Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
21 de Fevereiro de 2019

O artigo da revista Visão é já do ano passado, mas, creio que vale a pena lê-lo ou relê-lo mesmo assim.
 
 

As palavras são a matéria-prima da comunicação e, por isso, saber usá-las na medida certa, no momento certo é uma arte 

Neste artigo, partilharei consigo algumas palavras que têm um poder de sedução tremendo, porque inspiram, influenciam e criam empatia com o nosso interlocutor, permitindo-lhe tomar decisões em consonância com o que o objetivo comunicativo que pretendemos alcançar. São palavras que podem favorecer de forma surpreendente a nossa comunicação e trazer um impacto incrível às nossas vidas.

 

1. O nome próprio

 

Em diferentes situações de comunicação, quer se use um tratamento mais formal ou menos formal, é unânime que todos nós gostamos de ser tratados pelo nosso nome. Com ou sem título associado, é o nosso nome que nós mais gostamos de ouvir, concorda? (...)

 

2. Como está?

 

Esta expressão de saudação exala também uma certa magia nas relações interpessoais. É um autêntico desbloqueador de manhãs rabugentas, especialmente em estabelecimentos comerciais e serviços públicos. (...)

 

3. Seria possível?

 

Irresistível é também esta expressão de cortesia linguística, que lhe garante uma concordância quase de 100% com o interlocutor antes de ele saber o que lhe está a ser pedido. (...)

 

4. Imagine que…

Tomamos decisões com o coração. E porquê? Simplesmente porque o prazer dos benefícios que vislumbramos se sobrepõe à lógica e à razão.

A expressão imagine que… faz com que o interlocutor tenha uma imagem real das vantagens da decisão que pretendemos que ele tome. (...)

 

5. Palavras afetuosas

 

Tomamos decisões com o coração, repito. A razão perde muitos pontos em favor da emoção quando nos oferecem palavras afetuosas como satisfação, prazer, expectativa, disponibilidade, proveito, gratidão, benefícios, recompensa, prémio, oferta… (…)

 

6. Não se preocupe

 

Esta expressão mágica tem o poder de transformar situações complicadas, diálogos difíceis, conversas densas em rios de água tranquila. Trazem a calma, a segurança e o conforto necessários ao nosso interlocutor numa situação menos favorável. (...)

 

7. Obrigado!

 

E terminamos em beleza, com uma das palavras mais valiosas na comunicação: obrigado(a)!

Sermos genuínos e autênticos é crucial para projetarmos credibilidade e confiança, por isso, devemos usar esta palavra com conta, peso e medida e na ocasião certa. (…)"

 
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publicado por Musikes às 12:40 link do post
16 de Janeiro de 2019

É o primeiro mês do ano e aquele em que mais nos vamos enganar a escrever a nova data. No seu primeiro dia, celebramos o ano novo que chega. Mas afinal, porque é que Janeiro se chama assim?

 
Estátua de Jano datada do século XVIII

Estátua de Jano datada do século XVIII

hadrian6.tumblr.com

 

O grande responsável pelo nome do primeiro mês do ano é o deus romano das mudanças e transições, Jano. Entre os romanos, era muito popular: era o deus do céu luminoso, das origens e do princípio de toda a existência. Era ele quem abria e fechava a luz do céu.

 

Nas gravuras ou estátuas deste deus romano estão sempre presentes as duas faces. Uma voltada para a frente e outra para trás, uma para o passado e outra para o futuro, tal e qual como o primeiro mês do ano. Aquele em que, inevitavelmente, temos um olho no que aí vem e outro no que já foi.

 
Janeiro é composto por 31 dias e geralmente é o mês mais frio do ano. É o primeiro mês do calendário gregoriano, o que usamos hoje em dia: de origem europeia, é utilizado oficialmente pela maioria dos países. Foi definido pelo Papa Gregório XIII em fevereiro de 1582 em substituição do calendário juliano implantado pelo líder romano Júlio César em 46 a.C.
publicado por Musikes às 18:43 link do post
09 de Dezembro de 2018

“(…) Em comparação com a informação visual, sabe-se pouco sobre memória de longo prazo com base em informação captada por outros sentidos, o que levou o investigador e o seu coautor Christof Kuhbandner a focarem-se especificamente em experiências baseadas no toque. (…)"
 
Aqui o convite a descobrir o que tão importante significa para os cegos.
Ora leiam!
 
 
“(…) Publicado no Psychological Sciences, um novo estudo concluiu que os participantes conseguiam identificar visualmente um objeto que nunca tinham visto mas no qual tinham tocado uma semana antes, sem intenção de o memorizar. Segundo o investigador Fabian Hutmacher, da Universidade de Regensburg, na Alemanha, isto "é ainda mais notável porque os objetos que entraram no teste de reconhecimento só podiam ser identificados com base em detalhes subtis detetáveis ao tato e muito pouco com base em detalhes visuais”. (…)"

 

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publicado por Musikes às 12:36 link do post
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