Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
19 de Março de 2021

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Robert Schumann 2 em 1839 (3).jpg

Robert Alexander Schumann

(1810-1856)

 

“(…) Todavia, Friedrich Wieck, certamente guiado pelo egoísmo próprio de um pai de uma criança prodígio, opôs-se logo desde o início ao romance entre sua filha e seu melhor aluno. Wieck de forma alguma admitia que a sua filha se casasse, tivesse filhos, fosse uma mulher comum. Para ele, Clara era um génio musical, uma criatura fora dos padrões da normalidade burguesa, que feneceria se tivesse que viver com qualquer um. Por isso, passou ao ataque: mandou Clara para Dresden e proibiu-a de se comunicar com o compositor, fosse de que maneira fosse. Programou um maior número de apresentações para a filha, sempre fora de Leipzig. Como se não bastasse, chegou a espalhar calúnias sobre o compositor: bêbado inveterado, homem volúvel com as mulheres, vagabundo incurável, filho de uma família mentalmente insana, e outros ‘elogios’ deste tipo. (…)” (https://www.rtp.pt/antena2/geral/robert-schumann_1908)

 

Robert Schumann: Seis Fugas Sobre o nome de "BACH", Op. 60 - No. 1 em Si bemol maior. (1845)

 

 

Robert Schumann: Seis Fugas Sobre o nome de "BACH", Op. 60 - No. 2 em Si bemol maior (1845)

 

Robert Schumann: Seis Fugas Sobre o nome de "BACH", Op. 60 - No. 4 em Si bemol maior (1845)

 

Robert Schumann: 4 Skizzen für den Pedal-Flügel, Opus 58 - No. 1-4 (1845)

 

Robert Schumann: Ópera “Genoveva" - Abertura, , Op. 81 (1846-1848)

 

Robert Schumann: 6 Studien für den Pedal-Flügel, Op. 56 - No. 2 Lá menor (1845)

 

Robert Schumann: 6 Studien für den Pedal-Flügel, Op. 56 - No.4 em Lá bemol maior (1845)

 

Robert Schumann: Der Rose Pilgerfahrt para Vozes solistas, Coro, e Orquestra, Op. 112 - No. 6 (1851)

 

 

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18 de Fevereiro de 2020

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Georges Bizet

(1838-1875)

 

“(…) Bizet foi também um exímio pianista, e segundo parece escondeu esse seu talento inexplicavelmente. Ainda nesse ano de 1861, deu uma rara demonstração das suas habilidades como virtuoso, num jantar em que Franz Liszt estava presente. A surpresa foi geral e Liszt comentou: “ … Pensei que havia apenas dois homens capazes de superar as dificuldades da obra, mas há três e o mais novo é talvez o mais ousado e mais brilhante”. (…)” (http://www.rtp.pt/antena2/geral/georges-bizet_2702))

 

Georges Bizet: Chanson du toreador from Carmen Suite No. 2

 

Georges Bizet: Aragonaise from Carmen Suite No. 1

 

Georges Bizet: Ópera Poema Sinfónico Vasco da Gama - La marguerite a fermé sa corolle

 

Georges Bizet: Te Deum

 

 

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03 de Fevereiro de 2020

Grandes Músicas… Grandes Épocas!...

No Musikes em Janeiro…

 
Ouvir e ler, conhecer e partilhar, tornam estas viagens ao longo da História da Música Ocidental ainda mais extraordinárias.
 
Encontramo-nos em pleno período do romantismo do século XIX,, algures entre a 1ª e 2ª metade de 1800.
 
 
Georges Bizet
(1838-1875)
 
 
A ouvir e ler...
 
 
Tempo de dar início a mais uma jornada de descobertas.
 
Após festividades da época, o Musikes regressa nas suas publicações às audições e textos acerca de só “Grandes Músicas… Grandes Épocas!…”, e claro, os seus Grandes compositores!
 
Carmen, foi a única obra que não foi negligenciada, os seus manuscritos foram doados, e das suas obras foram...
 
 
 
 
O pai, era barbeiro antes de se tornar professor de canto, a mãe, pianista. Georges mostrou desde cedo a sua aptidão para a música, ao rec...
 
 
 
 
O prémio foi dividido entre Bizet e Charles Lecocq, sendo posteriormente criticado por Lecocq, que acusou o júri de ter sido manipulado por...
 
 
 
 
Sua única composição foi um Te Deum para o Prémio Rodrigues, uma competição para novos trabalhos...
 
 
 
 
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02 de Dezembro de 2019

Grandes Músicas… Grandes Épocas!...
 

No Musikes em Novembro…

 
Ouvir e ler, conhecer e partilhar, tornam estas viagens ao longo da História da Música Ocidental ainda mais extraordinárias.
 
 
 
A ouvir e ler...
 
 
Em 1908, ele teve a distinção de ser o primeiro compositor célebre para escrever uma partitura musical de um filme, O Assassinato do Duque de Guise...
 
 
 
Camille Saint-Saens - Uma vontade de experimentar com uma linguagem mais progressiva e abandonar o lirismo e encanto para expressão mais profunda
 
Muitos de seus trabalhos de música de câmara são tecnicamente difícis e transparentes, exigindo as habilidades de um virtuose...
 
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Camille Saint-Saens - Uma fantasia ritmicamente inventiva que presta homenagem à música do Norte de África
 
A música de piano, embora não tão profunda ou tão desafiador quanto o de alguns de seus contemporâneos, ocupa o terreno estilística entre Liszt e Ravel . Às vezes brilhantes, transparentes e idiomáticas...
 
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Embora Saint-Saëns feja considerado antiquado, mais tarde na vida, ele explorou muitas novas formas e revigorou os mais velhos
 
O estilo de Saint-Saëns concerto foi contido, sutil, e legal, ele se sentou imóvel ao piano. Seu modo de tocar foi marcado por extraordinariamente até mesmo escalas e passagework, grande velocidade, e refinamento aristocrático...
 
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Com Camille Saint-Saens, os seus próprios concertos parecem ter influenciado Sergei Rachmaninoff e outros compositores românticos
 
Ele foi muitas vezes acusado de ser insensível e de negócios, como, menos memorável do que outros artistas mais carismáticos...
 
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A descobrir ainda muito mais!
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publicado por Musikes às 17:00 link do post
23 de Novembro de 2019

Entre algumas qualidades de Camille Saint-Saens.

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Camille Saint-Saëns

(1835-1921)

 

“(…) Embora Saint-Saëns feja considerado antiquado, mais tarde na vida, ele explorou muitas novas formas e revigorou os mais velhos. Sua abordagem composicional foi inspirado pelo classicismo francês, o que faz dele um precursor importante do neoclassicismo de Ravel e outros. 

Na performance, Saint-Saëns disse ter sido "inigualável no órgão", e rivalizado por poucos no piano. No entanto, o estilo de Saint-Saëns concerto foi contido, sutil, e legal, ele se sentou imóvel ao piano. Seu modo de tocar foi marcado por extraordinariamente até mesmo escalas e passagework, grande velocidade, e refinamento aristocrático. As gravações que ele deixou no final de sua vida dar vislumbres de essas características. 

Ele era, aliás, o pianista primeira-nascido nunca para fazer gravações. Mas ele não foi o pianista mais antigo-nascido para deixar um registro em qualquer forma de seu piano (…)” (https://som13.com.br/camille-saint-saens/biografia)

 

Camille Saint-Saëns: Piano Concerto No 2 In G minor, Op. 22

 

Camille Saint-Saëns: Piano Concerto No. 3 In E-flat Major, Op. 103

 

Camille Saint-Saens: Piano Concerto No. 1

In E major, Op. 17

 

Camille Saint-Saëns - Piano Concerto No. 4, Op. 44

 

 

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publicado por Musikes às 09:12 link do post
30 de Outubro de 2019

Grandes Músicas… Grandes Épocas!...
 
Casa da Música
agenda de concertos de Novembro.

 

Os tons exuberantes do Barroco pintam o mês de Novembro. O conceito do festival mais antigo da Casa da Música é simples: no centro está a chamada “música antiga”, não só do período Barroco mas também de épocas que consideramos adjacentes e que poderão ir do século XV ao XVIII, apresentada quase sempre como se pensa que seria interpretada no seu tempo. 

 

Para lá do festival, prossegue o Ciclo de Piano com a jovem mas já aclamada pianista Beatrice Rana a interpretar Chopin e Stravinski.

A Orquestra Sinfónica retoma a Integral das Sinfonias de Tchaikovski mas antes ainda regressa ao tema da temporada, o Novo Mundo, com aquelas que são provavelmente as partituras mais célebres de George Gershwin (Porgy and Bess e Um Americano em Paris) e de Samuel Barber (Adagio para cordas). No final da residência de Jörg Widmann, e também a encerrar o ciclo de Grandes Canções Orquestraisque marcou a temporada de 2019, merece referência a estreia portuguesa do seu recente ciclo de canções pelo barítono Thomas E. Bauer.

 

A Orquestra Jazz de Matosinhos propõe uma visita a um compositor marcante da história do jazz, George Russell, num concerto especial que conta com convidados de peso: João Paulo Esteves da Silva e Andy Sheppard.

 
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publicado por Musikes às 08:51 link do post
30 de Setembro de 2019

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Camille Saint-Saëns

(1835-1921)

 

“(…) Sua aparência primeiro concerto público ocorreu quando ele tinha cinco anos de idade, quando ele acompanhou um Beethoven Sonata para violino . Ele passou a começar no estudo aprofundado da pontuação total de Don Giovanni . Em 1842, Saint-Saëns começou a ter aulas de piano com Camille-Marie Stamaty , um aluno de Friedrich Kalkbrenner , que teve seus alunos tocar piano enquanto descansando seus antebraços em um bar situado na frente do teclado, de modo que todo o poder pianista do veio de as mãos e os dedos, mas não as armas. Aos dez anos de idade, Saint-Saëns deu o seu recital de estreia pública na Salle Pleyel , com uma performance de Mozart 's Piano Concerto No. 15 em B bemol maior ( K. 450), e várias peças de Handel , Kalkbrenner, Hummel e Bach . Como um encore, Saint-Saëns ofereceu para jogar qualquer um dos 32 sonatas de Beethoven para piano de memória. Palavra deste concerto incrível espalhou pela Europa, e, tanto quanto os Estados Unidos com um artigo em um jornal de Boston. (…)” (https://som13.com.br/camille-saint-saens/biografia)

 

Camille Saint-Saëns: Carnival Of The Animals - 6. Kangaroos

 

Camille Saint-Saëns: Carnival Of The Animals - 7. Aquarium

 

Camille Saint-Saëns: Carnival Of The Animals - 8. Persons With Long Ears

 

Camille Saint-Saëns: Carnival Of The Animals - 9. The Cuckoo In The Depths Of The Woods

 

 

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