Em cada um reside a fonte da partilha, e seja ela um dom ou não, deixa-me semear no teu ser o prazer da Música. Ela tem inspirado o Homem no revelar o seu pensamento, o interpretar e sentir o Universo ao longo de milénios. Bem vindo!
27 de Setembro de 2017

O romantismo ama a liberdade, o movimento, a paixão e a busca do inatingível. A arte é marcada por um período de carência e de procura de uma perfeição impossível. Os românticos buscavam maior liberdade de forma, expressão intensa e vigorosa das.

 

Boas audições!

 

***** 

 

“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Frédéric Chopin

(1810-1849)

 

“(…) Chopin suportou mal, novamente, o clima úmido de Londres, e voltou em estado precário para Paris. A irmã Luísa veio de Varsóvia para fazer-lhe companhia, até porque mal podia sair de sua cama.

Na madrugada de 17 de outubro de 1849, faleceu Frédéric François Chopin.

A seu pedido, seu coração foi enviado para Varsóvia, e o corpo, enterrado em Paris. Mas seu caixão foi coberto por terra polonesa. (…)” (…)” (…)” (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin, Waltzes, Op. Posth. 69: No. 1 in A-Flat Major, "Farewell Waltz"

 

Frédéric Chopin, Waltzes, Op. Posth. 70: No. 1 in G-Flat Major

 

Frédéric Chopin, Waltzes, Op. Posth. 70: No. 3 in D-Flat Major

 

Frédéric Chopin, Sonata No. 3 in B Minor for Piano, Op. 58: I. Allegro maestoso

 

Frédéric Chopin, Polonaises, Op. 40: No. 1 in A Major, "Military"

 

Frédéric Chopin, Polonaise-Fantaisie in A-Flat Major, Op. 61

 

Frédéric Chopin: Mazurkas, Op. 6: No. 2 in C-Sharp Minor: Andantino

 

Frédéric Chopin: Mazurkas, Op. 17: No. 4 in A Minor

 

***

 

A riqueza das formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

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Por isso!...

Não percas o próximo post… porque nós… também não!

 

publicado por Musikes às 12:24 link do post
13 de Setembro de 2017

Frédéric Chopin é, sem dúvida alguma, uma referência para os pianistas e compositores da época e dos dias de hoje.

O romantismo inspirou os mais variados artistas, não só do século XIX, mas também todo o século XX nas diversas artes.

 

Boas audições!

 

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“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Frédéric Chopin

(1810-1849)

 

“(…) Conheceu músicos consagrados, como Rossini e Cherubini, e outros de sua geração, como Mendelssohn, Berlioz, Liszt e Schumann. Vários desses encontros foram frutos de viagens. Em uma dessas passagens pela Europa, em 1835, reencontrou Maria Wodzinska, que conhecera ainda criança em Varsóvia.

Alguns dias juntos, e Chopin sentiu que os dois eram mais que amigos. Estava apaixonado. No ano seguinte, tornou a encontrá-la, e ficaram noivos.

Mas Chopin estava ficando doente. Começaram a aparecer as hemoptises (expectorações de sangue) típicas da tuberculose, e a saúde do compositor, que nunca foi das melhores, degradava-se visivelmente a cada dia. A tuberculose nascente foi a gota d’água para que a família de Wodzinska, já não muito simpática a idéia, rompesse o noivado.

Chopin não se conformou, e guardou todas as cartas que Maria e seus pais enviaram em um envelope, que ficaria famoso pela anotação que faria: Moja biéda (em polonês, “minha desgraça”). (…)” (…)” (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Barcarole in F-Sharp Major, Op. 60

 

Frédéric Chopin: Fantaisie Impromptu in C-Sharp Major, Op. 66: Allegro agitato

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 3 in G-Flat Major, Op. 51

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 1 in A-Flat Major, Op. 29

 

Frédéric Chopin: Impromptu No. 2 in F-Sharp Major, Op. 36

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 15: No. 2 in F-Sharp Major

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 15: No. 1 in F Major

 

Frédéric Chopin: Nocturnes, Op. 15: No. 3 in G Minor

 

***

 

A riqueza das formas e sonoridades, a diversidade temática e sua densidade emotiva, creio que são o perfeito pretexto para não perderes as próximas publicações.

 

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17 de Julho de 2017

Olá!

Bem vindo mais uma vez!

 

A começar uma nova etapa.

Como quem abre um novo tubo de tinta, e então, preenchendo o pincel, atira as primeiras cinzeladas cores sobre a tela.

 

Desta vez partimos à descoberta de mais um compositor do romantismo do século XIX. Proponho um dos mais grandiosos compositores desta época - Frédéric Chopin.

A sua obra é imensa e de muitas formas, e tal como outros do seu tempo, suas melodias   são ainda hoje famosas e amplamente conhecidas.

 

Boas audições!

 

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“Só o que sonhamos é o que verdadeiramente somos, porque o mais, por estar realizado, pertence ao mundo e a toda a gente.” Fernando Pessoa

 

 

GRANDES MÚSICAS… GRANDES ÉPOCAS!...

 

 

Séc. XIX - O Romantismo

(1810-1910)

 

Frédéric Chopin

(1810-1849)

 

“Considerado o maior compositor da Polônia, Frédéric Chopin concentrou seus esforços na composição para piano e foi uma forte influência sobre os compositores que o seguiram. (…)” (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

Frédéric Chopin: Etude Nº 1 In C, Op. 10

 

Frédéric Chopin: Prelude Nº 1 In C, Op. 28

 

Frédéric Chopin: Nocturne Nº 2 In E Flat Major, Op. 9,

 

Frédéric Chopin: Polonaise No 1 in C sharp minor, Op. 26

 

Frédéric Chopin: Waltz Nº 1 in E flat Major, Op. 18

 

Frédéric Chopin: Ballade Nº 1 In G Minor, Op. 23

 

Frédéric Chopin: Mazurka Nº 1 In F Sharp Minor, Op. 6

 

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“(…) Compositor polonês famoso por suas obras para piano. Um grande compositor romântico, que, no entanto, escreveu a música absoluta com títulos formais, como Mazurkas, Impromptus, Walzes, Nocturnes.

Pianista e compositor polaco. Filho de pai polaco e de mãe francesa, desde jovem chama a atenção pelo seu temperamento melancólico e sonhador, assim como pela sua viva inteligência.

Aos vinte anos dá concertos de piano em Viena, Praga, Dresden e, finalmente, em Paris, onde se instala. Insatisfeito com o êxito parcial que obtém no seu primeiro concerto parisiense importante, reserva-se nos tempos seguintes para a intimidade e dedica-se à composição e ao ensino.

Bem acolhido pela classe alta polaca imigrada em Paris, tem numerosos alunos que expandem a sua fama. Em poucos anos escreve, além dos seus grandes concertos, sonatas e séries de estudos, diversas mazurcas, nocturnos, baladas, polonesas, prelúdios, sherzos, valsas e uma infinidade de peças de géneros semelhantes. (…)” (http://www.portalsaofrancisco.com.br/biografias/frederic-chopin)

 

***

 

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