Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
03 de Abril de 2019

Abril traz muito mais do que águas mil. Traz Wagner, Shakespeare e Mendelssohn ao Coliseu, para provar que os grandes artistas são intemporais. Traz jovens talentos e também clássicos do rock. É só deixar-se levar, como num sonho de uma noite de abril.

 

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Grandes Músicas… Grandes Épocas!...

 

 

Aqui alguns destaques.

 

 

 

Porto Comedy - Festival de Comédia

Sábado 6 Abril - 22h00

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Nada melhor para acabar um dia de semana do que com uma boa gargalhada. Confiamos na ciência e nos estudos que comprovam que rir aumenta a esperança média de vida e recebemos um festival apresentado por Herman José e pelas personagens mais marcantes da sua carreira, como Nelo ou Estebes. Nilton, Francisco Menezes e Marta Bateira (Beatriz Gosta) são os portugueses que vão agarrá-lo à cadeira, num evento que também conta com nomes internacionais e algumas surpresas.

 

 

 

 

Parsifal

Sexta 12 Abril - 21h00

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É um dos momentos altos do ano para o Coliseu e antevê-se sala cheia. Após o sucesso de "La Traviata", a nova coprodução com o Teatro Nacional de São Carlos é "Parsifal", a derradeira obra que Richard Wagner deixou ao mundo, e que se apresenta no Porto três dias antes de chegar à sala lisboeta. A direção musical é do maestro britânico Graeme Jenkins, que já colaborou com a prestigiada Royal Opera House. Em versão concerto, com excertos do I ato e o III ato completo, a história narra a demanda do ideal, personificado pelo Santo Graal, por Parsifal, um dos cavaleiros do mítico Rei Artur. Uma história apaixonante, que remete para a época de Páscoa, e que será interpretada pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, pelo Coro do Teatro Nacional de São Carlos, e por solistas como Erin Caves. A não perder.

 

 

 

 

Sonho de Uma Noite de Verão

Sábado 18 Abril - 22h00

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Pela primeira vez, o Centro Cultural de Belém leva o Festival Dias da Música ao Porto e associa-se ao Coliseu Porto Ageas como palco do espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”. Uma obra do compositor, pianista e maestro alemão Felix Mendelssohn, tendo por base a obra de William Shakespeare. “Sonho de Uma Noite de Verão” continua a ser, com a Abertura e a Marcha Nupcial, uma das mais populares obras de Mendelssohn. O espetáculo, com solistas, um coro de 80 vozes, uma orquestra jovem com 70 músicos e narração do ator Pedro Penim estreia no Porto, passando depois por Coimbra e terminando no CCB, em Lisboa, no dia 25 de abril.

 

 

 

 

Festival Dias da Dança regressa 
ao Coliseu Porto Ageas

 

A conferência de imprensa do Festival DDD desvendou o espetáculo de encerramento da edição de 2019, que acontece no Coliseu no próximo dia 4 de maio: duas obras interpretadas pela GöteborgsOperans Danskompani, a prestigiada companhia de Dança da Ópera de Gotemburgo, na Suécia. "Skid", a primeira coreografia, do criador franco-belga Damien Jalet, destaca-se pelo palco inclinado a 34 graus, onde os bailarinos lutam contra a gravidade. Uma metáfora sobre o desejo de chegar sempre mais longe, representada com uma coreografia que prima pela estética visual. 

Segue-se "Autodance", o segundo trabalho assinado pela coreógrafa israelita Sharon Eyal, prestigiada bailarina que outrora pertenceu à Batsheva Dance Company. Uma obra estreada mundialmente em março do ano passado, na Suécia, que combina dança, música techno da autoria de Ori Lichtik e diferentes técnicas coreográficas. 

Os bilhetes custam 10 euros e serão colocados à venda brevemente.

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Programa e mais!

 

 

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29 de Março de 2019

Concertos em Abril na Casa da Música do Porto
 
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Páscoa & Revolução

Alguns dos momentos altos da programação de 2019 acontecem neste mês de Abril.

 

A Páscoa inspira dois concertos com diferentes interpretações do comovente texto do Stabat Mater nas vozes de prestigiados solistas internacionais. é um marco da composição musical do século XX. Outro foco da temporada é uma mostra alargada da obra de György Ligeti que se estende pelo festival Música & Revolução e traz excertos da ópera Le Grand Macabre, concertos duplos com a Sinfónica e o Remix, e ainda o pianista Pierre-Laurent Aimard.

 

Em período de férias escolares, o festival Ao Alcance de Todos apresenta concertos e actividades para as famílias. O Novo Mundo continua presente na Casa da Música, seja com figuras de topo do jazz americano – Erik Friedlander e Chris Potter – seja com a música brasileira na voz de Bebel Gilberto.

Mas há muito mais. É pôr os olhos e os ouvidos em Abril.

Agenda Abril 2019 (PDF)
 
 
Em destaque!
 
ERIK FRIEDLANDRE'S "THROW A GLASS"
 
03 QUA · 21:00 - Sala Suggia
 
ERIK FRIEDLANDRE'S
"THROW A GLASS"
Ciclo Jazz

 

Dois nomes centrais do jazz norte-americano trazem à Casa da Música os seus novos trabalhos, num concerto duplo em que cada líder é acompanhado por músicos de topo. Veterano do jazz experimental nova-iorquino, o violoncelista Erik Friedlander é especialmente conhecido pelas colaborações com John Zorn. Vem apresentar o seu novo álbum Artemisia, com edição prevista precisamente para este mês. A criatividade sem limites de Chris Potter torna-o um dos saxofonistas mais admirados das últimas décadas. A revista New Yorker define-o como “um tenor que lembra a astúcia de Joe Henderson e que aplica a sua técnica mais ao serviço da música do que do espectáculo”. Uma noite imperdível com o melhor do jazz que se faz hoje nos Estados Unidos da América.

 
 
Concertos de Páscoa
13+17 ABR

A evocação da Páscoa faz-se com obras de referência construídas sobre um dos textos religiosos mais comoventes de sempre: o Stabat Mater, que descreve as dores de Maria aos pés da cruz, contemplando a agonia do seu filho. Pergolesi e Dvořák foram dois dos compositores que se debruçaram sobre este texto inspirador, com obras magníficas aqui interpretadas por destacados solistas internacionais, junto de quatro agrupamentos residentes da Casa da Música – Orquestras Sinfónica e Barroca, Coro e Coro Infantil

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Música & Revoloção
27-30 ABR
 
MÚSICA & REVOLUÇÃO
LIGETI: IMERSÃO TOTAL

 

György Ligeti foi um dos maiores e mais originais compositores da segunda metade do século XX. Ao longo de dois concertos partilhados entre a Orquestra Sinfónica e o Remix Ensemble, um recital do pianista Pierre-Laurent Aimard e uma instalação, percorremos várias dimensões da obra de Ligeti, contando com a presença de grandes solistas: o violoncelista Lucas Fels e o próprio Aimard trazem a sua música concertante e a soprano Susanna Andersson interpreta excertos de Le Grand Macabre, ópera que é revisitada também pelo trompetista Aleš Klančar. 


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publicado por Musikes às 15:49 link do post
04 de Março de 2019

Teatro Nacional São João 
 
7 de março é o primeiro dia do resto da vida do Teatro São João. Apagamos as velas dos 99 anos, acendemos as luzes dos 100 anos do edifício projetado por Marques da Silva. Assinalamos o dia de fora para dentro, do barulho da cidade para o silêncio do palco. Pela manhã, espalhamos palavras e imagens vídeo pelas praças da Batalha e dos Leões e pelo largo da estação da Trindade, como se lançássemos uma mensagem digital numa garrafa. Às 18:30, desvendamos o essencial do Programa dos 100 Anos: espetáculos, projetos, obra. Segue-se Das Tripas, Coração, uma visita guiada às entranhas do edifício conduzida por uma trupe de 24 atores, coro fantasmático às voltas com a memória cénica do TNSJ. A visita termina no palco, o coração do edifício, a nossa razão de ser, ainda e sempre. Quantos fantasmas vivem num teatro quase centenário? E quantos futuros saem de dentro dele?
 
Grandes Músicas… Grandes Épocas!
 
Aqui alguns destaques em Março.
 
Teatro Carlos Alberto 8-17 Mar 2019
 
Foi uma das grandes surpresas de 2018 e regressa para uma curta temporada de apresentações. Ter Razão foi um encontro improvável que redundou numa descoberta feliz, onde duas companhias aparentemente inconciliáveis, o Ensemble – Sociedade de Actores e o Teatro da Palmilha Dentada, partilharam riscos e risos. O teatro também pode ser isto, um lugar de encontros e de humores inesperados entre artistas de distintas gerações e formações, deixando-se contaminar por modos de fazer diferentes. Ter Razão é uma provocação, um divertimento sério sobre as pessoas e o seu quotidiano. Num palco que é uma cidade, onde uma mesa com rodas pode ser um carro e uma campainha de receção pode ser uma buzina, andamos às voltas com problemas de estacionamento, engarrafamentos monumentais e pessoas que se travam alegremente de razões. O dramaturgo e encenador Ricardo Alves conta-nos uma mesma história, neurótica e repetitiva, que se desdobra em diferentes pontos de vista. Quem tem razão? Quem não consegue deixar de ter razão?
 
 
Mosteiro São Bento da Vitória 21-23 Mar 2019
 
Olo é um solo sem “s” ou, melhor ainda, Um Solo Sobre um Solo. Nasceu da demorada convivência de Igor Gandra com uma marioneta num espaço vazio, o registo feito espetáculo do que se descobriu e inventou durante esse processo de escuta, de partilha. E de autoquestionamento: “Será que é possível representar o que acontece quando nos fechamos sozinhos numa sala de ensaios com o objetivo de criar uma coisa nova?” Ou, dito de um outro modo, mais inquietante ainda: “Estaremos realmente sozinhos quando estamos em cena a solo?” Olo também pode ser o nome do homenzinho que observamos em cena, como quem observa uma criança estranha que brinca com tudo e com nada. O uno e o múltiplo, mostrar e esconder, conter e ser contido, contar e ser contado são ideias em circulação nesta criação do Teatro de Ferro, onde se adivinham ressonâncias de universos tão distintos como os de Jorge Luis Borges, Andrei Tarkovski, Ágota Kristóf ou Heiner Müller.


Teatro Nacional São João 27 Mar-14 Abr 2019
 
É um herdeiro direto da “grega inquietação”, legado que reconhece e subverte. Martin Crimp é um dos grandes dramaturgos contemporâneos. Em O Resto Já Devem Conhecer do Cinema (2013), regressa às páginas de As Fenícias, de Eurípides, projetando-as contra o pano de fundo de uma pergunta insidiosa: “Sim, como podem os mortos viver agora?” Vivem ainda Jocasta, Édipo, Antígona, Creonte, Etéocles, Polinices, os enigmas da Esfinge, o coro de raparigas fenícias, a guerra, a honra, a justiça, o caos, o sangue. Mas o agora de Crimp é o agora mesmo, a barbárie do nosso quotidiano, a Europa, “cidade” dividida, decadente e sob ameaça, como Tebas. Os encenadores Nuno Carinhas e Fernando Mora Ramos reeditam a parceria testada em O Fim das Possibilidades, de Sarrazac (2015). Um monstro com quatro mãos e duas cabeças, capaz de afrontar e revolver as entranhas deste teatro político, lúdico, musical. Um teatro que muito duvida e que muito pergunta. “Que filme é esse que continuamente projetas no cinema deserto da minha cabeça?”

Conhece toda a programação!


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publicado por Musikes às 19:25 link do post
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