Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
17 de Maio de 2018

Longa a viagem… mas plena de descobertas.  Apenas “Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX.

 

Continuemos, então, a dar mais um passo na direcção de ainda conhecermos muito mais da vida e obra, e sobretudo, a ouvires a grandiosa obra musical do compositor Anton Bruckner.

 

Boas audições!

 

*****

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Anton Bruckner

(1824-1896)

 

“(…) homem de personalidade singular espantava pelo seu comportamento incomum: a profunda religiosidade convivendo com uma mórbida atração pela morte; a numeromania compulsiva, numa pessoa de modos simples, interioranos, que parecia deslocado na sofisticada Viena, capital do Império Austro-Hungaro. E, no entanto, ele revolucionou a História da Música. (…)” (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200025)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 0 in D Minor "The Zeroth", WAB 100: I. Allegro (1º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 0 in D Minor "The Zeroth", WAB 100: II. Andante (2º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 0 in D Minor "The Zeroth", WAB 100: III. Scherzo: Presto (3º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 0 in D Minor "The Zeroth", WAB 100: IV. Finale: Moderato (4º and.)

 

***

 

“Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX, é o que nos aguarda para ouvir, conhecer e partilhar!

 

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publicado por Musikes às 12:40 link do post
21 de Abril de 2018

"O movimento romântico constitui uma reação contra o racionalismo e o classicismo, opondo à universalidade dos clássicos o individualismo e o subjetivismo

Enquanto no Classicismo havia uma grande preocupação pelo equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade, no romantismo os compositores buscavam uma maior liberdade da forma e uma expressão mais intensa e vigorosa das emoções, frequentemente revelando seus sentimentos mais profundos, inclusive seus sofrimentos. (…)” (http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/)“(…) a música e a

 

É envolvido neste contexto do romantismo do século XIX, que daremos, então, mais um passo no descobrir da arte desta época.

 

Giuseppe Verdi, compositor conhecido e reconhecido pelas suas óperas italianas, introduz um novo ímpeto dramático incutido na exigência dos seus intérpretes.

 

Boas audições!

 

*****

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Giuseppe Verdi

(1813-1901)

 

“Giuseppe Verdi nasceu em 10 de outubro de 1813 em Roncole di Busseto, província de Parma. O pai, Carlo Verdi, era um taberneiro, a mãe trabalhava como fiadora.

Até aos quatro anos, o padre dá-lhe lições de música e aos sete anos o pai oferece-lhe um pequeno piano com a qual começa a exercitar-se. Aos nove anos já começaria a compor. Em 1813, muda-se para a casa de António Barresi, comerciante e musicólogo de Busseto. Era muito amigo da família Verdi e do pequeno Giuseppe, a quem oferece a oportunidade de desenvolver o seu talento, mediante ajuda econômica. Ali conhece Margherita, filha de Barezzi, a quem dá lições de piano e canto. (…)” (http://www2.uol.com.br/spimagem/personalidades/historicas/giuseppe_verdi/index.htm)

 

Giuseppe Verdi: Aida - Radamés: Celeste Aida

 

Giuseppe Verdi: Rigoletto - Duque: Questa a quella

 

Giuseppe Verdi: La Traviata - Brindisi

 

Giuseppe Verdi: Il Trovatore - Coro da zingari

 

Giuseppe Verdi: Canzone del velo

 

Giuseppe Verdi: La forza del destino, Act I: Overture

 

***

 

Eis-nos a iniciar mais uma página de “Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX.

 

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09 de Novembro de 2017

“(…) a música e a arte de modo geral procuravam se desligar da arte do passado deixando aos poucos os salões dos palácios e pondo-se mais ao alcance da nova classe social em ascensão, a burguesia, e invadindo as salas de concerto, conquistando um novo público ávido de uma nova estética.” (http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-romantismo-na-musica-1810-1910/)

 

E entremos, mais uma vez, pela mão de Franz Liszt a desbravar a sua vida e obra que tanto marcaria uma época.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Franz Liszt

(1811-1886)

 

“Liszt ganhou fama na Europa durante o início do século XIX por sua habilidade como pianista virtuoso. Foi citado por seus contemporâneos como o pianista mais avançado de sua época, e em 1840 ele foi considerado por alguns como, talvez, o maior pianista de todos os tempos. (…)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Liszt)

 

Franz Liszt: Hungarian Rhapsody No. 2

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: I. Allegro Maestoso

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: II. Quasi Adagio-Allegretto vivace-Allegro animato

 

Franz Liszt: Piano Concerto No. 1 in E-Flat Major: III. Allegro marziale-Animato-Presto

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini No. 1 in G Minor: Preludio (Il Tremolo)

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini, No. 2 in E-Flat Major: Andantino capriccioso

 

Franz Liszt: Grandes Etudes de Paganini No. 3: La Campanella

 

***

 

Aceita modesto convite, como que em jeito de introdução, desfruta de uma leitura acerca de toda uma época que marcou profundamente toda a sociedade e a organização das nações.

 

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