Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
29 de Agosto de 2018

Novos nomes para o Milhões de Festa mostram que a tradição ainda é o que era

A electrónica de Squarepusher, o jazz de Nubya Garcia e o punk das Bala juntam-se ao cartaz de diversidades e descobertas do festival barcelense, que decorre este ano entre 6 e 9 de Setembro.

 

A tradição já não é o que era, como proclamou a organização do festival e, portanto, o Milhões de Festa passará de Julho, o mês em que se realizava até agora, para Setembro. Mas a tradição, já não sendo o que era, mantém coisas boas dos velhos tempos. Assim sendo, a alteração das datas não significa que o festival de Barcelos deixe de ser um espaço ecuménico de partilha e descoberta musical. O anúncio feito esta quarta-feira de novos nomes para o cartaz que passeará pelos palcos entre 6 e 9 de Setembro 

assim o indica. Teremos então, uma figura de relevo da electrónica como Squarepusher, um novo nome do jazz, Nubya Garcia, ambos vindos de Inglaterra, punk galego, sob a forma das Gala, ou a nova banda, baptizada Cacilhas, que reúne Casper Clausen, dos Liima, a Shela, dos Riding Pânico.

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Estes nomes juntam-se a outros já anunciados, como os históricos (do metal) Electric Wizard e os igualmente históricos (da música cabo-verdiana) Os Tubarões, os Heliocentrics, Indignu, a Mauskovic Dance Band ou Gazelle Twin. Para este ano, a organização do festival, nascido no Porto em 2006 e que fez de Barcelos a sua casa em 2010, anunciou que a mudança de datas para Setembro se deveu “à pressão cada vez maior dos festivais de Julho e Agosto”. No menos povoado mês de Setembro, no que a festivais diz respeito, será mais fácil assumir a sua identidade de “festival-laboratório, um local para experimentar”, como explicou em Julho ao PÚBLICO Joaquim Durães, programador do Milhões de Festa…

 

Leia mais!

 

***

 

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publicado por Musikes às 10:13 link do post
27 de Julho de 2018

Com o calor doVerão, o que apetece é uma bebida fresca, uma aragem ainda mais refrescante, e por último, uma paisagem fabulosa na companhia de Amigos ou familiares, e porque não, mesmo sózinho.

O Musikes fará aqui uma breve pausa. Voltarei em Setembro rejuvenescido e repleto de novidades!

 

Até lá, vai passando por ! Boa música há aqui para ouvir, conhecer e partilhar.

 

Boas férias!

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Anton Bruckner

(1824-1896)

 

“(…) Brahms era o grande nome, continuador da tradição beethoveniana. Bruckner fazia figura de excêntrico. Suas primeiras sinfonias não foram insucessos; mas logo ele estava debaixo da marcação cerrada de Hanslick, em razão de seu suposto wagnerismo. E essa pressão não o abandonaria nunca, a ponto de ele pedir ao Kaiser, numa ocasião em que foi premiado, que fizesse Hanslick persegui-lo menos!

E com tudo isso, ele abriu seu caminho para os píncaros orquestrais que são as sinfonias 5, 6, 7, 8 e 9. Para alguns, o gênero sinfônico estaria em crise quando Bruckner engrena a sua sucessão de obras-primas. Também se disse isso da sonata, depois de Beethoven. Otto Maria Carpeaux, normalmente tão arguto, chegou a negar validade às últimas sonatas de Schubert, dizendo que elas só podiam interessar a "pianistas ambiciosos”. (…)” (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200025)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 9 in D Minor, WAB 109: 1st Movement (USSR Ministry of Culture Symphony Orchestra)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 9 in D Minor, WAB 109: 3rd Movement (USSR Ministry of Culture Symphony Orchestra)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 5 in B Flat Major, WAB 105: I.  Adagio - Allegro (1º and.)

 

Anton Bruckner: Symphony No. 6 in A Major, WAB 106: II. Adagio - Sehr feierlich (2º and.)

 

***

 

“Grandes Músicas... Grandes Épocas...” do romantismo do século XIX, é o que nos aguarda para ouvir, conhecer e partilhar!

 

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publicado por Musikes às 12:42 link do post
08 de Janeiro de 2018

“Eu sei que não sou nada e que talvez nunca tenha tudo. Aparte isso, eu tenho em mim todos os sonhos do mundo.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

White Christmas

 

"Temos obrigação de salvar tudo aquilo que ainda é susceptível de ser salvo, para que os nossos netos, embora vivendo num Portugal diferente do nosso, se conservem tão Portugueses como nós e capazes de manter as suas raízes culturais mergulhadas na herança social que o passado nos legou."  (Jorge Dias)

 

As Janeiras - José Afonso

 

*****

 

Tradições Natalícias »» As Janeiras e os Reis

 

O cantar das Janeiras é o domínio, quiçá o mais rico, do Cancioneiro Popular Português. A sua origem remonta igualmente ao tempo do paganismo em imitação das Saturnais Romanas que, ao converterem-se à religião crista, assumiram foros da maior originalidade.

No ancestral cantar das Janeiras está contido todo o espírito popular, a criatividade; a beleza, o encómio e o escárnio. Muito embora neste domínio se acentuem as heterogenias regionais, é, no entanto, comum a todo o País a composição de pequenos grupos corais, normalmente acompanhados de instrumentos musicais, que percorrem os mais variados lugares da sua freguesia ou vila, batendo às portas e entoando loas religiosas à mistura com quadras de fino gosto popular.

 

Cantar as Janeiras em Santa Maria da Feira ( Janeiro 2003 ...

 

vamos cantar as janeiras

 

Cantar as janeiras

 

Cantar dos Reis - AM Barcelos

 

*****

 

O objectivo era serem bem recebidos pelos moradores que lhes ofereciam doces e vinho. Mas, caso não correspondessem a contento, eram “mimoseados” com canções de chacota, por vezes achincalhantes, e não raras vezes culminadas por cenas bem tristes e desnecessárias.

 

As esmolas recebidas, em géneros, guloseimas ou dinheiro, eram em certas regiões destinadas à ceia ou festa do grupo, enquanto que noutras paragens revertiam a favor das almas do Purgatório.

 

No Algarve são bem conhecidas as tradicionais charolas que na orla marítima do Sotavento ainda se mantêm com o mesmo fulgor de há dezenas de anos atrás.

A recolha deste riquíssimo espólio da nossa literatura oral, foi, em parte, compilado por José Leite de Vasconcelos, Ataíde Oliveira e muitos antropólogos, amadores ou profissionais, que percorreram o País de lés-a-lés.

José Carlos Vilhena Mesquita”

 

Ler mais e consultar em…

 

Dia de Reis... Vamos cantar as Janeiras - musicaenaoso

 

Dia de Reis e de cantar as Janeiras

 

Natal Dos Simples – Zeca Afonso – LETRAS.MUS.BR

 

***

 

Et voilá! (diriam os franceses)

A música é uma arte que acompanha todo o tipo de ocasiões, e aqui fica uma das suas vertentes – o Natal e muito mais.

 

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publicado por Musikes às 12:47 link do post
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