforços entre o Coliseu Porto Ageas e o Teatro Nacional de São Carlos. Com encenação, cenografia e figurinos de Pier Luigi Pizzi, será protagonizada por dois prémios Operalia, Marina Costa-Jackson e Luís Gomes. Ópera em três atos, esta trama sem herói ou vilão é uma das mais aclamadas da história. E Violetta Valéry, a protagonista central, uma desafiadora das convenções sociais do século XIX. Dia 20 de outubro, às 20h, o Coro do São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa regressam a um dos melhores palcos do país para récitas de ópera, acompanhados por um elenco nacional e internacional de luxo.
 
 
Tribalistas
 
Tribalistas
Ter 23 Outubro

21h30

 
“E a gente canta / E a gente dança / E a gente não se cansa…” 16 anos depois, os Tribalistas regressam com um novo álbum e uma muito esperada digressão. O Coliseu Porto Ageas está na rota de Mariza Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, que deverão recordar sucessos do primeiro disco, como “Já Sei Namorar”, “Velha Infância” e “Carnavália”, bem como canções do disco mais recente, homónimo, lançado no ano passado.
 
 
Raquel Tavares
 
Raquel Tavares com Sinfonietta de Lisboa
Qua 31 Outubro

21h30

 
Após o estrondoso sucesso do último álbum, "Roberto Carlos por Raquel Tavares", que atingiu galardão de platina em menos de quatro meses, só faltava um concerto que desse aos fãs a oportunidade de ouvir a voz de Raquel Tavares de perto. A fadista revisitará também temas dos discos anteriores, acompanhada pela Sinfonietta de Lisboa.
 

Programa completo!

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"Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas. Goethe"
publicado por Musikes às 18:37 link do post
01 de Outubro de 2018

Música, a magia dos sons, celebra-se a 01 de Outubro

 

No dia 01 de Outubro comemora-se, em todo o mundo, o Dia Mundial da Música, uma arte que é preciso aprender a apreciar, tal como a pintura, o desenho e a escultura.

Uma ciência pela forma engenhosa como combina o ritmo, a melodia e acaba o seu belo quadro com harmonia.

Qualquer que seja a forma e o estilo, a música é a magia que entrelaça os sons com os silêncios, deixando no ar o fascínio e a grandeza da criação.

 

Foram os gregos que estabeleceram as bases para a cultura musical do Ocidente. 

A própria palavra música nasceu na Grécia, onde "Mousike" significava "A Arte das Musas". 

Era uma arte que abrangia, ao mesmo tempo, a poesia e a dança, e todas eram praticadas de modo integrado. 

Por exemplo os poemas recitavam-se com acompanhamento musical da Lira, daí o nome "Lírica" para denominar esse género poético. 

Os instrumentos principais eram a cítara, a lira e o aulos (instrumento de sopro).

Os gregos atribuíam aos deuses a sua música, definindo-a como uma criação integral do espírito, um meio de alcançar a perfeição.

 

 

Porque para nós é um dia maior, ficar em Casa não chega. Todos os anos celebramos a data com um programa inédito, em edição única, quase sempre aberto a itinerâncias pela cidade. Pode abranger formações e músicos profissionais ou alunos de escolas vocacionais, sendo que o registo é sempre de envolvimento com o público.

Em 2018 a música volta a sair à rua e a andar por muitos lados, prometendo surpreender quer pela escolha de repertórios quer pela carga performativa de quem os interpreta. Em celebração descarada, convida todos os cidadãos para um concerto ao final do dia. Se a (ou)vir, acompanhe-a.

 

10:00 - 16:00 Vários locais · Entrada Livre

 

10:00 - Casa da Música

Estação de Metro da Trindade

 

11:00 - Rua de Santa Catarina (perto da Capela das Almas)

Estação de S. Bento

 

12:00 - Largo de São Domingos

Praça dos Leões

 

14:30 - Casa da Música

Estação de Metro Casa da Música

19:00 - Sala Suggia Famílias e Público Geral

€ 3


Saber Mais

 

O nosso endereço:

Fundação Casa da Música

Avenida da Boavista, 604-610

Porto4149-071

Portugal

 

 

Entre familiares, amigos e conhecidos, irão gostar do Musikes.

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"Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas. Goethe"

publicado por Musikes às 09:27 link do post
13 de Setembro de 2018

A divulgar mais um festival internacional e outros eventos culturais na cidade do Porto.

 

Musikes.jpg

 

 


28 Set-13 Out 2018

 

Ele conquista a nossa simpatia de um modo mais imediato do que qualquer outro herói de William Shakespeare, mas alguém notou que existe um inferno (“hell”) em Othello. Mas só existe Otelo – o nobre e destemido guerreiro, o “estranho forasteiro / de aqui e toda a parte” – porque existe Iago, o profeta do ressentimento e da desordem, e porque existe a bela Desdémona, palavra shakespeariana que significa “amor”. A peça começa e termina numa escuridão que é perfurada pela luz e avança, imparável, por entre as sombras de Veneza e Chipre, geografias da ordem e do caos, mergulhadas ou rodeadas de água, elemento que conduz, transporta, reflete, espelha, distorce. Otelo perdura na nossa memória e imaginação porque é a tragédia por excelência da diferença e da alteridade, da dúvida e da vulnerabilidade, do ciúme e da traição. Mas é também a tragédia da linguagem, essa encantatória “música de Otelo” que é aqui reinterpretada pelo poeta Daniel Jonas. Na obra em cena de Nuno Carinhas, Otelo surge depois de Macbeth (2017), formando um díptico shakespeariano onde o encenador coloca em perspetiva duas radicais e exuberantes visões do mal. “Só se vê a maldade em pleno uso.”


 

****

 


Teatro Carlos Alberto 12-15 Set 2018

 

O Teatro Carlos Alberto acolhe e coproduz com a Sonoscopia a primeira edição do Colexpla – Festival Internacional de Exploração Sonora. Comprometido com a difusão das novas formas de expressão musical nos domínios da música experimental, improvisada, eletroacústica e da arte sonora, o Colexpla surge da herança do Co-Lab – Festival Internacional de Música Experimental, realizado no Porto entre 1998 e 2003. Quinze anos depois, o Colexpla visa continuar e renovar esse legado, tomando o pulso ao estado atual da música exploratória, refletindo e interferindo sobre ele, potenciando possíveis repercussões na criação artística portuguesa. O festival privilegiará áreas tão diversas como a expressividade musical através de novos instrumentos, as novas formas de interatividade na improvisação, as contaminações entre composição e improvisação ou a instalação sonora como forma musical. Fomentando a discussão e o conceito de liberdade inerente à sua matriz, o Colexpla emparelha novos artistas e nomes fortes da improvisação/experimentação internacional, em concertos, instalações sonoras, um workshop e uma conversa.

 

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Mosteiro São Bento da Vitória 18 Set-18 Dez 2018

 

As Leituras no Mosteiro inauguram uma nova temporada com A Tempestade que Aí Vem (2012), sobressalto meteorológico em forma de ficção dramática que os Forced Entertainment estrearam em 2012. Tudo começou “com uma única narrativa em mente”, que o processo criativo do coletivo britânico foi conduzindo para um território movediço de fragmentos, de narrativas inacabadas e de “imagens” que tanto se relacionam com o que é dito como o contradizem. Surpreendente, fora da caixa, avessa a qualquer tipo de normatividade narrativa, A Tempestade que Aí Vem coloca-nos no olho do furacão da ética e da estética de uma companhia que gosta de explorar “as maneiras únicas pelas quais o teatro e a performance se podem articular e comprometer com o mundo contemporâneo”. Listas e jogos, barulho e silêncio, mentiras e mortes, reflexão e riso. O verão no Centro de Documentação termina com uma tempestade.

 

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Teatro Carlos Alberto 19-23 Set 2018

 

Imóvel vai acontecer fora das quatro paredes de um teatro, numa sala de reuniões de condomínio num qualquer prédio da cidade do Porto, um prédio igual a tantos outros, com moradores alheados e vizinhos ensimesmados, ilhas de solidão. Há uma reunião de condomínio onde se esgrimem razões e se adiam soluções, uma reunião que vai arrancar do isolamento um grupo de pessoas muito ciosas da sua independência. A última vez que Hugo Cruz e Regina Guimarães se cruzaram na ficha artística de um espetáculo coproduzido pelo TNSJ foi em MAPA – O Jogo da Cartografia (2016), espetáculo que olhava para o Porto e ensaiava outra cidade. Imóvel volta a colocar a cidade e a cidadania no centro das operações. É um retrato em movimento de uma geração urbana, individualista e letárgica, uma geração a caminho da ternura dos quarenta, com um discurso eloquente mas estéril, corpos paralisados perante um mundo que ruiu e urge reconstruir…

 

 


Em Setembro, estes e muitos outros espectáculos!



 

 



publicado por Musikes às 12:52 link do post
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