Embora tenha sido criado para ser utilizado em salas de aula um pouco por todo o mundo, Ocean School é uma experiência imersiva para aventureiros marinhos de todas as idades.
Criado pelo National Board Film do Canadá e pela Universidade de Dalhousie, parceria com o Ocean Frontier Institute, Ocean Schoolpromete ser uma experiência inovadora de aprendizagem online acerca da vida nos nossos oceanos.
O website combina tecnologias utilizadas no âmbito da educação com técnicas de storytelling de modo a imergir o utilizador no mundo da cultura e das ciências do oceano. Interagindo com, por exemplo, com vídeos 360 e realidade aumentada, quem visitá-lo poderá ser digitalmente transportado para uma autêntica viagem marítima.

Forradas a folha de ouro e decoradas com motivos chineses, as estantes da Biblioteca Joanina guardam um acervo de cerca de 60 mil livros, com inúmeras relíquias desde o século XVI ao XVIII.
A Biblioteca Palácio Galveias, em Lisboa, reabriu em junho de 2017, depois de dois anos em obras
Ora, vamos a isto!
Desta vez, a sugestão para uma atenta leitura de um interessante artigo do jornal online Observador.
“Só seis pessoas em todo o mundo a sabem assobiar. São habitantes de uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia que nem sequer aparece no Google Maps.”
Não deixem de ler!
Boas leituras!
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Língua assobiada com 2500 anos está prestes a desaparecer
(artigo do Observador de 01/08/2017)
“Só seis pessoas em todo o mundo a sabem assobiar. São habitantes de uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia que nem sequer aparece no Google Maps. A língua é conhecida por sfyria.
A língua começou a ser utilizada como forma de conversar a longa distância através de vales
Estima-se que exista há 2500 anos. A língua assobiada conhecida por sfyria é uma das mais raras do mundo e está prestes a desaparecer. É, de acordo com o Atlas das Línguas em Perigo da UNESCO, a língua — assobiada ou não — com menos falantes vivos. Os únicos que existem vivem em Antia, uma pequena aldeia no canto sudeste da ilha grega de Evia, que nem sequer aparece no Google Maps.
Sfyria é uma versão assobiada da língua grega em que as letras e as sílabas correspondem a tons e frequências distintos. Assemelha-se ao som dos pássaros. A explicação foi dada pela linguista grega Dimitra Hengen, à BBC. Hengen garantiu ainda que as mensagens enviadas em sfyria podem ser ouvidas até quatro quilómetros de distância, através dos vales das montanhas. Um grito só atinge uma distância dez vezes inferior.
Por natureza, uma língua assobiada já é muito mais ameaçada do que uma língua falada, porque é muito mais difícil de se reproduzir”, esclareceu Hengen.
As únicas pessoas que conseguiam entender e reproduzir esta língua são pastores e agricultores de Antia, que foram passando a tradição para os filhos. Mas a população desta aldeia diminuiu de 250 para 37 pessoas. Os habitantes que sabiam assobiar perderam os dentes, ficando impossibilitados de a reproduzir. Atualmente, só existem seis falantes de sfyria.
A origem desta língua assobiada não é certa. Ninguém sabe ao certo quando começou a ser utilizada. Sabe-se que vem da palavra grega sfyrizo, que significa “apito”. Estima-se que há cerca de 2500 anos começou a ser utilizada como forma de conversar a longa distância. Há a teoria de que a língua começou a ser utilizada na Grécia Antiga, para que os habitantes de Antia pudessem sinalizar um ataque iminente contra o império.
Só em 1969 é que a sfyria foi descoberta, quando um avião caiu nas montanhas na aldeia de Antia. Quando a equipa de buscas chegou para procurar o piloto desaparecido, ouviram os pastores a assobiar através dos vales e ficaram encantados, relembra a BBC.”
Texto: Observador
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