Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
13 de Setembro de 2018

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Anton Bruckner

(1824-1896)

 

“(…) Todas as sinfonias começam de forma mais ou menos nebulosa e envolta em mistério - o que não deixa de ser uma homenagem à Nona de Beethoven. Desse pano de fundo misterioso emergem temas que são a proclamação de harmonias fundamentais - do que um místico como Eckhardt chamaria de "grund" (ground). Derek Watson chama a atenção para o fato de que nenhum desses inícios lembra o prelúdio do "Ouro do Reno", embora compartilhem com ele a sensação de que estamos assistindo à criação do mundo, como é o caso, por exemplo, da Sinfonia n.4.

A enorme profundidade emocional dos primeiros movimentos e dos adágios é caracteristicamente compensada pela vivacidade dos scherzos, que podiam ser danças camponesas magnificadas - mas que também podem assumir aspectos trágicos no Bruckner da Nona Sinfonia. (…) nos scherzos encontra-se a identidade austríaca de Bruckner. (…)” (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200025)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 4 in E Flat Major, WAB 104: I. Bewegt, nicht zu schnell (1º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 4 in E Flat Major, WAB 104: II. Andante, quasi allegretto (2º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 4 in E Flat Major, WAB 104: III. Scherzo. Bewegt - Trio: Nicht zu schnell (3º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 4 in E Flat Major, WAB 104: IV. Finale: Bewegt, doch nicht zu schnell (4º and.)

 

*****

 

“(…) Uma boa conclusão para a arte transcendente de Bruckner pode ser encontrada em The essence of Bruckner, de Robert Simpson, que escreve:

A essência da música de Bruckner, acredito, está na paciente busca do apaziguamento. Isto não significa um desejo místico de paz. Ao falar em apaziguamento, quero referir-me à tendência de Bruckner de remover, um a um, todos os elementos perturbadores ou dispersivos até revelar um último estrato de pensamento calmamente contemplativo. A suprema realização desse modelo é a Oitava Sinfonia, na qual cada movimento parece preparar o seguinte. Passando a tempestuosa turbulência do Allegro inicial, percebemos toda a energia que há no Scherzo; e quando ele se extingue, o Adágio nos faz lentamente descobrir o sereno e poderoso Finale. (…)” (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200025)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 8 in C Minor, WAB 108: I. Allegro moderato (1º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 8 in C Minor, WAB 108: II. Allegro Moderato (2º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 8 in C Minor, WAB 108: III. Adagio (3º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 8 in C Minor, WAB 108: IV. Finale (4º and.)

 

***

 

“Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX, é o que nos aguarda para ouvir, conhecer e partilhar!

 

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30 de Outubro de 2017

Eis-nos terminado mais uma jornada musical.

Muita música a ouvir, e claro, um legado tão vasto como o de Chopin, difícil será incluir aqui todas as peças que compôs.

Deixo-te aqui uma seleção que, embora modesta e breve, engloba grande parte da  sua obra.

 

Frédéric Chopin é, sem dúvida alguma, uma referecia para os pianistas e compositores da sua época. A sua expressividade, delicadeza poética incutida  nas suas peças, viriam a apontar o caminho para o desenvolvimento de novas formas de explorar esse magnífico instrumento - o piano.

 

Boas audições!

 

*****

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

“(…) A sua técnica, o seu estilo, a sua perfeição fizeram dele um dos maiores compositores da história.

O jovem Chopin era aclamado na sua aldeia natal como uma criança prodígio. Aos 20 anos deixou a Polônia para sempre, vivendo o resto da sua vida em Paris, onde fez carreira como interprete, professor e compositor.

Toda a sua obra inclui o piano, predominantemente com instrumento solista. Chopin introduziu novas formas musicais, inovações significativas, construiu a base principal do romantismo, e além disso foi o primeiro compositor ocidental a incluir elementos da música étnica tradicional nas suas composições. (…)" (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Etude Nº 7 In C Sharp, Op. 25

 

Frédéric Chopin: Etude Nº 12 In C Minor, Op. 10

 

Frédéric Chopin: Etude Nº 3 In E, Op. 10

 

Frédéric Chopin: Etude Nº 2 In F Minor, Op. 25

 

Frédéric Chopin: Prelude Nº 2 In A Minor, Op. 28

 

Frédéric Chopin: Prelude Nº 9 In E, Op. 28

 

Frédéric Chopin: Polonaise Nº 3 In A Major, Op. 40

 

Frédéric Chopin: Polonaise Nº 6 In A Flat major, Op. 53

 

*****

 

“(…) Os historiadores polacos, tentaram de todas as formas encontrar raízes eslavas para a sua grande glória nacional, no entanto, o maior músico da Polônia era mesmo filho de um imigrante francês, que passou a maior parte da sua vida em Paris.

É hoje universalmente conhecido como Frédéric François Chopin , e não com o nome de Fryderik Franciszek que lhe foi dado quando o baptizaram."(http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Polonaise No 1 in C sharp minor, Op. 26

 

Frédéric Chopin: Waltz Nº 1 in E flat Major, Op. 18

 

Frédéric Chopin: Waltz Nº 6 In D flat Major, Op. 64

 

Frédéric Chopin: Waltz Nº 5 In A Flat Major, Op. 42

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 3 In A Flat Major, Op. 47

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 1 In G Minor, Op. 23

 

Frédéric Chopin: Piano Concerto Nº 1 In E Minor, Op. 11 (1º and.)

 

Frédéric Chopin: Piano Sonata Nº 2 In B Flat Minor, Op. 35

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 2 in F-Sharp Major, Op. 36

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 1 in A-Flat Major, Op. 29

 

Frédéric Chopin: Fantaisie Impromptu in C-Sharp Major, Op. 66: Allegro agitato

 

Frédéric Chopin: Barcarole in F-Sharp Major, Op. 60

 

Frédéric Chopin: Sonata in G Minor for Cello and Piano, Op. 65: II. Scherzo: Allegro con brio (2º and.)

 

Frédéric Chopin: Sonata in G Minor for Cello and Piano, Op. 65: IV. Finale: Allegro (4º and.)

 

Frédéric Chopin, Concerto No. 2 in F Minor for Piano and Orchestra, Op. 21: II. Larghetto (2º and.)

 

Frédéric Chopin, Fantaisie in F Minor, Op. 49

 

Frédéric Chopin: Mazurkas, Op. 33: No. 1 in G-Sharp Minor

 

Frédéric Chopin: Mazurkas, Op. 50: No. 3 in C-Sharp Minor

 

Frédéric Chopin: Mazurkas, Op. Posth. 68: No. 3 in F Major: Allegro ma non troppo

 

Frédéric Chopin: Piano Sonata No. 2 in B-Flat Minor, Op. 35: III. Marche Funebre - Lento (3º and.)

 

Frédéric Chopin: Piano Sonata No. 2 in B-Flat Minor, Op. 35: IV. Finale: Presto (4º and.)

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 1 in B Minor, Op. 20

 

Frédéric Scherzo No. 3 in C sharp Minor, Op. 39

 

***

 

Ao longo período do romantismo, muitos foram os compositores que contribuíram  para caracterizar uma época que iniciava grandes progressos tecnológicos a todos os níveis da sociedade.

 

As formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

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20 de Outubro de 2017

Frédéric Chopin é, sem dúvida alguma, uma referecia para os pianistas e compositores da sua época. A sua expressividade, delicadeza poética incutida  nas suas peças, viriam a apontar o caminho para o desenvolvimento de novas formas de explorar esse magnífico instrumento - o piano.

 

Boas audições!

 

***** 

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

“(…) Sofrendo por estar longe de sua terra natal, esmagada pelos russos, Chopin praticamente criou um novo gênero: a polonaise épica. Representativa é a sexta, dita Heróica, titânica e sentimental.

Chopin também escreveu quatro Scherzos que se assemelham a essa polonaise por sua tensão e vigor.

Um scherzo como peça independente é uma novidade de Chopin, já que a forma é geralmente integrante de obras maiores como sinfonias e sonatas. O Scherzo no. 1, op. 20, é um exemplo de angústia e desespero.

Mas três grandes ciclos são considerados os pontos culminantes da produção chopiniana: as Baladas, os Estudos e os Prelúdios. (...)" (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 1 in B Minor, Op. 20

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 2 in B Flat Minor, Op. 31

 

Frédéric Scherzo No. 3 in C sharp Minor, Op. 39

 

Frédéric Chopin: Scherzo No. 4 in E Major, Op. 54

 

“(…) As baladas são quatro. São peças grandiosas e terrivelmente difíceis para o solista, muito inventivas e apaixonantes. Elas passam uma quantidade de emoções e sentimentos surpreendente para obras tão curtas. A Quarta é a mais impressionante, pela variedade de sonoridades que apresenta. (...)" (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin) 

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 1 In G Minor, Op. 23

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 2 In Flat Major, Op. 38 

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 3 In A Flat Major, Op. 47

 

 Frédéric Chopin: Ballade Nº 4 In F Minor, Op. 52 

 

***

 

A riqueza das formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

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