Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
05 de Fevereiro de 2019

Coliseu Porto

E na mais antiga sala de espectáculos portuense, outras propostas, outros eventos a acontecer.
Ora, passa aqui os olhos!


O mês mais pequeno do ano vai parecer maior, graças à língua de Camões. A poesia da língua portuguesa vai estar em grande destaque nos espetáculos de fevereiro do Coliseu Porto Ageas, na sua forma cantada e falada.
 
De Fernando Tordo a Nuno Markl e Bruno Nogueira, da longa carreira de Sérgio Godinho aos primeiros passos que aqui dão os jovens do Balleteatro, do português da Nação Valente ao sotaque do Brasil, a riqueza do talento lusófono mostra-se assim:

Zé Manel Taxista  
Zé Manel Taxista
Sexta 8 Fevereiro, 21h30 / Sábado 9 Fevereiro, 16h30
 
Há 20 anos, Maria Rueff criou um personagem de bigode e óculos escuros que não mais se apagou da memória de muitos: Zé Manel Taxista. Duas décadas e milhões de turistas mais tarde, Zé Manel, taxista, pai de família e adepto ferrenho do Benfica, já não reconhece os cantos-à-casa da sua Lisboa e anda arreliado. Entre ‘camones’, tuk-tuks e alojamentos locais, Zé Manel “despista-se” numa comédia com muita brilhantina à mistura.
 
 
Break Free
 
Break Free
Tributo a Queen
Domingo 10 Fevereiro - 18h00
 
Facto número 1: Freddie Mercury foi um dos maiores vocalistas de todos os tempos. Facto número 2: os Queen deixaram um legado que continua a conquistar fãs por todo o mundo. Na impossibilidade de podermos ver Freddie, temos os vídeos de YouTube, as biopics no cinema e as bandas tributo para reavivar as emoções. Os Break Free combinam um pouco de tudo. Capturam tanto o som original como o estilo pessoal e a postura em cena tão particular dos Queen. A banda italiana recria as músicas de ópera rock, os hinos universais e as poderosas baladas que colocaram o grupo liderado por Freddie Mercury no número um dos tops durante duas décadas. Recordemos então "We Are the Champions", "I Want to Break Free", "We Will Rock You", "Bohemian Rhapsody" e tantas outras canções eternas.
 
publicado por Musikes às 12:43 link do post
04 de Fevereiro de 2019

Teatro Nacional São João 30 Jan-10 Fev 2019
 
E porque de não só da televisão, do cinema ou streaming se faz cultura, eis aqui algumas sugestões para ir ao teatro.
Vá lá… espreite e marca já na agenda!
 
breuBREU
Teatro Carlos Alberto 14-23 Fev 2019
 
É nos bastidores do circo tradicional que o coletivo Musgo monta a tenda de BREU, o seu novo espetáculo, com criação e direção artística de Joana Moraes.
 
Neste universo, a companhia reconhece uma metáfora que condensa conceitos a serem trabalhados: a precariedade destes artistas, o desdobramento das suas funções, a estigmatização que enfrentam, uma profissionalização que lhes é negada. Com base no devising (o processo colaborativo de pesquisa e criação de raiz de material para cena, que o Musgo tem vindo a aprimorar) e inspirando-se em recolhas decorrentes de visitas a circos – documentadas numa exposição fotográfica de Paulo Pimenta que acompanhará BREU –, Joana Moraes irá erguer o texto dramático, permeável também a referências do cinema e da fotografia sobre o circo. Entre o glamour do espetáculo e a crueza da realidade, BREU quer assumir uma abordagem tão humanista quanto humorística do que entre eles transita. Não querendo ser nem realista nem documental, é “um espetáculo sobre precariedade, dedicação e amor”.

direção artística e criação
 
Joana Moraes
 
construção de texto
 
Joana Moraes
 
cenografia
Coletivo Monte
 
figurinos
 
Inês Mariana Moitas
 
desenho de luz 
 
Manuel Alão
 
sonoplastia
Joana Moraes, João Pedro Brandão
 
produção executiva
 
Marta Lima
 
interpretação e cocriação
 
Ana Vargas, Gilberto Oliveira, Joana Moraes, João Pamplona, Pedro Roquette, Sara Costa
 
dur. aprox. 1:20
 
M/12 anos
 
coprodução 
 
Musgo, TNSJ 
 

 

 
Carta-Branca: Oficinas e Babysitting
 
16 fev sáb 19:00
 
M/4 anos
 
inscrição € 2,50
Conversa pós-espetáculo
 
17 fev
les saintLES SAINT ARMAND
 
publicado por Musikes às 18:35 link do post
21 de Janeiro de 2019

Celebrações do centenário da escritora e poeta estão recheadas de atividades e espetáculos. Exposição com curadoria do neto, Martim Sousa Tavares, e sessão de "Poesia de Proximidade" dão o mote.
 

A inauguração de uma exposição inédita realizada a partir da biblioteca pessoal de Sophia de Mello Breyner, no Porto, e uma sessão de poesia, em Lisboa, marcam as celebrações do centenário da escritora e poeta na próxima semana. Ao longo de 2019, os Poetas do Povo vão celebrar os cem anos do nascimento de Sophia de Mello Breyner em quatro sessões da chamada “poesia de proximidade”, que visa levar a palavra poética até ao público, de forma informal, próxima e interativa.

 

 

A primeira destas sessões — de cerca de duas horas — acontece na segunda-feira, no Povo-Lisboa, situado no Cais do Sodré, tendo como tema “O mar de Sophia”, assim chamado porque este elemento esteve sempre muito presente, tanto na vida como na obra de Sophia de Mello Breyner Andresen.

A casa onde nasceu no Porto, a praia da Granja, local de veraneio a norte, o Algarve, onde, em Lagos no início dos anos sessenta, Sophia e a família decidem passar férias, tendo uma década mais tarde adquirido a casa da Meia-Praia, foram, em definitivo, uma das mais importantes marcas da sua poesia.

Nesta sessão, Fernando Pinto do Amaral, José Anjos, Paula Cortes e Rui Portulez interpretam os textos que espelham essa relação, acompanhados pela música de Gulia Cat, em concertina, autoharpa e hankdrum.

Ao longo do ano vão decorrer outras sessões, dedicadas aos temas “A Liberdade em Sophia” (4 de março),”As Ilhas de Sophia” (24 de junho) e “Os Clássicos e Sophia” (23 de setembro).

 

Também na próxima semana, inaugura-se, na Galeria de Biodiversidade, do Centro de Ciência Viva do Porto, uma exposição inédita de fotografia, instalação e acervo documental, realizada a partir da biblioteca pessoal de Sophia de Mello Breyner, por Oxana Ianin, com curadoria de Martim Sousa Tavares, maestro e neto da escritora.

 

Entre 2015 e 2018, foram identificados naquela biblioteca mais de trezentos livros com dedicatórias a Sophia, oferecidos ao longo de sete décadas por autores e artistas como Teixeira de Pascoaes, Carlos Drummond de Andrade, Maria Helena Vieira da Silva, Arpad Szenes, Miguel Torga, Eugénio de Andrade, José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Jorge de Sena, Herberto Helder e muitos outros.

Além do testemunho das dedicatórias, estes livros guardavam entre as suas páginas dezenas de manuscritos inéditos, correspondência, traduções, ensaios e outros materiais, que vão ser agora desvendados, permitindo conhecer mais da vida e da obra da autora.

 

As comemorações do centenário de Sophia — cuja comissão organizadora é composta por Federico Bertolazzi, Fernando Cabral Martins, Guilherme d’Oliveira Martins, José Manuel dos Santos e Maria Andresen de Sousa Tavares — vão decorrer um pouco por todo o país e além-fronteiras, com iniciativas diversas que vão de colóquios, a concertos, passando por espetáculos, exposições e edições especiais.

 

Já em março, no dia 23, o Dia Mundial da Poesia vai ser assinalado no Centro Cultural de Belém com uma homenagem a Sophia de Mello Breyner, que inclui uma feira do livro de poesia, leituras, conferências e programação para os mais novos.

No mesmo mês, a Assírio e Alvim, do grupo Porto Editora, lança um livro, que se deverá intitular “Sophia e a Antiguidade Clássica”, composto pelo ensaio “O Nu na Antiguidade Clássica”, com prefácio de José Pedro Serra, e por uma antologia de poemas de Sophia sobre a Grécia antiga e Roma, organizada por Maria Andresen Sousa Tavares, filha da autora.

 

Em maio, a Fundação Calouste Gulbenkian dedica à poeta um Colóquio de dois dias (16 e 17), no qual especialistas nacionais e internacionais vão estudar e discutir a sua obra.

Este será o primeiro de uma série de colóquios a decorrer ao longo do ano: em junho jovens investigadores da obra de Sophia reúnem-se em Roma; em setembro, a cidade brasileira do Rio de Janeiro dedica quatro dias à poeta e a Jorge de Sena (que também assinala cem anos); em outubro, o Centro Cultural de Lagos organiza um encontro sobre “O mediterrâneo e o Atlântico em Sophia”, centrado no mar, no diálogo com os poetas do Sul, a importância dos contos para crianças e a presença do sagrado na poesia e na obra da escritora; e, em novembro, Macau vai ser o palco para dois dias de debate em torno da obra de Sophia, da poesia, das questões de tradução e da literatura na sala de aula.

 

A Fundação de Serralves e a Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, acolhem durante cinco dias — em novembro e dezembro — um ciclo de conferências centradas na presença das artes na obra de Sophia de Mello Breyner.

 

No dia 15 de maio, inaugura-se outra exposição documental, no Museu Arpad Szenes — Vieira da Silva, com obras dos dois artistas, centrada na relação de amizade que tinham com a escritora.

No mês seguinte, o Centro Cultural de Belém oferece um concerto da Orquestra Sinfónica Juvenil, concebido a partir de obras musicais preferidas de Sophia e de composições originais baseadas nos seus poemas.

 

Outro concerto previsto, no âmbito das comemorações, realiza-se no Teatro Nacional de São Carlos, no dia 6 de novembro, exato dia em que se assinalam os cem anos do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen. Com um programa musical inspirado na obra da poeta, o concerto apresentará alguns dos novos talentos do canto lírico em Portugal, numa sessão solene que marcará oficialmente as comemorações.

 

Ainda sem data marcada, está previsto um espetáculo musical, com direção de Martim Sousa Tavares, inspirado no famoso conto infantil “A menina do mar”, sobre a amizade possível entre as coisas da terra e as coisas do mar.

 

A história de Sophia transformada em conto musical, e interpretada por atores e músicos, estreia-se em maio, no teatro LU.CA, em Lisboa, estando previstas apresentações subsequentes no Porto, Braga, Guimarães, Penafiel, Ovar, Coimbra, Aveiro, Lagos, Loulé, Bragança.

 

A exposição itinerante “Lugares de Sophia”, com fotografia de António Jorge Silva, Duarte Belo e Pedro Tropa, assim como o espetáculo “O mundo de Sophia”, pela Lisbon Poetry Orchestra, são outras das iniciativas previstas para as comemorações, ainda sem data marcada. Neste espetáculo, músicos e atores celebram e interpretam a poesia numa viagem à descoberta e reinvenção da palavra dita.

 

A programação está disponível online.

publicado por Musikes às 12:47 link do post
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