Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
21 de Julho de 2018

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Anton Bruckner

(1824-1896)

 

Bruckner “(…) Encontrava uma cidade imponente, que o Kaiser resolvera modernizar, substituindo as velhas fortificações pelo famoso Ring - larga avenida que segue o contorno das antigas muralhas. Mas a importância política do império diminuíra, desde que Bismarck resolvera levar adiante o projeto de hegemonia prussiana na Confederação germânica.

Viena compensava sua perda de importância política com uma "joie de vivre" cada vez maior - e uma velha paixão pela música. (…)” (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200025)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 9 in D Minor, WAB 109: 1st Movement (1º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 9 in D Minor, WAB 109: 2nd Movement (2º and.)

 

Anton Bruckner: Mass No. 1 in D minor, WAB 26

 

Anton Bruckner: Helgoland Cantata (1893)

 

***

 

“Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX, é o que nos aguarda para ouvir, conhecer e partilhar!

 

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publicado por Musikes às 12:37 link do post
31 de Janeiro de 2018

“(…) a música e a arte de modo geral procuravam se desligar da arte do passado deixando aos poucos os salões dos palácios e pondo-se mais ao alcance da nova classe social em ascensão, a burguesia, e invadindo as salas de concerto, conquistando um novo público ávido de uma nova estética.” (http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/)

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Franz Liszt

(1811-1886)

 

“(...) A Princesa Carolyne zu Sayn-Wittgenstein em 1847.

A Princesa Carolyne zu Sayn-Wittgenstein nasceu em 1819 e morreu em 8 de março de 1887 em Roma, e ficou conhecida por sua dedicação a Franz Liszt, com quem se reuniu em Kiev em 1847, durante uma de suas turnés. O encontro correspondeu ao desejo de Liszt de parar qualquer composição orquestral. (...)” (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: 12 études d'execution transcendante, S. 139: XI. Harmonies du soir

 

Franz Liszt: 12 Etudes d'execution transcendante: Vii. Eroica in E-Flat Major - Allegro

 

Franz Liszt: Années de Pèlerinage, Deuxieme Année: I. Sposalizio

 

*****

 

“(...) O grão-duque de Weimar, tinha oferecido a Liszt um cargo de prestígio de Kapellmeister, e a princesa juntou-se a ele em fevereiro de 1848, vivendo juntos durante muitos anos. Carolyne era então, independente do seu marido já há algum tempo.

A Igreja Católica Romana eventualmente quis que a princesa casasse com Liszt e regularizasse sua situação, mas por ela estar ainda casada e o marido estar ainda vivo, a princesa teve que convencer as autoridades católicas de que seu casamento tinha sido inválido. Em setembro de 1860, depois de um intrincado processo, foi temporariamente bem sucedida. Estava previsto seu casamento em Roma, em 22 de outubro de 1861, no dia do 50º aniversário de Liszt. Este, tendo chegado a Roma em 21 de outubro de 1861, descobriu que a princesa, no entanto, era incapaz de se casar com ele, pois aparentemente, tanto o marido dela quanto o Czar da Rússia conseguiram revogar a permissão para o matrimónio no Vaticano.

O governo russo também apreendeu várias das suas propriedades, o que fez com que seu eventual casamento com Liszt, ou qualquer outro, fosse inviável. Além disso, o escândalo teria prejudicado seriamente a sua filha, claramente a razão principal pela qual o príncipe pôs fim ao casamento agendado. Posteriormente, seu relacionamento com Liszt tornou-se uma companhia platónica, especialmente depois dele ter recebido ordens menores na Igreja Católica e se tornar abade. (...)” (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: Années de Pèlerinage, Deuxieme Année: III. Canzonetta Del Salvator Rosa

 

Franz Liszt: Années de Pèlerinage, Deuxieme Année: IV. Sonetto 47 Del Petrarca

 

Franz Liszt: Années de Pèlerinage, Troisième Année: IV. Les Jeux D'eaux À La Villa D'este

 

Franz Liszt: Benvenuto Cellini: Benediction and Oath

 

Franz Liszt: Czárdás Macabre

 

***

 

Mais um vez, deixo aqui o convite, como que em jeito de introdução, desfruta de uma leitura acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade e a organização das nações.

 

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